O biquíni viveu anos (ou quase uma vida toda?) de muita estampa. Flores, folhas, coqueiros, abacaxis, cores acesas… Até que a tendência minimalista chegou nas areias brasileiras. Hit das praias da Europa, o visual clean, com cores lisas, shapes maiores e linhas retas, é tudo o que mais queremos usar agora.

E o mais bacana é que tem muita marca brasileira que já nasceu na onda. A Alea Atelier e a Piu Brand adicionam formas geométricas aos biquínis e maiôs. A Cosmo e a Chapéu criam modelos básicões e superchis. Outra marca que já ganhou o nosso coração foi a August, queridinha de influencers como Maju Trindade, Mari Goldfarb e Giordana Serrano. 

Giovana Romani,  conta que dá para usar sem medo nas ruas. “O legal do beachwear minimalista é que ele passa muito bem, obrigada, por top e body no dia a dia — ou à noite. Misture as partes de cima com calça de cintura alta e jaqueta jeans, fica cool. Os bodies ainda funcionam com saias mídi.” Olho nas fotos abaixo e partiu férias!

 

Fonte: Glamour

 

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O poá foi, definitivamente, a estampa protagonista deste verão. A print invadiu o street style e deixou todos os outfits com muito mood french girl. Com inspiração vintage dos anos 60, a estampa de bolinha, também conhecida como polka dots, é febre em looks tropicais e fresh. Mas se você acha que a padronagem só se restringe à composições com pegada girlie, está enganada! É mais do que possível ser super estilosa – e até arrasar no sporty – com o poá.

O segredo está no equilíbrio entre as peças. Vale coordenar a estampa com tênis despojados, botas glam, mom jeans ou apostar em recortes estratégicos, como blusas mais decotadas e comprimento mini. Se você for do time das fashionistas de plantão, que tal se jogar no resultado super trend e ainda arrasar no mix n’ match? Para dar aquela forcinha – e inspirar os seus próximos looks – selecionamos sete maneiras de usar poá que fogem do resultado óbvio. Olha só:

1. Arremate o vestido com tênis pesados – e melhor ainda se tiver meias aparentes!

2. Aposte na mom jeans que reforça o mood vintage e ainda cria o match perfeito com a tendência.

3. No melhor estilo french girl, com direito a salto blocado e wrap dress.

4. Com um super coturno para criar o high-low perfeito.

5. Com acessórios em palha para o mood french e despojado.

6. Combinando com suéter preppy e um bom par de tênis para o resultado total comfy na meia estação.

7. Vale dar um toque urbano com a jaqueta jeans e o chapéu.

Fonte: STEAL THE LOOK

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Está chegando a estação mais elegante e luxuosa: o inverno. Com temperaturas mais baixas, o frio conquista as mulheres que podem explorar looks com muito estilo. Para arrasar, as botas são as preferidas pelo público feminino e, a cada ano, ganham mais destaque nas coleções. Mas, as botas não são soberanas na estação que se aproxima. Para a sorte de quem investe e valoriza um bom acessório, as marcas apostam em chapéus e luvas.

 

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Muito práticas, versáteis e perfeitas para valorizar as produções, as botas aparecem com novidades para atender todos os gostos femininos. A referência “Western” é forte, com franjas, bordados, saltos mais grossos e bicos mais arredondados, assim como o estilo militar, com amarrações, rebites e fivelas. Além disso, está com tudo o modelo gladiador, que promete deixar o look ainda mais forte. Ambos estilos combinam com calças justas, meia calça e até com vestidos mais leves, para compor um visual mais romântico. O modelo gladiador confere naturalmente elegância, poder e sedução. Para não ter erro, a dica é investir em peças mais justas ou retas.

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O chapéu, acessório cheio de graça que faz muito sucesso nas praias, vem repaginado. A pedida para o inverno é o modelo floopy, com a aba larga e flexível, em tons fortes e neutros. Além de elegante, dá um up na composição. Outro sinônimo de elegância são as luvas, que também ganham atenção nos looks nesta estação e vem mais longa, até o cotovelo. O preto é a cor escolhida para a peça, que promete incrementar o visual para os dias frios com muita sofisticação.  Puro charme!

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FONTE: FASHION BUBBLES

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Já podemos ter uma ideia do que vem por aí no próximo verão do mundo. A semana de moda de Nova York, que acontece entre os dias 10 e 17 de setembro, ainda nem terminou, mas já tem muita gente ansiosa para renovar o guarda-roupa.
Os vestidos acinturados continuam com tudo. O novo acessório da moda é o chapéu. Quanto maiores e mais coloridos, melhor. O terno dos homens ganhou um toque de informalidade com a combinação da bermuda.
As mulheres vão continuar apostando nos vestidos, para o dia e para noite. E vale tudo! Dos mais larguinhos aos mais justos. Tem que estar com o corpinho em dia, como o da Gracie Carvalho (terceira foto), que, aliás, está estampando a nova campanha da C&A.
Quem também deu o ar da graça na semana de moda mais importante do mundo foi Jesus Luz.

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Já podemos ter uma ideia do que vem por aí no próximo verão do mundo. A semana de moda de Nova York, que acontece entre os dias 10 e 17 de setembro, ainda nem terminou, mas já tem muita gente ansiosa para renovar o guarda-roupa.

Os vestidos acinturados continuam com tudo. O novo acessório da moda é o chapéu. Quanto maiores e mais coloridos, melhor. O terno dos homens ganhou um toque de informalidade com a combinação da bermuda.

As mulheres vão continuar apostando nos vestidos, para o dia e para noite. E vale tudo! Dos mais larguinhos aos mais justos. Tem que estar com o corpinho em dia, como o da Gracie Carvalho (terceira foto), que, aliás, está estampando a nova campanha da C&A.

Quem também deu o ar da graça na semana de moda mais importante do mundo foi Jesus Luz.

fonte:www.tanavitrinetanacea.com.br

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Foto-Coco-Chanel-moda-FilmeDesde que foi anunciado, os interessados estão formigando de ansiedade para ver “Coco avant Chanel“, filme biografia que mostra a fase de aprendizado da estilista, estrelado pela também adorada Audrey “Amelie Poulain” Tatou. Este frenesi e as mudanças de data de estreia (a última que se tem notícia é 30 de outubro no Brasil) fez pipocar notícias e declarações de amor para a grande estrela da moda, aquela que, se não é unanimidade, é a que mais se aproxima disso. E nem estou falando da marca Chanel, aquela muito bem mantida pelo estilista Karl Lagerfield desde 1983 e que é um exemplo de longevidade em uma grife.

Não, estou falando da estilista Chanel, que viveu em uma época em que a marca ainda não possuía o poder de hoje em dia, mas sim a figura do criador, numa relação que aproximava o costureiro dos artistas. No entanto, mesmo sendo ídolo máximo do campo da moda, Chanel é uma figura interessante para toda a história da cultura do século XX. Isso porque ela não apenas pensava em costurar para a elite socioeconômica da França, não, Chanel no fundo costurava para si mesma. Audaciosa, faladeira, e boa de marketing pessoal, além de um histórico de heroína, é uma figura fácil de ser romantizada – me surpreende os poucos filmes e livros.

De família pobre, quando tinha seis anos perdeu a mãe e ficou com mais quatro irmãos aos cuidados do pai, que por trabalhar muito, manteve as meninas em um orfanato. Logo, Gabrielle Bonheur Chanel começou a trabalhar cantando em cabarés, época em que recebeu o apelido Coco. Como a grande maioria das mulheres pobres, costurava (lembrando que o comércio de roupa pronta, como magazines, ainda não era popular). Começou fazendo chapéus e só depois, abriu uma maison.

Mas o sucesso entre as mulheres abastadas não se deu de uma hora para outra – Coco foi inserida na alta roda parisiense por um militar milionário, além de ter tido outros amantes idem – suas primeiras lojas foram financiadas por um jogador de pólo com quem teve um caso. É inegável que houvesse talento na jovem estilista, mas não só para construir e criar peças novas, mas um talento para se relacionar com as pessoas certas, o que em qualquer meio social é meio caminho andado para influenciar as pessoas.

De certo, as criações de Chanel causavam estranhamento nas damas de porte aristocrático. Para entender porque a insistência no “rótulo de gênio”, antes de descrever as imagens criadas por ela, tente imaginar uma típica mulher milionária da época: apertadas em corsets, com metros e metros de sedas e rendas, cabelos muito longos e ornamentados e muitas joias verdadeiras, impedidas de se movimentarem com naturalidade. Menos alienada a acontecimentos sociais, consciente dos avanços na emancipação feminina e da velocidade que a industrialização propunha para o consumo, amiga de artistas influentes e legitimados entre os ricos, como Picasso e Jean Cocteau, tomou para si o espírito de simplicidade e liberdade da época e aplicou em suas peças.

Assim, Chanel pode ser considerada a criadora do traje casual – propôs malhas e brim (tecidos considerados rústicos), calças de montaria para as mulheres (cavalgar de saia era uma ideia mesmo estúpida), combinações de saias mais curtas, inspiradas nos trajes masculinos (e eternizados como tailleurs), bolsas com correntes (para a mulher ter a mão livre, assim pode segurar o cigarro, hábito que crescia entre as garotas), chapéus práticos, sem tantas plumas e pedrarias (os grandes chapéus eram usados para evitar que o sol queimasse o rosto das mulheres europeias, já que a pele branca era sinônimo de status, mas Chanel não se importava e aparecia coradinha, de chapéu pequeno), bijuterias (os metros de pérolas falsas estavam ao alcance de todos) e, acima de tudo, o “pretinho básico”, adequado, bonito e prático.

Isso tudo não é apenas uma reunião de exemplos de objetos de desejo, não. Nessas criações, e principalmente na aceitação que tiveram – não basta criar, as pessoas têm que usar – é possível perceber um momento histórico, em que a burguesia aumentava seu poder de consumo cada vez mais, a mulher era necessária no mercado de trabalho e autorizada a frequentar espaços sociais e não só a vida doméstica, o esporte e as atividades de lazer passam a ser rotineiros para essa nova classe abastada e o costureiro passa a ser tão importante quanto quem veste sua criação. Chanel soube usar tudo isso e divulgou o conceito de “estilo é o que permanece”, o que se desenvolve para a nossa atual ideia de marca. A criação fora de contexto é mero produto, o que não acontece aqui.

E ainda provou que não era da boca pra fora: nos anos 50, quando andava apagada por causa de problemas durante a Segunda Guerra Mundial – acusada de colaborar com alemães, de manter um relacionamento com um oficial nazista, acabou presa, uma história ainda mal contada – o estilista da vez era Christian Dior, com uma proposta oposta a de Coco, a de restaurar os ares de nobreza da mulher depois de difíceis tempos de racionamento e trabalho. Mas, obstinada e cheia de certezas que era, aproveitou o seu estilo e recriou sobre suas formas básicas, atingindo grande popularidade novamente e conseguindo apoio de uma garota propaganda de dar inveja, aquela tal de Marilyn que tinha o hábito de dormir só de perfume.

Você pode se interessar mais pela vida cheia de amores e desaforos de Coco, ou pela intuição e ousadia da estilista Chanel, tanto faz. O filme pode trazer muitas verdades ou apenas fantasiar sobre alguém que muito fantasiou sobre si mesma. Tanto faz também. É sempre bom ter uma referência com tantas importâncias quanto essa. E tomara que não adiem o filme.

Por Priscila Rezende

Visto no A Capa

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