Visto C&A
Visto no GNT

Num momento em que nunca se criticou tanto a pressão da indústria da beleza pela magreza das mulheres, o designer Mark Fast vai na contramão de muitos dos colegas e leva para a passarela do London Fashion Week modelos plus-size. Para mostrar sua coleção outono-inverno 2010/2011, o canadense optou por modelos evidentemente fora do padrão esquelético reinante – algumas até gordinhas.
A opção de Fast neste desfile reafirma o compromisso do estilista com as mulheres ‘normais’. Em sua estreia na semana de moda de Londres, ele já tinha usado mão do expediente – e virado notícia no mundo inteiro.
A repetição reflete que vestir todo tipo de mulher não é tendência passageira, mas uma preocupação verdadeira do estilista. Prova disso foi o lançamento de uma segunda linha, Faster, com vestidos ajustáveis em tricô, em tamanho único, que vestem mais de um tipo de mulher. Você aprova a iniciativa?
Visto GNT
Escola levou polêmica de Geisy Arruda e vestido curto para a avenida.
Carro alegórico foi batizado de ‘Sapucaí Fashion Day‘.
Com um sacada mais ‘pop’, a Porto da Pedra fez um desfile de moda dentro de seu próprio desfile na Marquês de Sapucaí nesta segunda-feira (15).
A escola resgatou a história das tendências e enfeitou a avenida com laços, fitas e babados. Antenado, o enredo “Com que roupa eu vou?” fez reverência à moda contemporânea e a estilistas queridinhos do mundo da moda. A escola consumiu 1 hora e 19 minutos na apresentação.
Se a ideia era reproduzir o mundo fashion, não poderiam faltar “bafos”. E foi isso que a escola fez ao abordar a polêmica envolvendo a estudante Geisy Arruda.
A moça que ficou conhecida por ter sido hostilizada na universidade ao usar um vestido curto e rosa foi destaque de um carro alegórico usando uma “réplica” da peça. Numa versão brilhante e vermelha, o vestido foi estilizado com uma gola bufante ao estilo da Rainha Elizabeth.
E, talvez também em nome de uma moda democrática, musas de seios cônicos, popozudas e “mulheres fruta” desfilaram na avenida.

Abre-alas
Com uma dose de deboche, um tigre gigante de boca aberta mostrava a língua com um piercing no abre-alas “Antes da moda era assim”. A alegoria levou personagens do desenho animado “Os Flinstones” para a avenida e relembrou a pré-história.
Seguindo uma ordem cronológica, as alas seguintes fizeram uma “passagem obrigatória” pelo Egito, Grécia e Roma. Desta vez, para falar de como era o jeito de se vestir séculos atrás.
‘Sapucaí Fashion Day’
Na ala chamada “Com que roupa eu vou?”, os integrantes puderam escolher que fantasia queriam vestir. Em outra, o tema era “Eu quero ser Naomi”, lembrando uma roupa que a modelo Naomi Campbell usou no último desfile de Yves Saint Laurent. Referências da moda atual, Alexandre Hercovitch, Jum Nakao, Lino Villaventura e Ronaldo Fraga ganharam alas temáticas.
A influência da fé na arte, como ocorreu com o gótico, foi o tema do segundo carro. Nas outras alegorias, o Renascimento , o Barroco e o Rococó. O penúltimo carro falou do Art Nouveau e homenageou Coco Chanel, representada pela atriz Marília Pera.
A escola fechou o desfile com o “Sapucaí Fashion Day”, tema do último carro alegórico. Fez um desfile dentro do desfile para reverenciar o glamour da moda. E, como todo desfile de moda, a Porto da Pedra encerrou sua passagem com a ala das noivas, uma homenagem a Simon Azulay, estilista brasileiro morto em 1988.
Visto no G1
Corpo foi encontrado em sua casa – ainda não há detalhes sobre a causa da morte.
A polícia de de Londres anunciou que investigará a morte do estilista britânico Alexander McQueen.
Apesar de estar tratando a morte como “não suspeita”, a polícia realizará uma autópsia do corpo, encontrado nesta quinta-feira (11) na casa do estilista de 40 anos, na zona oeste de Londres.
A hipótese de que McQueen, quatro vezes eleito o estilista britânico do ano, teria se matado não foi confirmada.
Lee Alexander McQueen morreu às vésperas do enterro de sua mãe e dias antes do início da Semana de Moda de Londres, que começa no próximo dia 19.
Em uma mensagem em sua página no Twitter, datada de 3 de fevereiro, McQueen havia comunicado aos seus seguidores que sua mãe havia falecido. Dias depois, enviou novo texto contando que estava passando por uma “semana terrível”, mas que os amigos eram “ótimos” e que ele estava conseguindo se recuperar.
Uma porta-voz de McQueen confirmou apenas que seu corpo foi encontrado em sua casa na manhã de quinta-feira.
“Nesse momento é inapropriado comentar qualquer coisa sobre essa notícia trágica além de dizer que estamos devastados”, disse.
“A família de Lee pediu privacidade para lidar com esta notícia terrível e esperamos que a imprensa respeite este pedido”, acrescentou.
Segundo ela, a família não fará nenhum outro comunicado sobre a morte de McQueen.
Gênio modernos
Filho de um motorista de táxi, McQueen cresceu na zona leste de Londres, a mais pobre da capital britânica. Caçula de seis irmãos, o estilista abandonou a escola aos 16 anos para virar aprendiz em uma grife britânica.
Sua carreira deslanchou em 1992, quando uma coleção sua foi comprada por 5 mil libras pela estilista Isabella Blow, que se tornaria sua mentora e grande incentivadora.
Há três anos, Isabella Blow, que se tornou também uma das amigas mais próximas de McQueen, cometeu suicídio em sua casa de campo no condado de Gloucestershire.
Em 1996, McQueen, que ficou conhecido como “o hooligan da moda inglesa”, foi nomeado o principal estilista da famosa casa de alta costura francesa Givenchy. Nesse mesmo ano, seria eleito pela primeira vez como o estilista britânico do ano.
A editora da revista Vogue britânica classificou McQueen como um “gênio dos tempos modernos“.
“Lee McQueen influenciou uma geração inteira de designers. Sua imaginação brilhante não conhecia limites enquanto ele produzia coleção após coleção de designs extraordinários“, completou.
Fonte G1






Ela veio da China, entrou para o mundo da moda e conseguiu se transformar na primeira asiática a fazer parte do seleto grupo das “angels”, da Victória’s Secret, em 2009. Atualmente, Liu Wen é a estrela da nova campanha da Calvin Klein, nas fotos do verão 2010, ao lado de Mirte Mass. E ela é o retrato na nova China e do novo oriente. Os modelos asiáticos estão, cada vez mais, conquistando passarelas e campanhas de moda.
Liu Wen esteve última campanha de Alexander Wang, já desfilou nas grandes semanas de moda e foi parar no universo fashion por um acaso. “Estava estudando para ser professora e uma amiga ia entrar num concurso de beleza. O prêmio era um computador, eu precisava disso na época, então resolvi concorrer também”. E assim, está no 24° posto no ranking mundial de modelos no models.com. A tendência oriental começou timidamente há alguns anos, com a modelo Devon Aoki. Mas parece crescer no mesmo ritmo que a economia chinesa.
Visto GNT
fonte: www.usefashion.com.br
fonte: www.usefashion.com.br






















