PLUMAS EXUBERANTES
Em alta desde que o glamour retrô voltou à moda, há um ano, elas invadem o guarda-roupa festivo. Enquanto no verão 2017 da Prada (grife precursora da tendência), o decorativismo enfeitava looks pijama, ele surge agora de maneira mais exuberante, misturado inclusive com paetês. Quer investir em uma joia poderosa sem “emperuar” a produção? Escolha peças bold de cristal de rocha.

PAETÊ RETRÔ
Siga brilhando! Após dominar o dia a dia em versões que passeavam do boho ao artsy, o paetê reassume sua vocação para a noite. A graça é optar por peças com ares vintage, caso do vestido com modelagem 40’s.

FLORAL OITENTISTA
As flores são “o” print das coleções internacionais e ganham refresh estampando vestidos de mood oitentista – pense em mangas volumosas e microcomprimento. Em versão lavada, a estampa é ótima opção para fugir do branco total no Réveillon. Quem também ressurge é o efeito ruched, conhecido por aqui como franzido, como no vestido Iorane da foto acima.

LAYERING DE PLISSADOS
Nem só de micropeças 80s vive esta temporada de festas: para quem curte um look amplo e fresco, a bola da vez são os vestidos com camadas de plissados, que substituem os babados que foram tendência na estação passada. Valem tanto os brancos quanto os coloridos (perfeitos para as celebrações que antecedem o Natal).

VELUDO DRAMÁTICO
O tecido feminino e confortável segue em alta por mais uma estação, agora protagonizando peças opulentas, vide o vestido da Gucci com plissados dramáticos, uma ótima pedida para atualizar o little black dress. Acessórios em tons metálicos garantem o mood festivo – nos pés, troque o salto fino por um modelo plataforma.

CORSET COOL
Após cruzar a passarela do inverno 2018/19 da Louis Vuitton, o corset promete retorno triunfal à moda – o acessório é truque quente para contrapor vestidos festivos de shapes volumosos. Mas fuja radicalmente de opções que remetem a uma lingerie: o item da vez é mais luxuoso e cool. Dica de styling: é hora de resgatar a meia-calça preta fina, que confere acabamento sofisticado a looks com pernas demasiadamente à mostra.

Fonte: VOGUE

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A semana de alta-costura rolou em Paris e os tempos de crise na alta-moda parecem ter ido embora. Isso é bom ou é ruim? É diferente: diante dessa cliente superrica que compra couture, o estilista precisa ter um foco, e esse foco se chama venda! Os desfiles de alta-costura estavam funcionando mais como ferramenta de marketing pra divulgar marca e vender perfume e bolsa. Agora, querem vender a roupa que está na passarela, mesmo!

Alguns respondem bem a esse estímulo. Raf Simons à frente da Dior, por exemplo, fez um dos melhores desfiles, com releituras de peças como a saia pannier (aquela de séculos atrás, bem larga dos lados com a ajuda de anquinhas) e o corset, misturados com macacões e zíperes aparentes no meio de calças.

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E ganha espaço na moda festa em si a silhueta “vestido de princesa”, com cintura marcada e saia ampla, de preferência tomara-que-caia ou com alça. É engraçado reparar como os fashionistas de carteirinha torcem o nariz pra esses modelos, já que eles não trazem novidade. Mas as mulheres em geral amam, suspiram, elogiam. Tem toda uma aura de conto de fadas ao redor deles (#DisneyFeelings!).

Mais? A sensualidade também está bombando com decotes em V, fendas, realce na curva e a cor vermelha ganhando bastante espaço. É a “era Kim Kardashian” dos ateliês…

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Fonte: GNT

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