Domingo passado, dia 25 de outubro, foi ao ar pela Warner Channel a terceira e super aguardada temporada de Gossip Girl. A série, que gira em torno da vida da elite nova-iorquina tem conquistado muitos fãs não apenas pelas tramas amorosas, como tem chamado a atenção pelo figurino moderno e sofisticado das personagens. Para você ter idéia, estima-se que desde que veio ao ar, o acervo de roupa de GG está em mais de 19 milhões de dólares, além de ocupar cinco andares! É mole?!
Do lado feminino, Serena Van der Woodsen (vivida pela atriz Blake Lively), Blair Woldfor (Leighton Meester), Jenn Humphrey (Taylor Momsen) e Vanessa Abrams (Jessica Szohr) sempre exibiram modelitos de dar inveja a quem é apaixonado por moda. No masculino, não foi diferente. Chuck Bass (Ed Westwick) e Nate Archibald (Chace Crawford) possuem um visual mais mauricinho, enquanto Dan Humphrey (Penn Badgley) apresenta um estilo mais alternativo. De qualquer forma, até eles andaram ditando tendências por aí.
E moda tem tanto a ver com a série, que as estilistas Georgina Chapman, da grife americana Marchesa, e Tory Burch, que desfila na Semana de Moda de Nova York, farão participações especiais nesta temporada. Nada se sabe sobre os detalhes do roteiro – apenas que uma das cenas aconteceu num cenário que lembrava o verdadeiro escritório de Tory. O jeito é segurar a curiosidade e assistir a todos os capítulos, de olho nas novidades!

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Domingo passado, dia 25 de outubro, foi ao ar pela Warner Channel a terceira e super aguardada temporada de Gossip Girl. A série, que gira em torno da vida da elite nova-iorquina tem conquistado muitos fãs não apenas pelas tramas amorosas, como tem chamado a atenção pelo figurino moderno e sofisticado das personagens. Para você ter idéia, estima-se que desde que veio ao ar, o acervo de roupa de GG está em mais de 19 milhões de dólares, além de ocupar cinco andares! É mole?!

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Do lado feminino, Serena Van der Woodsen (vivida pela atriz Blake Lively), Blair Woldfor (Leighton Meester), Jenn Humphrey (Taylor Momsen) e Vanessa Abrams (Jessica Szohr) sempre exibiram modelitos de dar inveja a quem é apaixonado por moda. No masculino, não foi diferente. Chuck Bass (Ed Westwick) e Nate Archibald (Chace Crawford) possuem um visual mais mauricinho, enquanto Dan Humphrey (Penn Badgley) apresenta um estilo mais alternativo. De qualquer forma, até eles andaram ditando tendências por aí.

E moda tem tanto a ver com a série, que as estilistas Georgina Chapman, da grife americana Marchesa, e Tory Burch, que desfila na Semana de Moda de Nova York, farão participações especiais nesta temporada. Nada se sabe sobre os detalhes do roteiro – apenas que uma das cenas aconteceu num cenário que lembrava o verdadeiro escritório de Tory. O jeito é segurar a curiosidade e assistir a todos os capítulos, de olho nas novidades!

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Coleção Buddha Beach traz peças em malha PET e estampas urbanas
A Speedo se uniu ao movimento grafite para apresentar a coleção Buddha Beach 2010. Para o lançamento dos produtos, um evento realizado na semana passada traçou o conceito da linha, que tem preocupação ambiental e é ligada ao estilo urbano.
“Para esta coleção, foi escolhida a malha PET como principal material. Produzida com 50% de poliéster reciclado, ela simboliza um tema atual das grandes cidades: o reaproveitamento do lixo”, explica Renato Hacker, diretor de marketing da Speedo.
As peças da coleção são casuais: camisetas soltinhas para o público feminino e T-shirts para o público masculino. A bolsa reversível, com bolso frontal e alças vermelhas, completa os lançamentos.
Nos detalhes, destaque para o efeito devorê. Com cores claras, predominantemente tons crus, os lançamentos trazem desenhos de Paulo Ito e Ciro Schu.
“Percebemos uma grande proximidade dos consumidores com a arte do grafite e a preocupação com o ambiente. Decidimos criar um conceito que misturasse a alegria da praia com o clima um pouco mais sério e sóbrio das metrópoles”, comenta Allan Goldberg, coordenador do projeto.

Coleção Buddha Beach traz peças em malha PET e estampas urbanas

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A Speedo se uniu ao movimento grafite para apresentar a coleção Buddha Beach 2010. Para o lançamento dos produtos, um evento realizado na semana passada traçou o conceito da linha, que tem preocupação ambiental e é ligada ao estilo urbano.

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“Para esta coleção, foi escolhida a malha PET como principal material. Produzida com 50% de poliéster reciclado, ela simboliza um tema atual das grandes cidades: o reaproveitamento do lixo”, explica Renato Hacker, diretor de marketing da Speedo.

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As peças da coleção são casuais: camisetas soltinhas para o público feminino e T-shirts para o público masculino. A bolsa reversível, com bolso frontal e alças vermelhas, completa os lançamentos.

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Nos detalhes, destaque para o efeito devorê. Com cores claras, predominantemente tons crus, os lançamentos trazem desenhos de Paulo Ito e Ciro Schu.

“Percebemos uma grande proximidade dos consumidores com a arte do grafite e a preocupação com o ambiente. Decidimos criar um conceito que misturasse a alegria da praia com o clima um pouco mais sério e sóbrio das metrópoles”, comenta Allan Goldberg, coordenador do projeto.

fonte: www.usefashion.com.br

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tendencia

O amarelo foi a cor do Verão e o vermelho será a do Inverno. A emoção e a consciência ambiental estão na ordem do dia. É o que ditam as tendências. Para a Moda e não só. Mas de onde surgem estas orientações? Quem as determina? E porquê?

Antevisão
Qual irá ser a cor da moda? O que se vai usar na próxima estação? Qual é o produto do momento? Hoje, cada vez mais pessoas e empresas estão pendentes das tendências, quando até há bem pouco tempo isso era uma preocupação quase exclusiva dos industriais têxteis e do pronto-a-vestir.

O termo ‘tendência’ está a cada dia mais presente no nosso vocabulário e na nossa vida quotidiana. Pelo menos nos grandes centros urbanos das sociedades ocidentais em que vivemos.

Das passarelas as imagens saltam para as páginas das revistas para revelar o que nos fará mais bonitas e fashion a cada estação. Quisemos percorrer o caminho inverso. Num mergulho profundo no universo da moda e dos produtos de consumo fomos em busca de descobrir como surgem estas tendências, como tomam forma e quem as molda. Como uma verdadeira caçadora urbana, Paula Horta circula pelas ruas de Barcelona munida das suas indispensáveis armas: um bloco de notas, uma máquina fotográfica digital e a enorme curiosidade que muitas vezes a impele ao contacto directo com os seus objectos de observação, mal os identifica. São adolescentes ou jovens adultos que por alguma razão se destacam dos demais, mesmo que seja por um mero detalhe ou adereço personalizado.

Paula veste-se com discrição e dificilmente se destaca na multidão. Isso facilita a sua postura como observadora e torna-a menos ameaçadora quando decide aproximar-se dos seus alvos. Ela é uma coolhunter (ver caixa), atenta aos pequenos grupos, às pessoas que usem algo com um potencial de vir a ser massificado, e trabalha para o The Intelligence Group, uma empresa de marketing e de trend forecasting com sede em Nova Iorque, mas com um exército de caçadores – ditos international reporters – espalhados por todo o planeta. Para além de coolhunters, estas pessoas desempenham também a função de trendspotters, atentas aos comportamentos, ao sentido para onde caminham as tendências no local onde estão situadas, ao que ali se consome e ao que atrai a atenção do público em geral. O seu trabalho todos os meses é diferente mas, essencialmente, todos têm como tarefa destacar no mínimo duas tendências que sintam que estejam a aflorar nas cidades em que se encontram. O material recolhido e compilado é depois analisado nos escritórios centrais por antropólogos, sociólogos, especialistas em marketing e em outros sectores ligados ao consumo e aos novos negócios.

Portuguesa, licenciada em Ciências da Comunicação e especializada em Publicidade, Paula Horta fazia o mestrado em Cultura Visual em Barcelona quando surgiu a oportunidade de fazer este trabalho. Dificilmente seria recrutada para fazer o mesmo em Portugal, destino que nem sempre desperta o interesse destas empresas de marketing e tendências pelo seu tamanho reduzido, pela sua posição periférica e pela limitação da sua influência em outros mercados. Em Espanha, ao contrário, o mercado é maior e estende-se aos países da América Latina de expressão espanhola. E Barcelona é um centro cool por excelência, carregada de estrangeiros e onde fervilha o cenário cultural.

Paula rapidamente se identificou com a actividade que agora desempenha e já não consegue pôr os pés na rua sem observar tudo e todos. Para executar bem o seu trabalho necessita de uma visão apurada e de uma boa capacidade de análise. “É fundamental que consigamos abstrair-nos dos nossos gostos e crenças habituais. Isso não interessa para nada neste trabalho. O importante é conseguirmos anali-sar o que nos rodeia”, comenta. As ruas são o seu campo de trabalho, mas não só. Os eventos de arte, música, as feiras de moda, entre outros acontecimentos, também o são, assim como os blogs, os sites da Internet, os jornais e as revistas em geral. “Sou uma verdadeira junkie das revistas”, confessa.

As tendências, então, não surgem da cabeça de ninguém. Nascem nas sociedades em que vivemos, dos pequenos adereços, dos gestos isolados de grupos restritos, das opiniões quase anónimas mas que catalizam a atenção de muitos, dos pequenos negócios criativos que despontam aqui e ali, de tudo o que se vê e se faz de forma diferente e inovadora, mas também da forma como as sociedades se comportam. Um artista underground, o designer do momento, um músico, um DJ, actrizes e actores, o autor de um blog, uma jovem na rua… Qualquer um pode ser um trendsetter (ver caixa) desde que se destaque na multidão ou desperte o interesse dos demais e que, de alguma forma, a sua atitude ou opinião reflicta as ansiedades do momento.

“Eu não descubro nada novo”, afirmou a respeitada investigadora de tendências holandesa Li Edelkoort numa entrevista publicada no site da Symrise, grande produtor alemão de fragrâncias e sabores. “Observo e interpreto o comportamento e o estado de espírito das pessoas, e aponto o que vejo. Actuo como uma catalizadora do espírito do momento e transformo-o em tendência o mais cedo possível.” Li Edelkoort busca constantemente respostas para perguntas como: Como será a nossa vida no futuro? O que irão querer as pessoas? Que desejos e necessidades terão? Que características um produto deverá ter para alcançar o sucesso no mercado? Como inspiramos as pessoas a comprar coisas?

Mas como é que tudo isso surgiu? Depois da Segunda Guerra Mundial houve um incremento do pronto-a-vestir. Na década de 60 verificou-se uma grande democratização de hábitos e a indústria do vestuário deu um salto significativo. Com isso, houve não só a necessidade de modernizar-se como também de ajustar a produção a uma quantidade crescente de consumidores assim como aos seus gostos. Prever quais seriam os produtos preferidos do público significava assegurar que não haveria ruptura de stocks, ou seja, que as peças não iriam esgotar-se ou não faltaria matéria-prima para as produzir. Assim, a opção foi, “em vez de trabalhar da fábrica para o mercado, fazer o sistema inverso, do público para a fábrica, a partir de uma observação mais atenta das pessoas, dos seus hábitos, da arquitectura e de diversos outros fenómenos socioculturais”, observa Greta Statter, consultora de moda e de tendências de estilo de vida.

Surgem nessa altura os primeiros observadores de tendências. Eram, em geral, pessoas viajadas, com boa bagagem cultural e interesse pelo mundo da moda, que davam indicações a nível da gama de cores a ser utilizada e que desenhavam alguns esboços de formas e modelos. Nessa altura são criados também os primeiros cadernos de estilo. “Françoise Vincent foi, provavelmente, a primeira a fazer um mapa em que cruzava circunstâncias económicas, históricas, políticas e artísticas”, comenta Greta Statter. Em 1966, Françoise Vincent, com o apoio de industriais franceses, criou a Promostyl, um dos mais antigos gabinetes de estilo, que hoje compartilha o cenário e a influência com outros gabinetes como o Peclers Paris, a Agence de Style Nelly Rodi, o Studio Edelkoort, entre os mais tradicionais, assim como com as mais jovens empresas de investigação e inteligência (intelligence companies) como a Faith Popcorn’s Brainreserve, a Look-Look e a The Intelligence Group. “Estes gabinetes cheiram o l’air du temps e são capazes de discernir o que vai ser importante para o futuro”, aponta Greta Statter.

E da mão-cheia de sugestões dos primeiros tempos, o trabalho dos observadores de tendências foi-se tornando cada vez mais complexo. Ainda que os métodos de trabalho nem sempre sejam exactamente os mesmos, hoje pouco diferem dos utilizados inicialmente. Baseiam-se nas viagens e compras no estrangeiro, sobretudo quando se trata de gabinetes dentro das empresas de produção, ou em profissionais estrategicamente situados em distintas partes do globo, no caso dos gabinetes de tendência particulares. Contam com uma boa dose de intuição mas também com o apoio de profissionais vocacionados para analisar a sociedade e o significado dos sinais recolhidos.

O trabalho não se resume a observar as pessoas na rua para, mais tarde, desenhar para elas. Vêem-se os trabalhos de designers, artistas plásticos, arquitectos e outros criativos de cada local. Por isso fala-se cada vez mais de lifestyle – fenómeno mais global – que alia também urbanismo, arte e design”, refere Pedro Marques Mendes, representante da Promostyl em Portugal. E acrescenta: “Nesse âmbito, Portugal tem alguma coisa para oferecer – temos boa afirmação internacional sobretudo a nível da arquitectura e do design de equipamentos.” Pedro Marques Mendes destaca os designers Fernando Brízio, Miguel Vieira Baptista e Ricardo Ralhete, “que não são produtores em grande escala mas são observados e influenciam”. Destaca também Siza Vieira e outros arquitectos nacionais. E, no âmbito da moda, chama a atenção para Felipe Oliveira Baptista, Pedro Waterland e Luís Buchinho. “Os gabinetes de tendências já repararam neles.”

A Concertação Internacional da Cor acontece em Paris todos os anos, duas vezes por ano, desde há mais de duas décadas. Este é um dos grandes acontecimentos a nível das tendências e reúne gabinetes de estilo, estilistas independentes, fabricantes de pigmentos, industriais têxteis e as suas associações. Neste encontro define-se a gama de cores para cada estação. “Hoje já estão disponíveis as cores para o Inverno de 2009/2010”, observa Pedro Marques Mendes. “As decisões levam em conta o gosto do público mas também outros interesses em particular, como promover uma determinada cor – um pigmento que não se usa há muito tempo ou que é muito caro, por exemplo”, observa.

Pedro Marques Mendes traça o caminho destas decisões. “Definida a gama de cores, as associações informam os seus membros e os gabinetes de tendências fazem o desenvolvimento criativo dos usos desta gama.” Os cadernos de estilo/tendências produzidos pelos gabinetes de tendências são, na sua maioria, o cruzamento final do trabalho de campo e a sua respectiva análise com a gama de cores. São publicados, na grande maioria dos casos, cerca de duas vezes por ano, com previsões com dois ou três anos de antecipação. Esses cadernos apresentam cores, texturas e formas para cada estação, mas com a preocupação de abarcar os vários públicos-alvo – mulheres, homens, crianças, jovens, estilos de vida, conceitos, entre outros. Para melhor ilustrar as tendências que referem, recorrem a diversos elementos: amostras de tecido e de outros materiais de produção, esquissos de modelos e objectos, recortes de imprensa e retratos de personalidades de interesse (artistas, designers, arquitectos, estilistas e opinion makers, por exemplo).

Se inicialmente este era um serviço prestado quase exclusivamente para a indústria têxtil e de pronto-a-vestir, hoje é almejado pelos mais variados sectores de produção – dos cosméticos à decoração, dos automóveis aos telemóveis, dos alimentos aos restaurantes e hotéis. Empresas como a Swatch, a Fiat, a Dupont, a Nokia, a Renault, e tantas outras, compram esta informação, estendendo a influência a um amplo leque de produtos de consumo e não apenas à moda.

“Este serviço torna-se cada vez mais indispensável para a sobrevivência de marcas e empresas. São raras as que não compram estes indicadores de tendências e há mesmo empresas que recorrem aos produtos de mais do que um gabinete”, afirma Pedro Marques Mendes. O gabinete que representa lança 15 cadernos diferentes por semestre e há quem invista a sério e os compre todos.

A informação dos gabinetes de tendências é a base de trabalho para as direcções de design e marketing das empresas clientes. As de design cruzam-na com as suas experiências pessoais e desenvolvem os produtos com um cunho próprio. As de marketing trabalham nas estratégias de produto, nos conceitos a utilizar para a sua promoção.

Mas a necessidade das tendências tem também a ver com outros factores económicos. “O capitalismo é, por definição, um sistema que aspira à expansão – dos lucros e, por arrastamento, dos mercados. Para sobreviver, tem de se renovar e, para se renovar, é necessário garantir o fluxo contínuo, quando não a expansão, do que é produzido, isto é, do consumo. Uma das formas de garantir que vamos comprar mais um par de calças consiste em garantir a obsolescência – pelo menos relativa – das que já possuímos”, explica Ana Brandão, assistente do Departamento de Sociologia do Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho, que integra uma das equipas de investigação do Grupo de Cultura e Estilos de Vida. De acordo com esta socióloga, “a moda cumpre o papel fundamental de garantir essa obsolescência que assegura o consumo na medida em que procede à revisão contínua da ‘adequação’ desses produtos. Deixamos de vestir o que não está na moda”.

Essa obsolescência passa pelo aproveitamento de necessidades elementares do ser humano – como a necessidade de pertença e de singularidade – para promover a expansão das áreas de negócio. “Os produtos de consumo geral e a oferta cultural são elementos constituintes dos estilos de vida. Não nos distinguimos ou assemelhamos socialmente apenas pelo que vestimos mas também pelo que fazemos, pelo que comemos, pelos espectáculos a que assistimos… O que o capitalismo faz é explorar aquelas necessidades básicas pela identificação de novas áreas de aplicação das suas técnicas”, comenta a socióloga.

A sociedade está mais complexa, é verdade. E as tendências confortam. “As marcas passam a ser como famílias”, declarou o guru das tendências David Shah, numa entrevista dada à revista Época brasileira. De acordo com este especialista, as pessoas passaram a criar identidade por tribos. “Não importa a sua nacionalidade, se você usar um traje de Yohji Yamamoto como eu, nós pertencemos à mesma tribo.” Shah explica que hoje já não existem mais trabalhos para toda a vida, as ideias tradicionais de casamento e família parecem desaparecidas. “Por isso estão tão interessadas nas tendências: porque não sabem o que vai acontecer com o mundo. As marcas passaram então a tentar desenvolver um relacionamento com o seu consumidor, construindo um elo emocional. “Antecipar tendências consiste, basicamente, em prever as possibilidades de desenvolvimento futuro – em termos profissionais, de moda, etc. – com vista a, de algum modo, estabelecer uma relação securizante face ao próprio futuro antecipado. É, neste sentido, uma tentativa de lidar com o elemento imprevisível, de reduzir a consciência do risco, ou, pelo menos, a ansiedade que lhe está associada”, refere a socióloga Ana Brandão.

E o que marcará os novos tempos? As tendências decorativas, o biológico e o tecnológico são os conceitos do futuro próximo. É no que acredita Pedro Marques Mendes. Paula Horta acredita também na costumização dos produtos. “Uma forma de transformar um produto massificado em único”, observa.

Tudo o que vem da natureza terá um espaço privilegiado, desde as cores às formas de fósseis, defende o grupo Edelkoort. De acordo com a investigadora holandesa, pressente-se o ressurgimento dos produtos locais, assim como da cozinha regional. “Estamos cansados de ver as mesmas marcas por todo o mundo, estejas em Nova Iorque, Tóquio ou São Paulo.” As novas marcas conquistarão alguma frescura se combinarem os seus produtos de cariz global com um toque local.

O guru David Shah acredita que estamos a entrar numa nova fase de comportamento dos consumidores, que denominou Nu Austerity (nova austeridade). “O comprador de moda, antes preocupado com a imagem de ostentação, passou a preocupar-se com questões maiores como a sustentabilidade, as alterações climáticas, a pobreza global, o comércio ético, etc.”, escreveu na última edição da revista Textile View, publicação especializada em tendências da qual é responsável.

A procura do significado é o que aponta Anne Lise Kjaer, do gabinete de tendências Kjaer Global. “Acredito que a busca do significado será o propulsor nuclear do século XXI para as sociedades ocidentais, uma sociedade imbuída com uma tremenda escolha material e carregada de uma abundância sem significado”, escreveu para a mesma edição da revista Textile View. A especialista aponta para os produtos potenciados pela emoção e a ética como o meio para chegar com significado às pessoas no futuro.

Visto Modamaistyle.blogspot.com

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Inaugura hoje, no espaço Cinemark do shopping Iguatemi, em São Paulo, a mini exposição com os trajes e acessórios do filme “Coco Avant Chanel” (Coco Antes de Chanel), cujas peças aparecem no final do filme e foram emprestadas pelo Conservatoire Chanel de Paris. O filme, da diretora Anne Fontaine, narra a história de Gabrielle Chanel – a mulher que revolucionou a moda feminina nos anos 1920 – antes de ela se tornar este ícone de moda.
Além da exposição, foi lançado nesta última sexta-feira um concurso cujo prêmio será uma viagem de quatro dias a Paris, com direito a acompanhante e a visita ao apartamento onde viveu a estilista, na rue Cambon. Para participar, basta escrever um pequeno texto de, no máximo, dez linhas sobre a frase “Chanel é antes de tudo um estilo. A moda muda. O estilo permanece”, de autoria da própria mademoiselle. O prazo de inscrição vai até o dia 08 de novembro, com resultado no dia 24 do mesmo mês.
Para maiores informações, acesse www.iguatemisaopaulo.com.br.

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Inaugura hoje, no espaço Cinemark do shopping Iguatemi, em São Paulo, a mini exposição com os trajes e acessórios do filme Coco Avant Chanel” (Coco Antes de Chanel), cujas peças aparecem no final do filme e foram emprestadas pelo Conservatoire Chanel de Paris. O filme, da diretora Anne Fontaine, narra a história de Gabrielle Chanel – a mulher que revolucionou a moda feminina nos anos 1920 – antes de ela se tornar este ícone de moda.

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Além da exposição, foi lançado nesta última sexta-feira um concurso cujo prêmio será uma viagem de quatro dias a Paris, com direito a acompanhante e a visita ao apartamento onde viveu a estilista, na rue Cambon. Para participar, basta escrever um pequeno texto de, no máximo, dez linhas sobre a frase “Chanel é antes de tudo um estilo. A moda muda. O estilo permanece”, de autoria da própria mademoiselle. O prazo de inscrição vai até o dia 08 de novembro, com resultado no dia 24 do mesmo mês.

Para maiores informações, acesse www.iguatemisaopaulo.com.br

fonte: www.tanavitrinetanacea.com.br

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Escândalos familiares, brigas por dinheiro e poder, assassinato – esses são clichês encontrados em qualquer trama policial. O que nem todos sabem é que este é um enredo real da família Gucci e o império que seu fundador, o florentino Guccio Gucci, construiu há mais de 80 anos. A saga desta família é tão interessante que deverá virar filme, dirigido por Ridley Scott (o mesmo de Alien – O Oitavo Passageiro, de 1979, Blade Runner, 1982, e Gladiador, de 2000).
A história da maison italiana é permeada por momentos de glória, como o enorme sucesso que a grife alcançou junto a celebridades como Jaqueline Onassis (seu modelo de bolsa preferido acabou rebatizado com seu nome), que a tornou um verdadeiro ícone fashion, ou como o renascimento da marca promovido pela chegada do estilista norte-americano Tom Ford na direção artística da casa em 1990. Mas também é composta por períodos não tão bons, como os que levaram ao seu declínio e a perda de seu status no mercado de moda, fortalecida pelo suposto envolvimento com a máfia e as inúmeras brigas familiares pela sucessão no comando da casa. O ápice aconteceu em 1995, quando Maurizio Gucci, herdeiro do império, foi assassinado. Segundo a justiça italiana, sua morte foi encomendada por sua própria esposa, a socialite Patrizia Reggiano, que está presa em Milão e é conhecida como “viúva negra”.
Jackie O Bag – modelo revisitado
Com o projeto já aprovado pelos estúdios Fox, as gravações deverão começar no próximo ano e correm boatos de que Angelina Jolie estaria sendo cogitada para o papel de Patrizia.

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Escândalos familiares, brigas por dinheiro e poder, assassinato – esses são clichês encontrados em qualquer trama policial. O que nem todos sabem é que este é um enredo real da família Gucci e o império que seu fundador, o florentino Guccio Gucci, construiu há mais de 80 anos. A saga desta família é tão interessante que deverá virar filme, dirigido por Ridley Scott (o mesmo de Alien – O Oitavo Passageiro, de 1979, Blade Runner, 1982, e Gladiador, de 2000).

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A história da maison italiana é permeada por momentos de glória, como o enorme sucesso que a grife alcançou junto a celebridades como Jaqueline Onassis (seu modelo de bolsa preferido acabou rebatizado com seu nome), que a tornou um verdadeiro ícone fashion, ou como o renascimento da marca promovido pela chegada do estilista norte-americano Tom Ford na direção artística da casa em 1990. Mas também é composta por períodos não tão bons, como os que levaram ao seu declínio e a perda de seu status no mercado de moda, fortalecida pelo suposto envolvimento com a máfia e as inúmeras brigas familiares pela sucessão no comando da casa. O ápice aconteceu em 1995, quando Maurizio Gucci, herdeiro do império, foi assassinado. Segundo a justiça italiana, sua morte foi encomendada por sua própria esposa, a socialite Patrizia Reggiano, que está presa em Milão e é conhecida como “viúva negra”.

Com o projeto já aprovado pelos estúdios Fox, as gravações deverão começar no próximo ano e correm boatos de que Angelina Jolie estaria sendo cogitada para o papel de Patrizia.

fonte: www.tanavitrinetanacea.com.br

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Ainda falando sobre modelos magras demais, a edição norte-americana de novembro da revista Glamour colocou sete modelos nada convencionais em matéria sobre modelos “plus-size” (acima do peso) e o fato de se sentirem bem com o próprio corpo. Tudo começou com a edição de setembro, com uma foto da modelo Lizzie Miller sentada au naturel super sexy, confiante e despreocupada com as gordurinhas de sua barriga. A foto fez um sucesso enorme e a redação recebeu mais mil comentários, entre eles o de mulheres alegando que se sentiam deformadas devido a suas (des)proporções ou contando que sofrem de distúrbios alimentares desde muito cedo e, graças à foto, sentem-se melhores. O fato é que a imagem causou bastante comoção e levou a revista a escrever uma matéria toda dedicada a estas mulheres que estão na contra mão dos rígidos padrões de magreza atuais.
Lizzie Miller na Foto que Causou Polêmica
Só não pense que a foto de Lizzie Miller agradou a todas as leitoras – houve quem reclamou do fato, alegando que “colocar uma modelo que obviamente está acima do peso e leva uma vida pouco saudável na revista para que algumas pessoas se sintam melhores apenas serviria para propagar este estilo de vida nocivo”. Outra leitora protestou dizendo que “os Estados Unidos já tem problemas de obesidade o suficiente para que a revista o promovesse ainda mais”. É… Não se pode agradar a todos mesmo.

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Ainda falando sobre modelos magras demais, a edição norte-americana de novembro da revista Glamour colocou sete modelos nada convencionais em matéria sobre modelos “plus-size” (acima do peso) e o fato de se sentirem bem com o próprio corpo. Tudo começou com a edição de setembro, com uma foto da modelo Lizzie Miller sentada au naturel super sexy, confiante e despreocupada com as gordurinhas de sua barriga. A foto fez um sucesso enorme e a redação recebeu mais mil comentários, entre eles o de mulheres alegando que se sentiam deformadas devido a suas (des)proporções ou contando que sofrem de distúrbios alimentares desde muito cedo e, graças à foto, sentem-se melhores. O fato é que a imagem causou bastante comoção e levou a revista a escrever uma matéria toda dedicada a estas mulheres que estão na contra mão dos rígidos padrões de magreza atuais.

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Lizzie Miller na Foto que Causou Polêmica

Só não pense que a foto de Lizzie Miller agradou a todas as leitoras – houve quem reclamou do fato, alegando que “colocar uma modelo que obviamente está acima do peso e leva uma vida pouco saudável na revista para que algumas pessoas se sintam melhores apenas serviria para propagar este estilo de vida nocivo”. Outra leitora protestou dizendo que “os Estados Unidos já tem problemas de obesidade o suficiente para que a revista o promovesse ainda mais”. É… Não se pode agradar a todos mesmo.

fonte: www.tanavitrinetanacea.com.br

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Fotos-modelo-brasileira-Raica-de-Oliveira-lingerie

Raica posa de lingerie

Brasileira junta-se a time que tem Alessandra Ambrósio, Adriana Lima e Heidi Klum

A modelo brasileira Raica de Oliveira estrela a próxima campanha da marca de lingerie Victoria’s Secret. A brasileira, que já fez algumas fotos para a marca em 2005, posou para o catálogo da grife. O time de “angels” da marca reúne tops como Alessandra Ambrósio, Adriana Lima e Heidi Klum. Gisele Bündchen também já teve seu posto na seleção.

Fotos-Raica-de-lingerie

Raica de Oliveira - Fotos de Lingerie

Fonte Ego

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Os desfiles de Primavera/Verão 2010-2011 foram encerrados na última quinta-feira, em Paris. De hoje à sexta-feira, confira o resumo das tendências da próxima estação e fique realmente por dentro do que rolou por lá.
As coleções apareceram bem joviais, carregadas de acessórios. Se por um lado a feminilidade dá o tom da estação para esta mulher consciente do próprio corpo de sua sensualidade; por outro, a moda mais urbana e com fortes raízes de alfaiataria (com toques militares) também marca a nova estação. As cores são mais neutras, com apenas alguns toques de cor como laranja, rosa e variações de azul. Sobreposições, transparência e drapeados são as palavras de ordem da vez, acompanhadas por peças bordadas ou com aplicações, rendas, babados e pregas.
Alfaiataria – ela continua em alta, traduzida em shorts e calças de cintura mais alta, diversos tipos de paletós – mais curtos e ajustados ao corpo, molengões e levemente desestruturados ou em estilo smoking –, coletes e trench coats para os dias de chuva. A clássica camisa branca também apareceu bastante e a atualização veio na forma de vestidos que mais parecem longas camisas ou camisetas, super femininos e a cara do verão.
Brilho – apareceu descarado, nos paetês e nos tecidos metalizados ou brilhantes.
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Os desfiles de Primavera/Verão 2010-2011 foram encerrados na última quinta-feira, em Paris. De hoje à sexta-feira, confira o resumo das tendências da próxima estação e fique realmente por dentro do que rolou por lá.

As coleções apareceram bem joviais, carregadas de acessórios. Se por um lado a feminilidade dá o tom da estação para esta mulher consciente do próprio corpo de sua sensualidade; por outro, a moda mais urbana e com fortes raízes de alfaiataria (com toques militares) também marca a nova estação. As cores são mais neutras, com apenas alguns toques de cor como laranja, rosa e variações de azul. Sobreposições, transparência e drapeados são as palavras de ordem da vez, acompanhadas por peças bordadas ou com aplicações, rendas, babados e pregas.

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Alfaiataria – ela continua em alta, traduzida em shorts e calças de cintura mais alta, diversos tipos de paletós – mais curtos e ajustados ao corpo, molengões e levemente desestruturados ou em estilo smoking –, coletes e trench coats para os dias de chuva. A clássica camisa branca também apareceu bastante e a atualização veio na forma de vestidos que mais parecem longas camisas ou camisetas, super femininos e a cara do verão.

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Brilho – apareceu descarado, nos paetês e nos tecidos metalizados ou brilhantes

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A edição de novembro da revista ‘Vogue’ reuniu em um ensaio musas das artes de várias épocas. Na capa, Nicole Kidman, Kate Hudson, Penelope Cruz, e Marion Cotillard aparecem juntas, e dentro da revista, acompanhadas de Judi Dench, Fergie e Sophia Loren, na foto feita por Annie Lebovitz em fevereiro.
As atrizes, que estão no filme “Nine”, falam sobre a carreira e filhos, no maior bate-papo entre amigas.
Penélope Cruz fala sobre sobre diminuir o ritmo de trabalho e revela que se acha sortuda por não ser parecida com suas personagens. “Eu estaria morta se me identificasse com elas. Trabalho desde os 17 anos sem parar. Quero balancear isso melhor. Ao invés de fazer três ou quatro filmes por ano, faço um só”.
A atriz revela que ela e Kate Holmes tem uma paixão em comum: a comida. “Ela adora comer, nossos jantares são longos, umas quatro horas. Estamos malhando para não nos sentirmos culpadas”, ri.
Nicole Kidman diz que foi difícil voltar ao batente depois do nascimento de Sunday Rose. “Não queria trabalhar depois que tive minha filha, mas esse filme me trouxe de volta”.

A edição de novembro da revista Vogue‘ reuniu em um ensaio musas das artes de várias épocas. Na capa, Nicole Kidman, Kate Hudson, Penelope Cruz, e Marion Cotillard aparecem juntas, e dentro da revista, acompanhadas de Judi Dench, Fergie e Sophia Loren, na foto feita por Annie Lebovitz em fevereiro.

Nicole Kidman, Kate Hudson, Penelope Cruz, e Marion Cotillard , Judi Dench, Fergie e Sophia Loren, vougue

As atrizes, que estão no filme Nine“, falam sobre a carreira e filhos, no maior bate-papo entre amigas.

Penélope Cruz fala sobre sobre diminuir o ritmo de trabalho e revela que se acha sortuda por não ser parecida com suas personagens. “Eu estaria morta se me identificasse com elas. Trabalho desde os 17 anos sem parar. Quero balancear isso melhor. Ao invés de fazer três ou quatro filmes por ano, faço um só”.

A atriz revela que ela e Kate Holmes tem uma paixão em comum: a comida. “Ela adora comer, nossos jantares são longos, umas quatro horas. Estamos malhando para não nos sentirmos culpadas”, ri.

Nicole Kidman diz que foi difícil voltar ao batente depois do nascimento de Sunday Rose. “Não queria trabalhar depois que tive minha filha, mas esse filme me trouxe de volta”.

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Chanel para fazendeiros

Parece que a união entre música e moda virou mesmo febre entre os estilistas. Agora foi a vez da Chanel. Lily Allen, garota-propaganda da marca, fez um show em clima rural durante o desfile da grife na Semana de Moda de Paris, nesta terça-feira.
Enquanto Lily cantava ‘Not Fair’, modelos desfilavam roupas com influência camponesa, no cenário que imitava uma fazenda, com direito a feno espalhado pela passarela.
Se depender da Chanel, a moda Primavera/Verão 2010 vem com cortes  rústicos, mas sensuais. Uma roupa comprida e soltinha traz a sensualidade através de uma transparência, por exemplo.

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Parece que a união entre música e moda virou mesmo febre entre os estilistas. Agora foi a vez da Chanel. Lily Allen, garota-propaganda da marca, fez um show em clima rural durante o desfile da grife na Semana de Moda de Paris, nesta terça-feira.

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Enquanto Lily cantava ‘Not Fair’, modelos desfilavam roupas com influência camponesa, no cenário que imitava uma fazenda, com direito a feno espalhado pela passarela.

Se depender da Chanel, a moda Primavera/Verão 2010 vem com cortes  rústicos, mas sensuais. Uma roupa comprida e soltinha traz a sensualidade através de uma transparência, por exemplo.

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