Num momento em que nunca se criticou tanto a pressão da indústria da beleza pela magreza das mulheres, o designer Mark Fast vai na contramão de muitos dos colegas e leva para a passarela do London Fashion Week modelos plus-size. Para mostrar sua coleção outono-inverno 2010/2011, o canadense optou por modelos evidentemente fora do padrão esquelético reinante – algumas até gordinhas.

A opção de Fast neste desfile reafirma o compromisso do estilista com as mulheres ‘normais’. Em sua estreia na semana de moda de Londres, ele já tinha usado mão do expediente – e virado notícia no mundo inteiro.

A repetição reflete que vestir todo tipo de mulher não é tendência passageira, mas uma preocupação verdadeira do estilista. Prova disso foi o lançamento de uma segunda linha, Faster, com vestidos ajustáveis em tricô, em tamanho único, que vestem mais de um tipo de mulher. Você aprova a iniciativa?

Visto GNT

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Bia processa empresa de ônibus em que viajava em 2006.
Desempregada, ela diz que já gastou cerca de R$ 350 mil.

A notícia da prisão de um dos mandantes dos ataques que mataram 18 pessoas em 2006 deixou a modelo Bia Furtado surpresa. Mais de três anos depois do ataque em que o ônibus em que estava ter sido incendiado, deixando cerca de 40% de seu corpo queimado, ela acreditava que todos os responsáveis já estivessem na cadeia.

Na Justiça, agora, Bia luta por uma indenização da empresa em que viajava, para tentar cobrir os gastos com 16 cirurgias, remédios, roupas especiais para queimaduras e terapia, que chegam, segundo ela, a R$ 350 mil. A ex-modelo pede ressarcimento por danos morais.

“Claro que é importante que sejam pegos, mas me surpreendeu. Achei que já tinham sido todos presos; outros já li que morreram”, disse ela, durante sua estada em Muqui, no interior do Espírito Santo, onde mora a família.

Desempregada, Bia mora sozinha em São Paulo e batalha para retornar ao mercado da moda. “Gosto muito de produção, de criar, é o que quero fazer. Preciso voltar a trabalhar. O meu trabalho foi arrancado de mim. Foi uma tragédia que aconteceu e estou lutando”, conta ela.

Bia conta que ela e a família precisaram se desfazer de parte do patrimônio para custear os cerca de R$ 350 mil que já gastaram desde o início do tratamento, o que, segundo ela, complicou sua situação financeira.

“Estou bem, normal, mas ótima não estou, nem nunca vou estar. Foi tudo muito traumático. Já superei algumas coisas, sim, mas ainda tenho muito o que superar. Eu fui toda queimada”, resume ela, que cogita, no futuro, ajudar projetos sociais que envolvam pessoas com queimaduras. “Mas meu psiquiatra acha que ainda não estou pronta”, lembra.

Tratamento interrompido

Depois das 16 cirurgias, Bia, segundo os médicos, ainda precisa de pelo menos outras duas intervenções. “Mas estou sem condições financeiras de continuar o tratamento”, conta ela, que chegou a casar com o namorado da época do ataque, mas se separou há um ano, depois de 9 anos de relacionamento. “Depois que me separei, tive alguns relacionamentos, mas preciso ficar sozinha, me distrair um pouco”, diz ela.

Entre as distrações na TV, por exemplo, Bia deixou para trás a novela “Viver a Vida“. As semelhanças da recuperação da modelo Luciana, interpretada por Alinne Moraes na trama de Manoel Carlos, incomodam-na por lembrar os dias mais difíceis da sua história. “Tem sempre alguma coisa que ela fala que me lembra muito o que eu passei, principalmente no hospital. Ela aprendendo a comer, a pegar nas coisas… A minha enfermeira, meus médicos ligavam quando viam, lembrando de mim, mas evito ver”, admite.
Como foi

Em dezembro de 2006, uma série de ataques violentos nas Zonas Sul, Norte e Oeste do Rio deixaram 18 pessoas mortas e outras 22 feridas. Na época, sete ônibus foram incendiados.

Época de apagão aéreo, Bia voltava do Espírito Santo, onde tinha passado o Natal, para São Paulo de ônibus, onde passaria o Ano Novo. Mas o veículo foi interceptado por bandidos no Rio. Ela sofreu queimaduras de 2º e 3º graus.

Fonte G1

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As campanhas de cuecas da Calvin Klein são sempre um escândalo quando o quesito são os modelos escolhidos, porque quem vai querer ficar olhando o design das cuecas, né?

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Ela veio da China, entrou para o mundo da moda e conseguiu se transformar na primeira asiática a fazer parte do seleto grupo das “angels”, da Victória’s Secret, em 2009. Atualmente, Liu Wen é a estrela da nova campanha da Calvin Klein, nas fotos do verão 2010, ao lado de Mirte Mass. E ela é o retrato na nova China e do novo oriente. Os modelos asiáticos estão, cada vez mais, conquistando passarelas e campanhas de moda.

Liu Wen esteve última campanha de Alexander Wang, já desfilou nas grandes semanas de moda e foi parar no universo fashion por um acaso. “Estava estudando para ser professora e uma amiga ia entrar num concurso de beleza. O prêmio era um computador, eu precisava disso na época, então resolvi concorrer também”. E assim, está no 24° posto no ranking mundial de modelos no models.com. A tendência oriental começou timidamente há alguns anos, com a modelo Devon Aoki. Mas parece crescer no mesmo ritmo que a economia chinesa.

Visto GNT

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Na primeira edição, foi a cantora Beth Ditto, da banda The Gossip, quem apareceu nua. Agora em seu terceiro número, a revista inglesa “Love” coloca oito ícones da moda como vieram ao mundo em oito capas direntes.

Kate Moss, Naomi Campbell e Lara Stone são algumas das que aceitaram tirar a roupa para a publicação, que diz estar lançando um debate sobre a ideia de perfeição. “Escolhemos oito mulheres que são conhecidas como as mais bonitas do mundo e as convencemos a mostrar seus corpos – tidos como os mais bonitos do mundo”, contou Katie Grand, editora da “Love” ao Vogue.com.

As oito modelos foram clicadas em poses exatamente iguais. “A ‘perfeição’ não é algo fixo, à prova do tempo. Ela varia, como mostram nossas garotas da capa”, emendou Grand. Veja na galeria abaixo as capas que chegarão às bancas no Reino Unido na próxima segunda-feira, 8.

Visto GNT

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A top desenhou uma coleção para a grife Longchamp.

Foi divulgado o making of do ensaio de Kate Moss para a grife Longchamp.

A top, que fez o design de uma coleção de bolsas para a marca, foi clicada ao lado de suas criações.

Todas as bolsas foram criadas de acordo com o gosto de Kate.

Visto no EGO

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Nica Kessler, Patachou, Andréa Marques, New Order e Alessa
Com muitos babados e vestidões, Nica Kessler serviu coleção com excesso de clichês da roupa feminina e passou do ponto na sua noite de estreia. Sob um enorme cabelão desfiado as garotas raramente pareciam o que eram (meninas bem magras) dentro da modelagem em tecidos claros e estampados, camadas de babados, pompons e laçarotes, que se espalhavam até mesmo pelo sapato.
Tem vontade a estilista, envereda pela alfaiataria, se arrisca, mas não domina ainda o repertório desafiante que adotou. Nem se trata de exigir uma roupa usável, mas de lidar bem em termos de técnica, corte e proporções, com o imaginário de excessos que ela mesma selecionou.
Patachou, que retorna aos desfiles depois de um tempo off, vislumbra uma mulher guerreira, e se inspira na santa e heroína Joana d´Arc para desenhar vestidos armadura, um tanto sóbrios, mas de acordo com as tendências do momento. Os ombros em destaque e o corpo ajustado desaguam em uma silhueta colante, sinuosa, que divide espaço com o oversized dos casacos. Se quase todo mundo adotou a Balmain como referência e abusou do comprimento curto, a Patachou exagerou. Ainda assim, tinha boas propostas nos vestidos com transparências localizadas. O saldo é positivo e a expectativa é que a marca, que tem histórico consistente, não fique mais de fora das semanas de desfiles.
Andréa Marques, que já fez Maria Bonita Extra, partiu da obra da artista plástica Malu Saddi para fazer coleção de proporções equilibradas. Abri, e manipula com habilidade tecidos bem diferentes entre si. Muito bom, particularmente, o trato com as transparências.
Pioneira, a New Order, do grupo Osklen, é a 1ª marca de acessórios a desfilar no Fashion Rio. Nesta estreia, é a figura do cachorro que conduz a coleção. “Oh, my dog” pareciam dizer todos, frente a deliciosa sequência de looks construídos especialmente para acompanhar cada modelo. Alguns com direito a orelhas nos capuzes, rabinho e outros com coleira de correntinha ligando o pulso da modelo ao pump estampadinho com motivo em p&b, sugerindo dálmata. A lamentável notícia é que a roupa não será vendida.
Quanto aos acessórios, a lista é enorme. No que diz respeito aos calçados, a coleção ficou concentrada em tênis baixinhos, de solados claros e canos mais altos, com muita variação de décor. Entram vazado, pelo, enormes spikes estilizados, modelagem com lapela e cano alto com amarrações. Há também sapatilhas bem decotadas, decoradas por spikes monumentais, e os já citados pumps, um de salto fino e outro mais grosso e retrô. As bolsas ora são mínimas ora grandes, com muitos penduricalhos. Mas esta lista é só um teaser. Tem muito mais na desejável coleção da New Order. Marca que precisa mesmo de diversidade para funcionar em lojas próprias em shoppings de todo o país.
“Play me” é uma das expressões que aparecem na roupa da Alessa. Todas as referências para estamparia saíram de instrumentos musicais ou do universo próximo. Seguindo as medidas da temporada, os comprimentos são curtos e o trabalho de modelagem na região dos ombros ganhou desenhos especiais, arredondados e proeminentes, ou mesmo dispensando a cava. Como já é de praxe, Alessa em pessoa fez sua aparição de grand finale, encerrando seu desfile e, de tabela, a última noite do Fashion Rio.
Sob vários aspectos, esta foi uma boa edição. Entre vestidos justos e curtos, saia lápis, casacos casulo e muito, mas muito brilho mesmo, a semana carioca carimbou de vez a vocação para os modismos de estação.

fonte: www.usefashion.com.br

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Redley, R Groove, Têca e Espaço Fashion

Trafegando entre surfistas, ciclistas e mochileiros, a Redley é responsável por uma roupa que procura conjugar ambiente urbano e praiano, com tendência a privilegiar o masculino. Talvez por isso, Jurgen Oeltjenbruns tenha saído de cena há apenas 3 meses, substituído pela dupla feminina formada por Emilene Galende e Julia Valle.
Provavelmente também por isso, a divisão destinada às garotas tenha crescido. O que une toda a coleção é o senso utilitário: os recursos vão dos bolsos grandes às amarrações, passando por megamochilas, listras muito largas, boots poderosos, cintos militarizados e por aí vai.
Para elas, os vestidos ajustados e curtos e as combinações de saia e jaquetinha desenham a silhueta enxuta que tomou conta do Fashion Rio. Para eles, a modelagem promove uma fusão entre design esportivo e alfaiataria, com muitos recortes distribuídos de forma a conferir dinamicidade e movimento a calças esportivas, coletes com camisas de manga longa, bermudas amplas e jaquetas oversized estampadas.
O álbum “Mar Revolto” de Carlinhos Brown entra como mote para a fusão de surf e rock and roll promovida com alguma ousadia e menor sutileza por Rique Gonçalves na R Groove. A ousadia fica por conta das transparências, das fusões entre tecidos diferentes, das apropriações experimentais na alfaiataria. A sutileza falta na literalidade do trato com as referências, justapostas de forma um tanto dura. No cardápio da marca, entram recortes, excesso de tecido na região da gola, bolsos utilitários, deslocamentos na modelagem da alfaiataria, cordões de amarração na lateral das bermudas, na cintura de casacos e no cós, e casacos sem gola.
A Têca deixa de lado o romantismo habitual e entra nos anos 1980 sob o signo sombrio do filme de Tony Scott, “The Hunger” (Fome de Viver), de 1983. Quem não se lembra de David Bowie e Catherine Deneuve encarnando vampiros elegantes, de olho na jugular de Suzan Sarandon? A partir daí a marca trouxe vestidos justos e décor encrespado e volumoso nos detalhes.
Os vestidos lideram o mix, seguidos pelas saias curtas e infladas. Vale prestar atenção nas combinações de minissaia + blusa + casaco curto (tipo Chanel) muito frequentes nas propostas para o inverno 2010. Um voo mais adulto da Têca. Eficiente, mas ainda em busca da consistência que a marca pretende e pode alcançar.
Em desfile concorrido, tudo parecia minucioso e bélico, no futuro construído pela Espaço Fashion. O apetite por imagens fortes, novos planetas e outras galáxias orientaram a coleção, e, assim como fez com outros temas, a marca carregou nas tintas e causou impacto. O casting mais que poderoso, liderado por Carol Trentini, contribuiu enormemente.
Unanimidade no mix, as bermudas ciclista foram apresentadas sob microssaias e vestidos justos, associados a casacos elaborados. A estranheza da combinação funcionou. Os primeiros e últimos vestidos compõem a ala leve de uma coleção densa.
A bela blusa de seda apresentada por Ana Claudia Michels entra nessa categoria, que trouxe alguma cor aberta à passarela e amenizou a agressividade da forma. Nas calças, muito recortes e aplicações.

fonte: www.usefashion.com.br

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Acquastudio, Cláudia Simões, Maria Bonita Extra, Juliana Jabour e TNG
Para fazer sua coleção de festa de peças justas no busto e quadris avantajados, Acquastudio mimetizou as formas dos vasos de René Lalique em jogos experimentais com o desenho do corpo. A ideia, que parece muito boa, ficou comprometida na relação difícil com os movimentos. A referência ao mestre vidreiro e joalheiro da Art Nouveau aparece pela 2ª vez no Fashion Rio, visto que ele foi mencionado também em uma estampa de Graça Ottoni.
Na Cláudia Simões, muitas formas simétricas, como no padrão grego de beleza, e ao gosto do espírito olímpico esportivo, popularizado pela polêmica e talentosa cineasta alemã Leni Riefenstahl por volta de 1930. A pintura expressionista americana, citada como referência, tomou conta das estampas. Pollock e Rothko, pintores icônicos do período, aparecem em abstrações informais e em recortes coloridos, respectivamente. No entanto, a junção do esportivo com alfaiataria poderia ser mais proveitosa.
Experimentando sobre a aura de marca certinha, Maria Bonita Extra abraça a rebeldia beatnik e põe o pé na estrada errante, trilhada pelo escritor americano Jack Kerouac, autor do clássico On the Road. Modelagem entra em sintonia com experimentação, adotando formas transgressoras: misturas de amplo com justo, sensualidade e inocência, fluidez e estrutura. O resultado é visualmente bonito e a roupa da Extra permanece desejável, mas não foi desta vez que a marca ultrapassou a barreira do bom comportamento. Se é que ela precisa mesmo fazer isso.
Berlim militar, urbana e contemporânea, mas cheia de lembranças do passado que a dividiu, serve para calçar as pretensões da estilista Juliana Jabour de trafegar por áreas mais densas que a dos doces vestidos de malha que lhe deram fama. De uma viagem à cidade alemã, ela trouxe a cartela sóbria e a misturou com o conhecido oversized oitentista da marca. O resultado é uma coleção consistente, de tema bem trabalhado e ainda assim adaptada ao gosto da clientela. Finalmente Juliana deixa de lado os abotinados rasteiros e olha para a moda de cima de um salto alto. Literalmente.
Na TNG, entra Maurício Ianês esbanjando competência e sai Regina Guerreiro. Mudou o diretor criativo, só não muda a tradição da escolha de um casal de celebridades para alavancar a marca na mídia. Neste ponto, nenhuma surpresa: os escolhidos foram Thiago Lacerda e Taís Araújo. Entretanto, em todos os outros, existem muitas delas. A marca pegou leve na densidade friorenta que o tema sugere com a cultura esquimó e acertou a mão na estamparia. Trabalhou proporções ampliadas e, caso leve esta coleção às lojas, vamos ver uma guinada significativa na consistência das roupas. Para garotas, shorts amplos, cintura alta, comprimentos curtos, vestidos utilitários ajustados na barra e bolsos funcionais. Para eles, além de calças folgadas, camisaria e coletes bem compridos.

fonte: www.usefashion.com.br

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Depois de criar e colocar no mercado jeans que se ajustam ao corpo molhado, o primeiro com algodão orgânico e o modelo que já vem com porta iPod®, a Levi’s® lança o primeiro jeans do mundo a proporcionar a liberdade de criar uma aparência exclusiva, com a cara e a personalidade de quem usa.

Levi’s® Imprint Jeans usa uma inovadora tecnologia de desbotamento, que controla o processo de como o tecido se desbota. Isso permite que o consumidor crie uma aparência de jeans usado de um modo completamente pessoal e mais rápido do que com os jeans comuns, através de dois processos: impressões com o movimento corporal e o calor dos processos de lavagem.

Como funciona? Ande, corra, trabalhe, brinque, dance e descanse com ele. Quanto mais você o usa, mais deixará nele a marca de seu estilo. Para deixar as impressões pessoais em sua Levi’s® Imprint , o ideal é que a calça seja usada com freqüência nos primeiros 45-60 dias e que não seja muito lavada. Coloque objetos pessoais nos bolsos – celular, carteira, chaves, moedas – para que eles deixem marcas personalizadas em seu jeans. À medida que o dia passa, os objetos promovem atrito contra a calça e, com o tempo, deixam sua marca nos jeans. Se quiser ser um pouco mais criativo, o consumidor poderá usar utensílios domésticos como lixa, pedra-pomes, bucha de panela ou até uma escova de dente para criar seu próprio design em seu Levi’s® Imprint jeans.

A qualquer momento o processo de customização pode ser ‘acelerado’ ou ‘retardado’, usando dois tipos de lavagem. Para acelerar o processo, o jeans deve ser lavado em água quente (40°) e, para retardar, o processo deve ser feito em água fria. Nos casos, o ideal é que o jeans seja lavado do avesso. A Levi’s® ImprintTM jeans não deve ser lavada a seco.
O jeans Levi’s® ImprintTM já está à venda nos modelos masculino (R$ 299,00) e feminino (R$ 289,00).

Visto Radarx

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