Modelo com cotovelo alterado. Foto: Divulgação / Bloomingdale’s

Gafes do Photoshop: marca exibe modelo com cotovelo deformado em foto

A loja de departamentos americana Bloomingdale’s é mais uma grande marca que entrou para o time das “gafes do Photoshop”. Em foto de seu catálogo na internet, a grife traz uma modelo com o cotovelo completamente desproporcional ao resto do corpo. A imagem retocada anuncia um vestido de seda da estilista belga Diane von Furstenberg no valor de 345 dólares (R$ 603,00).

Visto no GNT

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Jeans feminino –  Levi’s lança tecnologia inteligente para jeanswear

A Levi’s lança uma nova tecnologia em jeans feminino, o Levi’s Curve ID. O novo jeans adiciona novas dimensões na metragem tradicional, baseando-se em curvas e formatos do corpo feminino.

A marca acredita que a novidade irá revolucionar o modo de pensar jeans para as mulheres. Tradicionalmente, a peça é pensada levando-se em consideração apenas a forma do corpo e não o seu tamanho.

Para o lançamento foram feitos quatro modelos: slight curve, demi curve e bold curve. As peças são pensadas para um caimento perfeito no quadril e bumbum e são equivalentes a curvas suaves, médias e acentuadas. A marca acredita que 80% das mulheres estarão satisfeitas com a respectiva calça. E a novidade chega ao Brasil ainda neste semestre.

Assista ao vídeo explicativo:

Visto site finissimo.com.br

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Os looks com cara de vintage estão cada vez mais em alta. Seja naquele modelo de saia lápis com a cintura mais alta, no vestido de bolinha, no make estilo gatinho ou no sapato peep toe. Tanto que ele vem sendo tema de diversos editoriais de moda, o mais recente foi este da Elle:

Fonte: C&A

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Giulia Borges, Patachou, British Colony, Juliana Jabour, Carlos Tufvesson e Espaço Fashion

Tudo que contraria as frequentes amenidades comerciais, que dominam esta edição do Fashion Rio, é suficiente para acender o interesse. No caso, era a hora e a vez de Giulia Borges mostrar a que veio, e logo ficou claro que ela estava em outra onda. Encolhendo drasticamente as proporções e lançando mão de muito cetim colorido e recortes, a estilista entrou na seara do surf para fazer interpretação curiosa do repertório que circunda o tema.

Cada peça é esvaziada em pontos estratégicos, criando formas em negativo, com desenhos de sugestão esportiva. Dessa maneira, são áreas cheias e vazias que definem a textura visual, alternando pele à vista e as cores do cetim nos recortes. Cintura marcada, evasês em saiotes curtos e nos vestidos mínimos, peças construídas por muitas tiras e sobreposições de tecido em duas cores, ressaltadas por vazados, são as armas da estilista contra a mesmice. Nem sempre o resultado é propriamente bonito. Em alguns momentos, a silhueta de cintura marcada sai achatada, entre outros acidentes de percurso. Mas boba e acomodada essa roupa não é.

Responsável por imagens icônicas de punks dos 1980 e pelas flores negras da capa do Massive Atack, o fotógrafo londrino Nick Knight é citado no release da Patachou. A marca agora está sob comando de Érika Frade, que aprofundou a distância entre a origem da grife, aquela dos tricôs imbatíveis, e esta de hoje. Em busca da nova identidade, trouxe vestidos, shorts curtos e estruturados, hotpants radicais, tomara-que-caia, decote de um ombro só e estampas florais, o que faz a ligação com Knight.

Tecnicamente, a roupa da Patachou é muito bem resolvida. Tem algo da maturidade que está eternamente em falta no mercado. Esta coleção exibe uma dinâmica nas formas que é vigorosa e sensual. Também realiza incríveis tratamentos de superfície, com telas delimitando compartimentos onde aparecem contas e estampas aprisionadas, como no vestido de Ana Cláudia Michels. Mas ainda não foi desta vez que emplacou uma ideia nova, daquilo que a marca é ou pretende ser. Em todo caso, é bom relativizar esse último comentário, que pode ser apenas o resultado de uma expectativa inadequada, considerando que todo o contexto da marca hoje é outro.

De volta às semanas de moda, a British Colony passou bonita e inspirada no 5º dia. Sem grandes gestos, mas eficiente e relaxada no melhor dos sentidos. A coleção é antenada nos desejos correntes de estilo e conforto, exibe formas amplas que rimam com bom desenho e simplicidade, o que não quer dizer falta de graça. São bem bonitos os vestidos assimétricos e de profundo decote V.

Contemplados por proporções interessantes de roupas leves, os rapazes também saem no lucro. Nesse caso, toda a calma e elegância contida não é apenas medo de correr riscos. Na verdade, eles são assumidos todo o tempo, mas sem grandes alardes. É assim que o macacão sai ampliado e leve, desfazendo de vez aquele ranço de uniforme utilitário que persegue a peça no masculino. Funcionou bem a alfaiataria com a leveza que pede o verão, para eles e para elas. Houve sensibilidade na forma e nos materiais e, antes de tudo, boa dosagem na invenção.

Outra boa apresentação foi a de Juliana Jabour, que entrou em cena mostrando segurança também no comando de belas peças em algodão, linho, shantung de seda, tafetá e sarja, deixando no passado os tempos exclusivos dos vestidinhos de malha que lhe deram fama. Tudo bem que os babados ainda estão lá, e que o shortinho combinado ao top de verão é básico e, obrigatoriamente, tem de ser bem feito. Pelo menos no patamar em que ela está. Mas a roupa como um todo amadureceu em estilo. Disso não há dúvidas, e faz sentido comemorar.

Carlos Tufvesson corteja o vulgar com garotas abusadas, de vestidos muito curtos, encarnando estereótipos de strippers e escort girls. Sobre sandálias pesadas e altas, elas entram firmes na passarela cheia de barras verticais, aparentemente, prestes a encarar uma pole dance. Como faz isso reiteradamente, e com segurança, Tuvfesson vai se impondo nesta fronteira arriscada.

O desfile funciona bem como espetáculo, enquanto a roupa supersexy, na verdade, nem passa tão longe da que frequenta as noites de grandes centros urbanos. A estética e as proporções é que encontram correspondência no estilo da Balmain e de outras marcas de grande visibilidade. Hoje, o estilista esquentou de vez o Fashion Rio. O jeans entra como linha especial e também passou bem.

Construindo em camadas e assimetrias, a Espaço Fashion reitera o evasê, os corsets, as transparências, os vestidos de um ombro só e alivia o peso de estações passadas com a cartela de pâtisserie. Outros sinais de leveza vêm dos laçarotes enormes na cabeça e das estampas florais. Definitivamente, esses sinais vêm da guinada para os anos 1950, ecoando movimentações na cena internacional capitaneadas por Louis Vuitton e Prada.

Visto em Usefashion.

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Com mais babados, romantismo e volumes fofos que o esperado, o Fashion Rio chega ao 3° dia contaminado por cuidadosa suavidade e desejo de acertar. Os baixos níveis de adrenalina, de uma tranquilidade quase letárgica, só foram quebrados pela zoeira rocker do desfile lotado da Ausländer, ao som da banda canadense Dragonete.

Sai Yamê Reis entra Renata Simon. Com essa movimentação de bastidores definida desde a estação passada, a Cantão imprime direção nova, libertando-se da carga folk em favor de um romantismo equilibrado por sportswear e abordagem nova de elementos açucarados. Os babados, por exemplo, mudam de lugar e os espaçamentos entre eles aumentam.

O recurso esvazia o volume, conferindo novo caimento. As bermudas tipo ciclista mantêm sob controle as vestes alongadas e vaporosas, estampadas com nuvens e sinalizando que o céu é o tema da coleção. A cava e o decote tipo nadador, e alguns zíperes e telas dinamizam o conjunto. Nesse jogo de afofa e seca, a coleção resulta otimista e vendável. Essas sim, características preservadas pela marca carioca em meio a uma grande variedade de materiais: linho, tule, seda, nylon transparente, musseline, tricô, sarja resinada, sarja com aplicação de foil, couro e lona com foil.

Com leve sotaque britânico nos trench coats desconstruídos e nos florais austeros, corroborando a anunciada referência aos jardins ingleses, a Printing passou calma e bonita pela passarela. Os tons são suaves e neutros, com sequências inteiras de off-white, e cores controladas, batizadas de narciso, musgo, miosótis e hibisco. Sobre chiffon, cetim, organza, jacquards, e seda, a Printing entra com os bordados preciosos que sabe fazer tão bem. Nas primeiras entradas, os volumes se acumulam na parte superior, em moulages sem exageros. Saias e calças ficam perto do corpo. Logo depois, toda a silhueta é solta com delicadeza, voltando aqui e ali aos detalhes estruturados. Mais uma coleção que opta pelo seguro, o que parece ser a tônica dominante nesta edição.

Maria Bonita Extra de sempre e ainda assim revigorada. Foi essa a impressão deixada pelo desfile romântico, salpicado de mangas bufantes e laços, também citando jardins e calma como fonte de inspiração. Para corrigir o rumo e não enjoar, a marca emprega recursos semelhantes aos usados por outras até agora: alterna looks enxutos e lânguidos, entra com peças ajustadas em meio às soltinhas, secando partes da silhueta. Também introduz zíper aparente e ensaia casacos leves, semiestruturados e de alma utilitária. A opacidade do linho resinado e a translucidez da organza desempenham esse mesmo papel. Se exercitando de um lado e outro, a coleção emplaca mais uma vez a poesia discreta das garotas bem comportadas.

Sala totalmente cheia, pessoas em pé, atraso e alguma confusão: tudo para ver a Ausländer, mas também para ver a banda canadense Dragonette, que fez a trilha ao vivo e a cores do desfile da marca carioca. Na passarela, elementos de tribos variadas, com edição partindo de looks diurnos e claros até aportar em noites agitadas e mais sombrias. A coleção gira em torno do universo dos festivais de música acima da linha do Equador, e a grife aproveita a deixa para afinar o DNA de marca jovem, cortejando a diversidade de público e gostos musicais.

Para o elas, saias e vestidos justos e curtos, na linha “vestiu e está pronta”. Os shorts são bem resolvidos, agradam ao público da marca, e a combinação de saia godê com cintura alta e camiseta é perfeita para quem deseja fugir do império dos vestidos. Para o eles, bermudas com blazer, nada muito justo e agasalhos leves de nylon para o dia. O clima fica mais denso com jeans puídos, coletes e jaquetas grafitados em preto.

Anos 1970, bruxas e sacerdotisas contemporâneas em cortejo esvoaçante pela passarela da Alessa. Na moda tudo pode, tudo deve poder. Entretanto, a década de 1970 assim, literal, soa tão particular, que não sei… Os plissados são bonitos, e as pedras recortadas – resgatadas do limbo das lojas de souvenir – para a dignidade dos grandes colares é bacana. Enfim, Alessa é Alessa. Consegue estampas de qualidade e faz o que quer de maneira contagiante. Então, vamos aos cabelões frisados, caftans e aos vestidões sem fim.

Visto em Usefashion.

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Walter Rodrigues, Nica Kessler, Mara Mac, Salinas, R.Groove e Acquastudio


Entre tapumes coloridos e referências africanas, Walter Rodrigues apresentou modelagem simplificada e linguagem visual elaborada. Principalmente nas apropriações coloridas de geometria tribal, aplicadas sobre vestidos fáceis e desejáveis. O casting 100% negro reacendeu um dos assuntos quentes da moda nacional. Os comprimentos e silhuetas são discretos, com vestidos secos funcionando como suporte para os motivos geometrizados. Essa contenção é assinatura do estilista. Assim como a pouca e boa alfaiataria que deu sustentação à leveza e despretensão elegante do conjunto. Os belos bordados, tramas e apliques têm a mão e a destreza de mulheres do projeto Pernambuco com Design, da cidade de Quipapá.

Anos 1930 e a bem cuidada arquitetura Art Deco de Miami (no Brasil ela anda literalmente em ruínas) deram forma e substância à coleção da estilista Nica Kessler. Ela foi concebida para garotas jovens e sexies, de longos e provocantes rabos de cavalo. Looks muito curtos e justos, alguns deles quase inviáveis, mas nem por isso desinteressantes como imagem de passarela, definiram a silhueta. A modelagem é exercitada sobre as curvas do corpo, explorando decotes, ombros vazios e cintura alta, com bom domínio técnico. Tome nota das estampas geométricas e das hotpants que prometem fazer a delícia dos corpos em forma neste verão.

Deslocando o impacto das apresentações para a teatralidade, com cubos vermelhos em suspensão e queda sobre toda a passarela, com assinatura da Bia Lessa, Mara Mac desfilou os exercícios formais rigorosos, de corte elegante e tropicalidade idealizada, que a clientela fiel aplaude com gosto. O peso da tradição modernista oferece um repertório consistente, define um traço estilístico e sustenta uma longevidade considerável, qualidade e condição raras no país. A contrapartida é que ela corre o risco de se manter excessivamente atrelada a si mesma. Perigo driblado nesta edição com a ajuda de texturas e transparências em camadas, de refinada investigação têxtil.

Tropicalidades cubanas e baianas, com sotaque da mãe África, entraram na bem-sucedida receita da Salinas. Em desfile sublinhado por musicalidade e ritmo, um tanto de inocência e um bocado de malícia deram o tempero final, e estava pronto o saboroso prato servido pela marca, muito bem colorido pelas estampas de paisagens e abacaxis. Carol Trentini fechou com listras e Ana Cláudia Michels, bela como sempre, mostrou a força dos monocromos em vermelho-fechado. Os formatos, segundo a Salinas, agora podem até ser menores.

R.Groove prometeu e cumpriu, levando uma salada de estilos para a passarela. A marca foi a única a apresentar roupa masculina no 1º dia. Em looks claros, retalhados e coloridos, preferiu contemplar ousadias do que atender a mesmice. Quem se arrisca erra, mas quando gosta de verdade do perigo, valida a experiência. E não são as misturas difíceis e os rosados improváveis que irão esconder os méritos da apresentação. É interessante ver como a alfaiataria, principalmente nos blazeres alongados usados com calças curtas, confere musculatura à ainda um pouco verde, mas cheia de vontade, R.Groove.

Trafegando em direção contrária à vocação comercial das temporadas de moda brasileira, Acquastudio tomou o rumo do experimentalismo há algumas estações. A marca emprega o domínio técnico exercido nos vestidos de noiva para soltar a imaginação na passarela. Causa espanto e divide opiniões. De toda forma, esta liberdade de testar limites merece crédito.  E se é verdade que nem sempre o que se vê soa exatamente como novo, é de longe mais interessante que a monotonia de vestidinhos básicos e blusinhas com shorts, desfilados inadequadamente sob o aparato que cerca um espetáculo de moda. Resumo radical: Bruna Tenório muito linda na abertura, organza e tule em camadas, volumes, off-white, cores elétricas. Tudo sobre salto alto e meia-pata em acrílico.

Visto em USEFASHION

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Gustavo Silvestre, Arnaldo Ventura, Danilo Costa, Karin Feller e Walério Araújo


Na última noite de desfiles da Casa de CriadoresGustavo Silvestre abriu as apresentações com uma coleção inspirada no carnaval de rua de Olinda (PE): silhuetas com movimento e vestidos fluídos com estampas vibrantes. Em contraponto, peças que marcam o corpo, especialmente modelos com bordados em fios brilhantes ou em patchwork de denim reaproveitado.

Depois de 3 edições no Projeto LabArnaldo Ventura ingressa no line-up principal com a coleção intitulada “Canto para o Mar”. Permeadas por um forte perfume africano, as roupas são inspiradas no encontro de pescadores com Iemanjá. As formas masculinas são contemporâneas e passeiam na alfaiataria. Para as mulheres, shapes mais secos e estruturados, acompanhados de itens fluídos, lembrando o balanço das águas do mar.

Estreante, Danilo Costa mostrou uma coleção recheada de referências náuticas, intitulada “Not Just a Summer Love” (Não apenas um amor de verão), que resultou em formas confortáveis e descompromissadas, com estampas de peixes abstratos e desenhos de ancoras.

Karin Feller se inspirou no universo veranil de um piquenique, voltada para uma consumidora jovem, romântica e bem feminina. Silhuetas levemente godês, cintura marcada e estampas delicadas permearam os lançamentos.

No encerramento do evento, Walério Araújo apresentou um desfile para lá de especial, comemorando o aniversário de 40 anos. Entre amigos e clientes, como Sabrina Sato, Rosi Campos, Celso Kamura e André Almada, o estilista apresentou roupas que mesclam sensualidade e ingenuidade, explorada por meio de transparências e decotes. Estampas e bordados coloridos de desenhos infantis, laços, pipas e ursinhos estiveram na coleção.

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Yoon Hee Lee, Cynthia Hayashi, Luiz Leite, Juss, Gabriela Sakate, Rober Dognani e Gêmeas

A 2ª noite da Casa de Criadores foi marcada pela apresentação de jovens designers, todos estreantes, dentro do Projeto Lab.

Tímida, Yoon Hee Lee foi indicada por Thais Losso para integrar o projeto e a única sem passar pelo processo de seleção. A estilista teve como inspiração a “Viagem Astral”, na qual o espírito se desprende do corpo, criando roupas incríveis que combinam leveza, transparência e rigidez, tudo com muitos volumes deslocados.

Já a vencedora da 2ª edição do Projeto Ponto Zero, Cynthia Hayashi, buscou inspiração no livro e no filme “O Escafrando e a Borboleta” para criar uma coleção extremamente feminina, com modelagens sofisticadas e mais próximas ao corpo. Em contraponto com recortes e volumes localizados, trouxe um mix de tecidos normalmente usados na lingerie e delineados por tule drapeado.

Luiz Leitevencedor do Fashion Mob, apresentou looks masculinos sob o tema “Jardim Orgânico”. A jardineira é peça-chave, repleta de formas confortáveis, com influências da alfaiataria e elementos do trench coat, tudo desenvolvido com tecidos 100% orgânico.

Juss, da ex-publicitária Juliana Souza, mostrou uma coleção para um rapaz imaginário, Benjamin, que quer vestir uma roupa descompromissada e minimalista. A estilista levou para a passarela silhuetas mais sequinhas e em tecidos como tricoline, sarja com elastano e moletom.

Gabriela Sakate olhou para o trabalho do designer espanhol Jaime Hayon para criar roupas com modelagens de alfaiataria, mais próximas ao corpo. Apresentou também o contraponto com peças fluídas em tricoline, linho e algodão com seda, num mix de tons suaves como nude, branco e dourado, pontuados por preto e vermelho-tomate.

Dentro do casting oficial da Casa de CriadoresRober Dognani apresentou uma coleção baseada numa colagem de ideias, com silhuetas carregadas de volumes na parte inferior do corpo, além de desconstruções e sobreposições. Destaque para a malha finíssima, utilizada pela 1ª vez pelo estilista, além de cetim de seda pura, tafetá, brocado e algodão.

Para encerrar as apresentações, as irmãs Carolina e Isadora Fóes Krieger, da Gêmeas, olharam para o dualismo e investiram na vontade de trabalhar a mesma roupa de diferentes formas. Brincaram com misturas de texturas, tecidos e formas mais próximas do corpo, especialmente em vestidos estruturados. Nos detalhes, brincos, colares e aplicações de acessórios feitos de espelhos aplicados estrategicamente em casacos, vestidos e blusas.

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Famosa pela polêmica do vestido rosa, quando resolver usar o mini vestido  na universidade – UNIBAN, depois de várias cirurgias plásticas lealizadas,  protagonizar um quadro  no programa de televisão “o melhor do Brasil” para poder arrumar um namorado e por desfilar no Carnaval de 2010, Geyse agora lança a sua coleção de roupas, e agora o que esperar mais ainda da polêmica GEISY ARRUDA? quem viver verá!!!

Estudante ofereceu coquetel para apresentar vestidos para mulher brasileira.

Quem foi ao lançamento da grife de Geisy Arruda esperando mulheres magras e altas desfilando se decepcionou. O que foi visto no coquetel oferecido pela estudante na noite desta quinta-feira, 29, em São Paulo, ficou bem longe disso.

Já acostumada a causar polêmica, Geisy resolveu surpreender mais uma vez e colocou toda a família para desfilar trajando vestidos rosa. “Seria muito fácil fazer um desfile com várias mulheres magrelas, mas não é isso que eu quero”, discursou a loira cercada pela mãe, sobrinhas e primas. “Quero vestir essas mulheres brasileiras”, completou.

os convidados se surpreenderam ao ver as mulheres da família da estudante entrando pelo salão do Hotel Cambridge. E era exatamente isso que ela queria. “O que eu quero é não fazer o que as pessoas esperam que eu faça. Para fugir do que a sociedade impõe”, falou.

Apesar da expressão fechada e cara de poucos amigos, Maria de Fátima, mãe de Geisy, contou que aceitou o convite da filha para o desfile logo de cara. “Dou o maior apoio. Para dar força pra ela eu faço tudo”, disse.

Sobre o episódio da Uniban, que deixou a filha famosa, dona Maria de Fátima revelou que ficou arrasada, mas que tinha certeza que a filha superaria o trauma. “Fiquei muito abalada. Sofri muito com a minha filha. Mas sempre falei pra ela que ela daria a volta por cima.”

E a volta por cima veio em forma de seis modelos de vestidos que estarão disponíveis para venda na próxima segunda-feira, 3. “Primeiro estarão disponíveis no meu site. Depois, em pontos da cidade, como o Bom Retiro e a 25 de Março”, explicou Geisy.

Visto EGO

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Iniciou neste domingo, dia 25 de abril, no Centro de Convenções de Fortaleza (CE), a 11ª edição do Dragão Fashion Brasil, evento mais expressivo da indústria de moda do Nordeste. Claudio Silveira, idealizador e organizador, registrou na coletiva de abertura a principal novidade desde ano: além dos desfiles, o Dragão apresenta o 1º Ceará Business, bolsa de negócios que pretende projetar a exportação da moda local , iniciando com 17 marcas.
Também mostrou satisfação em receber  grandes nomes da imprensa nacional e internacional, fato que impulsionou o crescimento do evento nos últimos anos. São 330 marcas presentes em 10 anos de realização.
Os desfiles do 1º dia
Conexão Solidária apresentou artesanato aplicado na moda, produzido em colaboração com comunidades carentes cearenses. Mostrou a capacidade de adaptação de técnicas artesanais, como crochê, richilieu, macramê e bordado, a produtos do vestuário. Entre as cores, destaque para crus, terrosos e ocres, com algumas pitadas de cor.
Jolie! Jolie!, da estilista Andrea Cerqueira, apresentou  coleção intitulada “O pequeno mundo de Frida”, em que buscou referência em sonhos e fantasia. O romantismo esteve presente em todos os modelos, sustentado por babados, rendas e tules. Com fortes características folk, a inspiração veio também dos sonhos de infância da pintora Frida Kahlo. Como ela viveu no México, apresenta referências culturais nas estamparias e no colorido.
Mario Queiroz repetiu seu desfile exibido durante a SPFW.  Da diversidade de Londres, trouxe elementos representativos em quase todas as peças, seja em etiquetas, botons, fivelas de cintos, tramas de tricô ou mesmo em cores e estamparia. O denim teve presença marcante, em tonalidades escuras e principalmente black. A alfaiataria foi representada em coletes e calças com volume, além dos blazeres. Entre as padronagens, destacam-se xadrez em tons de azul, vermelho e cinza.
Mark Greiner, que sempre surpreende com seus desfiles-show, mostrou a coleção “Presente Mais que Perfeito”. Mais um espetáculo para se admirar, seguindo seu minicioso cuidado com os acabamentos. Nos pés, calçados criados por Mauro Slomp.

Visto em USEFASHION.

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