As roupas têm o poder de deixar qualquer pessoa mais ou menos bonita, não importa o peso ou a idade. E, para garantir que as escolhas sejam bem feitas, o site Female First listou regras para evitar que a roupa seja um erro e cause o pior efeito possível: engordar.

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Peças de má qualidade
Claro que o bolso agradece, e muito, as roupas das redes fast fashion. Mas, apesar de baratas, elas são de qualidade e caimento duvidosos. Feitas às pressas para chegar as lojas quando a moda estoura, são feitas de tecido ruim e com péssimos acabamentos. Estes podem parecer detalhes sem importância, mas na hora de vestir você terá um look com barras desiguais, por exemplo.

Uma barra torta e um corte mal feito não irão valorizar a silhueta, pelo contrário, irão deformá-la. Por isso, experimente bem a peça no provador, leve o tempo que precisar, mas nunca leve nada para casa que não caia bem e tenha defeitos, mesmo que custe R$ 5.

Roupas de homem são para homens
Todo mundo sabe que a moda masculina é ótima e que alguns itens, como os terninhos e as camisetas, podem ser usados por mulheres, mas aprenda a resistir a essa tentação. Isso porque os homens têm corpo muito diferente das mulheres: não têm seios, cintura, pernas grossas, nádegas, nem quadris. Então, é muito pouco provável que uma roupa masculina valorize as curvas de uma mulher, concorda?

Medidas erradas
Você acha que a roupa cai bem na primeira impressão, mas fique atento aos de que ela não está tão legal assim, como por exemplo: a peça não sobe na cintura, fica muito esticada nos seios, aperta a axila, não permite esticar os braços, deixa a parte baixa das costas à mostra quando senta. O segredo é provar muito bem a roupa na loja, tentar se mexer o máximo possível com ela (sentar, levantar, levantar os braços, dar alguns passos) e garantir que não está incomodando.

Fonte: Terra

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A semana de alta-costura rolou em Paris e os tempos de crise na alta-moda parecem ter ido embora. Isso é bom ou é ruim? É diferente: diante dessa cliente superrica que compra couture, o estilista precisa ter um foco, e esse foco se chama venda! Os desfiles de alta-costura estavam funcionando mais como ferramenta de marketing pra divulgar marca e vender perfume e bolsa. Agora, querem vender a roupa que está na passarela, mesmo!

Alguns respondem bem a esse estímulo. Raf Simons à frente da Dior, por exemplo, fez um dos melhores desfiles, com releituras de peças como a saia pannier (aquela de séculos atrás, bem larga dos lados com a ajuda de anquinhas) e o corset, misturados com macacões e zíperes aparentes no meio de calças.

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E ganha espaço na moda festa em si a silhueta “vestido de princesa”, com cintura marcada e saia ampla, de preferência tomara-que-caia ou com alça. É engraçado reparar como os fashionistas de carteirinha torcem o nariz pra esses modelos, já que eles não trazem novidade. Mas as mulheres em geral amam, suspiram, elogiam. Tem toda uma aura de conto de fadas ao redor deles (#DisneyFeelings!).

Mais? A sensualidade também está bombando com decotes em V, fendas, realce na curva e a cor vermelha ganhando bastante espaço. É a “era Kim Kardashian” dos ateliês…

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Fonte: GNT

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Depois de roubar a cena e conquistar o primeiro lugar no festival de talentos Eurovision 2014, a cantora barbada Conchita Wurst teve seu momento top model desfilando para Jean-Paul Gaultier, na temporada de alta-costura em Paris, num look longo com detalhes vermelhos e dourados, luvas e véu. Além de Conchita, Gaultier colocou na passarela a modelo suíça Catherine Loewe, de 56 anos, reforçando sua mensagem sobre moda e diversidade.

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A escolha de Conchita marca um momento de visibilidade pra comunidade trans, que conta com outra representante de peso no showbiz: a atriz Laverne Cox, da série Orange Is The New Black – na última semana ela se tornou a primeira mulher transexual indicada ao Emmy Award.

Apesar de ser um marco, a indicação de Cox levantou questes, inclusive no mundo da moda: o site da revista americana Vogue questionou o motivo da Laverne ser indicada na categoria “atriz convidada”, apesar de ser personagem central na série por duas temporadas. A polêmica segue linha semelhante a outro caso protagonizado pela atriz em 2014. Eleita a 5.a pessoa mais influente do mundo em votação online da revista Time, ela acabou excluída da lista final pelos editores. Após protesto dos leitores, Laverne ganhou a capa da publicação em junho – feito inédito para uma transexual. Agora é que são elas! E aí Lea T?

Fonte: GNT

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Fonte: USEFASHION

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xtudo1A junk food couture criada por Jeremy Scott para o inverno da Moschino em foto da Vogue coreana (Foto: Hyea W Kang, Zee Nunes, Marcio Madeira, Imaxtree E Divulgação)

Já faz tempo que a comida virou obsessão no Instagram: ame ou odeie, hoje não há mais como se fugir de receitas light, pratos elaborados e snacks apetitosos na nossa timeline de cada dia. Na moda, a mania começou há algumas estações, exatamente como deve começar nosso dia: com frutas – no caso, as bananas da Prada, no verão de 2011. De lá para cá,vieram as pimentas e os alhos da Dolce & Gabbana, o revival da lagosta (que nos anos 30 marcou o trabalho de Elsa Schiaparelli), e, aqui no Brasil, a febre tropicalista detonada pelos cajus da Isolda. Mas a nova temporada marca o fim da feira – agora, quanto mais junk,melhor. Nas coleções internacionais
para o inverno 2014/15,que começam a ser vendidas no início do mês que vem mundo afora,estilistas de peso apontaram seu apetite para guloseimas hipercalóricas e toda a sorte de fast-food.

xtudo2Happy meal: fast- -food dá ar popem editorial de junho desta Vogue (Foto: Hyea W Kang, Zee Nunes, Marcio Madeira, Imaxtree E Divulgação)

O combo mais saboroso surgiu na estreia do americano Jeremy Scott na italiana Moschino, na semana de moda de Milão, em fevereiro passado: conhecido por seu estilo debochado, ele misturou a alfaiataria sofisticada da grife às cores e aos ícones do McDonald’s, da logomarca à batata frita.Essa parte do desfile,que também teve vestidos de noite com estampas inspiradas nas embalagens dos chocolates Hershey’s e do coloridíssimo cereal Froot Loops, deu origem a uma coleção-cápsula apropriadamente batizada de Fast-fashion, que começou a ser vendida on-line logo depois que as modelos deixaram a passarela e virou hit instantâneo – Anna Dello Russo deu uma mãozinha ao usar no dia seguinte à apresentação um vestido-suéter da linha, apelidada pelos fashonistas de “Moschidonald’s”.

xtudo3Karl Lagerfeld transformou o Grand Palaisem hipermercado no desfile de inverno da Chanel, com produtos feitos só para a apresentação. Abaixo, Anna Dello Russo, fã de primeira hora das peças “Moschidonald’s” (Foto: Hyea W Kang, Zee Nunes, Marcio Madeira, Imaxtree E Divulgação)

Fonte: VOGUE

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“Modelagem soltinha e mangas amplas de corte quadrado” – assim Marcela Perrote explica as características principais do quimono, peça que escolheu pra ser o carro-chefe de sua marca com Amanda Borges, a Kimonaria. Inaugurada há um mês, a empresa apostou no modelo que tem aos poucos se firmado como alternativa pra quem procura conforto, beleza e um quê exótico na produção.  

“Queríamos desmitificar a ideia de que o quimono deixa o look exageradamente japonês ou boho. Ele oferece inúmeras opções de uso e de fabricação, aceitando desde materiais bem leves como a seda até tecidos mais quentinhos como o moletom”. O clima frio, aliás, não é desculpa pra não experimentar a peça: “Temos uma cliente que levou o quimono numa viagem que incluiu Porto Alegre, Rio de Janeiro e Fortaleza. Ela usou a peça em todas as cidades, adaptando sobreposições de acordo com a temperatura”, conta Marcela.

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Em casa ou na rua, prepare-se para atrair olhares!

Maria Sanz Martins herdou o amor pelos quimonos da mãe, que tinha o hábito de andar com a peça pra lá e pra cá dentro de casa. De tanto observar, a designer virou colecionadora e montou um belo acervo de modelos comprados em brechós de vários países. E na hora de montar a própria coleção não pensou duas vezes: revirou o armário em busca de inspiração e criou quimonos do jeitinho que queria.

“O quimono dá uma consciência zen, uma elegância muito particular. É como se vestir o quimono fizesse a gente entrar em outro espírito! Chego em casa, coloco meu quimono e sou senhora da minha própria vida”, explica Maria. Mas ela não usa a peça apenas entre quatro paredes: “Tô in love com um quimono longo que é praticamente uma capa. Uso com short ou legging e sinto que as pessoas não conseguem deixar de olhar”.

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Três dicas pra arrasar!

Ainda tem dúvidas de como usar? Perguntamos pra a stylist Gabriela Casartelli algumas dicas pra sair de quimono já!

01 – “Para o dia a dia, quimono fica lindo com short jeans de cintura alta e uma camiseta podrinha. Para arrematar, um colar bem urbano – e, para as mais ousadas, um turbante!”

02 – “Crash de estampas cai muito bem com quimono. Experimente misturá-lo com um vestidinho estampado e não tema o salto, que faz um ótimo arremate”.

03 – “Dependendo do comprimento, o quimono pode virar um lindíssimo vestido de festa. É só fechar bem, com o auxilio de uma joaninha de segurança, e dar um laço. Fica praticamente um vestido envelope!
Bora investir no quimono?

Fonte: Glamour

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Tem cheirinho de nostalgia no mundo fashion – principalmente para quem aproveitou bem os anos 90. É que diversas tendências daquela década ressurgiram mais atuais do que nunca e, além das passarelas, fazem sucesso nos looks das famosas. Quem não lembra da gargantilha que imita uma tatuagem? E a barriguinha de fora que, de cafona, virou coisa de fashionista?

Spice Girls, Britney Spears, Backstreet Boys, Kurt Cobain… Se esses nomes tocam o seu coração, você vai adorar as releituras atuais do estilo 90’s. Veja na lista abaixo:

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Gargantilha de ‘tattoo’

Quem diria que ela ainda voltaria à moda, não é? Pode acreditar: famosas como Willow Smith e Emma Roberts usaram a gargantilha de “tattoo” recentemente, ressuscitando a febre das meninas dos anos 90.

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Camisa xadrez

Emblema do movimento grunge que marcou os anos 90, a camisa xadrez é usada amarrada na cintura ou da maneira convencional. Vanessa Hudgens e Miley Cyrus são adeptas do estilo rocker e vivem tirando as suas camisas do armário.

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Top cropped

Ah, a barriguinha de fora! Naquela época, não havia tanta “neura” com a boa forma e o top cropped era usado por todo mundo. Hoje, depois de toda uma década na “prateleira” da cafonice, mostrar o abdômen virou coisa de fashionista e é só para as saradas e magrinhas (ah, que saudade dos anos 90…).Você pode até não gostar, mas famosas como Jennifer Lawrence e Rihanna atestam que a tendência ainda tem bastante fôlego para as próximas temporadas.

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Tênis slip-on

Queridinho dos skatistas nos anos 90, o tênis slip-on voltou à moda há alguns anos, mas ganhou mais força nesta temporada com o “boom” de marcas de luxo lançando seus modelos. Entre elas, Jimmy Choo, Lanvin e Saint Laurent Paris. Alessandra Ambrósio e Ashley Olsen apostam no hit e mostram que o tênis migrou do streetwear esportivo para looks mais sofisticados.

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Jardineira jeans

A jardineira jeans é mais uma tendência que “bombou” nos anos 90, ficou na geladeira e voltou recentemente com força total. Até a novela “Em Família” impulsiona a ascensão da peça com os looks de Clara, personagem de Giovanna Antonelli. Alguma dúvida de que já pode comprar o seu?

Fonte: GNT

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Acostumada a usar looks incríveis e deixar as pernas (e que pernas!) de fora, Beyoncé não fez diferente na estreia da turnê “On The Run”, nessa quinta-feira (25.06), em Miami. A cantora, que vai contar com a participação do marido, o rapper Jay-Z, em todas as apresentações, abriu o show com um body preto Atelier Versace. O modelito sexy e feito sob medida era megadecotado, de couro e inteirinho coberto com cristais. Mais tarde, ela completou a produção com uma touca com abertura nos olhos no mesmo material do look.

E a grife italiana não fez só um body pra Bey, não. O segundo look era colorido, de mangas longas e superestampado com animal print e uma mandala no centro. Tudo isso com um “chapéu” preto com um medalhão dourado.

Pensa que parou por aí? Claro que não! Nicola Formichetti também criou um look da Diesel especialmente pra cantora. O macaquinho jeans, que segue a mesma linha criativa da coleção outono/inverno 2014, foi feito de Jogg Jeans com cristais Swarovski e acessórios de couro pretos. Repare que a meia calça estilo arrastão acompanha a Bey em todas as produções. E alguém tem coragem de falar que ela não arrasa?

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Fonte: Glamour

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As saias trompetes de Issa e Mary Katrantzou  (Foto: Divulgação)

As coleções resort 2015, que são desfiladas entre maio e junho, se encaixam entre as principais estações do ano e ditam tendências que a gente simplesmente a-m-a pinçar. Depois do destaque pras maxiflores, calças baggy e grafismos, é a vez de dar atenção às saias trompetes, aquelas com babadinhos na barra. Algumas grifes já apresentaram que o modelito vem com força e promete conquistar as fashionistas que adoram um look girlie.

O modelito, que já apareceu nas passarelas do São Paulo Fashion Week, Fashion Rio e no último verão da Dolce & Gabbana, vem com força total pra próxima temporada. Conhecida também como Fit and Flare, a peça justinha no corpo e ondulada na barra é superfeminina e permite várias combinações: t-shirts mais larguinhas, como no clique de Issa, ou um casaqueto de conjuntinho, tipo este rosa+amarelo apaixonante de Mary Katrantzou. Na foto abaixo, Prabal Gurung – que apostou na barra assimétrica – e Roberto Cavalli provam que os babados ainda podem aparecer em cima e embaixo. Tudo azul e franzido!

Das lisas às estampadas com texturas, das mais curtinhas às mais compridinhas, a saia é peça-chave do momento e ainda cabe em qualquer estação. Inspire-se nos cliques das coleções resort e prepare o look djá!

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Os modelitos azuis de Prabal Gurung e Roberto Cavalli (Foto: Divulgação)

Fonte: Glamour

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Reparou que os jogadores estão exibindo seus músculos em campo? Os uniformes das seleções estão mais apertadinhos e com tecidos ainda mais tecnológicos. A stylist Manu Carvalho conversou com a gente e explicou sobre a “nova moda” do futebol. Confira!

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Sarados e “justos”: Karim Benzema, da França, Diego Lugano, do Uruguai, e Didier Drogba, da Costa do Marfim (Foto: Getty Images)

É só ligar a TV pra perceber que os jogadores da Copa do Mundo estão mais musculosos, mais definidos e mais sarados. Ok, eles são atletas e donos de corpos pra lá de esculturais, mas nesta edição do mundial, a “culpa” de toda essa silhueta avantajada é dos novos uniformes das seleções. Reparou que as camisetas estão mais justas e coladas? Quer entender o motivo? A stylist Manu Carvalho conversou com a gente e comentou um pouco desta nova tendência do futebol.

“Nos anos 60 e 70, Pelé e Garrincha usavam short e camiseta coladíssimos. Era de algodão com um corte bem sequinho. Já nas décadas de 80 e 90, a silhueta ficou grande. Basta lembrar que várias marcas lançaram ternos mais largos, com ombros amplos. Agora, este slim fit volta, mas com muito mais tecnologia do que antigamente”, explica Manu. Para ela, não adianta negar: a moda tem influência definitiva nas peças usadas no gramado. “Não é a moda de passarela, é a de comportamento”, comentou lembrando que as pessoas são muito mais preocupadas com a saúde e o corpo em forma.

Nike, Adidas e Puma, principais marcas esportivas que assinam as camisetas das seleções desta Copa, criaram modelos com tecnologias que auxiliam no conforto, como a PWR ACTV, que ajuda a maximizar a força muscular, e o Dri-Fit, que afasta a transpiração. A Nike, que fez o uniforme da seleção brasileira, pensou também nas regiões do corpo com maior nível de tensão. Por isso, as áreas do peito, ombro e pernas ganharam mais resistência e elasticidade pra dar mais mobilidade e conforto aos atletas. Além disso, quase todas as camisetas são slim fit, uma modelagem mais justa e que alonga a silhueta.

Isso sem falar que agora é uma ótima (e linda) oportunidade da torcida observar os corpos masculinos: “Tem uma pegada sexy também. Agora é a vez deles. É um mês pras mulheres admirarem os atletas usando roupa justa e molhada”. Ponto pra moda. Ponto pro sex appeal. Ponto pro aumento da torcida apreciadora de futebol!

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Fonte: Glamour

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