Depois de meias e bolsas, marca aposta em tênis, sapatilhas e alpargatas para expandir negócios
Quem achou que a marca Havaianas já estava satisfeita em ser a detentora das sandálias de plástico mais famosas do País, se engana. É que a marca vai lançar em breve uma linha completa de outros calçados, batizada de Havaianas Soul Collection.
Com carinha meio retrô, novos calçados da Havaianas mantêm alguns dos traços principais dos chinelos mais famosos do Brasil, como as solas de borracha e a grande variedade de cores
A coleção, que inclui modelos masculinos e femininos de tênis, sapatilhas e alpargatas já foi lançada na Europa, como informa o canal de moda e beleza do portal português Sapo, mas a assessoria de imprensa da marca promete o lançamento dos produtos no Brasil só para abril, começando pela loja conceito localizada na rua Oscar Freire, em São Paulo.
Alguns dos traços principais das populares Havaianas continuam presentes nos calçados – como a grande variedade de cores e o estilo irreverente das solas de borracha. E para garantir de vez a conexão, cada um deles vem ainda acompanhado de uma fofa miniatura dos chinelos feita com as cores da bandeira do Brasil. Nós adoramos!

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Acessório usado por diversas tribos, a bandana é o hit da coleção que a House of Holland mostrou neste London Fashion Week outono-inverno 2010/2011. Tendo a irreverência como marca registrada, a grife reviveu a peça-chave ods roqueiros dos anos 80 e a transformou em peças inteiras, como camisas, vestidos, macacões e mais.
Henry Holland, o estilista por trás da marca, contou ao site oficial da semana de moda que o rapper Snoop Dogg e os guetos foram algumas de suas inspirações. De fato, na passarela puderam ser vistas amarrações bem ao estilo do músico.

Visto no GNT

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Num momento em que nunca se criticou tanto a pressão da indústria da beleza pela magreza das mulheres, o designer Mark Fast vai na contramão de muitos dos colegas e leva para a passarela do London Fashion Week modelos plus-size. Para mostrar sua coleção outono-inverno 2010/2011, o canadense optou por modelos evidentemente fora do padrão esquelético reinante – algumas até gordinhas.

A opção de Fast neste desfile reafirma o compromisso do estilista com as mulheres ‘normais’. Em sua estreia na semana de moda de Londres, ele já tinha usado mão do expediente – e virado notícia no mundo inteiro.

A repetição reflete que vestir todo tipo de mulher não é tendência passageira, mas uma preocupação verdadeira do estilista. Prova disso foi o lançamento de uma segunda linha, Faster, com vestidos ajustáveis em tricô, em tamanho único, que vestem mais de um tipo de mulher. Você aprova a iniciativa?

Visto GNT

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Corpo foi encontrado em sua casa – ainda não há detalhes sobre a causa da morte.

A polícia de de Londres anunciou que investigará a morte do estilista britânico Alexander McQueen.

Apesar de estar tratando a morte como “não suspeita”, a polícia realizará uma autópsia do corpo, encontrado nesta quinta-feira (11) na casa do estilista de 40 anos, na zona oeste de Londres.

A hipótese de que McQueen, quatro vezes eleito o estilista britânico do ano, teria se matado não foi confirmada.

Lee Alexander McQueen morreu às vésperas do enterro de sua mãe e dias antes do início da Semana de Moda de Londres, que começa no próximo dia 19.

Em uma mensagem em sua página no Twitter, datada de 3 de fevereiro, McQueen havia comunicado aos seus seguidores que sua mãe havia falecido. Dias depois, enviou novo texto contando que estava passando por uma “semana terrível”, mas que os amigos eram “ótimos” e que ele estava conseguindo se recuperar.

Uma porta-voz de McQueen confirmou apenas que seu corpo foi encontrado em sua casa na manhã de quinta-feira.

“Nesse momento é inapropriado comentar qualquer coisa sobre essa notícia trágica além de dizer que estamos devastados”, disse.

“A família de Lee pediu privacidade para lidar com esta notícia terrível e esperamos que a imprensa respeite este pedido”, acrescentou.

Segundo ela, a família não fará nenhum outro comunicado sobre a morte de McQueen.

Gênio modernos

Filho de um motorista de táxi, McQueen cresceu na zona leste de Londres, a mais pobre da capital britânica. Caçula de seis irmãos, o estilista abandonou a escola aos 16 anos para virar aprendiz em uma grife britânica.

Sua carreira deslanchou em 1992, quando uma coleção sua foi comprada por 5 mil libras pela estilista Isabella Blow, que se tornaria sua mentora e grande incentivadora.

Há três anos, Isabella Blow, que se tornou também uma das amigas mais próximas de McQueen, cometeu suicídio em sua casa de campo no condado de Gloucestershire.

Em 1996, McQueen, que ficou conhecido como “o hooligan da moda inglesa”, foi nomeado o principal estilista da famosa casa de alta costura francesa Givenchy. Nesse mesmo ano, seria eleito pela primeira vez como o estilista britânico do ano.

A editora da revista Vogue britânica classificou McQueen como um “gênio dos tempos modernos“.

“Lee McQueen influenciou uma geração inteira de designers. Sua imaginação brilhante não conhecia limites enquanto ele produzia coleção após coleção de designs extraordinários“, completou.

Fonte G1

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`Por que gênios são solitários?´, reflete estilista via Twitter
Nesta quinta-feira, 11 de fevereiro, uma notícia chocou o mundo da moda: a morte de Alexander McQueen, aos 40 anos, em Londres, estava confirmada.
Segundo importantes veículos de imprensa britânicos, teria se enforcado. Sua mãe morreu há uma semana, conforme ele próprio comunicou em sua página no Twitter (@McQueenWorld), que foi desativada, além de algumas outras postagens confusas. Também há exatos 3 anos, sua grande amiga, Isabella Blow, que ajudou a torná-lo uma estrela, cometeu suicídio.
McQueen nasceu em East End, formou-se em Savile Row e passou a fazer ternos para o príncipe Charles e Mikhail Gorbachev. Entre 1996 e 2003, foi considerado por 4 vezes estilista britânico do ano.
A partir de 1994, produziu uma coleção a cada estação e, em 1996, atraiu a atenção especial, pois sucedeu John Galliano na Givenchy. Em 2000, entrou para a Gucci, que investiu em novas lojas em Londres, Milão e Nova York.
Sue Whiteley, ex-CEO da sua empresa, disse à imprensa britânica: “Esta é uma notícia devastadora. Ele foi uma peça inesquecível da minha vida. Ele era um talento que estava além de outros”.
Também os estilistas Matthew Williamson e Katherine Hamnett deram seus depoimentos. Ele: “Estou chocado e profundamente entristecido pela morte de McQueen. Fará muita falta”. E ela: “Ele era um gênio. Que desperdício terrível e trágico”.
No Brasil, André Lima escreveu em seu Twitter @ANDRELIMABR: “Arrepiante saber que o McQueen desistiu… Por que os gênios são tão solitários?

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As campanhas de cuecas da Calvin Klein são sempre um escândalo quando o quesito são os modelos escolhidos, porque quem vai querer ficar olhando o design das cuecas, né?

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Foi realizada na noite de domingo, dia 31 de janeiro, em Los Angeles, mais uma edição do Grammy. Se na premiação se destacaram nomes como Beyoncé e Taylor Swift, no tapete vermelho outras celebridades chamaram atenção. Acompanhe a seleção que fizemos de alguns looks femininos.
A cantora Carrie Underwood usou vestido branco e longo, com tecido vaporoso. O destaque deste modelo é o decote, feito com recortes de tecido prateado, que criam formas geométricas.
Para acompanhar o marido, o cantor Seal, Heidi Klum optou pelo comprimento curtíssimo e o decote profundo. O vestido é coberto de paetês em tons de rosa, com detalhes em dourado e prateado. Atente para o anel da top: em formato de borboleta, tem tamanho máxi e chama muita atenção.
‘Ke$ha apostou nas franjas douradas para conferir a premiação. Assim como Heidi, a cantora optou pelo anel oversized.
Lea Michele usou um vestido curto que explora diferentes texturas: saia de babados, cintura drapeada na horizontal e busto drapeado na diagonal. Perto do ombro, leve transparência.
Comprimento curto e mangas compridas foram as apostas de Miley Cyrus. A peça feita em tiras deixa evidente pequenas partes do corpo.
Em formato sereia, o modelo usado pela cantora Pink foi feito em camadas que lembram escamas (e reforçam o conceito da figura mitológica aquática). Em degradê de cinza, tem detalhes de pedrarias na cintura e no busto.

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Na primeira edição, foi a cantora Beth Ditto, da banda The Gossip, quem apareceu nua. Agora em seu terceiro número, a revista inglesa “Love” coloca oito ícones da moda como vieram ao mundo em oito capas direntes.

Kate Moss, Naomi Campbell e Lara Stone são algumas das que aceitaram tirar a roupa para a publicação, que diz estar lançando um debate sobre a ideia de perfeição. “Escolhemos oito mulheres que são conhecidas como as mais bonitas do mundo e as convencemos a mostrar seus corpos – tidos como os mais bonitos do mundo”, contou Katie Grand, editora da “Love” ao Vogue.com.

As oito modelos foram clicadas em poses exatamente iguais. “A ‘perfeição’ não é algo fixo, à prova do tempo. Ela varia, como mostram nossas garotas da capa”, emendou Grand. Veja na galeria abaixo as capas que chegarão às bancas no Reino Unido na próxima segunda-feira, 8.

Visto GNT

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A top desenhou uma coleção para a grife Longchamp.

Foi divulgado o making of do ensaio de Kate Moss para a grife Longchamp.

A top, que fez o design de uma coleção de bolsas para a marca, foi clicada ao lado de suas criações.

Todas as bolsas foram criadas de acordo com o gosto de Kate.

Visto no EGO

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Nica Kessler, Patachou, Andréa Marques, New Order e Alessa
Com muitos babados e vestidões, Nica Kessler serviu coleção com excesso de clichês da roupa feminina e passou do ponto na sua noite de estreia. Sob um enorme cabelão desfiado as garotas raramente pareciam o que eram (meninas bem magras) dentro da modelagem em tecidos claros e estampados, camadas de babados, pompons e laçarotes, que se espalhavam até mesmo pelo sapato.
Tem vontade a estilista, envereda pela alfaiataria, se arrisca, mas não domina ainda o repertório desafiante que adotou. Nem se trata de exigir uma roupa usável, mas de lidar bem em termos de técnica, corte e proporções, com o imaginário de excessos que ela mesma selecionou.
Patachou, que retorna aos desfiles depois de um tempo off, vislumbra uma mulher guerreira, e se inspira na santa e heroína Joana d´Arc para desenhar vestidos armadura, um tanto sóbrios, mas de acordo com as tendências do momento. Os ombros em destaque e o corpo ajustado desaguam em uma silhueta colante, sinuosa, que divide espaço com o oversized dos casacos. Se quase todo mundo adotou a Balmain como referência e abusou do comprimento curto, a Patachou exagerou. Ainda assim, tinha boas propostas nos vestidos com transparências localizadas. O saldo é positivo e a expectativa é que a marca, que tem histórico consistente, não fique mais de fora das semanas de desfiles.
Andréa Marques, que já fez Maria Bonita Extra, partiu da obra da artista plástica Malu Saddi para fazer coleção de proporções equilibradas. Abri, e manipula com habilidade tecidos bem diferentes entre si. Muito bom, particularmente, o trato com as transparências.
Pioneira, a New Order, do grupo Osklen, é a 1ª marca de acessórios a desfilar no Fashion Rio. Nesta estreia, é a figura do cachorro que conduz a coleção. “Oh, my dog” pareciam dizer todos, frente a deliciosa sequência de looks construídos especialmente para acompanhar cada modelo. Alguns com direito a orelhas nos capuzes, rabinho e outros com coleira de correntinha ligando o pulso da modelo ao pump estampadinho com motivo em p&b, sugerindo dálmata. A lamentável notícia é que a roupa não será vendida.
Quanto aos acessórios, a lista é enorme. No que diz respeito aos calçados, a coleção ficou concentrada em tênis baixinhos, de solados claros e canos mais altos, com muita variação de décor. Entram vazado, pelo, enormes spikes estilizados, modelagem com lapela e cano alto com amarrações. Há também sapatilhas bem decotadas, decoradas por spikes monumentais, e os já citados pumps, um de salto fino e outro mais grosso e retrô. As bolsas ora são mínimas ora grandes, com muitos penduricalhos. Mas esta lista é só um teaser. Tem muito mais na desejável coleção da New Order. Marca que precisa mesmo de diversidade para funcionar em lojas próprias em shoppings de todo o país.
“Play me” é uma das expressões que aparecem na roupa da Alessa. Todas as referências para estamparia saíram de instrumentos musicais ou do universo próximo. Seguindo as medidas da temporada, os comprimentos são curtos e o trabalho de modelagem na região dos ombros ganhou desenhos especiais, arredondados e proeminentes, ou mesmo dispensando a cava. Como já é de praxe, Alessa em pessoa fez sua aparição de grand finale, encerrando seu desfile e, de tabela, a última noite do Fashion Rio.
Sob vários aspectos, esta foi uma boa edição. Entre vestidos justos e curtos, saia lápis, casacos casulo e muito, mas muito brilho mesmo, a semana carioca carimbou de vez a vocação para os modismos de estação.

fonte: www.usefashion.com.br

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