Que Kate Middleton é uma mulher discreta todo mundo sabe. E é por isso, aliás, que a duquesa de Cambridge se recusa a posar para qualquer revista – até mesmo a “Vogue” de Anna Wintour. Mas a “Marie Claire” da África do Sul queria tanto a esposa do príncipe William em suas páginas que arranjou um jeitinho. Na verdade, a publicação fez uma ilustração de Kate vestindo roupas de estilistas africanos e a usou para estampar a capa de sua edição de agosto. Veja abaixo:

Em entrevista ao Fashion Telegraph, a editora da publicação, Aspasia Karras, disse que a capa é uma “ilustração hiperrealista de Kate, com a intenção de ser um tributo ao novo ícone real fashion”. A chamada na capa da revista proclama “Novo ícone real fashion veste os melhores designers da África do Sul” e, em uma continuação logo abaixo da foto, traz os dizeres “Claro que não veste. Mas ela deveria”. No recheio da revista, as ilustrações mostram Kate usando peças de cinco designers locais.

 

Fonte: GNT

 

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Parece meio redundante falar de photoshop no mundo da moda, mas numa época em que o culto ao corpo excessivamente magro parece começar a perder pontos na batalha fashion (a gente fala isso por conta das exaltações ao corpo real no último ano), ver o uso exacerbado do programa precisa ser questionado, principalmente em uma revista como a Vogue US.

A edição de março da publicação que tem Anna Wintour como comandante traz Adele em sua capa e recheio. Uma das poucas plus size a estampar a revista americana. Seria uma vitória se não fosse a quantidade de retoques na cantora. Cinturinha extra-fina, rosto afinado, seios incrivelmente empinados. Porque não mostrar Adele exatamente do jeito que é?

A gente sabe que tudo se trata de imagem, mas a cantora de “Someone Like You” é conhecida por expressar publicamente seu amor pelo próprio corpo. Honestamente, Adele não merecia essa capa, a não ser que a mesma fosse finalizada com mais cuidado e realismo. Qual sua opinião? Comente!

 

Fonte: MARCIA TRAVESSONI

 

 

 

 

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Já imaginou Anna Wintour quebrando até o chão no meio da pista? Não precisa nem imaginar, porque nas fotos você vê a cena! A editora chefe da “Vogue America” pode até ter fama de rabugenta, mas parece que Anna não é mais a mesma! Ela escolheu a festa de P. Diddy no Mark Hotel pra dar uma esticadinha pós-baile do MET, bateu palmas e até dançou com o rapper, sem medo de ser feliz (ou aparentar ser feliz).
Horas antes, no tapete vermelho mais fashionista de NY, ela foi perguntada sobre o vestido Chanel prateado que escolheu pra ocasião, feito especialmente pra ela por Karl Lagerfeld e disse: “Ele é o mestre, então o que quer que ele diga, eu obedeço”. Boazinha, né? Anna Wintour… Você até ladra, mas não morde não!

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A Semana de Moda de Londres, que acabou no dia 22 (terça-feira), trouxe como marca a diversidade e também o frescor. Afinal, este sempre foi o grande trunfo desta temporada que, por não ter as grandes marcas em seu line-up, aposta nas novidades. Foi o que fez a Burberry, por exemplo, que no seu retorno ao evento resolveu investir na Internet e transmitiu seu desfile ao vivo como parte da estratégia.
A jovialidade também esteve na passarela, com desfiles provocativos, como o de Katie Eary, com roupas que mostravam o interior do corpo humano. E até mesmo nos estilistas da velha guarda. O funk carioca esteve na trilha do desfile de Vivianne Westwood. Até Anna Wintour – a editora da Vogue americana, que havia faltado nas últimas edições – apareceu na comemoração dos 25 anos do evento.
Nas passarelas, os tons pastéis e claros – caso da Burberry – convivem com coleções extremamente coloridas – como por exemplo a de Paul Smith. Seus vestidos são uma explosão de grafismos e cores fortes.  Vivianne Westwood, com sua Red Label, traz para a primavera-verão 2010 a alfaiataria desconstruída que, ao que tudo indica, veio para ficar. Foi um mix do tradicional com o punk.

A Semana de Moda de Londres, que acabou no dia 22 (terça-feira), trouxe como marca a diversidade e também o frescor. Afinal, este sempre foi o grande trunfo desta temporada que, por não ter as grandes marcas em seu line-up, aposta nas novidades. Foi o que fez a Burberry, por exemplo, que no seu retorno ao evento resolveu investir na Internet e transmitiu seu desfile ao vivo como parte da estratégia.

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A jovialidade também esteve na passarela, com desfiles provocativos, como o de Katie Eary, com roupas que mostravam o interior do corpo humano. E até mesmo nos estilistas da velha guarda. O funk carioca esteve na trilha do desfile de Vivianne Westwood. Até Anna Wintour – a editora da Vogue americana, que havia faltado nas últimas edições – apareceu na comemoração dos 25 anos do evento.

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Nas passarelas, os tons pastéis e claros – caso da Burberry – convivem com coleções extremamente coloridas – como por exemplo a de Paul Smith. Seus vestidos são uma explosão de grafismos e cores fortes.  Vivianne Westwood, com sua Red Label, traz para a primavera-verão 2010 a alfaiataria desconstruída que, ao que tudo indica, veio para ficar. Foi um mix do tradicional com o punk.

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fonte: www.gnt.globo.com

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‘O diabo veste prada’ – O filme mostra o lado obscuro do mundo fashion. Uma jornalista iniciante sofre nas mãos de sua chefe, a editora de uma das maiores revistas de moda do mundo, inspirada na poderosa Anna Wintour, da ‘Vogue’.
‘Prêt-a-porter’ – Trata-se de uma comédia de humor negro, com casos que se interligam, durante a temporada de lançamento das coleções de moda de Paris. O filme conta com participações especiais de Björk, Cher, Naomi Campbell e Claudia Schiffer.
‘Cinderela em Paris’ – Esse clássico musical conta a história dos personagens de Audrey Hepburn e Fred Astaire, que vivem um romance em Paris. Hepburn é uma recatada atendente de livraria que se torna modelo internacional. Os figurinos são assinados por Givenchy.
‘Celebridades’ – Sob a ótima do sarcasmo habitual de Woody Allen, os bastidores da fama do mundo da moda são retratados. Leonardo Di Caprio, Charlize Theron e Winona Ryder estão no elenco.
‘Gia’ – Angelina Jolie interpreta a história real de Gia Carangi. Uma das primeiras top models, a bela conquistou fama e riqueza nos anos 80, mas perdeu tudo por causa do seu vício em cocaína e heroína.

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O diabo veste prada’ – O filme mostra o lado obscuro do mundo fashion. Uma jornalista iniciante sofre nas mãos de sua chefe, a editora de uma das maiores revistas de moda do mundo, inspirada na poderosa Anna Wintour, da ‘Vogue’.

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Prêt-a-porter’ – Trata-se de uma comédia de humor negro, com casos que se interligam, durante a temporada de lançamento das coleções de moda de Paris. O filme conta com participações especiais de Björk, Cher, Naomi Campbell e Claudia Schiffer.

Cinderela em Paris’ – Esse clássico musical conta a história dos personagens filme-cinderela-em-parisde Audrey Hepburn e Fred Astaire, que vivem um romance em Paris. Hepburn é uma recatada atendente de livraria que se torna modelo internacional. Os figurinos são assinados por Givenchy.

celebridadesCelebridades’ – Sob a ótima do sarcasmo habitual de Woody Allen, os bastidores da fama do mundo da moda são retratados. Leonardo Di Caprio, Charlize Theron e Winona Ryder estão no elenco.

Gia-filme

Gia’ – Angelina Jolie interpreta a história real de Gia Carangi. Uma das primeiras top models, a bela conquistou fama e riqueza nos anos 80, mas perdeu tudo por causa do seu vício em cocaína e heroína.

fonte: www.tanavitrinetanacea.com.br

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