Depois de meias e bolsas, marca aposta em tênis, sapatilhas e alpargatas para expandir negócios
Quem achou que a marca Havaianas já estava satisfeita em ser a detentora das sandálias de plástico mais famosas do País, se engana. É que a marca vai lançar em breve uma linha completa de outros calçados, batizada de Havaianas Soul Collection.
Com carinha meio retrô, novos calçados da Havaianas mantêm alguns dos traços principais dos chinelos mais famosos do Brasil, como as solas de borracha e a grande variedade de cores
A coleção, que inclui modelos masculinos e femininos de tênis, sapatilhas e alpargatas já foi lançada na Europa, como informa o canal de moda e beleza do portal português Sapo, mas a assessoria de imprensa da marca promete o lançamento dos produtos no Brasil só para abril, começando pela loja conceito localizada na rua Oscar Freire, em São Paulo.
Alguns dos traços principais das populares Havaianas continuam presentes nos calçados – como a grande variedade de cores e o estilo irreverente das solas de borracha. E para garantir de vez a conexão, cada um deles vem ainda acompanhado de uma fofa miniatura dos chinelos feita com as cores da bandeira do Brasil. Nós adoramos!

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Bia processa empresa de ônibus em que viajava em 2006.
Desempregada, ela diz que já gastou cerca de R$ 350 mil.

A notícia da prisão de um dos mandantes dos ataques que mataram 18 pessoas em 2006 deixou a modelo Bia Furtado surpresa. Mais de três anos depois do ataque em que o ônibus em que estava ter sido incendiado, deixando cerca de 40% de seu corpo queimado, ela acreditava que todos os responsáveis já estivessem na cadeia.

Na Justiça, agora, Bia luta por uma indenização da empresa em que viajava, para tentar cobrir os gastos com 16 cirurgias, remédios, roupas especiais para queimaduras e terapia, que chegam, segundo ela, a R$ 350 mil. A ex-modelo pede ressarcimento por danos morais.

“Claro que é importante que sejam pegos, mas me surpreendeu. Achei que já tinham sido todos presos; outros já li que morreram”, disse ela, durante sua estada em Muqui, no interior do Espírito Santo, onde mora a família.

Desempregada, Bia mora sozinha em São Paulo e batalha para retornar ao mercado da moda. “Gosto muito de produção, de criar, é o que quero fazer. Preciso voltar a trabalhar. O meu trabalho foi arrancado de mim. Foi uma tragédia que aconteceu e estou lutando”, conta ela.

Bia conta que ela e a família precisaram se desfazer de parte do patrimônio para custear os cerca de R$ 350 mil que já gastaram desde o início do tratamento, o que, segundo ela, complicou sua situação financeira.

“Estou bem, normal, mas ótima não estou, nem nunca vou estar. Foi tudo muito traumático. Já superei algumas coisas, sim, mas ainda tenho muito o que superar. Eu fui toda queimada”, resume ela, que cogita, no futuro, ajudar projetos sociais que envolvam pessoas com queimaduras. “Mas meu psiquiatra acha que ainda não estou pronta”, lembra.

Tratamento interrompido

Depois das 16 cirurgias, Bia, segundo os médicos, ainda precisa de pelo menos outras duas intervenções. “Mas estou sem condições financeiras de continuar o tratamento”, conta ela, que chegou a casar com o namorado da época do ataque, mas se separou há um ano, depois de 9 anos de relacionamento. “Depois que me separei, tive alguns relacionamentos, mas preciso ficar sozinha, me distrair um pouco”, diz ela.

Entre as distrações na TV, por exemplo, Bia deixou para trás a novela “Viver a Vida“. As semelhanças da recuperação da modelo Luciana, interpretada por Alinne Moraes na trama de Manoel Carlos, incomodam-na por lembrar os dias mais difíceis da sua história. “Tem sempre alguma coisa que ela fala que me lembra muito o que eu passei, principalmente no hospital. Ela aprendendo a comer, a pegar nas coisas… A minha enfermeira, meus médicos ligavam quando viam, lembrando de mim, mas evito ver”, admite.
Como foi

Em dezembro de 2006, uma série de ataques violentos nas Zonas Sul, Norte e Oeste do Rio deixaram 18 pessoas mortas e outras 22 feridas. Na época, sete ônibus foram incendiados.

Época de apagão aéreo, Bia voltava do Espírito Santo, onde tinha passado o Natal, para São Paulo de ônibus, onde passaria o Ano Novo. Mas o veículo foi interceptado por bandidos no Rio. Ela sofreu queimaduras de 2º e 3º graus.

Fonte G1

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Escola levou polêmica de Geisy Arruda e vestido curto para a avenida.
Carro alegórico foi batizado de ‘Sapucaí Fashion Day‘.

Com um sacada mais ‘pop’, a Porto da Pedra fez um desfile de moda dentro de seu próprio desfile na Marquês de Sapucaí nesta segunda-feira (15).

A escola resgatou a história das tendências e enfeitou a avenida com laços, fitas e babados. Antenado, o enredo “Com que roupa eu vou?” fez reverência à moda contemporânea e a estilistas queridinhos do mundo da moda. A escola consumiu 1 hora e 19 minutos na apresentação.

Se a ideia era reproduzir o mundo fashion, não poderiam faltar “bafos”. E foi isso que a escola fez ao abordar a polêmica envolvendo a estudante Geisy Arruda.

A moça que ficou conhecida por ter sido hostilizada na universidade ao usar um vestido curto e rosa foi destaque de um carro alegórico usando uma “réplica” da peça. Numa versão brilhante e vermelha, o vestido foi estilizado com uma gola bufante ao estilo da Rainha Elizabeth.

E, talvez também em nome de uma moda democrática, musas de seios cônicos, popozudas e “mulheres fruta” desfilaram na avenida.

Abre-alas

Com uma dose de deboche, um tigre gigante de boca aberta mostrava a língua com um piercing no abre-alas “Antes da moda era assim”. A alegoria levou personagens do desenho animado “Os Flinstones” para a avenida e relembrou a pré-história.


Seguindo uma ordem cronológica, as alas seguintes fizeram uma “passagem obrigatória” pelo Egito, Grécia e Roma. Desta vez, para falar de como era o jeito de se vestir séculos atrás.

‘Sapucaí Fashion Day’

Na ala chamada “Com que roupa eu vou?”, os integrantes puderam escolher que fantasia queriam vestir. Em outra, o tema era “Eu quero ser Naomi”, lembrando uma roupa que a modelo Naomi Campbell usou no último desfile de Yves Saint Laurent. Referências da moda atual, Alexandre Hercovitch, Jum Nakao, Lino Villaventura e Ronaldo Fraga ganharam alas temáticas.

A influência da fé na arte, como ocorreu com o gótico, foi o tema do segundo carro. Nas outras alegorias, o Renascimento , o Barroco e o Rococó. O penúltimo carro falou do Art Nouveau e homenageou Coco Chanel, representada pela atriz Marília Pera.

A escola fechou o desfile com o “Sapucaí Fashion Day”, tema do último carro alegórico. Fez um desfile dentro do desfile para reverenciar o glamour da moda. E, como todo desfile de moda, a Porto da Pedra encerrou sua passagem com a ala das noivas, uma homenagem a Simon Azulay, estilista brasileiro morto em 1988.

Visto no G1

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Nica Kessler, Patachou, Andréa Marques, New Order e Alessa
Com muitos babados e vestidões, Nica Kessler serviu coleção com excesso de clichês da roupa feminina e passou do ponto na sua noite de estreia. Sob um enorme cabelão desfiado as garotas raramente pareciam o que eram (meninas bem magras) dentro da modelagem em tecidos claros e estampados, camadas de babados, pompons e laçarotes, que se espalhavam até mesmo pelo sapato.
Tem vontade a estilista, envereda pela alfaiataria, se arrisca, mas não domina ainda o repertório desafiante que adotou. Nem se trata de exigir uma roupa usável, mas de lidar bem em termos de técnica, corte e proporções, com o imaginário de excessos que ela mesma selecionou.
Patachou, que retorna aos desfiles depois de um tempo off, vislumbra uma mulher guerreira, e se inspira na santa e heroína Joana d´Arc para desenhar vestidos armadura, um tanto sóbrios, mas de acordo com as tendências do momento. Os ombros em destaque e o corpo ajustado desaguam em uma silhueta colante, sinuosa, que divide espaço com o oversized dos casacos. Se quase todo mundo adotou a Balmain como referência e abusou do comprimento curto, a Patachou exagerou. Ainda assim, tinha boas propostas nos vestidos com transparências localizadas. O saldo é positivo e a expectativa é que a marca, que tem histórico consistente, não fique mais de fora das semanas de desfiles.
Andréa Marques, que já fez Maria Bonita Extra, partiu da obra da artista plástica Malu Saddi para fazer coleção de proporções equilibradas. Abri, e manipula com habilidade tecidos bem diferentes entre si. Muito bom, particularmente, o trato com as transparências.
Pioneira, a New Order, do grupo Osklen, é a 1ª marca de acessórios a desfilar no Fashion Rio. Nesta estreia, é a figura do cachorro que conduz a coleção. “Oh, my dog” pareciam dizer todos, frente a deliciosa sequência de looks construídos especialmente para acompanhar cada modelo. Alguns com direito a orelhas nos capuzes, rabinho e outros com coleira de correntinha ligando o pulso da modelo ao pump estampadinho com motivo em p&b, sugerindo dálmata. A lamentável notícia é que a roupa não será vendida.
Quanto aos acessórios, a lista é enorme. No que diz respeito aos calçados, a coleção ficou concentrada em tênis baixinhos, de solados claros e canos mais altos, com muita variação de décor. Entram vazado, pelo, enormes spikes estilizados, modelagem com lapela e cano alto com amarrações. Há também sapatilhas bem decotadas, decoradas por spikes monumentais, e os já citados pumps, um de salto fino e outro mais grosso e retrô. As bolsas ora são mínimas ora grandes, com muitos penduricalhos. Mas esta lista é só um teaser. Tem muito mais na desejável coleção da New Order. Marca que precisa mesmo de diversidade para funcionar em lojas próprias em shoppings de todo o país.
“Play me” é uma das expressões que aparecem na roupa da Alessa. Todas as referências para estamparia saíram de instrumentos musicais ou do universo próximo. Seguindo as medidas da temporada, os comprimentos são curtos e o trabalho de modelagem na região dos ombros ganhou desenhos especiais, arredondados e proeminentes, ou mesmo dispensando a cava. Como já é de praxe, Alessa em pessoa fez sua aparição de grand finale, encerrando seu desfile e, de tabela, a última noite do Fashion Rio.
Sob vários aspectos, esta foi uma boa edição. Entre vestidos justos e curtos, saia lápis, casacos casulo e muito, mas muito brilho mesmo, a semana carioca carimbou de vez a vocação para os modismos de estação.

fonte: www.usefashion.com.br

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Redley, R Groove, Têca e Espaço Fashion

Trafegando entre surfistas, ciclistas e mochileiros, a Redley é responsável por uma roupa que procura conjugar ambiente urbano e praiano, com tendência a privilegiar o masculino. Talvez por isso, Jurgen Oeltjenbruns tenha saído de cena há apenas 3 meses, substituído pela dupla feminina formada por Emilene Galende e Julia Valle.
Provavelmente também por isso, a divisão destinada às garotas tenha crescido. O que une toda a coleção é o senso utilitário: os recursos vão dos bolsos grandes às amarrações, passando por megamochilas, listras muito largas, boots poderosos, cintos militarizados e por aí vai.
Para elas, os vestidos ajustados e curtos e as combinações de saia e jaquetinha desenham a silhueta enxuta que tomou conta do Fashion Rio. Para eles, a modelagem promove uma fusão entre design esportivo e alfaiataria, com muitos recortes distribuídos de forma a conferir dinamicidade e movimento a calças esportivas, coletes com camisas de manga longa, bermudas amplas e jaquetas oversized estampadas.
O álbum “Mar Revolto” de Carlinhos Brown entra como mote para a fusão de surf e rock and roll promovida com alguma ousadia e menor sutileza por Rique Gonçalves na R Groove. A ousadia fica por conta das transparências, das fusões entre tecidos diferentes, das apropriações experimentais na alfaiataria. A sutileza falta na literalidade do trato com as referências, justapostas de forma um tanto dura. No cardápio da marca, entram recortes, excesso de tecido na região da gola, bolsos utilitários, deslocamentos na modelagem da alfaiataria, cordões de amarração na lateral das bermudas, na cintura de casacos e no cós, e casacos sem gola.
A Têca deixa de lado o romantismo habitual e entra nos anos 1980 sob o signo sombrio do filme de Tony Scott, “The Hunger” (Fome de Viver), de 1983. Quem não se lembra de David Bowie e Catherine Deneuve encarnando vampiros elegantes, de olho na jugular de Suzan Sarandon? A partir daí a marca trouxe vestidos justos e décor encrespado e volumoso nos detalhes.
Os vestidos lideram o mix, seguidos pelas saias curtas e infladas. Vale prestar atenção nas combinações de minissaia + blusa + casaco curto (tipo Chanel) muito frequentes nas propostas para o inverno 2010. Um voo mais adulto da Têca. Eficiente, mas ainda em busca da consistência que a marca pretende e pode alcançar.
Em desfile concorrido, tudo parecia minucioso e bélico, no futuro construído pela Espaço Fashion. O apetite por imagens fortes, novos planetas e outras galáxias orientaram a coleção, e, assim como fez com outros temas, a marca carregou nas tintas e causou impacto. O casting mais que poderoso, liderado por Carol Trentini, contribuiu enormemente.
Unanimidade no mix, as bermudas ciclista foram apresentadas sob microssaias e vestidos justos, associados a casacos elaborados. A estranheza da combinação funcionou. Os primeiros e últimos vestidos compõem a ala leve de uma coleção densa.
A bela blusa de seda apresentada por Ana Claudia Michels entra nessa categoria, que trouxe alguma cor aberta à passarela e amenizou a agressividade da forma. Nas calças, muito recortes e aplicações.

fonte: www.usefashion.com.br

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Acquastudio, Cláudia Simões, Maria Bonita Extra, Juliana Jabour e TNG
Para fazer sua coleção de festa de peças justas no busto e quadris avantajados, Acquastudio mimetizou as formas dos vasos de René Lalique em jogos experimentais com o desenho do corpo. A ideia, que parece muito boa, ficou comprometida na relação difícil com os movimentos. A referência ao mestre vidreiro e joalheiro da Art Nouveau aparece pela 2ª vez no Fashion Rio, visto que ele foi mencionado também em uma estampa de Graça Ottoni.
Na Cláudia Simões, muitas formas simétricas, como no padrão grego de beleza, e ao gosto do espírito olímpico esportivo, popularizado pela polêmica e talentosa cineasta alemã Leni Riefenstahl por volta de 1930. A pintura expressionista americana, citada como referência, tomou conta das estampas. Pollock e Rothko, pintores icônicos do período, aparecem em abstrações informais e em recortes coloridos, respectivamente. No entanto, a junção do esportivo com alfaiataria poderia ser mais proveitosa.
Experimentando sobre a aura de marca certinha, Maria Bonita Extra abraça a rebeldia beatnik e põe o pé na estrada errante, trilhada pelo escritor americano Jack Kerouac, autor do clássico On the Road. Modelagem entra em sintonia com experimentação, adotando formas transgressoras: misturas de amplo com justo, sensualidade e inocência, fluidez e estrutura. O resultado é visualmente bonito e a roupa da Extra permanece desejável, mas não foi desta vez que a marca ultrapassou a barreira do bom comportamento. Se é que ela precisa mesmo fazer isso.
Berlim militar, urbana e contemporânea, mas cheia de lembranças do passado que a dividiu, serve para calçar as pretensões da estilista Juliana Jabour de trafegar por áreas mais densas que a dos doces vestidos de malha que lhe deram fama. De uma viagem à cidade alemã, ela trouxe a cartela sóbria e a misturou com o conhecido oversized oitentista da marca. O resultado é uma coleção consistente, de tema bem trabalhado e ainda assim adaptada ao gosto da clientela. Finalmente Juliana deixa de lado os abotinados rasteiros e olha para a moda de cima de um salto alto. Literalmente.
Na TNG, entra Maurício Ianês esbanjando competência e sai Regina Guerreiro. Mudou o diretor criativo, só não muda a tradição da escolha de um casal de celebridades para alavancar a marca na mídia. Neste ponto, nenhuma surpresa: os escolhidos foram Thiago Lacerda e Taís Araújo. Entretanto, em todos os outros, existem muitas delas. A marca pegou leve na densidade friorenta que o tema sugere com a cultura esquimó e acertou a mão na estamparia. Trabalhou proporções ampliadas e, caso leve esta coleção às lojas, vamos ver uma guinada significativa na consistência das roupas. Para garotas, shorts amplos, cintura alta, comprimentos curtos, vestidos utilitários ajustados na barra e bolsos funcionais. Para eles, além de calças folgadas, camisaria e coletes bem compridos.

fonte: www.usefashion.com.br

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Walter Rodrigues, Cantão, Lucas Nascimento e Printing

Em grande forma, Walter Rodrigues acertou em praticamente tudo, protagonizando um momento inspirado deste Fashion Rio. Ele retomou o japonismo de que tanto gosta sem “saudosismo entediado” como ele mesmo escreveu, mas com o frescor e a propriedade de quem volta a um terreno que conhece bem. Colocou mais de uma dúzia de vestidos arrasadores na passarela e fez quimonos, calças e saias amplas e aconchegantes em uma coleção sem sobras.
A fusão entre Oriente e Ocidente pautou a última coleção da Yamê Reis à frente da marca Cantão. Ela optou por revisitar o universo étnico que a marca adora e vende bem, e mesclou referências variadas com militarismo e o brilho dourado do lurex. Também adicionou texturas luxuriantes e foi feliz em muitos pontos. No 1º bloco um quê de indiano (presente, ainda que o release cite a Turquia como referência) pareceu um tanto fora de hora. Ainda assim, na sequência a coleção se recompôs e passou bem. Muito bem sucedida a temporada de Yamê na Cantão. Vai deixar saudades.
Um sopro de novo, embalado em surpreendente rigor técnico, refrescou o 2º dia do Fashion Rio. Em estreia das mais aguardadas, Lucas Nascimento respondeu à altura com uma coleção concisa e inventiva, toda baseada em formas arquitetônicas. Ele colou a malha retilínea ao corpo, aplicou mamilos de metal sobre a roupa e balanceou com proporções matemáticas e cores fortes o que poderia ser apenas sexy ou experimental.
A Printing passou soberba do começo ao fim, faiscando em canutilhos e lurex. É luxo jovem, usável e sem breguice. Coisa rara. A marca chega para ocupar um gap notório, e vai fazer a festa de quem só tinha à disposição vestidões sexy e cafonas, todos eles muito parecidos entre si ou experimentalismos difíceis. A junção de vintage e tecnológico, pano de fundo para um exuberante painel decorativo é excepcionalmente bem sucedida.

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Depois de criar e colocar no mercado jeans que se ajustam ao corpo molhado, o primeiro com algodão orgânico e o modelo que já vem com porta iPod®, a Levi’s® lança o primeiro jeans do mundo a proporcionar a liberdade de criar uma aparência exclusiva, com a cara e a personalidade de quem usa.

Levi’s® Imprint Jeans usa uma inovadora tecnologia de desbotamento, que controla o processo de como o tecido se desbota. Isso permite que o consumidor crie uma aparência de jeans usado de um modo completamente pessoal e mais rápido do que com os jeans comuns, através de dois processos: impressões com o movimento corporal e o calor dos processos de lavagem.

Como funciona? Ande, corra, trabalhe, brinque, dance e descanse com ele. Quanto mais você o usa, mais deixará nele a marca de seu estilo. Para deixar as impressões pessoais em sua Levi’s® Imprint , o ideal é que a calça seja usada com freqüência nos primeiros 45-60 dias e que não seja muito lavada. Coloque objetos pessoais nos bolsos – celular, carteira, chaves, moedas – para que eles deixem marcas personalizadas em seu jeans. À medida que o dia passa, os objetos promovem atrito contra a calça e, com o tempo, deixam sua marca nos jeans. Se quiser ser um pouco mais criativo, o consumidor poderá usar utensílios domésticos como lixa, pedra-pomes, bucha de panela ou até uma escova de dente para criar seu próprio design em seu Levi’s® Imprint jeans.

A qualquer momento o processo de customização pode ser ‘acelerado’ ou ‘retardado’, usando dois tipos de lavagem. Para acelerar o processo, o jeans deve ser lavado em água quente (40°) e, para retardar, o processo deve ser feito em água fria. Nos casos, o ideal é que o jeans seja lavado do avesso. A Levi’s® ImprintTM jeans não deve ser lavada a seco.
O jeans Levi’s® ImprintTM já está à venda nos modelos masculino (R$ 299,00) e feminino (R$ 289,00).

Visto Radarx

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Modelos que caem na passarela estão entre os clássicos do mundo da moda. E a Vogue Itália, a revista que mais surpreende pela criatividade de seus editoriais, tem em sua última capa… O tombo de uma modelo. Os cliques são do fotógrafo Steven Meisel, que fez – literalmente – a top Karlie Kloss cair do salto, com muito humor.

Os tombos entram para a história do mundinho fashion. Quem é que não se lembra do episódio de ‘Sex & The City’ em que Carrie era convidada para participar de um desfile e escorregava na passarela? Depois do susto, ela conseguia levantar triunfante, e era ovacionada. Na vida real, isso costuma acontecer. Mas é claro que a foto do tombo corre pela internet. E na novela Viver a Vida‘, o tombo da modelo Luciana, interpretada pela atriz Alinne Moraes, deu início à rivalidade entre ela e a top Helena, personagem de Taís Araújo.

Não é só na ficção. Até mesmo em passarelas estreladas, como na da Prada, eles acontecem. Tudo por conta dos sapatos. Na época, ao ser perguntada sobre as escorregadas, a estilista Miuccia Prada saiu com uma resposta inteligente. “Deixou o desfile mais interessante”, contou.

E como as tops fazem no momento dramático? Mariana Weickert, modelo e apresentadora do GNT, também já caiu e disse em entrevistas que, nessas situações, tudo que é possível fazer é levantar e seguir em frente. Até mesmo Naomi Campbell já escorregou em um desfile de Vivienne Westwood. A estilista tem uma versão menos otimista do que Miuccia. Disse que, provavelmente, a modelo deve ter ficado com ódio dela, já que a escorregada aconteceu por causa das meias de borracha usadas na passarela.

Visto GNT

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Modelo é capa da revista Homem Vogue

Isabeli Fontana é a estrela da edição deste mês da revista “Homem Vogue”. Novas fotos para o ensaio caíram na internet e acabaram fazendo a alegria dos marmanjos de plantão. Em algumas fotos, a top aparece nua e exibe seu corpo perfeito. Os cliques foram feitos por Jacques Dequeker.

Visto na Revista QUEM

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