Fazia bastante tempo que não se via uma personagem com estilo tão marcante como a Melina, representada pela Mayana Moura, em Passione. Apesar de não ser o tipo de beleza “popular“, ela anda inspirando muitas telespectadoras com seu make de boneca e francesinhas invertidas nas unhas.

Na vida real ,antes do “plim-plim“, a moça já era famosa entre os descolados do eixo Rio-São Paulo justamente pelo seu estilo super original que ,atualmente, por conta da personagem, anda misturando os já característicos elementos rocker com peças mais femininas, como vestidos de tecido fino e bolsinhas de mão.

Ah! Também vale lembrar que Mayana era modelo até pouco tempo e chegou a ser considerada queridinha de Karl Lagerfeld antes de tomar abuso pela carreira! hehe Além de fazer parte da banda alternativa Glass n Glue, junto com a stylist Marina Franco e os garotos Paulo Ferreira e Fabrício Matos.

Pra copiar o visual “Melinammm/Mayanamm” de ser é bem fácil! Tudo que voce precisa é misturar as melhores peças pretas do seu armário (jaquetas de couro, blazers, calças, vestidinhos…) com acessórios fortes, sapatos pesados e muitas bijuterias vintage! O make também faz toda a diferença, e quem não tem na gaveta um batom e um esmalte vermelho né? É só encontrar e começar a usar! hehe

Fonte: Garotas Estupidas

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Redley, Claudia Simões, Totem, Graça Ottoni e Lenny


Entre as propostas para rapazes e garotas, Redley não mostrou discordâncias, a não ser nos pontos óbvios. Em termos de estilo, tudo converge bem, da cartela aos materiais  e aos cruzamentos de sufwear, alfaiataria e streetwear. Tem gente nova no departamento de estilo e não há como isso não se refletir na passarela. Uma maior descontração talvez e toda esta jogada de oposições entre tecnologia e naturalidade, vazados e cheios, lisos e estampados, formal e informal. Nada muito complicado, nem para o feminino, nem para o masculino, mas eficiente e seguro. As meninas usam belos macacões, folgados e sedosos, e saias altas e curtas. Os rapazes, bermudas bem bacanas e a camisaria deles é de dar vontades de ter. Todos usam casacos vinílicos, ultrapolidos e com bom efeito de passarela.

Tribal chic com pitadas militares mais alfaiataria bacana. A mistura rende roupa sem grandes volumes no desfile da Claudia Simões, correta e contida dentro das formas retas dos anos 1960. São preciosos os bordados complexos e interessantes as vestes alongadas sobre legging e bermudas curtas. Os casaquinhos leves e elegantes agradam em cheio. A citada referência ao pintor e escultor espanhol Palazuelo (1916-2007) diluiu-se na cartela, em alguma geometria e na estamparia digital. A coleção passa ao largo do calor do verão e põe na roda looks bem comportados, com jeito de meia estação.

Omar Salomão é filho do Wally Salomão, e esta é uma bela credencial para o vocalista da banda Vulgo Quinho & os Cara, que encheu de música o animado desfile da Totem. Tropicalidade com linhagem é isso aí, algo que faz parte também do DNA dessa marca carioca da gema, setentista de carteirinha, e que faz moda dentro do pacote completo do colorido, ensolarado, estampado, descontraído e confortável. No feminino, apresentou chemises bacanas, saias curtas com amarrações e vestidos imbatíveis. No masculino, shorts soltos, usados com camisas quase túnicas, e um bonito e inesperado cardigã. Passou bem, particularmente, na junção das estampas de cores vivas, grafismos acertados e margaridas grandes.

Com Pierre Verger e paisagens vazias em mente, Graça Otoni abriu com um imenso e esvoaçante chemisier branco, e engatou calça ampla e camisa mostrando silhueta farta, leve e radicalmente branca. A partir daí, desfiou seu repertório de suavidades e aparentes improvisos das formas, que ela sustenta meticulosamente, na verdade. Sobre o branco imaculado, as estampas surgiram como vestígios esmaecidos em gradações do cinza. Cor que aparece em vestidos e conjuntos de blusa alongada e short de barra enrolada. Ao final, looks negros e fragmentos de renda, fechando o ciclo de contaminação da pureza inicial.

A grife de moda praia Lenny encerrou o 2º dia com apresentação impecável. Desta vez, o traço característico de arquitetura modernista cedeu lugar para as linhas suaves e arredondadas de dunas do deserto e para elementos tribais, conferindo um toque acalorado e orgânico à coleção. No controle de materiais tido como inadequados, inclusive chamois, a marca não apenas confirma, mas apura a excelência e, de quebra, sedimenta a do incensado beachwear nacional. Também na Lenny, e ainda timidamente, surgiram biquínis menores, daqueles que andavam longe das passarelas. Ficou bacana a tenda montada com a mesma lona que cobria a passarela.

Visto em USEFASHION

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Consultora de moda mostra que, para cada ocasião, há uma peça que pode transformar o visual das mulheres nos dias mais frios.

Primeiro aconteceu nas passarelas. As coleções brasileiras outono-inverno 2010 desfilaram com muitas meias-calças. Aí as temperaturas começaram a cair um pouquinho e as meias-calças foram para as ruas. “É muito bom que as meias-calças estejam na moda”, diz Glorinha Kalil. “Elas são práticas, são versáteis, mas causam muitas dúvidas”.

As mulheres nas ruas tiram suas dúvida com a consultora de moda do Fantástico:

Qual é o melhor tipo de meia-calça pra quem tem pernas grossas?

Para quem tem pernas grossas, o melhor são as meias-calças escuras: pretas, marinho, café, qualquer uma delas. Escura diminui.

Meia-calça está na moda para qualquer idade, ou eu vou ter de segurar minha onda para usar meia-calça?

Não precisa segurar a onda. Pode usar tranquila. Meia-calça vai bem para todas as idades. Pode ser lisa, pode ser xadrez, pode ser rendada, depende do seu estilo.

Meia arrastão: pode usar de dia?

Jovens têm usado essas meias arrastão pretas até com aquele shortinho jeans, com botina, com coturno. Fica muito bonitinho. Agora, normalmente ela fica melhor de noite, especialmente as pretas.

Possibilidades infinitas
As dúvidas são muitas, porque as possibilidades são infinitas. Dá para usar meia-calça com saia no joelho, com mini-saia, com vestidinho. Dá para usar em forma de legging ou fusô, sem os pés, com sapatilhas, com saltinho ou com saltão. Basta trocar de meia-calça e você muda de roupa.

Glorinha explica: “Eu estou com uma roupa bem neutra: um paletó e uma saia e com as meias pretas escuras, bem opacas. Agora, suponha que eu seja convidada por uma amiga para ir almoçar e que eu queira deixar o meu visual mais leve. O que eu faço? Ponho uma meia-calça colorida, ou uma de bolinha ou bem esportiva, como essa xadrez”.

Meia-calça no coquetel
“Imagine que o convite seja para um coquetel no fim do dia ou uma exposição. O que fazer? Eu vou querer uma coisa mais leve, mais transparente. É também a boa hora para a meia arrastão”, indica Glória Kalil.

O que usar na balada?
“Agora é ir para a balada. Barzinho com amigos, e eu quero fazer a minha roupa ficar bem divertida. O que eu escolho? Uma meia calça estampada. No caso, de onça, a mais divertida de todas”, diz Glorinha.

Meia e legging
“Tem um jeito de deixar essa roupa ainda mais sofisticada? Tem. Com um legging rendado. Outra opção é uma meia arrastão transparente com muito brilho. A roupa se transforma em várias só por causa da mudança de meias”, aponta a consultora.

Visto Fantástico

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Escola levou polêmica de Geisy Arruda e vestido curto para a avenida.
Carro alegórico foi batizado de ‘Sapucaí Fashion Day‘.

Com um sacada mais ‘pop’, a Porto da Pedra fez um desfile de moda dentro de seu próprio desfile na Marquês de Sapucaí nesta segunda-feira (15).

A escola resgatou a história das tendências e enfeitou a avenida com laços, fitas e babados. Antenado, o enredo “Com que roupa eu vou?” fez reverência à moda contemporânea e a estilistas queridinhos do mundo da moda. A escola consumiu 1 hora e 19 minutos na apresentação.

Se a ideia era reproduzir o mundo fashion, não poderiam faltar “bafos”. E foi isso que a escola fez ao abordar a polêmica envolvendo a estudante Geisy Arruda.

A moça que ficou conhecida por ter sido hostilizada na universidade ao usar um vestido curto e rosa foi destaque de um carro alegórico usando uma “réplica” da peça. Numa versão brilhante e vermelha, o vestido foi estilizado com uma gola bufante ao estilo da Rainha Elizabeth.

E, talvez também em nome de uma moda democrática, musas de seios cônicos, popozudas e “mulheres fruta” desfilaram na avenida.

Abre-alas

Com uma dose de deboche, um tigre gigante de boca aberta mostrava a língua com um piercing no abre-alas “Antes da moda era assim”. A alegoria levou personagens do desenho animado “Os Flinstones” para a avenida e relembrou a pré-história.


Seguindo uma ordem cronológica, as alas seguintes fizeram uma “passagem obrigatória” pelo Egito, Grécia e Roma. Desta vez, para falar de como era o jeito de se vestir séculos atrás.

‘Sapucaí Fashion Day’

Na ala chamada “Com que roupa eu vou?”, os integrantes puderam escolher que fantasia queriam vestir. Em outra, o tema era “Eu quero ser Naomi”, lembrando uma roupa que a modelo Naomi Campbell usou no último desfile de Yves Saint Laurent. Referências da moda atual, Alexandre Hercovitch, Jum Nakao, Lino Villaventura e Ronaldo Fraga ganharam alas temáticas.

A influência da fé na arte, como ocorreu com o gótico, foi o tema do segundo carro. Nas outras alegorias, o Renascimento , o Barroco e o Rococó. O penúltimo carro falou do Art Nouveau e homenageou Coco Chanel, representada pela atriz Marília Pera.

A escola fechou o desfile com o “Sapucaí Fashion Day”, tema do último carro alegórico. Fez um desfile dentro do desfile para reverenciar o glamour da moda. E, como todo desfile de moda, a Porto da Pedra encerrou sua passagem com a ala das noivas, uma homenagem a Simon Azulay, estilista brasileiro morto em 1988.

Visto no G1

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A top desenhou uma coleção para a grife Longchamp.

Foi divulgado o making of do ensaio de Kate Moss para a grife Longchamp.

A top, que fez o design de uma coleção de bolsas para a marca, foi clicada ao lado de suas criações.

Todas as bolsas foram criadas de acordo com o gosto de Kate.

Visto no EGO

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Roupas que levantam o ânimo, que mantêm a temperatura corporal, que acalmam ou que repelem mosquitos fazem parte do conceito de roupa inteligente, “uma forma de se vestir que junta estilo e tecnologia para viver melhor”, explica a estilista Laura Morata.

Após anos de pesquisa, Morata, dona da grife Madre Mía del Amor Hermoso, conseguiu fundir a tecnologia com o estilo, a fim de criar roupas que facilitem a vida da mulher.

“São roupas com tecnologia que permitem personalizar a roupa, preservar o meio ambiente e encontrar o bem-estar”, disse a estilista à Agência Efe.

Assim, com base na aromaterapia, a estilista criou roupas nas quais inclui microcápsulas com essências naturais que, no momento de vestir, mostram seus benefícios.

“Costumo usar a baunilha e o jasmim em vestidos de noiva, já que acalmam os nervos e relaxam, o que permite aproveitar esse dia tão especial com serenidade”, diz.

Já o aroma de morango e de maçã vai para as roupas do dia-a-dia – vestidos, calças e camisas – para estimular os ânimos abatidos. “Desta maneira, nenhuma pessoa, nem seu chefe, pode acabar com seu dia”, explica.

Utilizando a tecnologia de plasma e por meio de um processo totalmente ecológico, a Madre Mía del Amor Hermoso criou roupas antimanchas que repelem a chuva e qualquer tipo de líquido.

“São roupas que, ao mesmo tempo em que dão segurança, evitam ser lavadas continuamente, processo que contamina os rios”, assegura Morata.

A estilista também criou roupas antiestresse que contêm microcápsulas antiestática que evitam que as mulheres carreguem a energia eletroestática de telefones celulares ou de computadores.

“Estas roupas absorvem a eletricidade eletroestática e ajudam a eliminar as barreiras do estresse”, explica Morata.

Uma quarta invenção da empresa são as roupas antimosquito, que por meio de um produto repulsivo encapsulado no tecido consegue espantar o inseto.

Com o PCM – Phase Change Material-, também microencapsulado em agasalhos e jaquetas, esta jovem catalã conseguiu criar roupas que mantêm a temperatura corporal tanto no verão como no inverno, nas condições meteorológicas mais adversas.

Morata recorre à pintura fosforescente, que absorve energia dos raios ultravioleta e emite luz na escuridão, para desenhar vestidos de noiva. “São tintas que têm na estética como única funcionalidade, não facilita a vida, mas diverte muito”, diz a dona da Madre Mía del Amor Hermoso.

Com o passar do tempo, as virtudes da tecnologia vão desaparecendo das roupas, mas a marca estuda como fazê-las durar mais tempo. Mesmo assim, os atrativos duram mais de um ano.

Agora, Morata desenvolve produtos para o lar com nanotecnologia, trabalhando inclusive com bactérias. EFE.

Fonte G1

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Modelos que caem na passarela estão entre os clássicos do mundo da moda. E a Vogue Itália, a revista que mais surpreende pela criatividade de seus editoriais, tem em sua última capa… O tombo de uma modelo. Os cliques são do fotógrafo Steven Meisel, que fez – literalmente – a top Karlie Kloss cair do salto, com muito humor.

Os tombos entram para a história do mundinho fashion. Quem é que não se lembra do episódio de ‘Sex & The City’ em que Carrie era convidada para participar de um desfile e escorregava na passarela? Depois do susto, ela conseguia levantar triunfante, e era ovacionada. Na vida real, isso costuma acontecer. Mas é claro que a foto do tombo corre pela internet. E na novela Viver a Vida‘, o tombo da modelo Luciana, interpretada pela atriz Alinne Moraes, deu início à rivalidade entre ela e a top Helena, personagem de Taís Araújo.

Não é só na ficção. Até mesmo em passarelas estreladas, como na da Prada, eles acontecem. Tudo por conta dos sapatos. Na época, ao ser perguntada sobre as escorregadas, a estilista Miuccia Prada saiu com uma resposta inteligente. “Deixou o desfile mais interessante”, contou.

E como as tops fazem no momento dramático? Mariana Weickert, modelo e apresentadora do GNT, também já caiu e disse em entrevistas que, nessas situações, tudo que é possível fazer é levantar e seguir em frente. Até mesmo Naomi Campbell já escorregou em um desfile de Vivienne Westwood. A estilista tem uma versão menos otimista do que Miuccia. Disse que, provavelmente, a modelo deve ter ficado com ódio dela, já que a escorregada aconteceu por causa das meias de borracha usadas na passarela.

Visto GNT

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Maquiagem colorida e unha e cabelos degradês são algumas das tendências de beleza que já estão nas ruas. Mas na hora de se arrumar, as inspirações podem ir além. Bem além. Já pensou em fazer um penteado tipo alienígena? Pois, acredite se quiser, a Vogue inglesa aponta este estilo como uma tendência no mundo dos cabelos. Isso por conta de, claro, Alexander McQueen.

Os caminhos estéticos apresentados nas passarelas não devem ser seguidos ao pé da letra. Mas, muitas vezes, um make ou um penteado de um desfile pode ser adaptado – mesmo que sutilmente – para a vida cotidiana. Além disso, a diferença de calendários faz com que tendências que foram reveladas na última semana de moda da Europa em outubro já possam ser incluídas por aqui como inspirações de verão.

O look bem natural, com os cabelos lisos idem, continua na moda. É o famoso estilo Kate Moss. Mas agora ser mais exótico também é fashion. Os penteados para cima estiveram em diversas passarelas. Sombras coloridas e batons glitter também estão com tudo. Veja algumas das tendências de beleza que foram apresentadas pela revista. E inspire-se para a próxima estação!

Fotos-O-rural-esta-na-moda-e-a-passarela-da-Chanel-teve-inspiracao-caipira

O rural está na moda, e a passarela da Chanel teve inspiração caipira. O cabelo é preso, mas tem fios soltos. Flores e laços dourados dão este aspecto campo-kitsch e amish - Foto

Fotos-O-afro-esta-de-volta-na-passarela-da-Louis-Vuitton-Claro-que-nao-precisa-ser-deste-tamanho-Mas-o-lacarote-da-um-toque-romantico-diferente

O afro está de volta, na passarela da Louis Vuitton. Claro que não precisa ser deste tamanho! Mas o laçarote dá um toque romântico diferente./ Foto

Fotos -Classicos-moda-Como-este-look-batom-vermelho-rimel-preto-desfile-de-Dolce-Gabbana-Para-Vogue-e-o-look-Dolce-Vitta

Clássicos nunca vão sair de moda. Como este look, batom vermelho, rímel preto e uma presilha dourada no cabelo. Foi do desfile de Dolce & Gabbana. Para a Vogue, é o look Dolce Vitta. / Foto

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Gueto Fabuloso: assim foi definido este estilo, proposto por Gaultier. Atenção da pegada hip hop, como cabelo preso para cima e as tatuagens góticas incorporadas/ Foto

Visto no GNT

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Segundo elas, fornecedores de peças são os mesmos de grifes chiques’.
O segredo, segundo Karla Seabra, da Marisa, é garimpar’ a peça certa.

O que está na moda hoje começou a ser elaborado pelas equipes de estilo dos grandes magazines brasileiros há cerca de um ano. “Recolhemos informações em sites especializados, em desfiles, e confirmamos em viagens internacionais o que já estava previsto”, diz Fernanda Mossmann, responsável pela equipe de 50 designers da área de estilo da Riachuelo.

De acordo com Karla Seabra, gerente de estilo da Lojas Marisa, a internet acaba sendo uma arma importante na busca de tendências futuras. “Assistimos pela internet os desfiles dos grandes estilistas de Nova York, Londres, Paris e Milão. Ali, definimos as peças que serão ‘chave’, as cores e as estampas que vão reger a estação. É uma prática de mercado”, diz ela.

Segundo Fernanda Mossmann, para o verão 2009-2010, a tendência é o fim do conservadorismo, especialmente no que se refere a cores. “A gente acredita muito no flúor, uma tendência dos anos 80. Vamos ver muito verde limão, rosa choque, essas cores bem acesas”, diz. Fernanda Amaral, da Hering, adiciona outra tendência para o verão: os macacões.

Tendências

As executivas de estilo da Hering, da Marisa e da Riachuelo são unânimes em dizer que calças e shorts “boyfriend” – que parecem ser emprestados do namorado, por serem mais largos – são itens importantes para o verão, assim como os vestidos de coquetel. “Nas baladinhas já está se usando”, diz Karla.

As tendências, dizem elas, são as mesmas para lojas de qualquer preço. A camisaria da Lojas Marisa, por exemplo, vem da China e da Índia. “A China produz para todo mundo, há roupa boa vinda de lá. É na China que se produz as camisas da Banana Republic, da Calvin Klein”, conta a gerente de estilo da rede.

Calças de marcas de luxo no Brasil, diz ela, também saem das fábricas do pólo pernambucano de jeans, onde a Marisa produz suas peças. Muitas vezes, o modelo é o mesmo – o que muda é a marca estampada nele e também o preço, que pode se multiplicar dependendo de onde o produto é vendido. “A diferença é que a gente vende [as peças] por R$ 49, R$ 59, R$ 69”, diz Karla.

Visto no G1

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Todo mundo sabe que o mundo da moda é dominado por mulheres altíssimas e magérrimas, elas estão nas passarelas, nas revistas e nas propagandas, mas quantas mulheres de verdade se encaixam nesse estereótipo? Poucas, certo?

Mas vamos dizer que nos últimos anos apareceram algumas brechas, pequenas, porém que tiveram um peso, metafórico (e literal..), para abalar um pouco esse pequeno mundinho. Umas delas foi a modelo Crystal Renn (acima) , ex-modelo anoréxica que combateu sua doença e assumiu o tamanho G, e que conquistou muito mais trabalhos nessa sua nova fase do que quando era apenas mais uma modelo esquálida. Com suas curvas voluptuosas desfilou para Jean-Paul Gaultier e fez vários editorias para revistas como Vogue e Harper´s Bazaar.
Outra gordinha que ficou bem famosa e virou um ícone da moda é Beth Ditto,vocalista da banda inglesa Gossip. O estilo dela é tão forte e tão condizente com sua personalidade que ela foi chamada para desenhar uma coleção para a Evans, famosa marca inglesa de tamanhos maiores e que foi lançada no meio desse ano com sucesso absoluto, mostrando que para ter estilo não importa o tamanho da silhueta.

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Todo mundo sabe que o mundo da moda é dominado por mulheres altíssimas e magérrimas, elas estão nas passarelas, nas revistas e nas propagandas, mas quantas mulheres de verdade se encaixam nesse estereótipo? Poucas, certo?

Mas vamos dizer que nos últimos anos apareceram algumas brechas, pequenas, porém que tiveram um peso, metafórico (e literal..), para abalar um pouco esse pequeno mundinho. Umas delas foi a modelo Crystal Renn (acima) , ex-modelo anoréxica que combateu sua doença e assumiu o tamanho G, e que conquistou muito mais trabalhos nessa sua nova fase do que quando era apenas mais uma modelo esquálida. Com suas curvas voluptuosas desfilou para Jean-Paul Gaultier e fez vários editorias para revistas como Vogue e Harper´s Bazaar.

Outra gordinha que ficou bem famosa e virou um ícone da moda é Beth Ditto,vocalista da banda inglesa Gossip. O estilo dela é tão forte e tão condizente com sua personalidade que ela foi chamada para desenhar uma coleção para a Evans, famosa marca inglesa de tamanhos maiores e que foi lançada no meio desse ano com sucesso absoluto, mostrando que para ter estilo não importa o tamanho da silhueta.

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fonte: www.tanavitrinetanacea.com.br

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