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	<title>Moda com Estilo &#187; Bijuterias</title>
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		<title>Villa Jequiti &#8211; Grupo Silvio Santos aposta no mercado de moda</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Aug 2009 20:34:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana J.S</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Grupo Silvio Santos lança sua nova unidade de negócios intitulada “Villa Jequiti”. Depois de investir no mercado de cosméticos, o grupo se volta agora para a área de moda, bem-estar, conforto e beleza. A “Villa Jequiti” trabalhará este ano com 115 itens pelo mesmo canal de venda direta e mais de 70 mil consultoras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="fb-like" style=""><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.modacomestilo.com.br/villa-jequiti-grupo-silvio-santos-aposta-no-mercado-de-moda.html&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=640&amp;action=like&amp;font=&amp;colorscheme=light&amp;locale=pt_BR" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:640px; height:60px"></iframe></div><p>O <strong>Grupo Silvio Santos </strong>lança sua nova unidade de <strong>negócios </strong>intitulada “<strong>Villa Jequiti</strong>”. Depois de investir no mercado de <strong>cosméticos</strong>, o grupo se volta agora para a área de <strong>moda</strong>, <strong>bem-estar</strong>, <strong>conforto</strong> e <strong>beleza</strong>. A “Villa Jequiti” trabalhará este ano com 115 itens pelo mesmo canal de venda direta e mais de 70 mil consultoras em todo o país, com um catálogo próprio, a partir de agosto.</p>
<p>Entre os produtos disponíveis no catálogo, estão acessórios femininos como brincos, pulseiras, colares, bolsas, anéis, relógios e linhas especiais de kits presenteáveis para as principais datas comemorativas do ano. Após o lançamento da marca, a expectativa é ampliar a linha de produtos com artigos masculinos e para a casa.</p>
<p>Para este ano também são esperados novos itens como <strong>lingeries </strong>e um especial de Dia das Crianças com artigos infantis e <strong>bijuterias</strong>. A marca ainda pretende lançar em 2010 artigos para cama, mesa e banho, itens para bebês, crianças e teens, além de produtos para o bem-estar, cuidados pessoais e bolsas, em um total de mais de 200 itens.</p>
<p>Visto <a href="http://www.mundodomarketing.com.br" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.mundodomarketing.com.br?referer=');">Mundo do Marketing</a></p>
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		<title>Uma questão de estilo: Coco Chanel e sua importância para a cultura da moda no século XX</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 11:02:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana J.S</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="fb-like" style=""><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.modacomestilo.com.br/uma-questao-de-estilo-coco-chanel-e-sua-importancia-para-a-cultura-da-moda-do-seculo-xx-filme.html&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=640&amp;action=like&amp;font=&amp;colorscheme=light&amp;locale=pt_BR" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:640px; height:60px"></iframe></div><p><img class="alignleft size-full wp-image-315" title="Foto-Coco-Chanel-moda-Filme" src="http://www.modacomestilo.com.br/wp-content/uploads/2009/07/Foto-Coco-Chanel-moda-Filme.jpg" alt="Foto-Coco-Chanel-moda-Filme" width="250" height="400" />Desde que foi anunciado, os interessados estão formigando de ansiedade para ver &#8220;<strong>Coco avant Chanel</strong>&#8220;, <strong>filme biografia</strong> que mostra a fase de aprendizado da <strong>estilista</strong>, estrelado pela também adorada Audrey &#8220;Amelie Poulain&#8221; Tatou. Este frenesi e as mudanças de data de estreia (a última que se tem notícia é 30 de outubro no Brasil) fez pipocar <strong>notícias </strong>e <strong>declarações de amor</strong> para a grande <strong>estrela </strong>da <strong>moda</strong>, aquela que, se não é unanimidade, é a que mais se aproxima disso. E nem estou falando da <strong>marca Chanel</strong>, aquela muito bem mantida pelo<strong> estilista Karl Lagerfield</strong> desde 1983 e que é um exemplo de longevidade em uma <strong>grife</strong>.</p>
<p>Não, estou falando da estilista Chanel, que viveu em uma época em que a marca ainda não possuía o poder de hoje em dia, mas sim a figura do criador, numa relação que aproximava o <strong>costureiro dos artistas</strong>. No entanto, mesmo sendo ídolo máximo do campo da <strong>moda</strong>, Chanel é uma figura interessante para toda a história da <strong>cultura </strong>do século XX. Isso porque ela não apenas pensava em <strong>costurar </strong>para a <strong>elite</strong> socioeconômica da <strong>França</strong>, não, Chanel no fundo <strong>costurava </strong>para si mesma. Audaciosa, faladeira, e boa de <strong>marketing pessoal</strong>, além de um histórico de <strong>heroína</strong>, é uma figura fácil de ser romantizada &#8211; me surpreende os poucos <strong>filmes </strong>e <strong>livros</strong>.</p>
<p>De família pobre, quando tinha seis anos perdeu a mãe e ficou com mais quatro irmãos aos cuidados do pai, que por trabalhar muito, manteve as meninas em um orfanato. Logo, Gabrielle Bonheur Chanel começou a trabalhar <strong>cantando </strong>em <strong>cabarés</strong>, época em que recebeu o apelido <strong>Coco</strong>. Como a grande maioria das <strong>mulheres </strong>pobres, costurava (lembrando que o comércio de roupa pronta, como magazines, ainda não era popular). Começou fazendo chapéus e só depois, abriu uma <strong>maison</strong>.</p>
<p>Mas o sucesso entre as mulheres abastadas não se deu de uma hora para outra &#8211; Coco foi inserida na alta roda parisiense por um<strong> militar milionário</strong>, além de ter tido outros <strong>amantes </strong>idem &#8211; suas primeiras lojas foram financiadas por um jogador de pólo com quem teve um caso. É inegável que houvesse <strong>talento </strong>na<strong> jovem estilista</strong>, mas não só para construir e criar peças novas, mas um talento para se relacionar com as pessoas certas, o que em qualquer meio social é meio caminho andado para influenciar as pessoas.</p>
<p>De certo, as criações de Chanel causavam estranhamento nas damas de porte aristocrático. Para entender porque a insistência no &#8220;rótulo de gênio&#8221;, antes de descrever as imagens criadas por ela, tente imaginar uma típica mulher milionária da época: apertadas em corsets, com metros e metros de sedas e rendas, cabelos muito longos e ornamentados e muitas joias verdadeiras, impedidas de se movimentarem com naturalidade. Menos alienada a acontecimentos sociais, consciente dos avanços na emancipação feminina e da velocidade que a industrialização propunha para o consumo, amiga de artistas influentes e legitimados entre os ricos, como Picasso e Jean Cocteau, tomou para si o espírito de simplicidade e liberdade da época e aplicou em suas peças.</p>
<p>Assim, Chanel pode ser considerada a <strong>criadora do traje casual </strong>- propôs malhas e brim (<strong>tecidos </strong>considerados rústicos), <strong>calças </strong>de montaria para as mulheres (cavalgar de saia era uma ideia mesmo estúpida), combinações de saias mais curtas, inspiradas nos <strong>trajes </strong>masculinos (e eternizados como <strong>tailleurs</strong>), <strong>bolsas </strong>com correntes (para a mulher ter a mão livre, assim pode segurar o cigarro, hábito que crescia entre as garotas), chapéus práticos, sem tantas plumas e pedrarias (os grandes chapéus eram usados para evitar que o sol queimasse o rosto das mulheres europeias, já que a pele branca era sinônimo de status, mas Chanel não se importava e aparecia coradinha, de <strong>chapéu </strong>pequeno), <strong>bijuterias </strong>(os metros de pérolas falsas estavam ao alcance de todos) e, acima de tudo, o &#8220;pretinho básico&#8221;, adequado, bonito e prático.</p>
<p>Isso tudo não é apenas uma reunião de exemplos de objetos de desejo, não. Nessas criações, e principalmente na aceitação que tiveram &#8211; não basta criar, as pessoas têm que usar &#8211; é possível perceber um momento histórico, em que a burguesia aumentava seu poder de consumo cada vez mais, a mulher era necessária no mercado de trabalho e autorizada a frequentar espaços sociais e não só a vida doméstica, o esporte e as atividades de lazer passam a ser rotineiros para essa nova classe abastada e o costureiro passa a ser tão importante quanto quem veste sua criação. Chanel soube usar tudo isso e divulgou o conceito de &#8220;<strong>estilo </strong>é o que permanece&#8221;, o que se desenvolve para a nossa atual ideia de marca. A criação fora de contexto é mero produto, o que não acontece aqui.</p>
<p>E ainda provou que não era da boca pra fora: nos anos 50, quando andava apagada por causa de problemas durante a Segunda Guerra Mundial &#8211; acusada de colaborar com alemães, de manter um relacionamento com um oficial nazista, acabou presa, uma história ainda mal contada &#8211; o estilista da vez era <strong>Christian Dior</strong>, com uma proposta oposta a de Coco, a de restaurar os ares de nobreza da mulher depois de difíceis tempos de racionamento e trabalho. Mas, obstinada e cheia de certezas que era, aproveitou o seu estilo e recriou sobre suas formas básicas, atingindo grande popularidade novamente e conseguindo apoio de uma garota propaganda de dar inveja, aquela tal de Marilyn que tinha o hábito de dormir só de perfume.</p>
<p>Você pode se interessar mais pela vida cheia de amores e desaforos de Coco, ou pela intuição e ousadia da estilista Chanel, tanto faz. O filme pode trazer muitas verdades ou apenas fantasiar sobre alguém que muito fantasiou sobre si mesma. Tanto faz também. É sempre bom ter uma referência com tantas importâncias quanto essa. E tomara que não adiem o filme.</p>
<p><em>Por Priscila Rezende</em></p>
<p>Visto no <a href="http://www.acapa.com.br" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.acapa.com.br?referer=');">A Capa</a><em><br />
</em></p>
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