`Por que gênios são solitários?´, reflete estilista via Twitter
Nesta quinta-feira, 11 de fevereiro, uma notícia chocou o mundo da moda: a morte de Alexander McQueen, aos 40 anos, em Londres, estava confirmada.
Segundo importantes veículos de imprensa britânicos, teria se enforcado. Sua mãe morreu há uma semana, conforme ele próprio comunicou em sua página no Twitter (@McQueenWorld), que foi desativada, além de algumas outras postagens confusas. Também há exatos 3 anos, sua grande amiga, Isabella Blow, que ajudou a torná-lo uma estrela, cometeu suicídio.
McQueen nasceu em East End, formou-se em Savile Row e passou a fazer ternos para o príncipe Charles e Mikhail Gorbachev. Entre 1996 e 2003, foi considerado por 4 vezes estilista britânico do ano.
A partir de 1994, produziu uma coleção a cada estação e, em 1996, atraiu a atenção especial, pois sucedeu John Galliano na Givenchy. Em 2000, entrou para a Gucci, que investiu em novas lojas em Londres, Milão e Nova York.
Sue Whiteley, ex-CEO da sua empresa, disse à imprensa britânica: “Esta é uma notícia devastadora. Ele foi uma peça inesquecível da minha vida. Ele era um talento que estava além de outros”.
Também os estilistas Matthew Williamson e Katherine Hamnett deram seus depoimentos. Ele: “Estou chocado e profundamente entristecido pela morte de McQueen. Fará muita falta”. E ela: “Ele era um gênio. Que desperdício terrível e trágico”.
No Brasil, André Lima escreveu em seu Twitter @ANDRELIMABR: “Arrepiante saber que o McQueen desistiu… Por que os gênios são tão solitários?

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