A atriz, que faz Silvia na novela Caminho das Índias, usou um belo vestido branco para a cerimônia de casamento de sua personagem com Murilo (Caco Ciocler), nas cenas que foram ao ar ontem e continuam hoje.

A atriz Debora Bloch usa vestido criado por Tufi Duek

A atriz Debora Bloch usa vestido criado por Tufi Duek

O modelo simples e de um único ombro, com corte reto e sem brilhos, é da grife Forum Tufi Duek, marcada pelos clássicos, como tecidos finos e de alfaiataria. E para dar mais realce no visual branco, a equipe de figurino da novela colocou um buquê de rosas vermelhas. “O vestido foi escolhido por ser minimalista e chique, seguindo o estilo da personagem. Ele foge da noiva comum”, informou a produção da trama.

A atriz Debora Bloch usa vestido criado por Tufi Duek

A atriz Debora Bloch usa vestido criado por Tufi Duek

Vale lembrar que na última edição do São Paulo Fashion Week, em junho deste ano, a grife ousou, mostrando peças brilhantes e paetês em vestidos curtos, tomara-que-caia e com fendas, sempre mantendo o estilo da marca.

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Se antes a corrida até o altar implicava apenas em dizer o “sim”, hoje a história é um pouco diferente. Casamentos se transformaram em grandes eventos, e uma simples cerimônia seguida de uma simples celebração não é a opção de grande parte dos noivos.

Novas tendencias de vestidos de noiva

Novas tendencias de vestidos de noiva

E, dessa mudança, nem o vestido branco escapou. Costumava ser apenas um, utilizado durante todo o evento. A grande tendência agora é usar dois vestidos. Se a celebração tem sua importância, e a festa deve durar a noite inteira, nada mais justo que a noiva se sinta confortável com um modelo para cada momento.

A estilista Gabriela Piccoli, do ateliê Solaine Piccoli, afirma que as noivas querem aproveitar ao máximo a festa, já que este é um dia muito esperado. “Elas querem inovar e curtir a hora da balada”, garante. Sérgio Pacheco, também estilista, vai mais além, e garante que o desejo atual é ter mais liberdade de locomoção: “Isso geralmente não é possível com o vestido longo e tradicional”.

E como costuma ser essa segunda peça? Ambos entram em consenso ao afirmar que o vestido é mais despojado e versátil, já que é feito para a noiva se movimentar. “Gosto do modelo mais sensual, mas que seja prático”, explica Sérgio.

Para Gabriela, o vestido curto costuma ter corpo bem desenhado até a cintura ou o quadril, com saia mais leve, de camadas ou babados pequenos. Pode ser também justo no corpo, acima do joelho. Para os tecidos, organza, chiffon e sedas para as saias; zibeline, cetim italiano, crepe e seda lunar para o corpo. Sérgio destaca as rendas ou crepes leves. Nos detalhes, os estilistas sugerem bordados, fitas e flores.

Tanta inovação não causa receio quando se pensa que, depois de anos de casados, os noivos terão de se agradar do que verão nas fotos do grande dia? Sérgio Pacheco explica que o ideal é achar um modelo clássico, que tenha toques de ousadia e modernidade. “Não se deve esquecer nunca que um vestido de noiva deve ser atemporal, já que as fotos estarão à vista na estante da casa para sempre, ou, pelo menos, enquanto durar o casamento. Considero ousadia um decote mais profundo, uma transparência inusitada, um movimento de corte diferente. Detalhes exagerados apenas comprometem a elegância de uma noiva”, e ainda alerta: “O casamento com exageros está a um passo da cafonice”.

A escolha das famosas

Algumas celebridades nacionais já provaram que a moda de usar um vestido mais curto na hora da festa veio para ficar. Primeiro foi Juliana Paes, com seu modelo desenhado por Samuel Cirnansck. Muitas rendas, babados e flores deram o tom da peça.

Juliana Paes com vestido do casamento

Juliana Paes com vestido de Samuel Cirnansck

Protagonista de um dos maiores casamentos do ano, a atriz Sthefany Brito deixou de lado o vestido volumoso da cerimônia e optou pelo “enxuto” para cair na dança. Com um corpete bem estruturado, flores e uma saia mais rodada, a noiva de Alexandre Pato aproveitou a celebração do enlace .

Shephanie  Brito com vestido do estilista

Shephanie Brito com vestido do casamento

Outra famosa que aderiu à tendência foi Laura Guimarães, esposa do jogador do Internacional Nilmar. Desenhada pelo estilista Sérgio Pacheco, a peça escolhida por ela foi ideal para dançar a noite inteira ao som do DJ Marlboro.

Esposa do jogador Nilmar

Vestidos de Noiva curto

Fonte: www.usefashion.com.br

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Fotos-Emma-Watson-look-moda-com-estilo-filme-Harry-Potter

Dessa vez, quem abalou multiplamente os red carpets locais, foi Emma Watson e todo seu charme parisiense. Por mais lindo e revelador que o longo Ossie Clark estava, o modelito Christopher Kane e o sapato Charlotte Olympia faturaram o look da semana!

Confesso que nunca li, sequer assisti Harry Potter, mas não é preciso ser fã do filme, pra ser fã de Emma Watson. A menina que cresceu aos olhos do públicos, com seus 19 anos já mostra um ótimo bom senso estético e se afirma como queridinha dos fashionistas e do povo em geral.

Fotos-emma-watson-Filme-Harry-Potter-Historico

Emma (nascida em Paris) foi eleita garota-Channel, rosto da marca e talvez um expoente para seus futuros clientes. A menina certamente é símbolo de sua renovação.

Fotos-emma-watson-garota-channel

Emma tem classe, nenhuma afetação e um notório bom gosto. Gosta de peças atemporais e não arrisca muito nas cores. Figurinha carimbada dos principais desfiles do eixo NY-Paris, sua veia fashionista (tem sinônimo pra essa palavra?) nutre por estilistas como Rodarte, Christopher Kane e obviamente, Chanel! E de quebra ainda é garota propaganda da Burberry, num simpático editorial onde ela revela sua porção modelo.

Fotos-emma-watson-garota-propaganda-Burberry

Seu streetstyle é uma mistura de pós-adolescente, que não abandona a sapatilha, mas que às vezes sobe no salto alto. A cartela de cores varia do cinza, passando do branco e chegando ao preto. Avessa ao excesso badalativo, dizem que Emma entrará numa das mais prestigiadas universidades americanas da Ivy League, que pra se ter idéia, nem Blair Waldorf conseguiu entrar.

Fotos-emma-watson-looks-vestidos-de-festa

Mas são nos eventos de moda e afins que Emma se revela, nunca optando pelo básico, mas sempre escolhendo o mais edgy com muita segurança. A moça sabe lidar muito bem com a high fashion, que cai como uma luva na sua beleza exótica. Emma Watson nos traz aquele frescor nada óbvio, muita feminilidade e um quê de mistério. Não é à toa que é nossa musa da semana!

Visto no Fashionismo

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Calça Jeans de 2 mil reais

Calça jeans de 6 mil reais

Alguns falam da recessão , os outros sobre o preço !

Uma calça jeans de mais de dois mil euros (6 mil reais), isso é imoral ou um ‘Must Have’ ? Uma pergunta: quanto você pagou para sua última calça jeans ? R$ 150,oo ou talvez R$ 500,oo para um jeans especial ? Ou mil para uma calça importada? E como é com 6 mil reais?  Você leu certo: mais de seis mil reais para uma calça jeans.

A casa francesa de alta costura Balmain apresenta na sua nova coleção calças jeans que custam o olho da cara. A calça mais barata custa 4.500 reais.

E estas calças tem diamantes ou são costuradas com fio de ouro ?  Não, muito pelo contrário, são calças com lavagens de aparência desgastada, com manchas e furos ; Used-Look.  O estilista da casa Balmain,  Christophe Decarnin defende o preço assim: “O preço é justificado pela qualidade do material. Todas as lavagens e efeitos são feitos a mão”.

Em relação ao material: leia-se que aqui se trata de algodão, quanto aos efeitos; são rasgos e furos.

Calça jeans à preço de ouro

balmain-pratts-jeans-foto-calca

Calça jeans da marca Balmain

Mas Balmain é uma das griffes mais ‘Hot’ do momento. As estrelas, vips e jornalistas; todas querem ter o Balmain glamour-rock Look. Isso justifica o preço altíssimo ? Claro, que sempre vai existir gente que pode se dar o luxo de comprar uma calça jeans de mais de dois mil euros. Em diversas lojas na Europa, tem clientes na lista de espera para poder adquirir um exemplar do tão desejado jeans. Como diz uma das vendedoras: “Tem gente que coleciona arte, tem outras que colecionam moda. A calça da Balmain é uma peça que já está fazendo história”. Certo, com este preço e provável que  se entre numa catagoria que nunca existiu.

Visto no BLog O Povo

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Cinzas apareceram com destaque nas passarelas masculinas, como nesta produção da Prada

Cinzas apareceram com destaque nas passarelas masculinas, como nesta produção da Prada

Paris e Milão definem homem utilitário e “cinzento” para o próximo verão;

Se depender do que se viu nas duas últimas semanas, o próximo verão será cinzento, pelo menos no que diz respeito à cor das roupas masculinas mostradas de 19 a 23 de junho em Paris e de 24 a 29 em Milão. Mas, se por um lado o clima de incerteza gerado pela crise produziu uma temporada um tanto monótona e comercial, por outro, submeteu os estilistas ao desafio de criar coleções que fossem usáveis, práticas, utilitárias e ainda assim criativas e desejáveis.

Cinzas apareceram com destaque nas passarelas masculinas, como nesta produção da Prada.

Looks trouxeram peças utilitárias, com bolsos e mochilas, como estes da DSquared2

Looks trouxeram peças utilitárias, com bolsos e mochilas, como estes da DSquared2

O cinza realmente apareceu como um denominador comum para várias marcas (Prada, Missoni, Armani, Yves Saint Laurent), ainda que pontuado por cores ácidas, como o laranja forte, o amarelo cítrico e cobalto, em detalhes e acabamentos. As produções monocromáticas foram uma constante da estação, principalmente em cinza, é claro; em preto, que ainda é a cor-coringa do vestuário masculino (Rick Owens, Dior Homme); mas também em cores fortes, como vermelho (Paul Smith, Dirk Bikkemberg), azul (Calvin Klein, Gucci), laranja (Gaultier) e rosa (Ungaro), cor que “estreou” no masculino da temporada passada e vem como quem quer ficar (o tempo dirá se os homens também a querem).

O apelo utilitário se fez sentir em praticamente todas as coleções, nas parcas, nos casacos e bermudas com bolsos em profusão, e na grande quantidade de bolsas (Gucci, Burberry), agora também pequenas (após a “ditadura” das bolsas grandes), presas por alças ou cintos –a deselegante pochete agora não vem mais só ao redor da cintura (Versace, Dsquared2), mas pendurada no ombro, na diagonal (Emporio Armani).

Looks trouxeram peças utilitárias, com bolsos e mochilas, como estes da DSquared2

Mesmo o pouco de escapismo que apareceu em algumas coleções (a inspiração em terras distantes e em viagens) ganhou logo um caráter mais prático (Missoni, Paul Smith) do que sonhador (John Galliano), em peças que parecem atender ao desejo de pessoas viajadas (que viajam cada vez mais) e precisam de roupas duráveis, leves, utilitárias.

Nas ocasiões mais formais, os costumes e ternos justos (mas sem exagero), com paletós de dois botões, são usados com gravata fina (Gucci, Prada) ou até sem gravata, o que resulta numa austeridade “estranha”; na moda casual, a referência aos anos 80 aparece no jeans de lavagem bem clara (Missoni, D&G) que aparece ao lado de malhas e trench coats em cores desbotadas, como que “de sorvete” (Dsquared2, John Varvatos, Jil Sander).

Em resumo, a estação revisitou peças clássicas do guarda-roupa masculino recriando-as, mas sem compremeter um certo ar atemporal, que combina com tempos de vacas magras, em que ninguém imagina trocar seu guarda-roupa só pelo ímpeto da novidade. Mas, como disse recentemente Pierre Hardy (designer dos sapatos da Hermès), em entrevista à revista inglesa de moda masculina “GQ”, “toda estação, as pessoas querem o atemporal de hoje”, não o atemporal da coleção passada. E essa, afinal, é a alma do negócio.

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Foto Megan Fox no Desfile do Estilista George Armani

Megan Fox, atriz do filme “Transformer 1 e 2”,  esteve no desfile do estilista Giorgio Armani, junto com várias outras celebridade.

Não faltaram estrelas na semana da moda de Paris! A Giorgio Armani apresentou a sua coleção para a próxima estação Outono/Inverno 09-10 e contou com a presença das atrizes Megan Fox, Cate Blanchett e Elsa Pataky.

Megan Fox, Cate Blanchett e Elsa Pataky no Desfile de George Armani

Visto no Fama

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Fotos-Beleza-das-modelos-do-desfile-foi-inspirado-no-visual-de-Rita-Hayworth-no-filme-Gilda

Estilista se inspirou nas estrelas da era de ouro de Hollywood.
Modelos desfilaram com penteado semelhante ao de Rita Hayworth.

Jean-Paul Gaultier prestou uma vibrante homenagem ao cinema, às estrelas da era de ouro de Hollywood e à atriz francesa Micheline Presle, que inspirou a vocação do estilista, na coleção apresentada nesta quarta-feira (8), último dia de desfiles nas passarelas da alta-costura parisiense.

“Fã de cinema”, em suas próprias palavras, Gaultier desfilou mulheres sensuais em longos vestidos justos com cauda de veludo de seda, saias de crepe com estampados de penas e corpete com ombros e quadris articulados como uma armadura sobre vestido de tecido fluido.

Os babados de um vestido curto aparecem adornados com pequena penas em um desenho de tons de vermelho e bege combinando com o adorno da cabeça, com luvas compridas bem ao estilo de Rita Hayworth em “Gilda”. O busto é ressaltado com drapeados e bordados. Sobre os vestidos, uma estola de pele forrada de musselina e casacos de pele levados nos ombros lembram as grandes damas do cinema dos anos 40.

Quando surge a noiva e os rostos de grandes atrizes são projetados um atrás do outro sobre o véu, sobrepostos ao rosto da modelo, o público aplaude, em êxtase. As imagens de Bette Davis, Grace Kelly, Marlene Dietrich e outras atrizes aparecem projetadas na parede, atrás do cenário decorado com projetores e ventiladores de cinema.

Gaultier quis homenagear principalmente a atriz francesa Micheline Presle, que fez sucesso mundialmente com o filme “O Diabo no Corpo” e trabalhou em vários filmes franceses, sendo melhor reconhecida em seu país.

O estilista explicou que viu Micheline quando era criança, no filme “Nas Rendas da Sedução” (Falbalas), de 1945, que “descreve perfeitamente o mundo da moda“.

A personagem interpretada por Micheline, de blazer ajustado de ombros largos, maquiagem forte e chapéu, inspirou em Gaultier a vocação para criador de moda, disse o estilista.

Fotos-Modelos-inspirados-em-Hollywood-exibidos-no-desfile-de-Gaultier

O cinema foi objeto de homenagem também no desfile da maison Franck Sorbier. O estilista apresentou uma pequena coleção (cinco modelos masculinos e cinco femininos) com o título “Gueules d’atmosphère” (rostos de atmosfera), em alusão a uma célebre frase da atriz Arletty no filme “Hôtel du Nord”.

“É uma coleção dedicada ao retrato, que fala verdadeiramente de rostos, de caras”, declarou Sorbier, que apresentou sua coleção em modelos parados, sem desfile, em um estudo fotográfico, como a introdução de personagens de um filme.

“A ideia era fazer algo que não fosse um desfile. De qualquer forma, não teríamos os meios para fazer. Utilizamos tudo o que tínhamos”, acrescentou o estilista, cuja maison atravessa, como tanta outras, dificuldades financeiras.

Os looks de Sorbier para o próximo inverno incluem uma grande veste de veludo bordado de fitas coloridas, um vestido de baile de fitas e cordões compridos e um casaco feito com um mosaico de telas.

Mostrando uma evidente melhor condição financeira, o libanês Elie Saab propôs uma coleção que definiu como de “arquicostura”, inspirada em grande parte pela Art Nouveau, principalmente nos vestidos drapeados.

A paleta de cores é muito clara, com branco, madrepérola e marfim, que aparecem nos vestidos, casacos, nas rendas, flores bordadas, lantejoulas e franjas de musselina em recortes, apliques e detalhes preciosos.

Visto no G1

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