A Semana de Moda de Londres, que acabou no dia 22 (terça-feira), trouxe como marca a diversidade e também o frescor. Afinal, este sempre foi o grande trunfo desta temporada que, por não ter as grandes marcas em seu line-up, aposta nas novidades. Foi o que fez a Burberry, por exemplo, que no seu retorno ao evento resolveu investir na Internet e transmitiu seu desfile ao vivo como parte da estratégia.
A jovialidade também esteve na passarela, com desfiles provocativos, como o de Katie Eary, com roupas que mostravam o interior do corpo humano. E até mesmo nos estilistas da velha guarda. O funk carioca esteve na trilha do desfile de Vivianne Westwood. Até Anna Wintour – a editora da Vogue americana, que havia faltado nas últimas edições – apareceu na comemoração dos 25 anos do evento.
Nas passarelas, os tons pastéis e claros – caso da Burberry – convivem com coleções extremamente coloridas – como por exemplo a de Paul Smith. Seus vestidos são uma explosão de grafismos e cores fortes.  Vivianne Westwood, com sua Red Label, traz para a primavera-verão 2010 a alfaiataria desconstruída que, ao que tudo indica, veio para ficar. Foi um mix do tradicional com o punk.

A Semana de Moda de Londres, que acabou no dia 22 (terça-feira), trouxe como marca a diversidade e também o frescor. Afinal, este sempre foi o grande trunfo desta temporada que, por não ter as grandes marcas em seu line-up, aposta nas novidades. Foi o que fez a Burberry, por exemplo, que no seu retorno ao evento resolveu investir na Internet e transmitiu seu desfile ao vivo como parte da estratégia.

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A jovialidade também esteve na passarela, com desfiles provocativos, como o de Katie Eary, com roupas que mostravam o interior do corpo humano. E até mesmo nos estilistas da velha guarda. O funk carioca esteve na trilha do desfile de Vivianne Westwood. Até Anna Wintour – a editora da Vogue americana, que havia faltado nas últimas edições – apareceu na comemoração dos 25 anos do evento.

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Nas passarelas, os tons pastéis e claros – caso da Burberry – convivem com coleções extremamente coloridas – como por exemplo a de Paul Smith. Seus vestidos são uma explosão de grafismos e cores fortes.  Vivianne Westwood, com sua Red Label, traz para a primavera-verão 2010 a alfaiataria desconstruída que, ao que tudo indica, veio para ficar. Foi um mix do tradicional com o punk.

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fonte: www.gnt.globo.com

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