Fotos-Debora-Secco-Coco-Chanel-revista-DropsA atriz Deborah Secco encarnou a mítica estilista Coco Chanel em um ensaio para a revista “Drops” – repare nas unhas, pintadas com as cores da bandeira francesa. A atriz confidenciou na entrevista que Chanel é o primeiro nome que lhe vem à cabeça quando pensa em estilo.

Visto no EGO

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Cantora é a nova garota-propaganda da marca e também lança joias
As primeiras fotos de Lily Allen como garota-propaganda da linha de bolsas da Chanel foram divulgadas. O diretor criativo Karl Lagerfeld, que também foi o fotógrafo, havia convidado a cantora britânica para a campanha, afirmando que “ela é divertida”. No melhor estilo “Bonequinha de Luxo”, Lily surge em fotografias em preto e branco, que serão lançadas com a coleção de outono-inverno 2010 da marca.
A nova linha de bolsas é chamada Coco Cocoon e será apresentada em outubro. As peças são reversíveis, feitas de um nylon leve e têm o mesmo acolchoado granada do clássico modelo 2.55. Nas cores, há opções em bordô, preto, cru e azul-marinho.
Joias
Na manhã de segunda-feira, dia 27 de julho, a cantora esteve no lançamento de sua linha própria de joias. A marca leva seu nome e traz peças no formato de pandas, flamingos e abóboras cobertas com cristais.

Cantora é a nova garota-propaganda da marca e também lança joias

Lilly Alen nova garota propaganda da Chanel

Lilly Alen nova garota propaganda da Chanel

Lilly Alen nova garota propaganda da Chanel

Lilly Alen nova garota propaganda da Chanel

As primeiras fotos de Lily Allen como garota-propaganda da linha de bolsas da Chanel foram divulgadas. O diretor criativo Karl Lagerfeld, que também foi o fotógrafo, havia convidado a cantora britânica para a campanha, afirmando que “ela é divertida”. No melhor estilo “Bonequinha de Luxo”, Lily surge em fotografias em preto e branco, que serão lançadas com a coleção de outono-inverno 2010 da marca.

A nova linha de bolsas é chamada Coco Cocoon e será apresentada em outubro. As peças são reversíveis, feitas de um nylon leve e têm o mesmo acolchoado granada do clássico modelo 2.55. Nas cores, há opções em bordô, preto, cru e azul-marinho.


Jóias

Na manhã de segunda-feira, dia 27 de julho, a cantora esteve no lançamento de sua linha própria de joias. A marca leva seu nome e traz peças no formato de pandas, flamingos e abóboras cobertas com cristais.

Lily Allen com a nova coleção da Chanel

Lily Allen com a nova coleção da Chanel

Nova coleção de bolsas da Chanel

Nova coleção de bolsas da Chanel

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Foto-Coco-Chanel-moda-FilmeDesde que foi anunciado, os interessados estão formigando de ansiedade para ver “Coco avant Chanel“, filme biografia que mostra a fase de aprendizado da estilista, estrelado pela também adorada Audrey “Amelie Poulain” Tatou. Este frenesi e as mudanças de data de estreia (a última que se tem notícia é 30 de outubro no Brasil) fez pipocar notícias e declarações de amor para a grande estrela da moda, aquela que, se não é unanimidade, é a que mais se aproxima disso. E nem estou falando da marca Chanel, aquela muito bem mantida pelo estilista Karl Lagerfield desde 1983 e que é um exemplo de longevidade em uma grife.

Não, estou falando da estilista Chanel, que viveu em uma época em que a marca ainda não possuía o poder de hoje em dia, mas sim a figura do criador, numa relação que aproximava o costureiro dos artistas. No entanto, mesmo sendo ídolo máximo do campo da moda, Chanel é uma figura interessante para toda a história da cultura do século XX. Isso porque ela não apenas pensava em costurar para a elite socioeconômica da França, não, Chanel no fundo costurava para si mesma. Audaciosa, faladeira, e boa de marketing pessoal, além de um histórico de heroína, é uma figura fácil de ser romantizada – me surpreende os poucos filmes e livros.

De família pobre, quando tinha seis anos perdeu a mãe e ficou com mais quatro irmãos aos cuidados do pai, que por trabalhar muito, manteve as meninas em um orfanato. Logo, Gabrielle Bonheur Chanel começou a trabalhar cantando em cabarés, época em que recebeu o apelido Coco. Como a grande maioria das mulheres pobres, costurava (lembrando que o comércio de roupa pronta, como magazines, ainda não era popular). Começou fazendo chapéus e só depois, abriu uma maison.

Mas o sucesso entre as mulheres abastadas não se deu de uma hora para outra – Coco foi inserida na alta roda parisiense por um militar milionário, além de ter tido outros amantes idem – suas primeiras lojas foram financiadas por um jogador de pólo com quem teve um caso. É inegável que houvesse talento na jovem estilista, mas não só para construir e criar peças novas, mas um talento para se relacionar com as pessoas certas, o que em qualquer meio social é meio caminho andado para influenciar as pessoas.

De certo, as criações de Chanel causavam estranhamento nas damas de porte aristocrático. Para entender porque a insistência no “rótulo de gênio”, antes de descrever as imagens criadas por ela, tente imaginar uma típica mulher milionária da época: apertadas em corsets, com metros e metros de sedas e rendas, cabelos muito longos e ornamentados e muitas joias verdadeiras, impedidas de se movimentarem com naturalidade. Menos alienada a acontecimentos sociais, consciente dos avanços na emancipação feminina e da velocidade que a industrialização propunha para o consumo, amiga de artistas influentes e legitimados entre os ricos, como Picasso e Jean Cocteau, tomou para si o espírito de simplicidade e liberdade da época e aplicou em suas peças.

Assim, Chanel pode ser considerada a criadora do traje casual – propôs malhas e brim (tecidos considerados rústicos), calças de montaria para as mulheres (cavalgar de saia era uma ideia mesmo estúpida), combinações de saias mais curtas, inspiradas nos trajes masculinos (e eternizados como tailleurs), bolsas com correntes (para a mulher ter a mão livre, assim pode segurar o cigarro, hábito que crescia entre as garotas), chapéus práticos, sem tantas plumas e pedrarias (os grandes chapéus eram usados para evitar que o sol queimasse o rosto das mulheres europeias, já que a pele branca era sinônimo de status, mas Chanel não se importava e aparecia coradinha, de chapéu pequeno), bijuterias (os metros de pérolas falsas estavam ao alcance de todos) e, acima de tudo, o “pretinho básico”, adequado, bonito e prático.

Isso tudo não é apenas uma reunião de exemplos de objetos de desejo, não. Nessas criações, e principalmente na aceitação que tiveram – não basta criar, as pessoas têm que usar – é possível perceber um momento histórico, em que a burguesia aumentava seu poder de consumo cada vez mais, a mulher era necessária no mercado de trabalho e autorizada a frequentar espaços sociais e não só a vida doméstica, o esporte e as atividades de lazer passam a ser rotineiros para essa nova classe abastada e o costureiro passa a ser tão importante quanto quem veste sua criação. Chanel soube usar tudo isso e divulgou o conceito de “estilo é o que permanece”, o que se desenvolve para a nossa atual ideia de marca. A criação fora de contexto é mero produto, o que não acontece aqui.

E ainda provou que não era da boca pra fora: nos anos 50, quando andava apagada por causa de problemas durante a Segunda Guerra Mundial – acusada de colaborar com alemães, de manter um relacionamento com um oficial nazista, acabou presa, uma história ainda mal contada – o estilista da vez era Christian Dior, com uma proposta oposta a de Coco, a de restaurar os ares de nobreza da mulher depois de difíceis tempos de racionamento e trabalho. Mas, obstinada e cheia de certezas que era, aproveitou o seu estilo e recriou sobre suas formas básicas, atingindo grande popularidade novamente e conseguindo apoio de uma garota propaganda de dar inveja, aquela tal de Marilyn que tinha o hábito de dormir só de perfume.

Você pode se interessar mais pela vida cheia de amores e desaforos de Coco, ou pela intuição e ousadia da estilista Chanel, tanto faz. O filme pode trazer muitas verdades ou apenas fantasiar sobre alguém que muito fantasiou sobre si mesma. Tanto faz também. É sempre bom ter uma referência com tantas importâncias quanto essa. E tomara que não adiem o filme.

Por Priscila Rezende

Visto no A Capa

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Louis Vuitton cria estante, museu expõe trajes e Google celebra com mapa do satélite
21/07/2009
Para celebrar o 40º aniversário do programa espacial Apollo 11, que levou o homem à Lua pela 1ª vez, diversas empresas estão promovendo ações especiais. Depois de lançar um anúncio com os astronautas Sally Ride, Jim Lovell e Buzz Aldrin, a Louis Vuitton fez uma estante futurística com inspiração robótica e também divulgou o vídeo da campanha (fotos 1 a 3).
Se cada ocasião merece um traje apropriado, para desembarcar na Lua os humanos capricharam no visual. E para registrar e celebrar a moda dos astronautas, o National Air and Space Museum, situado em Washington, nos Estados Unidos, está promovendo uma exposição com as roupas utilizadas pelos viajantes das missões Apollo (fotos 4 a 8).
Esta não é a primeira vez que o único satélite natural da Terra inspira a moda, como já vimos na campanha Moonbathing, da Levi´s (fotos 9 e 10). Mas é a primeira vez que podemos visitá-lo pela internet. Não satisfeito em mapear todo o território terráqueo, o Google lançou a versão lunar de sua aplicação de mapeamento, o Google Moon.
A seguir, veja o vídeo da Louis Vuitton, que faz parte de uma campanha que interpreta a vida como uma série de jornadas, utilizando avançados braços industriais para filmar os três heróis norte-americanos:

Louis Vuitton cria estante, museu expõe trajes e Google celebra com mapa do satélite.

Louis Vuitton homenageia chegada do homem a lua

Louis Vuitton homenageia chegada do homem a lua

Para celebrar o 40º aniversário do programa espacial Apollo 11, que levou o homem à Lua pela 1ª vez, diversas empresas estão promovendo ações especiais. Depois de lançar um anúncio com os astronautas Sally Ride, Jim Lovell e Buzz Aldrin, a Louis Vuitton fez uma estante futurística com inspiração robótica e também divulgou o vídeo da campanha.

Louis Vuitton homenageia chegada do homem a lua

Louis Vuitton homenageia chegada do homem a lua

Se cada ocasião merece um traje apropriado, para desembarcar na Lua os humanos capricharam no visual. E para registrar e celebrar a moda dos astronautas, o National Air and Space Museum, situado em Washington, nos Estados Unidos, está promovendo uma exposição com as roupas utilizadas pelos viajantes das missões Apollo.

Louis Vuitton homenageia chegada do homem a lua

Louis Vuitton homenageia chegada do homem a lua

Esta não é a primeira vez que o único satélite natural da Terra inspira a moda, como já vimos na campanha Moonbathing, da Levi´s . Mas é a primeira vez que podemos visitá-lo pela internet. Não satisfeito em mapear todo o território terráqueo, o Google lançou a versão lunar de sua aplicação de mapeamento, o Google Moon.

Louis Vuitton homenageia chegada do homem a lua

Louis Vuitton homenageia chegada do homem a lua

A seguir, veja o vídeo da Louis Vuitton, que faz parte de uma campanha que interpreta a vida como uma série de jornadas, utilizando avançados braços industriais para filmar os três heróis norte-americanos:

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Grandes marcas de roupas para cachorros do país mostram novidades.
Buldogues, chiuauas e poodles desfilaram modelos como maiôs e saias.
Buldogue aguarda seu momento de entrar na passarela (Foto Wally SantanaAP)

Buldogue aguarda seu momento de entrar na passarela (Foto Wally SantanaAP)

Até parece gente, figura esse Buldogue!!!!

Cães desfilam coleção de moda em Taipei, Taiwan. Durante o evento, grandes marcas de roupas para cachorro mostraram suas novidades nesta quarta-feira (15).
Entre os modelos, destacaram-se roupas de banho e saias.

Grandes marcas de roupas para cachorros do país mostram novidades.
Buldogues, chiuauas e poodles desfilaram modelos como maiôs e saias.

Foto-Chiuaua-desfila-modelo-de-saia

Chiuaua desfila modelo de saia (Foto Wally SantanaAP)

Cães desfilam coleção de moda em Taipei, Taiwan. Durante o evento, grandes marcas de roupas para cachorro mostraram suas novidades nesta quarta-feira (15). Entre os modelos, destacaram-se roupas de banho e saias.  (Foto Wally SantanaAP)

Visto do G1

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A Lacoste fechou uma parceria com os irmãos Campana (designers brasileiros mundialmente premiados) para que os artistas desenvolvessem modelos exclusivos de pólos para a grife francesa.
Um deles terá edição de 20 mil exemplares. Já outro, extraexclusivo, será feito sobmedida e com apenas 24 unidades.
No meio termo, com 250 exemplares cada um, encontram-se um modelo feminino (inspirado nas trepadeiras Lianas – plantas nativas de matas tropicais) e um masculino (inspirado nas Anavilhanas – próprias da Amazônia).
Esses dois últimos serão confeccionados no Brasil e, mais especificamente, com caráter social. O serão em parceria com a Coopa-Roca, a ONG de artesãs e costureiras que fica na comunidade da Rocinha (zona Oeste do Rio).
Por enquanto, a data e local do lançamento não foram divulgados.
Em 08 de outubro do ano passado, a Melissa lançou a linha Corallo, composta por um modelo de bolsa e sapatilha também criadas pelos Campana.
Fotos: Pólos by irmãos Campana
Créditos: ©Lacoste
Fonte: www.uol.com.br/moda
Camisa Lacoste by Campana

Camisa Lacoste by Campana

A Lacoste fechou uma parceria com os irmãos Campana (designers brasileiros mundialmente premiados) para que os artistas desenvolvessem modelos exclusivos de pólos para a grife francesa.

Camisa Lacoste by Campana

Camisa Lacoste by Campana

Um deles terá edição de 20 mil exemplares. Já outro, extraexclusivo, será feito sobmedida e com apenas 24 unidades.

No meio termo, com 250 exemplares cada um, encontram-se um modelo feminino (inspirado nas trepadeiras Lianas – plantas nativas de matas tropicais) e um masculino (inspirado nas Anavilhanas – próprias da Amazônia).

Esses dois últimos serão confeccionados no Brasil e, mais especificamente, com caráter social. O serão em parceria com a Coopa-Roca, a ONG de artesãs e costureiras que fica na comunidade da Rocinha (zona Oeste do Rio).

Por enquanto, a data e local do lançamento não foram divulgados.

Camisa Lacoste by Campana

Camisa Lacoste by Campana

Em 08 de outubro do ano passado, a Melissa lançou a linha Corallo, composta por um modelo de bolsa e sapatilha também criadas pelos Campana.

Fotos: Pólos by irmãos Campana

Créditos: ©Lacoste

Fonte: www.uol.com.br/moda

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A atriz, que faz Silvia na novela Caminho das Índias, usou um belo vestido branco para a cerimônia de casamento de sua personagem com Murilo (Caco Ciocler), nas cenas que foram ao ar ontem e continuam hoje.

A atriz Debora Bloch usa vestido criado por Tufi Duek

A atriz Debora Bloch usa vestido criado por Tufi Duek

O modelo simples e de um único ombro, com corte reto e sem brilhos, é da grife Forum Tufi Duek, marcada pelos clássicos, como tecidos finos e de alfaiataria. E para dar mais realce no visual branco, a equipe de figurino da novela colocou um buquê de rosas vermelhas. “O vestido foi escolhido por ser minimalista e chique, seguindo o estilo da personagem. Ele foge da noiva comum”, informou a produção da trama.

A atriz Debora Bloch usa vestido criado por Tufi Duek

A atriz Debora Bloch usa vestido criado por Tufi Duek

Vale lembrar que na última edição do São Paulo Fashion Week, em junho deste ano, a grife ousou, mostrando peças brilhantes e paetês em vestidos curtos, tomara-que-caia e com fendas, sempre mantendo o estilo da marca.

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Se antes a corrida até o altar implicava apenas em dizer o “sim”, hoje a história é um pouco diferente. Casamentos se transformaram em grandes eventos, e uma simples cerimônia seguida de uma simples celebração não é a opção de grande parte dos noivos.

Novas tendencias de vestidos de noiva

Novas tendencias de vestidos de noiva

E, dessa mudança, nem o vestido branco escapou. Costumava ser apenas um, utilizado durante todo o evento. A grande tendência agora é usar dois vestidos. Se a celebração tem sua importância, e a festa deve durar a noite inteira, nada mais justo que a noiva se sinta confortável com um modelo para cada momento.

A estilista Gabriela Piccoli, do ateliê Solaine Piccoli, afirma que as noivas querem aproveitar ao máximo a festa, já que este é um dia muito esperado. “Elas querem inovar e curtir a hora da balada”, garante. Sérgio Pacheco, também estilista, vai mais além, e garante que o desejo atual é ter mais liberdade de locomoção: “Isso geralmente não é possível com o vestido longo e tradicional”.

E como costuma ser essa segunda peça? Ambos entram em consenso ao afirmar que o vestido é mais despojado e versátil, já que é feito para a noiva se movimentar. “Gosto do modelo mais sensual, mas que seja prático”, explica Sérgio.

Para Gabriela, o vestido curto costuma ter corpo bem desenhado até a cintura ou o quadril, com saia mais leve, de camadas ou babados pequenos. Pode ser também justo no corpo, acima do joelho. Para os tecidos, organza, chiffon e sedas para as saias; zibeline, cetim italiano, crepe e seda lunar para o corpo. Sérgio destaca as rendas ou crepes leves. Nos detalhes, os estilistas sugerem bordados, fitas e flores.

Tanta inovação não causa receio quando se pensa que, depois de anos de casados, os noivos terão de se agradar do que verão nas fotos do grande dia? Sérgio Pacheco explica que o ideal é achar um modelo clássico, que tenha toques de ousadia e modernidade. “Não se deve esquecer nunca que um vestido de noiva deve ser atemporal, já que as fotos estarão à vista na estante da casa para sempre, ou, pelo menos, enquanto durar o casamento. Considero ousadia um decote mais profundo, uma transparência inusitada, um movimento de corte diferente. Detalhes exagerados apenas comprometem a elegância de uma noiva”, e ainda alerta: “O casamento com exageros está a um passo da cafonice”.

A escolha das famosas

Algumas celebridades nacionais já provaram que a moda de usar um vestido mais curto na hora da festa veio para ficar. Primeiro foi Juliana Paes, com seu modelo desenhado por Samuel Cirnansck. Muitas rendas, babados e flores deram o tom da peça.

Juliana Paes com vestido do casamento

Juliana Paes com vestido de Samuel Cirnansck

Protagonista de um dos maiores casamentos do ano, a atriz Sthefany Brito deixou de lado o vestido volumoso da cerimônia e optou pelo “enxuto” para cair na dança. Com um corpete bem estruturado, flores e uma saia mais rodada, a noiva de Alexandre Pato aproveitou a celebração do enlace .

Shephanie  Brito com vestido do estilista

Shephanie Brito com vestido do casamento

Outra famosa que aderiu à tendência foi Laura Guimarães, esposa do jogador do Internacional Nilmar. Desenhada pelo estilista Sérgio Pacheco, a peça escolhida por ela foi ideal para dançar a noite inteira ao som do DJ Marlboro.

Esposa do jogador Nilmar

Vestidos de Noiva curto

Fonte: www.usefashion.com.br

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Fotos-Emma-Watson-look-moda-com-estilo-filme-Harry-Potter

Dessa vez, quem abalou multiplamente os red carpets locais, foi Emma Watson e todo seu charme parisiense. Por mais lindo e revelador que o longo Ossie Clark estava, o modelito Christopher Kane e o sapato Charlotte Olympia faturaram o look da semana!

Confesso que nunca li, sequer assisti Harry Potter, mas não é preciso ser fã do filme, pra ser fã de Emma Watson. A menina que cresceu aos olhos do públicos, com seus 19 anos já mostra um ótimo bom senso estético e se afirma como queridinha dos fashionistas e do povo em geral.

Fotos-emma-watson-Filme-Harry-Potter-Historico

Emma (nascida em Paris) foi eleita garota-Channel, rosto da marca e talvez um expoente para seus futuros clientes. A menina certamente é símbolo de sua renovação.

Fotos-emma-watson-garota-channel

Emma tem classe, nenhuma afetação e um notório bom gosto. Gosta de peças atemporais e não arrisca muito nas cores. Figurinha carimbada dos principais desfiles do eixo NY-Paris, sua veia fashionista (tem sinônimo pra essa palavra?) nutre por estilistas como Rodarte, Christopher Kane e obviamente, Chanel! E de quebra ainda é garota propaganda da Burberry, num simpático editorial onde ela revela sua porção modelo.

Fotos-emma-watson-garota-propaganda-Burberry

Seu streetstyle é uma mistura de pós-adolescente, que não abandona a sapatilha, mas que às vezes sobe no salto alto. A cartela de cores varia do cinza, passando do branco e chegando ao preto. Avessa ao excesso badalativo, dizem que Emma entrará numa das mais prestigiadas universidades americanas da Ivy League, que pra se ter idéia, nem Blair Waldorf conseguiu entrar.

Fotos-emma-watson-looks-vestidos-de-festa

Mas são nos eventos de moda e afins que Emma se revela, nunca optando pelo básico, mas sempre escolhendo o mais edgy com muita segurança. A moça sabe lidar muito bem com a high fashion, que cai como uma luva na sua beleza exótica. Emma Watson nos traz aquele frescor nada óbvio, muita feminilidade e um quê de mistério. Não é à toa que é nossa musa da semana!

Visto no Fashionismo

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Calça Jeans de 2 mil reais

Calça jeans de 6 mil reais

Alguns falam da recessão , os outros sobre o preço !

Uma calça jeans de mais de dois mil euros (6 mil reais), isso é imoral ou um ‘Must Have’ ? Uma pergunta: quanto você pagou para sua última calça jeans ? R$ 150,oo ou talvez R$ 500,oo para um jeans especial ? Ou mil para uma calça importada? E como é com 6 mil reais?  Você leu certo: mais de seis mil reais para uma calça jeans.

A casa francesa de alta costura Balmain apresenta na sua nova coleção calças jeans que custam o olho da cara. A calça mais barata custa 4.500 reais.

E estas calças tem diamantes ou são costuradas com fio de ouro ?  Não, muito pelo contrário, são calças com lavagens de aparência desgastada, com manchas e furos ; Used-Look.  O estilista da casa Balmain,  Christophe Decarnin defende o preço assim: “O preço é justificado pela qualidade do material. Todas as lavagens e efeitos são feitos a mão”.

Em relação ao material: leia-se que aqui se trata de algodão, quanto aos efeitos; são rasgos e furos.

Calça jeans à preço de ouro

balmain-pratts-jeans-foto-calca

Calça jeans da marca Balmain

Mas Balmain é uma das griffes mais ‘Hot’ do momento. As estrelas, vips e jornalistas; todas querem ter o Balmain glamour-rock Look. Isso justifica o preço altíssimo ? Claro, que sempre vai existir gente que pode se dar o luxo de comprar uma calça jeans de mais de dois mil euros. Em diversas lojas na Europa, tem clientes na lista de espera para poder adquirir um exemplar do tão desejado jeans. Como diz uma das vendedoras: “Tem gente que coleciona arte, tem outras que colecionam moda. A calça da Balmain é uma peça que já está fazendo história”. Certo, com este preço e provável que  se entre numa catagoria que nunca existiu.

Visto no BLog O Povo

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