Saíram as fotos da coleção masculina de Alexander McQueen Verão 2010, que seria apresentada durante a semana de moda de Nova York no Milk Studios, mas que acabou sendo cancelada devido à morte do estilista. Como sempre, uma coleção com peças divertidas e que refletem o universo McQueen.

Visto C&A

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Acessório usado por diversas tribos, a bandana é o hit da coleção que a House of Holland mostrou neste London Fashion Week outono-inverno 2010/2011. Tendo a irreverência como marca registrada, a grife reviveu a peça-chave ods roqueiros dos anos 80 e a transformou em peças inteiras, como camisas, vestidos, macacões e mais.
Henry Holland, o estilista por trás da marca, contou ao site oficial da semana de moda que o rapper Snoop Dogg e os guetos foram algumas de suas inspirações. De fato, na passarela puderam ser vistas amarrações bem ao estilo do músico.

Visto no GNT

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Top posou para o novo calendário da ‘Victoria’s Secret’.

Este não é o primeiro e provavelmente não será o último ensaio de Miranda Kerr de biquíni. Mas, por acaso, tem alguém enjoado aí? Mais uma vez, a top posou para o calendário da Victoria’s Secret, da qual é angel. Recentemente, a namorada do galã Orlando Bloom fez um ensaio sensual com biquíni fio-dental.

Visto EGO

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Num momento em que nunca se criticou tanto a pressão da indústria da beleza pela magreza das mulheres, o designer Mark Fast vai na contramão de muitos dos colegas e leva para a passarela do London Fashion Week modelos plus-size. Para mostrar sua coleção outono-inverno 2010/2011, o canadense optou por modelos evidentemente fora do padrão esquelético reinante – algumas até gordinhas.

A opção de Fast neste desfile reafirma o compromisso do estilista com as mulheres ‘normais’. Em sua estreia na semana de moda de Londres, ele já tinha usado mão do expediente – e virado notícia no mundo inteiro.

A repetição reflete que vestir todo tipo de mulher não é tendência passageira, mas uma preocupação verdadeira do estilista. Prova disso foi o lançamento de uma segunda linha, Faster, com vestidos ajustáveis em tricô, em tamanho único, que vestem mais de um tipo de mulher. Você aprova a iniciativa?

Visto GNT

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Bia processa empresa de ônibus em que viajava em 2006.
Desempregada, ela diz que já gastou cerca de R$ 350 mil.

A notícia da prisão de um dos mandantes dos ataques que mataram 18 pessoas em 2006 deixou a modelo Bia Furtado surpresa. Mais de três anos depois do ataque em que o ônibus em que estava ter sido incendiado, deixando cerca de 40% de seu corpo queimado, ela acreditava que todos os responsáveis já estivessem na cadeia.

Na Justiça, agora, Bia luta por uma indenização da empresa em que viajava, para tentar cobrir os gastos com 16 cirurgias, remédios, roupas especiais para queimaduras e terapia, que chegam, segundo ela, a R$ 350 mil. A ex-modelo pede ressarcimento por danos morais.

“Claro que é importante que sejam pegos, mas me surpreendeu. Achei que já tinham sido todos presos; outros já li que morreram”, disse ela, durante sua estada em Muqui, no interior do Espírito Santo, onde mora a família.

Desempregada, Bia mora sozinha em São Paulo e batalha para retornar ao mercado da moda. “Gosto muito de produção, de criar, é o que quero fazer. Preciso voltar a trabalhar. O meu trabalho foi arrancado de mim. Foi uma tragédia que aconteceu e estou lutando”, conta ela.

Bia conta que ela e a família precisaram se desfazer de parte do patrimônio para custear os cerca de R$ 350 mil que já gastaram desde o início do tratamento, o que, segundo ela, complicou sua situação financeira.

“Estou bem, normal, mas ótima não estou, nem nunca vou estar. Foi tudo muito traumático. Já superei algumas coisas, sim, mas ainda tenho muito o que superar. Eu fui toda queimada”, resume ela, que cogita, no futuro, ajudar projetos sociais que envolvam pessoas com queimaduras. “Mas meu psiquiatra acha que ainda não estou pronta”, lembra.

Tratamento interrompido

Depois das 16 cirurgias, Bia, segundo os médicos, ainda precisa de pelo menos outras duas intervenções. “Mas estou sem condições financeiras de continuar o tratamento”, conta ela, que chegou a casar com o namorado da época do ataque, mas se separou há um ano, depois de 9 anos de relacionamento. “Depois que me separei, tive alguns relacionamentos, mas preciso ficar sozinha, me distrair um pouco”, diz ela.

Entre as distrações na TV, por exemplo, Bia deixou para trás a novela “Viver a Vida“. As semelhanças da recuperação da modelo Luciana, interpretada por Alinne Moraes na trama de Manoel Carlos, incomodam-na por lembrar os dias mais difíceis da sua história. “Tem sempre alguma coisa que ela fala que me lembra muito o que eu passei, principalmente no hospital. Ela aprendendo a comer, a pegar nas coisas… A minha enfermeira, meus médicos ligavam quando viam, lembrando de mim, mas evito ver”, admite.
Como foi

Em dezembro de 2006, uma série de ataques violentos nas Zonas Sul, Norte e Oeste do Rio deixaram 18 pessoas mortas e outras 22 feridas. Na época, sete ônibus foram incendiados.

Época de apagão aéreo, Bia voltava do Espírito Santo, onde tinha passado o Natal, para São Paulo de ônibus, onde passaria o Ano Novo. Mas o veículo foi interceptado por bandidos no Rio. Ela sofreu queimaduras de 2º e 3º graus.

Fonte G1

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Escola levou polêmica de Geisy Arruda e vestido curto para a avenida.
Carro alegórico foi batizado de ‘Sapucaí Fashion Day‘.

Com um sacada mais ‘pop’, a Porto da Pedra fez um desfile de moda dentro de seu próprio desfile na Marquês de Sapucaí nesta segunda-feira (15).

A escola resgatou a história das tendências e enfeitou a avenida com laços, fitas e babados. Antenado, o enredo “Com que roupa eu vou?” fez reverência à moda contemporânea e a estilistas queridinhos do mundo da moda. A escola consumiu 1 hora e 19 minutos na apresentação.

Se a ideia era reproduzir o mundo fashion, não poderiam faltar “bafos”. E foi isso que a escola fez ao abordar a polêmica envolvendo a estudante Geisy Arruda.

A moça que ficou conhecida por ter sido hostilizada na universidade ao usar um vestido curto e rosa foi destaque de um carro alegórico usando uma “réplica” da peça. Numa versão brilhante e vermelha, o vestido foi estilizado com uma gola bufante ao estilo da Rainha Elizabeth.

E, talvez também em nome de uma moda democrática, musas de seios cônicos, popozudas e “mulheres fruta” desfilaram na avenida.

Abre-alas

Com uma dose de deboche, um tigre gigante de boca aberta mostrava a língua com um piercing no abre-alas “Antes da moda era assim”. A alegoria levou personagens do desenho animado “Os Flinstones” para a avenida e relembrou a pré-história.


Seguindo uma ordem cronológica, as alas seguintes fizeram uma “passagem obrigatória” pelo Egito, Grécia e Roma. Desta vez, para falar de como era o jeito de se vestir séculos atrás.

‘Sapucaí Fashion Day’

Na ala chamada “Com que roupa eu vou?”, os integrantes puderam escolher que fantasia queriam vestir. Em outra, o tema era “Eu quero ser Naomi”, lembrando uma roupa que a modelo Naomi Campbell usou no último desfile de Yves Saint Laurent. Referências da moda atual, Alexandre Hercovitch, Jum Nakao, Lino Villaventura e Ronaldo Fraga ganharam alas temáticas.

A influência da fé na arte, como ocorreu com o gótico, foi o tema do segundo carro. Nas outras alegorias, o Renascimento , o Barroco e o Rococó. O penúltimo carro falou do Art Nouveau e homenageou Coco Chanel, representada pela atriz Marília Pera.

A escola fechou o desfile com o “Sapucaí Fashion Day”, tema do último carro alegórico. Fez um desfile dentro do desfile para reverenciar o glamour da moda. E, como todo desfile de moda, a Porto da Pedra encerrou sua passagem com a ala das noivas, uma homenagem a Simon Azulay, estilista brasileiro morto em 1988.

Visto no G1

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Corpo foi encontrado em sua casa – ainda não há detalhes sobre a causa da morte.

A polícia de de Londres anunciou que investigará a morte do estilista britânico Alexander McQueen.

Apesar de estar tratando a morte como “não suspeita”, a polícia realizará uma autópsia do corpo, encontrado nesta quinta-feira (11) na casa do estilista de 40 anos, na zona oeste de Londres.

A hipótese de que McQueen, quatro vezes eleito o estilista britânico do ano, teria se matado não foi confirmada.

Lee Alexander McQueen morreu às vésperas do enterro de sua mãe e dias antes do início da Semana de Moda de Londres, que começa no próximo dia 19.

Em uma mensagem em sua página no Twitter, datada de 3 de fevereiro, McQueen havia comunicado aos seus seguidores que sua mãe havia falecido. Dias depois, enviou novo texto contando que estava passando por uma “semana terrível”, mas que os amigos eram “ótimos” e que ele estava conseguindo se recuperar.

Uma porta-voz de McQueen confirmou apenas que seu corpo foi encontrado em sua casa na manhã de quinta-feira.

“Nesse momento é inapropriado comentar qualquer coisa sobre essa notícia trágica além de dizer que estamos devastados”, disse.

“A família de Lee pediu privacidade para lidar com esta notícia terrível e esperamos que a imprensa respeite este pedido”, acrescentou.

Segundo ela, a família não fará nenhum outro comunicado sobre a morte de McQueen.

Gênio modernos

Filho de um motorista de táxi, McQueen cresceu na zona leste de Londres, a mais pobre da capital britânica. Caçula de seis irmãos, o estilista abandonou a escola aos 16 anos para virar aprendiz em uma grife britânica.

Sua carreira deslanchou em 1992, quando uma coleção sua foi comprada por 5 mil libras pela estilista Isabella Blow, que se tornaria sua mentora e grande incentivadora.

Há três anos, Isabella Blow, que se tornou também uma das amigas mais próximas de McQueen, cometeu suicídio em sua casa de campo no condado de Gloucestershire.

Em 1996, McQueen, que ficou conhecido como “o hooligan da moda inglesa”, foi nomeado o principal estilista da famosa casa de alta costura francesa Givenchy. Nesse mesmo ano, seria eleito pela primeira vez como o estilista britânico do ano.

A editora da revista Vogue britânica classificou McQueen como um “gênio dos tempos modernos“.

“Lee McQueen influenciou uma geração inteira de designers. Sua imaginação brilhante não conhecia limites enquanto ele produzia coleção após coleção de designs extraordinários“, completou.

Fonte G1

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`Por que gênios são solitários?´, reflete estilista via Twitter
Nesta quinta-feira, 11 de fevereiro, uma notícia chocou o mundo da moda: a morte de Alexander McQueen, aos 40 anos, em Londres, estava confirmada.
Segundo importantes veículos de imprensa britânicos, teria se enforcado. Sua mãe morreu há uma semana, conforme ele próprio comunicou em sua página no Twitter (@McQueenWorld), que foi desativada, além de algumas outras postagens confusas. Também há exatos 3 anos, sua grande amiga, Isabella Blow, que ajudou a torná-lo uma estrela, cometeu suicídio.
McQueen nasceu em East End, formou-se em Savile Row e passou a fazer ternos para o príncipe Charles e Mikhail Gorbachev. Entre 1996 e 2003, foi considerado por 4 vezes estilista britânico do ano.
A partir de 1994, produziu uma coleção a cada estação e, em 1996, atraiu a atenção especial, pois sucedeu John Galliano na Givenchy. Em 2000, entrou para a Gucci, que investiu em novas lojas em Londres, Milão e Nova York.
Sue Whiteley, ex-CEO da sua empresa, disse à imprensa britânica: “Esta é uma notícia devastadora. Ele foi uma peça inesquecível da minha vida. Ele era um talento que estava além de outros”.
Também os estilistas Matthew Williamson e Katherine Hamnett deram seus depoimentos. Ele: “Estou chocado e profundamente entristecido pela morte de McQueen. Fará muita falta”. E ela: “Ele era um gênio. Que desperdício terrível e trágico”.
No Brasil, André Lima escreveu em seu Twitter @ANDRELIMABR: “Arrepiante saber que o McQueen desistiu… Por que os gênios são tão solitários?

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Porta-voz confirmou a morte, mas não há detalhes.
Jornal afirma que ele teria se suicidado.

O estilista britânico Alexander McQueen foi encontrado morto, confirmou seu porta-voz. De acordo com reportagem do jornal “Daily Mail”, ele teria cometido suicídio.

O corpo de McQueen foi achado em sua casa, no oeste de Londres, pouco depois das 10h (horário local). Os paramédicos foram chamados, mas já encontraram o estilista morto.

Uma fonte do jornal, que trabalhava com o ícone da moda, afirmou: “Foi uma perda trágica. Não estamos comentando o assunto em respeito à família”.

Com 40 anos de idade, McQueen teria tirado a própria vida três anos depois de que sua amiga, Isabella Blow -que segundo o jornal foi responsável por tirá-lo da obscuridade e transformá-lo numa estrela- também se suicidou. De acordo com o “Daily Mail”, há poucos dias, morreu também a mãe do estilista, Joyce.

A morte de McQueen acontece dias antes do início da Semana de Moda de Londres e semanas antes da Semana de Moda de Paris, considerada uma das mais importantes do mundo, onde ele mostraria sua nova coleção, em 9 de março.

Carreira

McQueen largou a escola aos 16 anos e foi trabalhar na alfaiataria Savile Row’s Anderson & Sheppard, cuja lista de clientes incluía o príncipe Charles e Mikhail Gorbachev. Atuou também na Gieves & Hawkes, na famosa empresa de figurinos Angels & Bermans, e na sequência foi para a Itália e para o Japão.

Retornou a Londres em 1994 e, graças a seu grande portfolio, entrou na prestigiosa escola de moda Central Saint Martins. Depois de formado, o estilista abriu sua própria grife em Londres.

Em 1996 ele foi o nome principal da Givenchy, sucedendo John Galliano, antes de juntar forças com Gucci, que comprou 51% de sua empresa.

É queridinho das estrelas. Muitos dos controversos figurinos de Lady Gaga levam sua assinatura. A cantora Rihanna também já se declarou fã do estilista.

Ovelha rosa

Assumidamente gay, McQueen casou-se com seu companheiro, o cineasta George Forsyth, em 2000. A cerimônia aconteceu em Ibiza e teve a modelo Kate Moss, uma das amigas mais próximas do estilista, como dama de honra.

Nascido em Londres, com o nome Lee Alexander McQueen, era filho de um taxista e o mais jovem de seis irmãos. McQueen se definia como a “ovelha rosa” da família.

Premiado diversas vezes por seu trabalho, foi descoberto por Isabella Blow, que era diretora de moda da revista “Tatler”. Ela comprou todas as roupas que ele havia feito em sua formatura por 5 mil libras. Blow cometeu suicídio em maio de 2007, após ser diagnosticada com câncer de ovário.

McQueen ficou tão afetado pela morte da amiga que dedicou a ela sua coleção de verão 2008, apresentada na Semana de Moda de Paris.

Fonte  G1

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As campanhas de cuecas da Calvin Klein são sempre um escândalo quando o quesito são os modelos escolhidos, porque quem vai querer ficar olhando o design das cuecas, né?

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