É oficial: aquele top super batido que a gente usa pra queimar as gordurinhas na academia, está tomando o lugar do top cropped, o queridinho da estação. Várias celebs já estão desfilando a nova trend por aí e, claro, você não poderia ficar de fora do que tá rolando no mundo fashion, né? Então dá uma olhada em como as nossas it girls prediletas estão inserindo o top no look do dia a dia:

Fonte: Moda IT

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Os nossos looks para a estação mais florida do ano geralmente são baseados em estampas florais e muita cor, né? É claro que não há nada de ruim em montarmos essas produções mas a proposta desse post é outra: queremos te convidar a pensar em looks nada óbvios para essa estação. Por isso selecionamos alguns looks maras das nossas it girls queridinhas para te inspirar e te fazer sair da rotina. Olha só:

Larissa Bruin

Um jeito mara de fugir do floral é apostar em looks onde a peça principal seja o jeans. Olha essa produção gracinha da Larissa Bruin, com chapéu de palha, vestido jeans super leve e soltinho + flat nos pés. Fofa, né?

Nicolette Mason

A prova de que dá, sim, para abusar do efeito vinil nos dias de calor!

Julie Sariñana

Blusinhas com mangas bufantes estão super em alta e valem o investimento. Resultado: look instantaneamente chique, sem muito esforço.

Gina Ybarra

O básico nosso de todo dia pode ser cool, sim! Os ombros de fora se encarregam de deixar a produção mais leve e jovem.

Andy Torres

Já te disseram que produção P&B é proibida nos dias de sol? Então pode esquecer isso! O vestido de modelagem ampla de pois ganha um contraste lindo com o coturno nos pés. #girlpower

Brittany Xavier

Como não queremos looks óbvios aqui, o floral é apenas um complemento para essa produção. A saia estampada combina super bem com o tom do blazer, dando aquele up tão desejado para um office look mais descontraído.

Gi Lancellotti

Para um look night poderoso: a transparência da renda deixa tudo mais sexy. Aposta certa para as noites de calorão!

Alexandra Pereira

Match certeiro: bata básica + saia jeans. O combo ganha estilo com o chapéu.

Camila Coelho

Esqueça o xadrez tradicional nessa estação. O vichy veio com tudo e é aposta garantida para os próximos meses.

 

Fonte: Moda it

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Para dar um up nas combinações mais básicas, as estampas chegam como tendência chave para looks mais originais, alto astral e leves. Sempre tem aquelas que não podem faltar, independente da estação. Por isso, separamos para você as nossas estampas favoritas que são super atemporais e combinam com absolutamente tudo! Além das inspirações, também separamos várias peças liiindas, já pensando em um guarda roupa versátil e atual, vem ver:

LISTRAS

FLORAL

ANIMAL PRINT

XADREZ

GEOMÉTRICO

 

Fonte: MODA IT

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Confira uma seleção de itens que, acredite, vai fazer você investir com afinco em peças marrom, telha e caramelo.

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Páprica e canela tingem peças do verão 2016: óculos Komono, R$ 489; bolsa Louis Vuitton, 14.500; top e shorts Andrea Marques, R$ 472 e R$ 695, respectivamente (Foto: Divulgação)

A temporada de verão 2016 do SPFW foi marcada pelo retorno dos tons terroros que, após terem sido esquecidos, voltaram a tingir as principais peças da estação. Para quem ainda torce o nariz para o marrom e caramelo – que entraram no limbo fashion depois de serem banalizados –, vale dizer que eles foram atualizados.

Sob os nomes de páprica e canela, eles temperam o closet da próxima saison e prometem virar um neutro infálivel. Confira abaixo nossa seleção, que mixa os lançamentos nacionais (que estão desembarcando agora nas araras) até itens internacionais – e prepare-se para investir com força nas “especiarias” da vez. (VINICIUS ALENCAR)

Páprica e canela tingem peças do verão 2016

Páprica e canela tingem peças do verão 2016

Páprica e canela tingem peças do verão 2016

Páprica e canela tingem peças do verão 2016

Páprica e canela tingem peças do verão 2016

Páprica e canela tingem peças do verão 2016

Páprica e canela tingem peças do verão 2016

Páprica e canela tingem peças do verão 2016

Páprica e canela tingem peças do verão 2016

Páprica e canela tingem peças do verão 2016

 

Páprica e canela tingem peças do verão 2016

Páprica e canela tingem peças do verão 2016

Fonte: Vogue

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Preparados para o Verão 2015? Pois quem trabalha com moda já está com os olhos voltados para a próxima temporada de calor, afinal é hora de planejar a coleção. Por isso, aconteceu nesta quarta-feira, 26.02, mais uma edição do Senac Moda Informação — que nada mais é um bureau de tendências em formato de palestras, ministradas por profissionais antenados do mercado de diferentes segmentos.senac-moda-informacao-450x306De acordo com Luciana Parisi, coordenadora de uma consultoria de moda e especialista em tecidos, será uma temporada de muito otimismo e que tem como principal característica a volta do glamour. “O protagonista será o tecido. É a estação da viscose e do poiliéster”, revelou.

Como de costume, a instituição elegeu alguns temas para guiar as criações da temporada, isso com base nas passarelas internacionais e com o que já foi visto nos interiores de lojas nos Estados Unidos e Europa. Vamos conferir?

Tendências Verão 2015

Geografia Global

Mais uma vez o étnico será pauta de coleções, desta vez inspirado pela África, Ásia e alguns países da América Latina, como Peru e México. Para traduzir para os designs, aposte mais uma vez nas estampas ikat, agora renovadas pelo acréscimo de tons fluo.

smi-v151O novo étnico aparece com grafismos P&B e pitadas de tons fluo, como na River Island

Clássico, o animal print surge em versões de candy colors. Flores orientais, tie-dye, franjas e crochê complementam a temática. Nos shapes, invista em saias e vestidos longos, macacões, macaquinhos e o scuba dress, de neoprene estampado.

smi-v15-2-600x407O verão da americana Donna Karan é uma boa inspiração

smi-v15-5Assim como a mistura de poás e listras do verão da Burberry

Street Sport

A moda esportiva já foi incorporada ao vestuário do dia a dia há algumas temporadas, o diferencial do Verão 2015 é que ela vem complementada pelo artsy. Grafites e artistas como o pintor Jackson Pollock são as principais influências quando o assunto é estamparia, resultando em trabalhos únicos.

smi-v15-7-600x482As obras do pintor Jackson Pollock podem ser um ponto de partida para a criação de estampas exclusivas

Já as modelagens valorizam as formas limpas dos anos 90, priorizando peças em alfaiataria. A cartela de cores mescla tons neutros como o branco ou preto com as cores primárias vermelho, azul e amarelo.
 smi-v15-8-600x334A francesa Céline explorou a estética em seu verão

smi-v15-9-600x385Assim como a Prada

Inocência e Sedução

O romantismo, munido de boa dose de sensualidade, é a chave para o tema. Musas como Brigitte Bardot e a jovem Ellen Fanning conseguem alcançar essa dualidade, e servem de referência para a estação. A cartela de cores é composta de tons candy, como se fosse uma caixa de macarons.

smi-v15-10-600x399Elle Fanning na campanha de verão da Miu MiuNas formas, destaque para os vestidos fluídos, como os vestidos camisolas, as saias midi e tops bra, além de peças com babados. Já nas padronagens, explore borboletas, gatinhos, boquinhas, poás vintage, florais aquarelados, bouquets e xadrezes delicados.

smi-v15-11-600x399Desfile da estilista francesa Isabel Marant

Natureza Tropical

O estilo de vida brasileiro, nossa fauna e flora são mais uma vez ponto de partida e inspiração para a moda. Para renovar a estamparia, misture referências como o verão no Havaí ou na Califórnia, além de agregar padrões gráficos mais modernos em preto e branco de fundo.

smi-v15-14-600x377Senac Moda Informação Verão 2015 – Natureza Tropical na coleção da Hermés

senac-moda-informacao2Senac Moda Informação Verão 2015 – Natureza Tropical na coleção da Hermés

Fonte: Fashion Bubbles

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Vestidos do Inverno 2012 nas passarelas da Fashion Rio fotos

Os desfiles do Fashion Rio Inverno 2012 mostram que os vestidos serão  peça-chave para a próxima estação. Práticos e femininos, eles chegam com tecidos pesados, próprios para o clima de inverno, e modelagens arredondadas e confortáveis.

Os vestidos aparecem com cinturas marcadas ou em modelagens mais soltinhas, assimétricos e com volumes diferenciados. Algumas marcas apostaram nas estampas étnicas, como a Alessa e a Coven.Vestidos em jeans, principalmente  no estilo camisão, também apareceram bastante, como nos desfiles de Herchcovitch e TNG.

 

Confira os vestidos do Fashion Rio para o Inverno 2012:

Vestidos do Inverno 2012 nas passarelas da Fashion Rio fotos
Estampas étnicas e tecidos rústicos no desfile da Alessa. A marca aposta nos vestidos assimétricos e um ombro só

Vestidos do Inverno 2012 nas passarelas da Fashion Rio fotos Vestidos do Inverno 2012 nas passarelas da Fashion Rio fotos Vestidos do Inverno 2012 nas passarelas da Fashion Rio fotos
Cores e estampas étnicas nos vestidos da Alessa.

Vestidos do Inverno 2012 nas passarelas da Fashion Rio fotos Vestidos do Inverno 2012 nas passarelas da Fashion Rio fotos Vestidos do Inverno 2012 nas passarelas da Fashion Rio fotos
Tecidos leves e estampas delicadas nos vestidos da Patachou. A marca se inspirou no oriente para desenvolver a coleção.

Vestidos do Inverno 2012 nas passarelas da Fashion Rio fotos Vestidos do Inverno 2012 nas passarelas da Fashion Rio fotos Vestidos do Inverno 2012 nas passarelas da Fashion Rio fotos Vestidos do Inverno 2012 nas passarelas da Fashion Rio fotos
A Cantão trouxe vestidos curtos com modelagens arredondadas.

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Vestidos curtos da Cantão para o Inverno 2012. Tecidos como malha, couro e cetim estão no inverno da marca. Destaque para sobreposição do vestido estampado com camisa xadrez.

Vestidos do Inverno 2012 nas passarelas da Fashion Rio fotos Vestidos do Inverno 2012 nas passarelas da Fashion Rio fotos Vestidos do Inverno 2012 nas passarelas da Fashion Rio fotos Vestidos do Inverno 2012 nas passarelas da Fashion Rio fotos
Vestidos curtos jeans de Alexandre Herchcovitch. O denim veio escuro, com respingos, bem claro ou com estampa camuflada.

Vestidos do Inverno 2012 nas passarelas da Fashion Rio fotos Vestidos do Inverno 2012 nas passarelas da Fashion Rio fotos Vestidos do Inverno 2012 nas passarelas da Fashion Rio fotos
Com inspiração na natureza e em Robin Hood, a 2nd Floor trouxe vestidos de couro sintético, com recortes e contraste de materiais. Camisões estampados também desfilaram pela passarela.

Vestidos do Inverno 2012 nas passarelas da Fashion Rio fotos Vestidos do Inverno 2012 nas passarelas da Fashion Rio fotos Vestidos do Inverno 2012 nas passarelas da Fashion Rio fotos Vestidos do Inverno 2012 nas passarelas da Fashion Rio fotos
Vestidos de tricô e crochê da Coven, que se inspirou na civilização maia. A marca trouxe peças de modelagem sequinha, com franjas, transparências e o brilho do lurex.

Vestidos do Inverno 2012 nas passarelas da Fashion Rio fotos Vestidos do Inverno 2012 nas passarelas da Fashion Rio fotos Vestidos do Inverno 2012 nas passarelas da Fashion Rio fotos Vestidos do Inverno 2012 nas passarelas da Fashion Rio fotos
Vestidos jeans da TNG, ideais para o dia a dia.

Vestidos do Inverno 2012 nas passarelas da Fashion Rio fotos Vestidos do Inverno 2012 nas passarelas da Fashion Rio fotos Vestidos do Inverno 2012 nas passarelas da Fashion Rio fotos Vestidos do Inverno 2012 nas passarelas da Fashion Rio fotos
Patachou explorou tecidos fluidos e drapeados em sua coleção. Além de tons de vermelhos e laranjas com  volumes diferenciados. Vestido vermelho traz detalhe bordado nos ombros e calda, tendência forte para 2012.
Flores e romantismo. Vestidos de festa com a silhueta dos anos 50 e apliques de flores. 

Fotos: UOL, GNT e Chic

Por Samantha Mahawasala FASHION BUBBLES

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A novidade para o verão são os esmaltes que mudam de cor e os coloridos

Ontem, 22, a estação mais desejada pelos brasileiros chegou: o verão. Ela trouxe consigo a promessa de dias quentes, ensolarados e cheios de novidades para mulheres que não perdem a oportunidade de estarem em dia com as tendências de cada estação. E para não fugir à regra, unhas e cabelos também prometem ditar moda neste verão que traz novidades pra lá de descoladas.

De acordo com a cabeleireira Celina Cunha, os esmaltes da estação estão ainda mais coloridos e vão dos tons alaranjados aos que mudam de cor. “As cores de esmaltes são muitas. Os tons vermelho alaranjado, grafite, dourado, rosa de todos os tons, coloridos e a novidade de esmaltes que mudam de cor. Tem um que depois de passar e colocar a mão na água as cores mudam e ficam cores diferentes na unha”, ressalta.

Mas Celina lembra que é bom observar algumas regrinhas na hora de escolher o esmalte, observando até mesmo a profissão exercida no dia a dia. “As restrições e a combinação que cada pessoa tem ao usar um esmalte devem seguir algumas regras, por exemplo, observar a profissão para não exagerar e causar impressões não desejadas. Tudo tem que combinar com a personalidade de cada um”, afirma.

Os cuidados também devem ser observados. A cabeleireira lembra que a hidratação também deve se estender às unhas. “As unhas devem ser bem cuidadas e hidratadas. Para isso recomenda-se usar base hidratante e até mesmo o azeite é uma boa opção”, lembra Celina. Ter o próprio quite de materiais para fazer as unhas também é fundamental para garantir a higiene e a diminuição do risco de contaminação por fungos, bactérias e doenças como hepatite.

O que também muda nesta estação são os cortes e as cores dos cabelos. Se no inverno a aposta era em cabelos longos, desfiados e de cores diversificadas, no verão de 2012 as mulheres devem apostar no encaracolado e nas cores quentes. Celina lembra que as mechas continuam em alta e as franjas também adotaram um novo formato. “O corte de cabelo que esta em alta é todo repicado, encaracolados, mas feitos pelos profissionais. A tendência também são as mechas coloridas, franjas desfiadas, cores quentes”, destaca.

E os cuidados com os cabelos também precisam ser redobrados no verão. A quantidade de sol, cloro e sal que os fios recebem colaboram para a danificação. Celina lembra que os cabelos coloridos devem ter cuidados diferenciados nesta época do ano, a fim de manter a coloração desejada. “Nesta época é comum as pessoas frequentarem praias e piscinas com maior intensidade. Então fica a dica: quem tiver luzes, mechas ou cabelos louros ao ir a praia, após sair do mar, deve-se jogar água filtrada nos cabelos para evitar que fiquem verdes e usar o filtro solar”. Manter a hidratação em dia também ajuda a manter os cabelos sedosos, leves e com brilho intenso.

Então, se você é mulher abuse do que de melhor as tendências para este verão oferecem e aproveite a estação “queridinha” dos brasileiros.

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Com o verão batendo à nossa porta, surge aquela vontade quase incontrolável de escolher o óculos escuros que vai nos acompanhar durante toda estação, ou seja, aquela cara-metade que a cada dia se torna mais do que imprescindível para o sucesso de um look.

A Marcolin, uma das maiores importadoras do país, convidou os jornalistas para uma noite de massagens no SPA do Hotel Renassaince, em Sâo Paulo, seguida de uma apresentação de quais serão os modelos-chave para a próxima temporada. Se você, assim como eu, é fã do clássico aviador, comemore. Tom Ford foi um dos estilistas que apostou fundo no modelo, com algumas pequenas alterações. De uma maneira geral, saem de cena as armações de metal deste formato e entram na “wish list” da próxima temporada os modelos de acetato de tons escuros.

Outra grande novidade são as armações purpurinadas, um dos hits de John Galliano. O brilho chega comedido, mas ajuda a iluminar a feição. Ainda entre as tendências estão os modelos gatinho, febre cinquentinha da passarela da Prada.

A Sáfilo, outra grande importadora do mercado, também recebeu os jornalistas para um brunch, seguido de dicas espertas da jornalista Julia Petit, da apresentadora Mariana Weickert e do maquiador Fernando Torquatto.

O império do nude, nesta temporada, não fica restrito ao mundo dos vestidinhos retrô, peep toes e clutches poderosas. Toma conta também dos óculos escuros. Arredondado, gatinho ou em oversized, eles levam a vantagem de não pesar no visual, valorizam os traços do rosto e contemplam igualmente morenas e loiras.Gucci e Valentino foram algumas das grifes que apostaram nesta tonalidade.
Fonte: Marie Claire


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O verão já está nas vitrinas e nas revistas de moda. Com isso, mulheres de todo o Hemisfério Sul observam com olhar interessado o que os estilistas propõem para os próximos meses. Estampas selvagens, cores neon e peças de alfaiataria figuram entre os objetos de desejo para a estação do calor.

Aqui, diversos estilistas dão dicas do que estará em alta na próxima estação. Aproveite!

::: De todas as tendências deste verão, sem dúvida a que mais tem a ver com as brasileiras é a das flores. Estampas grandes, miudinhas e até carregadas de folhagens são a cara do calor nacional. E, já que prints e aplicações dão tom, as peças são mais discretas quanto à construção.

::: Estilistas apresentaram em suas coleções peças em tons fluo, os queridinhos deste verão. Muito já se viu deles em outras estações, mas a ordem agora é brilhar cada vez mais, seja com um peça principal, seja apenas como um ponto de luz no look. Para brincar com o clima dos anos 1980, escolha uma ou mais tonalidades e arrase na temporada de calor.

::: Para quebrar a austeridade do look de alfaiataria e garantir um toque mais feminino, vale arredondar as formas, marcar os ombros ou definir a cintura. Drapeados, babados, sobreposições de tecidos e pregas ajudam na tarefa de deixar tudo com jeito de menina.

::: Os biquínis estão cheios de referências sofisticadas, como modelagens e recortes inusitados. As pesquisas de estampas se traduziram em prints selvagens – destaque para zebra, onça e cobra. Se preferir um conjunto liso, invista nos tons fluo, para realçar o bronzeado, ou em cores sólidas, como azuis e verdes

::: Ícone de estilo de todas as décadas, o safári urbano é mesmo um clássico. Entra ano e sai ano, o que se vê nas passarelas e ruas é essa mescla de tons terrosos com outros naturais e estampas de bichos. Tendo a evolução das espécies como foco nesta temporada, a tendência valoriza formas e materiais orgânicos e silhueta mais reta ou levemente ajustada na cintura. Tecidos como algodão, linho e couro dividem o espaço com peças em malhas de bambu repaginadas, que aparecem menos infantis e mais sensuais.

Visto Clicrbs

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tendencia

O amarelo foi a cor do Verão e o vermelho será a do Inverno. A emoção e a consciência ambiental estão na ordem do dia. É o que ditam as tendências. Para a Moda e não só. Mas de onde surgem estas orientações? Quem as determina? E porquê?

Antevisão
Qual irá ser a cor da moda? O que se vai usar na próxima estação? Qual é o produto do momento? Hoje, cada vez mais pessoas e empresas estão pendentes das tendências, quando até há bem pouco tempo isso era uma preocupação quase exclusiva dos industriais têxteis e do pronto-a-vestir.

O termo ‘tendência’ está a cada dia mais presente no nosso vocabulário e na nossa vida quotidiana. Pelo menos nos grandes centros urbanos das sociedades ocidentais em que vivemos.

Das passarelas as imagens saltam para as páginas das revistas para revelar o que nos fará mais bonitas e fashion a cada estação. Quisemos percorrer o caminho inverso. Num mergulho profundo no universo da moda e dos produtos de consumo fomos em busca de descobrir como surgem estas tendências, como tomam forma e quem as molda. Como uma verdadeira caçadora urbana, Paula Horta circula pelas ruas de Barcelona munida das suas indispensáveis armas: um bloco de notas, uma máquina fotográfica digital e a enorme curiosidade que muitas vezes a impele ao contacto directo com os seus objectos de observação, mal os identifica. São adolescentes ou jovens adultos que por alguma razão se destacam dos demais, mesmo que seja por um mero detalhe ou adereço personalizado.

Paula veste-se com discrição e dificilmente se destaca na multidão. Isso facilita a sua postura como observadora e torna-a menos ameaçadora quando decide aproximar-se dos seus alvos. Ela é uma coolhunter (ver caixa), atenta aos pequenos grupos, às pessoas que usem algo com um potencial de vir a ser massificado, e trabalha para o The Intelligence Group, uma empresa de marketing e de trend forecasting com sede em Nova Iorque, mas com um exército de caçadores – ditos international reporters – espalhados por todo o planeta. Para além de coolhunters, estas pessoas desempenham também a função de trendspotters, atentas aos comportamentos, ao sentido para onde caminham as tendências no local onde estão situadas, ao que ali se consome e ao que atrai a atenção do público em geral. O seu trabalho todos os meses é diferente mas, essencialmente, todos têm como tarefa destacar no mínimo duas tendências que sintam que estejam a aflorar nas cidades em que se encontram. O material recolhido e compilado é depois analisado nos escritórios centrais por antropólogos, sociólogos, especialistas em marketing e em outros sectores ligados ao consumo e aos novos negócios.

Portuguesa, licenciada em Ciências da Comunicação e especializada em Publicidade, Paula Horta fazia o mestrado em Cultura Visual em Barcelona quando surgiu a oportunidade de fazer este trabalho. Dificilmente seria recrutada para fazer o mesmo em Portugal, destino que nem sempre desperta o interesse destas empresas de marketing e tendências pelo seu tamanho reduzido, pela sua posição periférica e pela limitação da sua influência em outros mercados. Em Espanha, ao contrário, o mercado é maior e estende-se aos países da América Latina de expressão espanhola. E Barcelona é um centro cool por excelência, carregada de estrangeiros e onde fervilha o cenário cultural.

Paula rapidamente se identificou com a actividade que agora desempenha e já não consegue pôr os pés na rua sem observar tudo e todos. Para executar bem o seu trabalho necessita de uma visão apurada e de uma boa capacidade de análise. “É fundamental que consigamos abstrair-nos dos nossos gostos e crenças habituais. Isso não interessa para nada neste trabalho. O importante é conseguirmos anali-sar o que nos rodeia”, comenta. As ruas são o seu campo de trabalho, mas não só. Os eventos de arte, música, as feiras de moda, entre outros acontecimentos, também o são, assim como os blogs, os sites da Internet, os jornais e as revistas em geral. “Sou uma verdadeira junkie das revistas”, confessa.

As tendências, então, não surgem da cabeça de ninguém. Nascem nas sociedades em que vivemos, dos pequenos adereços, dos gestos isolados de grupos restritos, das opiniões quase anónimas mas que catalizam a atenção de muitos, dos pequenos negócios criativos que despontam aqui e ali, de tudo o que se vê e se faz de forma diferente e inovadora, mas também da forma como as sociedades se comportam. Um artista underground, o designer do momento, um músico, um DJ, actrizes e actores, o autor de um blog, uma jovem na rua… Qualquer um pode ser um trendsetter (ver caixa) desde que se destaque na multidão ou desperte o interesse dos demais e que, de alguma forma, a sua atitude ou opinião reflicta as ansiedades do momento.

“Eu não descubro nada novo”, afirmou a respeitada investigadora de tendências holandesa Li Edelkoort numa entrevista publicada no site da Symrise, grande produtor alemão de fragrâncias e sabores. “Observo e interpreto o comportamento e o estado de espírito das pessoas, e aponto o que vejo. Actuo como uma catalizadora do espírito do momento e transformo-o em tendência o mais cedo possível.” Li Edelkoort busca constantemente respostas para perguntas como: Como será a nossa vida no futuro? O que irão querer as pessoas? Que desejos e necessidades terão? Que características um produto deverá ter para alcançar o sucesso no mercado? Como inspiramos as pessoas a comprar coisas?

Mas como é que tudo isso surgiu? Depois da Segunda Guerra Mundial houve um incremento do pronto-a-vestir. Na década de 60 verificou-se uma grande democratização de hábitos e a indústria do vestuário deu um salto significativo. Com isso, houve não só a necessidade de modernizar-se como também de ajustar a produção a uma quantidade crescente de consumidores assim como aos seus gostos. Prever quais seriam os produtos preferidos do público significava assegurar que não haveria ruptura de stocks, ou seja, que as peças não iriam esgotar-se ou não faltaria matéria-prima para as produzir. Assim, a opção foi, “em vez de trabalhar da fábrica para o mercado, fazer o sistema inverso, do público para a fábrica, a partir de uma observação mais atenta das pessoas, dos seus hábitos, da arquitectura e de diversos outros fenómenos socioculturais”, observa Greta Statter, consultora de moda e de tendências de estilo de vida.

Surgem nessa altura os primeiros observadores de tendências. Eram, em geral, pessoas viajadas, com boa bagagem cultural e interesse pelo mundo da moda, que davam indicações a nível da gama de cores a ser utilizada e que desenhavam alguns esboços de formas e modelos. Nessa altura são criados também os primeiros cadernos de estilo. “Françoise Vincent foi, provavelmente, a primeira a fazer um mapa em que cruzava circunstâncias económicas, históricas, políticas e artísticas”, comenta Greta Statter. Em 1966, Françoise Vincent, com o apoio de industriais franceses, criou a Promostyl, um dos mais antigos gabinetes de estilo, que hoje compartilha o cenário e a influência com outros gabinetes como o Peclers Paris, a Agence de Style Nelly Rodi, o Studio Edelkoort, entre os mais tradicionais, assim como com as mais jovens empresas de investigação e inteligência (intelligence companies) como a Faith Popcorn’s Brainreserve, a Look-Look e a The Intelligence Group. “Estes gabinetes cheiram o l’air du temps e são capazes de discernir o que vai ser importante para o futuro”, aponta Greta Statter.

E da mão-cheia de sugestões dos primeiros tempos, o trabalho dos observadores de tendências foi-se tornando cada vez mais complexo. Ainda que os métodos de trabalho nem sempre sejam exactamente os mesmos, hoje pouco diferem dos utilizados inicialmente. Baseiam-se nas viagens e compras no estrangeiro, sobretudo quando se trata de gabinetes dentro das empresas de produção, ou em profissionais estrategicamente situados em distintas partes do globo, no caso dos gabinetes de tendência particulares. Contam com uma boa dose de intuição mas também com o apoio de profissionais vocacionados para analisar a sociedade e o significado dos sinais recolhidos.

O trabalho não se resume a observar as pessoas na rua para, mais tarde, desenhar para elas. Vêem-se os trabalhos de designers, artistas plásticos, arquitectos e outros criativos de cada local. Por isso fala-se cada vez mais de lifestyle – fenómeno mais global – que alia também urbanismo, arte e design”, refere Pedro Marques Mendes, representante da Promostyl em Portugal. E acrescenta: “Nesse âmbito, Portugal tem alguma coisa para oferecer – temos boa afirmação internacional sobretudo a nível da arquitectura e do design de equipamentos.” Pedro Marques Mendes destaca os designers Fernando Brízio, Miguel Vieira Baptista e Ricardo Ralhete, “que não são produtores em grande escala mas são observados e influenciam”. Destaca também Siza Vieira e outros arquitectos nacionais. E, no âmbito da moda, chama a atenção para Felipe Oliveira Baptista, Pedro Waterland e Luís Buchinho. “Os gabinetes de tendências já repararam neles.”

A Concertação Internacional da Cor acontece em Paris todos os anos, duas vezes por ano, desde há mais de duas décadas. Este é um dos grandes acontecimentos a nível das tendências e reúne gabinetes de estilo, estilistas independentes, fabricantes de pigmentos, industriais têxteis e as suas associações. Neste encontro define-se a gama de cores para cada estação. “Hoje já estão disponíveis as cores para o Inverno de 2009/2010”, observa Pedro Marques Mendes. “As decisões levam em conta o gosto do público mas também outros interesses em particular, como promover uma determinada cor – um pigmento que não se usa há muito tempo ou que é muito caro, por exemplo”, observa.

Pedro Marques Mendes traça o caminho destas decisões. “Definida a gama de cores, as associações informam os seus membros e os gabinetes de tendências fazem o desenvolvimento criativo dos usos desta gama.” Os cadernos de estilo/tendências produzidos pelos gabinetes de tendências são, na sua maioria, o cruzamento final do trabalho de campo e a sua respectiva análise com a gama de cores. São publicados, na grande maioria dos casos, cerca de duas vezes por ano, com previsões com dois ou três anos de antecipação. Esses cadernos apresentam cores, texturas e formas para cada estação, mas com a preocupação de abarcar os vários públicos-alvo – mulheres, homens, crianças, jovens, estilos de vida, conceitos, entre outros. Para melhor ilustrar as tendências que referem, recorrem a diversos elementos: amostras de tecido e de outros materiais de produção, esquissos de modelos e objectos, recortes de imprensa e retratos de personalidades de interesse (artistas, designers, arquitectos, estilistas e opinion makers, por exemplo).

Se inicialmente este era um serviço prestado quase exclusivamente para a indústria têxtil e de pronto-a-vestir, hoje é almejado pelos mais variados sectores de produção – dos cosméticos à decoração, dos automóveis aos telemóveis, dos alimentos aos restaurantes e hotéis. Empresas como a Swatch, a Fiat, a Dupont, a Nokia, a Renault, e tantas outras, compram esta informação, estendendo a influência a um amplo leque de produtos de consumo e não apenas à moda.

“Este serviço torna-se cada vez mais indispensável para a sobrevivência de marcas e empresas. São raras as que não compram estes indicadores de tendências e há mesmo empresas que recorrem aos produtos de mais do que um gabinete”, afirma Pedro Marques Mendes. O gabinete que representa lança 15 cadernos diferentes por semestre e há quem invista a sério e os compre todos.

A informação dos gabinetes de tendências é a base de trabalho para as direcções de design e marketing das empresas clientes. As de design cruzam-na com as suas experiências pessoais e desenvolvem os produtos com um cunho próprio. As de marketing trabalham nas estratégias de produto, nos conceitos a utilizar para a sua promoção.

Mas a necessidade das tendências tem também a ver com outros factores económicos. “O capitalismo é, por definição, um sistema que aspira à expansão – dos lucros e, por arrastamento, dos mercados. Para sobreviver, tem de se renovar e, para se renovar, é necessário garantir o fluxo contínuo, quando não a expansão, do que é produzido, isto é, do consumo. Uma das formas de garantir que vamos comprar mais um par de calças consiste em garantir a obsolescência – pelo menos relativa – das que já possuímos”, explica Ana Brandão, assistente do Departamento de Sociologia do Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho, que integra uma das equipas de investigação do Grupo de Cultura e Estilos de Vida. De acordo com esta socióloga, “a moda cumpre o papel fundamental de garantir essa obsolescência que assegura o consumo na medida em que procede à revisão contínua da ‘adequação’ desses produtos. Deixamos de vestir o que não está na moda”.

Essa obsolescência passa pelo aproveitamento de necessidades elementares do ser humano – como a necessidade de pertença e de singularidade – para promover a expansão das áreas de negócio. “Os produtos de consumo geral e a oferta cultural são elementos constituintes dos estilos de vida. Não nos distinguimos ou assemelhamos socialmente apenas pelo que vestimos mas também pelo que fazemos, pelo que comemos, pelos espectáculos a que assistimos… O que o capitalismo faz é explorar aquelas necessidades básicas pela identificação de novas áreas de aplicação das suas técnicas”, comenta a socióloga.

A sociedade está mais complexa, é verdade. E as tendências confortam. “As marcas passam a ser como famílias”, declarou o guru das tendências David Shah, numa entrevista dada à revista Época brasileira. De acordo com este especialista, as pessoas passaram a criar identidade por tribos. “Não importa a sua nacionalidade, se você usar um traje de Yohji Yamamoto como eu, nós pertencemos à mesma tribo.” Shah explica que hoje já não existem mais trabalhos para toda a vida, as ideias tradicionais de casamento e família parecem desaparecidas. “Por isso estão tão interessadas nas tendências: porque não sabem o que vai acontecer com o mundo. As marcas passaram então a tentar desenvolver um relacionamento com o seu consumidor, construindo um elo emocional. “Antecipar tendências consiste, basicamente, em prever as possibilidades de desenvolvimento futuro – em termos profissionais, de moda, etc. – com vista a, de algum modo, estabelecer uma relação securizante face ao próprio futuro antecipado. É, neste sentido, uma tentativa de lidar com o elemento imprevisível, de reduzir a consciência do risco, ou, pelo menos, a ansiedade que lhe está associada”, refere a socióloga Ana Brandão.

E o que marcará os novos tempos? As tendências decorativas, o biológico e o tecnológico são os conceitos do futuro próximo. É no que acredita Pedro Marques Mendes. Paula Horta acredita também na costumização dos produtos. “Uma forma de transformar um produto massificado em único”, observa.

Tudo o que vem da natureza terá um espaço privilegiado, desde as cores às formas de fósseis, defende o grupo Edelkoort. De acordo com a investigadora holandesa, pressente-se o ressurgimento dos produtos locais, assim como da cozinha regional. “Estamos cansados de ver as mesmas marcas por todo o mundo, estejas em Nova Iorque, Tóquio ou São Paulo.” As novas marcas conquistarão alguma frescura se combinarem os seus produtos de cariz global com um toque local.

O guru David Shah acredita que estamos a entrar numa nova fase de comportamento dos consumidores, que denominou Nu Austerity (nova austeridade). “O comprador de moda, antes preocupado com a imagem de ostentação, passou a preocupar-se com questões maiores como a sustentabilidade, as alterações climáticas, a pobreza global, o comércio ético, etc.”, escreveu na última edição da revista Textile View, publicação especializada em tendências da qual é responsável.

A procura do significado é o que aponta Anne Lise Kjaer, do gabinete de tendências Kjaer Global. “Acredito que a busca do significado será o propulsor nuclear do século XXI para as sociedades ocidentais, uma sociedade imbuída com uma tremenda escolha material e carregada de uma abundância sem significado”, escreveu para a mesma edição da revista Textile View. A especialista aponta para os produtos potenciados pela emoção e a ética como o meio para chegar com significado às pessoas no futuro.

Visto Modamaistyle.blogspot.com

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