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Batizadas de resort ou cruise, as pré-coleções que chegam às lojas em novembro mostram claramente que não tratam mais de roupas que, como indicava o nome, você levaria nas férias, para algum lugar ensolarado do planeta, a bordo de um iate.

Hoje, as marcas mais prestigiosas, pressionadas pela velocidade dos lançamentos – especialmente do fast-fashion e dos e commerces – também aceleram sua produção para seduzir um público que quer apenas renovar o closet.

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Nesta temporada, cores, formas e estampas, além de muita atitude, sugerem inovação e alguma diversão, mostrando criações de apelo global, mas também em sintonia com as distantes locações escolhidas para seus desfiles, autênticas experiências de escapismo de alto nível para um número reduzido de jornalistas e convidados. Afinal, como já dizia Freud, um pouco de fantasia é elemento indispensável para tornar a vida mais agradável.

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Assim, a comentada apresentação da Chanel em Havana (Cuba), toda a pompa da Louis Vuitton em Niterói, no Rio, e os cenários nobres da Dior e da Gucci, em Londres, se afastam do cotidiano tedioso (mesmo que não se parta de férias) para disponibilizar roupas que servem tanto para altas temperaturas quanto para qualquer friozinho de ocasião, o que inclui até casaco de pele em desfile.

O exotismo ou o luxo tradicionalista, no caso das apresentações londrinas, acrescentam lustro e interesse aos looks, já que essa é uma temporada que mais confirma do que lança tendências.

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A mais escapista de que se tem notícia, a década de 70 é resgatada de maneira homeopática, longe da original, com influência de formas radicais e cores saturadas dos anos 80 e 90. Hoje, sabemos, qualquer época na moda é resultado de uma colagem de outras, num exercício cada vez mais intenso de crossing e copy/paste. No resort 2017, nota-se a recuperação do artesanal dos anos 70, que valoriza o que parece ser único, interpretado para o novo milênio.

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Sempre associados a exuberâncias convencionais, os babados estão de volta, desta vez assumindo ares destemidos, colocando-se nos lugares mais inesperados ou tomando conta da roupa de maneira totalitária.

O crochê também surpreende, ganhando modernidade graças à tecnologia têxtil, e surge em novos contextos para reafirmar sua vocação para o ultrafeminino e o escape. Já a opulência e o vigor da flora tropical dominam até mesmo as coleções das mais poderosas maisons.

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Camisetas com logo explícito também reaparecem, com os designers estampando na t-shirt sua assinatura para torná-la a mais simples das peças de manifesto de marca. Enquanto isso, o athleisure, que é a tendência de usar no dia a dia as roupas feitas para atividades esportivas, é uma atitude contemporânea – e também tem lá seu espírito escapista ao sugerir recreação no cotidiano.

A moda se apropria desse costume, tornando-o tendência com modelagens originárias das academias e quadras, detalhes como listras nas laterais de shorts e calças ou ainda de forma desconstruída, como fez Nicolas Ghesquière na Louis Vuitton.

O resort 2017 nada tem de discreto: além de seu flerte com o escapismo, parece ter entrado com entusiasmo na era do Instagram e das redes sociais em geral, que privilegia a linguagem extrovertida, ofuscante e extravagante de imagens fortes.

 

Fonte: Vogue

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Corpo foi encontrado em sua casa – ainda não há detalhes sobre a causa da morte.

A polícia de de Londres anunciou que investigará a morte do estilista britânico Alexander McQueen.

Apesar de estar tratando a morte como “não suspeita”, a polícia realizará uma autópsia do corpo, encontrado nesta quinta-feira (11) na casa do estilista de 40 anos, na zona oeste de Londres.

A hipótese de que McQueen, quatro vezes eleito o estilista britânico do ano, teria se matado não foi confirmada.

Lee Alexander McQueen morreu às vésperas do enterro de sua mãe e dias antes do início da Semana de Moda de Londres, que começa no próximo dia 19.

Em uma mensagem em sua página no Twitter, datada de 3 de fevereiro, McQueen havia comunicado aos seus seguidores que sua mãe havia falecido. Dias depois, enviou novo texto contando que estava passando por uma “semana terrível”, mas que os amigos eram “ótimos” e que ele estava conseguindo se recuperar.

Uma porta-voz de McQueen confirmou apenas que seu corpo foi encontrado em sua casa na manhã de quinta-feira.

“Nesse momento é inapropriado comentar qualquer coisa sobre essa notícia trágica além de dizer que estamos devastados”, disse.

“A família de Lee pediu privacidade para lidar com esta notícia terrível e esperamos que a imprensa respeite este pedido”, acrescentou.

Segundo ela, a família não fará nenhum outro comunicado sobre a morte de McQueen.

Gênio modernos

Filho de um motorista de táxi, McQueen cresceu na zona leste de Londres, a mais pobre da capital britânica. Caçula de seis irmãos, o estilista abandonou a escola aos 16 anos para virar aprendiz em uma grife britânica.

Sua carreira deslanchou em 1992, quando uma coleção sua foi comprada por 5 mil libras pela estilista Isabella Blow, que se tornaria sua mentora e grande incentivadora.

Há três anos, Isabella Blow, que se tornou também uma das amigas mais próximas de McQueen, cometeu suicídio em sua casa de campo no condado de Gloucestershire.

Em 1996, McQueen, que ficou conhecido como “o hooligan da moda inglesa”, foi nomeado o principal estilista da famosa casa de alta costura francesa Givenchy. Nesse mesmo ano, seria eleito pela primeira vez como o estilista britânico do ano.

A editora da revista Vogue britânica classificou McQueen como um “gênio dos tempos modernos“.

“Lee McQueen influenciou uma geração inteira de designers. Sua imaginação brilhante não conhecia limites enquanto ele produzia coleção após coleção de designs extraordinários“, completou.

Fonte G1

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Recém-lançada sua coleção outono-inverno 2010 no último dia de São Paulo Fashion Week, sexta-feira, 22, a estilista Isabela Capeto anuncia uma nova parceria profissional. Ela assina uma linha de estampas para o carro Smart, da Mercedes-Benz. As cinco unidades estampadas por Isabela, a convite da revendedora Ago, serão colocadas à venda.

Essa não é a primeira vez que uma montadora fecha parceria com estilistas. Em 2009, a Renault contratou vários designers para criar uma série especial do Twingo. Estilistas como a francesa Laurène Stein e o alemão Moritz Rogosky se uniram a outros artistas para desenvolver estampas para o estofamento dos automóveis.

Veja as estampas no Smart da Mercedes-Benz no blog Carros e Motores

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Segundo elas, fornecedores de peças são os mesmos de grifes chiques’.
O segredo, segundo Karla Seabra, da Marisa, é garimpar’ a peça certa.

O que está na moda hoje começou a ser elaborado pelas equipes de estilo dos grandes magazines brasileiros há cerca de um ano. “Recolhemos informações em sites especializados, em desfiles, e confirmamos em viagens internacionais o que já estava previsto”, diz Fernanda Mossmann, responsável pela equipe de 50 designers da área de estilo da Riachuelo.

De acordo com Karla Seabra, gerente de estilo da Lojas Marisa, a internet acaba sendo uma arma importante na busca de tendências futuras. “Assistimos pela internet os desfiles dos grandes estilistas de Nova York, Londres, Paris e Milão. Ali, definimos as peças que serão ‘chave’, as cores e as estampas que vão reger a estação. É uma prática de mercado”, diz ela.

Segundo Fernanda Mossmann, para o verão 2009-2010, a tendência é o fim do conservadorismo, especialmente no que se refere a cores. “A gente acredita muito no flúor, uma tendência dos anos 80. Vamos ver muito verde limão, rosa choque, essas cores bem acesas”, diz. Fernanda Amaral, da Hering, adiciona outra tendência para o verão: os macacões.

Tendências

As executivas de estilo da Hering, da Marisa e da Riachuelo são unânimes em dizer que calças e shorts “boyfriend” – que parecem ser emprestados do namorado, por serem mais largos – são itens importantes para o verão, assim como os vestidos de coquetel. “Nas baladinhas já está se usando”, diz Karla.

As tendências, dizem elas, são as mesmas para lojas de qualquer preço. A camisaria da Lojas Marisa, por exemplo, vem da China e da Índia. “A China produz para todo mundo, há roupa boa vinda de lá. É na China que se produz as camisas da Banana Republic, da Calvin Klein”, conta a gerente de estilo da rede.

Calças de marcas de luxo no Brasil, diz ela, também saem das fábricas do pólo pernambucano de jeans, onde a Marisa produz suas peças. Muitas vezes, o modelo é o mesmo – o que muda é a marca estampada nele e também o preço, que pode se multiplicar dependendo de onde o produto é vendido. “A diferença é que a gente vende [as peças] por R$ 49, R$ 59, R$ 69”, diz Karla.

Visto no G1

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Burberry foi a única loja que contou com a presença de celebridades
Parece que o Fashion´s Night Out não teve o sucesso esperado. Pelo menos em algumas partes do mundo. Se em Nova York a noite de 10 de setembro foi agitada pela presença dos famosos, em Londres o evento não estava tão animado.
Apesar da expectativa dos lojistas e organizadores ser de uma multidão, a maioria dos estabelecimentos ficou bem vazio na capital inglesa. A Burberry foi a que registrou o maior movimento, mas isso só aconteceu porque ali estiveram algumas celebridades, como a modelo Alice Dellal e a top Claudia Schiffer.
Outras lojas apostaram em diferenciais para marcar o evento: Zara (foto 1) e Louis Vuitton (foto 2) optaram por modelos vivos nas vitrines, enquanto a Browns colocou designers ingleses, como Henry Holland, trabalhando no caixa e nos provadores.
A Topshop preparou um espaço com as principais peças da coleção outono-inverno 2009/10 e convidou uma representante da Vogue para explicar tendências (foto 3). Como outras lojas, a Selfridges convidou DJs para comandar pickups e animar o ambiente (foto 4).

Burberry foi a única loja que contou com a presença de celebridades

Parece que o Fashion´s Night Out não teve o sucesso esperado. Pelo menos em algumas partes do mundo. Se em Nova York a noite de 10 de setembro foi agitada pela presença dos famosos, em Londres o evento não estava tão animado.

Apesar da expectativa dos lojistas e organizadores ser de uma multidão, a maioria dos estabelecimentos ficou bem vazio na capital inglesa. A Burberry foi a que registrou o maior movimento, mas isso só aconteceu porque ali estiveram algumas celebridades, como a modelo Alice Dellal e a top Claudia Schiffer.

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Outras lojas apostaram em diferenciais para marcar o evento: Zara (foto 1) e Louis Vuitton (foto 2) optaram por modelos vivos nas vitrines, enquanto a Browns colocou designers ingleses, como Henry Holland, trabalhando no caixa e nos provadores.

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A Topshop preparou um espaço com as principais peças da coleção outono-inverno 2009/10 e convidou uma representante da Vogue para explicar tendências (foto 3). Como outras lojas, a Selfridges convidou DJs para comandar pickups e animar o ambiente (foto 4).

fonte: www.usefashion.com.br

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