Redley, Claudia Simões, Totem, Graça Ottoni e Lenny


Entre as propostas para rapazes e garotas, Redley não mostrou discordâncias, a não ser nos pontos óbvios. Em termos de estilo, tudo converge bem, da cartela aos materiais  e aos cruzamentos de sufwear, alfaiataria e streetwear. Tem gente nova no departamento de estilo e não há como isso não se refletir na passarela. Uma maior descontração talvez e toda esta jogada de oposições entre tecnologia e naturalidade, vazados e cheios, lisos e estampados, formal e informal. Nada muito complicado, nem para o feminino, nem para o masculino, mas eficiente e seguro. As meninas usam belos macacões, folgados e sedosos, e saias altas e curtas. Os rapazes, bermudas bem bacanas e a camisaria deles é de dar vontades de ter. Todos usam casacos vinílicos, ultrapolidos e com bom efeito de passarela.

Tribal chic com pitadas militares mais alfaiataria bacana. A mistura rende roupa sem grandes volumes no desfile da Claudia Simões, correta e contida dentro das formas retas dos anos 1960. São preciosos os bordados complexos e interessantes as vestes alongadas sobre legging e bermudas curtas. Os casaquinhos leves e elegantes agradam em cheio. A citada referência ao pintor e escultor espanhol Palazuelo (1916-2007) diluiu-se na cartela, em alguma geometria e na estamparia digital. A coleção passa ao largo do calor do verão e põe na roda looks bem comportados, com jeito de meia estação.

Omar Salomão é filho do Wally Salomão, e esta é uma bela credencial para o vocalista da banda Vulgo Quinho & os Cara, que encheu de música o animado desfile da Totem. Tropicalidade com linhagem é isso aí, algo que faz parte também do DNA dessa marca carioca da gema, setentista de carteirinha, e que faz moda dentro do pacote completo do colorido, ensolarado, estampado, descontraído e confortável. No feminino, apresentou chemises bacanas, saias curtas com amarrações e vestidos imbatíveis. No masculino, shorts soltos, usados com camisas quase túnicas, e um bonito e inesperado cardigã. Passou bem, particularmente, na junção das estampas de cores vivas, grafismos acertados e margaridas grandes.

Com Pierre Verger e paisagens vazias em mente, Graça Otoni abriu com um imenso e esvoaçante chemisier branco, e engatou calça ampla e camisa mostrando silhueta farta, leve e radicalmente branca. A partir daí, desfiou seu repertório de suavidades e aparentes improvisos das formas, que ela sustenta meticulosamente, na verdade. Sobre o branco imaculado, as estampas surgiram como vestígios esmaecidos em gradações do cinza. Cor que aparece em vestidos e conjuntos de blusa alongada e short de barra enrolada. Ao final, looks negros e fragmentos de renda, fechando o ciclo de contaminação da pureza inicial.

A grife de moda praia Lenny encerrou o 2º dia com apresentação impecável. Desta vez, o traço característico de arquitetura modernista cedeu lugar para as linhas suaves e arredondadas de dunas do deserto e para elementos tribais, conferindo um toque acalorado e orgânico à coleção. No controle de materiais tido como inadequados, inclusive chamois, a marca não apenas confirma, mas apura a excelência e, de quebra, sedimenta a do incensado beachwear nacional. Também na Lenny, e ainda timidamente, surgiram biquínis menores, daqueles que andavam longe das passarelas. Ficou bacana a tenda montada com a mesma lona que cobria a passarela.

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Walter Rodrigues, Nica Kessler, Mara Mac, Salinas, R.Groove e Acquastudio


Entre tapumes coloridos e referências africanas, Walter Rodrigues apresentou modelagem simplificada e linguagem visual elaborada. Principalmente nas apropriações coloridas de geometria tribal, aplicadas sobre vestidos fáceis e desejáveis. O casting 100% negro reacendeu um dos assuntos quentes da moda nacional. Os comprimentos e silhuetas são discretos, com vestidos secos funcionando como suporte para os motivos geometrizados. Essa contenção é assinatura do estilista. Assim como a pouca e boa alfaiataria que deu sustentação à leveza e despretensão elegante do conjunto. Os belos bordados, tramas e apliques têm a mão e a destreza de mulheres do projeto Pernambuco com Design, da cidade de Quipapá.

Anos 1930 e a bem cuidada arquitetura Art Deco de Miami (no Brasil ela anda literalmente em ruínas) deram forma e substância à coleção da estilista Nica Kessler. Ela foi concebida para garotas jovens e sexies, de longos e provocantes rabos de cavalo. Looks muito curtos e justos, alguns deles quase inviáveis, mas nem por isso desinteressantes como imagem de passarela, definiram a silhueta. A modelagem é exercitada sobre as curvas do corpo, explorando decotes, ombros vazios e cintura alta, com bom domínio técnico. Tome nota das estampas geométricas e das hotpants que prometem fazer a delícia dos corpos em forma neste verão.

Deslocando o impacto das apresentações para a teatralidade, com cubos vermelhos em suspensão e queda sobre toda a passarela, com assinatura da Bia Lessa, Mara Mac desfilou os exercícios formais rigorosos, de corte elegante e tropicalidade idealizada, que a clientela fiel aplaude com gosto. O peso da tradição modernista oferece um repertório consistente, define um traço estilístico e sustenta uma longevidade considerável, qualidade e condição raras no país. A contrapartida é que ela corre o risco de se manter excessivamente atrelada a si mesma. Perigo driblado nesta edição com a ajuda de texturas e transparências em camadas, de refinada investigação têxtil.

Tropicalidades cubanas e baianas, com sotaque da mãe África, entraram na bem-sucedida receita da Salinas. Em desfile sublinhado por musicalidade e ritmo, um tanto de inocência e um bocado de malícia deram o tempero final, e estava pronto o saboroso prato servido pela marca, muito bem colorido pelas estampas de paisagens e abacaxis. Carol Trentini fechou com listras e Ana Cláudia Michels, bela como sempre, mostrou a força dos monocromos em vermelho-fechado. Os formatos, segundo a Salinas, agora podem até ser menores.

R.Groove prometeu e cumpriu, levando uma salada de estilos para a passarela. A marca foi a única a apresentar roupa masculina no 1º dia. Em looks claros, retalhados e coloridos, preferiu contemplar ousadias do que atender a mesmice. Quem se arrisca erra, mas quando gosta de verdade do perigo, valida a experiência. E não são as misturas difíceis e os rosados improváveis que irão esconder os méritos da apresentação. É interessante ver como a alfaiataria, principalmente nos blazeres alongados usados com calças curtas, confere musculatura à ainda um pouco verde, mas cheia de vontade, R.Groove.

Trafegando em direção contrária à vocação comercial das temporadas de moda brasileira, Acquastudio tomou o rumo do experimentalismo há algumas estações. A marca emprega o domínio técnico exercido nos vestidos de noiva para soltar a imaginação na passarela. Causa espanto e divide opiniões. De toda forma, esta liberdade de testar limites merece crédito.  E se é verdade que nem sempre o que se vê soa exatamente como novo, é de longe mais interessante que a monotonia de vestidinhos básicos e blusinhas com shorts, desfilados inadequadamente sob o aparato que cerca um espetáculo de moda. Resumo radical: Bruna Tenório muito linda na abertura, organza e tule em camadas, volumes, off-white, cores elétricas. Tudo sobre salto alto e meia-pata em acrílico.

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Gustavo Silvestre, Arnaldo Ventura, Danilo Costa, Karin Feller e Walério Araújo


Na última noite de desfiles da Casa de CriadoresGustavo Silvestre abriu as apresentações com uma coleção inspirada no carnaval de rua de Olinda (PE): silhuetas com movimento e vestidos fluídos com estampas vibrantes. Em contraponto, peças que marcam o corpo, especialmente modelos com bordados em fios brilhantes ou em patchwork de denim reaproveitado.

Depois de 3 edições no Projeto LabArnaldo Ventura ingressa no line-up principal com a coleção intitulada “Canto para o Mar”. Permeadas por um forte perfume africano, as roupas são inspiradas no encontro de pescadores com Iemanjá. As formas masculinas são contemporâneas e passeiam na alfaiataria. Para as mulheres, shapes mais secos e estruturados, acompanhados de itens fluídos, lembrando o balanço das águas do mar.

Estreante, Danilo Costa mostrou uma coleção recheada de referências náuticas, intitulada “Not Just a Summer Love” (Não apenas um amor de verão), que resultou em formas confortáveis e descompromissadas, com estampas de peixes abstratos e desenhos de ancoras.

Karin Feller se inspirou no universo veranil de um piquenique, voltada para uma consumidora jovem, romântica e bem feminina. Silhuetas levemente godês, cintura marcada e estampas delicadas permearam os lançamentos.

No encerramento do evento, Walério Araújo apresentou um desfile para lá de especial, comemorando o aniversário de 40 anos. Entre amigos e clientes, como Sabrina Sato, Rosi Campos, Celso Kamura e André Almada, o estilista apresentou roupas que mesclam sensualidade e ingenuidade, explorada por meio de transparências e decotes. Estampas e bordados coloridos de desenhos infantis, laços, pipas e ursinhos estiveram na coleção.

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Yoon Hee Lee, Cynthia Hayashi, Luiz Leite, Juss, Gabriela Sakate, Rober Dognani e Gêmeas

A 2ª noite da Casa de Criadores foi marcada pela apresentação de jovens designers, todos estreantes, dentro do Projeto Lab.

Tímida, Yoon Hee Lee foi indicada por Thais Losso para integrar o projeto e a única sem passar pelo processo de seleção. A estilista teve como inspiração a “Viagem Astral”, na qual o espírito se desprende do corpo, criando roupas incríveis que combinam leveza, transparência e rigidez, tudo com muitos volumes deslocados.

Já a vencedora da 2ª edição do Projeto Ponto Zero, Cynthia Hayashi, buscou inspiração no livro e no filme “O Escafrando e a Borboleta” para criar uma coleção extremamente feminina, com modelagens sofisticadas e mais próximas ao corpo. Em contraponto com recortes e volumes localizados, trouxe um mix de tecidos normalmente usados na lingerie e delineados por tule drapeado.

Luiz Leitevencedor do Fashion Mob, apresentou looks masculinos sob o tema “Jardim Orgânico”. A jardineira é peça-chave, repleta de formas confortáveis, com influências da alfaiataria e elementos do trench coat, tudo desenvolvido com tecidos 100% orgânico.

Juss, da ex-publicitária Juliana Souza, mostrou uma coleção para um rapaz imaginário, Benjamin, que quer vestir uma roupa descompromissada e minimalista. A estilista levou para a passarela silhuetas mais sequinhas e em tecidos como tricoline, sarja com elastano e moletom.

Gabriela Sakate olhou para o trabalho do designer espanhol Jaime Hayon para criar roupas com modelagens de alfaiataria, mais próximas ao corpo. Apresentou também o contraponto com peças fluídas em tricoline, linho e algodão com seda, num mix de tons suaves como nude, branco e dourado, pontuados por preto e vermelho-tomate.

Dentro do casting oficial da Casa de CriadoresRober Dognani apresentou uma coleção baseada numa colagem de ideias, com silhuetas carregadas de volumes na parte inferior do corpo, além de desconstruções e sobreposições. Destaque para a malha finíssima, utilizada pela 1ª vez pelo estilista, além de cetim de seda pura, tafetá, brocado e algodão.

Para encerrar as apresentações, as irmãs Carolina e Isadora Fóes Krieger, da Gêmeas, olharam para o dualismo e investiram na vontade de trabalhar a mesma roupa de diferentes formas. Brincaram com misturas de texturas, tecidos e formas mais próximas do corpo, especialmente em vestidos estruturados. Nos detalhes, brincos, colares e aplicações de acessórios feitos de espelhos aplicados estrategicamente em casacos, vestidos e blusas.

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Der Metropol, R. Rosner, Purpure, Jadson Raniere e Geraldo Couto

Teve início nessa segunda-feira, dia 24 de maio, a 27ª edição da Casa de Criadores, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo. Com um line up mais enxuto, composto por 12 marcas, tem estreantes vindos do projeto Lab, como Karin Feller, Arnaldo Ventura, Jadson Raniere e Danilo Costa, e estilistas veteranos. Destaque para Walério Araújo, que atua como anfitrião, e apresentará no encerramento do evento o desfile “Walério Araújo 40º”, em comemoração ao seu aniversário de 40 anos.
Os desfiles do 1º dia começaram com o estilista Mario Francisco, da Der Metropol, que apresentou uma coleção masculina com forte apelo comercial, mesclada de um streetwear com construções em alfaiataria e inspirada na cultura do antigo Egito. Com modelagem de recortes estratégicos, baseada na representação da Flor de Lótus, trouxe botões e rebites banhados a ouro, ostentando desenhos como o deus Hórus, o escaravelho e o gato. Tudo foi pontuado por uma cartela enxuta, composta de preto, azul, cinza e branco com um toque de vermelho.
R. Rosner abrilhantou a noite com vestidos de festa inspirados no folclore, nas tradições e nas paisagens da Hungria. Com uma silhueta volumosa, baseada na roupa dos camponeses e da realeza, as peças passearam numa combinação requintada de transparência, brilho e matérias-primas nobres, como plumas, rendas, tule, cetim e organza de seda. Destaque para os vestidos construídos num tecido com textura inesperada, criado a partir do mix de tafetá de seda com musseline, carregando aplicações de paetês em microcanaletas, sobrepostos à renda metalizada e a bolinhas metálicas.
Os designers Mark Greiner e Weider Silveiro, da Purpure, buscaram inspiração no poder de transformação do corpo para criar uma coleção de beachwear extravagante e irônica, com modelagens e tecidos que dão a sensação de “inflados”. Nos materiais, mix de silicone, malhas com elastano, plástico e couro sintético, além de bordados com cristais e metais, tudo em preto, branco, prata e pele.

Estreante no line up oficial, Jadson Raniere buscou na postura do homem contemporâneo inspiração para criar uma coleção andrógina. As silhuetas carregam proporções ora exageradas ora estruturadas. Esse processo revelou peças como o vestido criado a partir de plissados em branco com fundo preto, lembrando finas persianas, sob entretelas rígidas. Nos materiais, algodão, tricoline e sarja, além de tafetá de seda engomado de efeito empapelado.

Geraldo Couto fechou as apresentações com uma coleção repleta de vestidos de noite inspirados na mulher etrusca. As peças aparecem em diferentes comprimentos e combinações de tecidos nobres, como renda francesa, tafetá, shantung, jérsei e seda. A cartela de cores é dramática: dourado, azul-noite e vinho. Nos detalhes, correntes, paetês, moedas e tressê.

Estreante no line up oficial, Jadson Raniere buscou na postura do homem contemporâneo inspiração para criar uma coleção andrógina. As silhuetas carregam proporções ora exageradas ora estruturadas. Esse processo revelou peças como o vestido criado a partir de plissados em branco com fundo preto, lembrando finas persianas, sob entretelas rígidas. Nos materiais, algodão, tricoline e sarja, além de tafetá de seda engomado de efeito empapelado.

Geraldo Couto fechou as apresentações com uma coleção repleta de vestidos de noite inspirados na mulher etrusca. As peças aparecem em diferentes comprimentos e combinações de tecidos nobres, como renda francesa, tafetá, shantung, jérsei e seda. A cartela de cores é dramática: dourado, azul-noite e vinho. Nos detalhes, correntes, paetês, moedas e tressê.

Visto em Use Fashion.

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Estilista diz que a ideia foi de Robert Duffy, seu sócio.
Marc Jacobs se garante! O estilista resolveu aparecer nu no anúncio de seu novo perfume, “Bang”. Segundo ele, a ideia foi de seu empresário, Robert Duffy. “Robert e eu trabalhamos juntos neste projeto e ele disse ‘Marc, você está tão bem agora. Você deveria ser o modelo para o perfume masculino’. Minha primeira reação foi de indecisão. Mas depois vi que fazia sentido. Perfume masculino, ao contrário do que acontece com o feminino, é muito pessoal. É uma camada no topo da pele. Para mulher, é como trocar a cor da maquiagem, mas para homem não”, disse o estilista.

Visto em EGO

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Consultora de moda mostra que, para cada ocasião, há uma peça que pode transformar o visual das mulheres nos dias mais frios.

Primeiro aconteceu nas passarelas. As coleções brasileiras outono-inverno 2010 desfilaram com muitas meias-calças. Aí as temperaturas começaram a cair um pouquinho e as meias-calças foram para as ruas. “É muito bom que as meias-calças estejam na moda”, diz Glorinha Kalil. “Elas são práticas, são versáteis, mas causam muitas dúvidas”.

As mulheres nas ruas tiram suas dúvida com a consultora de moda do Fantástico:

Qual é o melhor tipo de meia-calça pra quem tem pernas grossas?

Para quem tem pernas grossas, o melhor são as meias-calças escuras: pretas, marinho, café, qualquer uma delas. Escura diminui.

Meia-calça está na moda para qualquer idade, ou eu vou ter de segurar minha onda para usar meia-calça?

Não precisa segurar a onda. Pode usar tranquila. Meia-calça vai bem para todas as idades. Pode ser lisa, pode ser xadrez, pode ser rendada, depende do seu estilo.

Meia arrastão: pode usar de dia?

Jovens têm usado essas meias arrastão pretas até com aquele shortinho jeans, com botina, com coturno. Fica muito bonitinho. Agora, normalmente ela fica melhor de noite, especialmente as pretas.

Possibilidades infinitas
As dúvidas são muitas, porque as possibilidades são infinitas. Dá para usar meia-calça com saia no joelho, com mini-saia, com vestidinho. Dá para usar em forma de legging ou fusô, sem os pés, com sapatilhas, com saltinho ou com saltão. Basta trocar de meia-calça e você muda de roupa.

Glorinha explica: “Eu estou com uma roupa bem neutra: um paletó e uma saia e com as meias pretas escuras, bem opacas. Agora, suponha que eu seja convidada por uma amiga para ir almoçar e que eu queira deixar o meu visual mais leve. O que eu faço? Ponho uma meia-calça colorida, ou uma de bolinha ou bem esportiva, como essa xadrez”.

Meia-calça no coquetel
“Imagine que o convite seja para um coquetel no fim do dia ou uma exposição. O que fazer? Eu vou querer uma coisa mais leve, mais transparente. É também a boa hora para a meia arrastão”, indica Glória Kalil.

O que usar na balada?
“Agora é ir para a balada. Barzinho com amigos, e eu quero fazer a minha roupa ficar bem divertida. O que eu escolho? Uma meia calça estampada. No caso, de onça, a mais divertida de todas”, diz Glorinha.

Meia e legging
“Tem um jeito de deixar essa roupa ainda mais sofisticada? Tem. Com um legging rendado. Outra opção é uma meia arrastão transparente com muito brilho. A roupa se transforma em várias só por causa da mudança de meias”, aponta a consultora.

Visto Fantástico

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Ioga, malhação e dança fazem parte do dia a dia da modelo.
Ainda amamentando seu filho, ela fez fotos só de lingerie.

Cinco meses após seu filho nascer, Gisele Bündchen já exibe boa forma e chegou até a posar para fotos usando apenas lingerie. Ela conta que cuidou da alimentação durante a gravidez, evitando o consumo excessivo de carne e priorizando frutas e vegetais.

Em entrevista gravada para o Fantástico, nos Estados Unidos, a modelo contou como conseguiu voltar à forma após a gestação e como decidiu fazer as imagens, usando calcinha e sutiã. “Tendo uma foto de lingerie para fazer quatro meses depois de ter tido um anjinho, acho que dá uma meta. Eu tenho que cumprir essa meta. Então, dá uma disposição maior para você voltar à forma”, diz.

As fotos foram tiradas no Brasil há cerca de um mês. Ainda amamentando seu filho Benjamin, a modela conta que a malhação foi fundamental para recuperar a boa forma. Além de duas sessões de musculação por semana, ela também faz atividade que considera mais divertidas. “Fiz kung fu, ioga, aulas de dança. Você tem que fazer uma coisa que você gosta, porque daí você faz com prazer. O prazer ajuda você a ficar em forma também”, diz ela.

Gisele levou o pequeno Benjamin para a sessão de fotos no Brasil. Em abril, a modelo também chegou a posar junto com o filho para uma revista americana. Mas ela preferiu não mostrar imagens feitas do bebê que estão em seu celular.

A modelo também tem um enteado, filho do jogador de futebol americano Tom Brady, seu marido. Ele é pai de uma criança de dois anos, de um casamento anterior. “O que é mais importante na vida do que a família? Trabalho vem e vai, mas criar um filho… Essas coisas nunca voltam”, diz Gisele.

Visto G1

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Já imaginou Anna Wintour quebrando até o chão no meio da pista? Não precisa nem imaginar, porque nas fotos você vê a cena! A editora chefe da “Vogue America” pode até ter fama de rabugenta, mas parece que Anna não é mais a mesma! Ela escolheu a festa de P. Diddy no Mark Hotel pra dar uma esticadinha pós-baile do MET, bateu palmas e até dançou com o rapper, sem medo de ser feliz (ou aparentar ser feliz).
Horas antes, no tapete vermelho mais fashionista de NY, ela foi perguntada sobre o vestido Chanel prateado que escolheu pra ocasião, feito especialmente pra ela por Karl Lagerfeld e disse: “Ele é o mestre, então o que quer que ele diga, eu obedeço”. Boazinha, né? Anna Wintour… Você até ladra, mas não morde não!

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