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Ashley Olsen está na capa da Marie Claire de setembro. A loirinha fala sobre moda na publicação: “Eu acho que ou você nasce com senso de estilo ou não. Se importa com isso ou não”. A atriz, que também é designer, diz que tanto ela quanto a irmã gêmea, Mary-Kate nunca pensaram em lançar tendências e que, na verdade, o que importa é o que você está com vontade de vestir naquele dia e pronto.

Visto na EGO

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Look blazer e vestido rosa/Desfile Juliana Jabour. Looks blazer e calça/Desfile Claudia Simões

Quem acompanhou as semanas fashion percebeu um ligeiro revival dos tempos em que música e moda estiveram em plena sintonia.

Vários ícones dos anos 80, época mais pop de todos os tempos, foram a marca registrada de alguns estilistas. Entre eles blazeres longos com ombreiras (representação máxima dos yuppies), tubinhos, volumes acinturados, calças e shorts com cintura alta, pregas e macacões. As marcas cariocas Cláudia Simões e a Printing abusaram desses clichês. Já Juliana Jabour também investiu nas cores fortes, em tons flúor: amarelo fosforescente, melancia e acqua.

As mais eletrizantes (verde limão, tangerina e pink) usadas por muitas mulheres que adoravam fazer combinações exageradas assim como a rainha do pop Madonna, desembarcaram do verão europeu e aparecem nos calçados e acessórios do próximo verão. A Arezzo, por exemplo, aposta nas cores neon misturadas em uma só peça. “Acho que elas vão sim invadir as ruas, tem tudo a ver com o verão, só não vale usar no ambiente corporativo”, lembra a personal stylist Cintia Castaldi.

Fotos-Colecao-Arezzo-Verao-2010

Coleção ArezzoVerão 2010

A consultora diz que para o dia-a-dia é legal evitar excessos e optar por uma única peça de cor forte, seja na roupa, ou no uso do acessório: óculos, bijus e bolsas. Vale sempre citar a velha regra: cores claras aumentam o volume. “Devemos evitar peças que chamem atenção em lugares que queremos esconder”.

Os tons fluorescentes também estarão nos pés, combinados com pastilhas, e outras cores, como dourados ou brancos. “Entre as curingas aposto no roxo e no pink. Laranja, amarelo-gema, verde e azul também estarão em alta na próxima estação não só na moda, mas também na maquiagem”.

Cintos envernizados de plástico e acrílico, tachinhas nos acessórios, brincos super coloridos de plástico, faixas no cabelo e na cintura, collant, tecidos e couro metalizados, além do volume nos ombros e ainda o jogging (conjunto calça e jaqueta de plush), também são outros itens pincelados entre as coleções de verão.

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Bolsa matelasse pink neon com alça correnteEspaço Fashion e Bolsa com tachasAgatha

Alguns elementos já se fazem presentes neste inverno, adaptados aos novos tempos. O moletom, por exemplo, que saiu da casa para as ruas nos anos 80, está em blusões, casacos e blazeres. Sem contar as famosas leggins, hit do sportwear e marca de Jane Fonda. E ainda as tachas douradas e acrobeadas (redondas, quadradas ou em forma de pirâmide), estilo rock-punk ou look mais fetichista.

Talvez seja uma prova de que o espírito pop ainda está vivo para muita gente, fashionistas, estilistas e pessoas com saudades daquela época considerada exagerada ou mesmo cafona para alguns, melhor dizer, tempos da criatividade sem limites.

Visto no Vila Mulher

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Fotos-Debora-Secco-Coco-Chanel-revista-DropsA atriz Deborah Secco encarnou a mítica estilista Coco Chanel em um ensaio para a revista “Drops” – repare nas unhas, pintadas com as cores da bandeira francesa. A atriz confidenciou na entrevista que Chanel é o primeiro nome que lhe vem à cabeça quando pensa em estilo.

Visto no EGO

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Foto-Cleo-Pires-estilo

Apesar de preferir usar roupas mais básicas, com cores entre o cinza e preto, Cleo Pires se rendeu ao rosa para posar para a capa da revista “Estilo”. A atriz diz que ficou para trás o tempo em que ela se vestia de um jeito “uau!”, cheguei, como ela define a época em que investia em “cores demais, roupas demais, compras demais”. Hoje as cores são mais suaves e grifes como Stella McCartney e uma comprinha de camelô convivem em harmonia. E o que não tem uso vira peça de bazar.

– Amo tudo o que tenho. Então, não tem nem sofrimento nem segredo: abro o closet, pego uma calça aqui, uma blusa ali e estou pronta – garante.

A atriz conta que seu mundo também se ampliou e hoje ela se envolve com causas sociais, como os desabrigados pela enchente de Santa Catarina e a comunidade de Capoeira Grande, em Guaratiba, no Rio.

– Agradeço sempre pela oportunidade de trabalhar, de levar a vida que eu levo. Ser grata é o bastante para as coisas darem certo – conta.

Visto no O Globo

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Foto-gêmeas-Ashley-e-Mary-Kate-OlsenAs gêmeas Ashley e Mary-Kate Olsen estão em alta no mundo da moda.

As duas, que começaram ainda pequenas como atrizes, viraram notícia por conta de seu estilo ousado na hora de vestir, e há alguns anos abriram duas marcas de roupas, a The Row e a Elizabeth and James.

Agora, o Conselho de Estilistas Americanos (CFDA), decidiu homenagear as gurias e reconhecer a contribuição delas para o mundo da moda, convidando as duas para se tornarem membros do Conselho.

Com isso, elas oficializam de vez esta nova área de atuação, estando ao lado de estilistas renomados como Alexander Wang e Diane Von Furstenberg, entre outros.
A cerimônia oficial acontecerá no dia 21 de outubro deste ano, em Manhattan.

Que tal???

Visto do CLIC

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Foto-Coco-Chanel-moda-FilmeDesde que foi anunciado, os interessados estão formigando de ansiedade para ver “Coco avant Chanel“, filme biografia que mostra a fase de aprendizado da estilista, estrelado pela também adorada Audrey “Amelie Poulain” Tatou. Este frenesi e as mudanças de data de estreia (a última que se tem notícia é 30 de outubro no Brasil) fez pipocar notícias e declarações de amor para a grande estrela da moda, aquela que, se não é unanimidade, é a que mais se aproxima disso. E nem estou falando da marca Chanel, aquela muito bem mantida pelo estilista Karl Lagerfield desde 1983 e que é um exemplo de longevidade em uma grife.

Não, estou falando da estilista Chanel, que viveu em uma época em que a marca ainda não possuía o poder de hoje em dia, mas sim a figura do criador, numa relação que aproximava o costureiro dos artistas. No entanto, mesmo sendo ídolo máximo do campo da moda, Chanel é uma figura interessante para toda a história da cultura do século XX. Isso porque ela não apenas pensava em costurar para a elite socioeconômica da França, não, Chanel no fundo costurava para si mesma. Audaciosa, faladeira, e boa de marketing pessoal, além de um histórico de heroína, é uma figura fácil de ser romantizada – me surpreende os poucos filmes e livros.

De família pobre, quando tinha seis anos perdeu a mãe e ficou com mais quatro irmãos aos cuidados do pai, que por trabalhar muito, manteve as meninas em um orfanato. Logo, Gabrielle Bonheur Chanel começou a trabalhar cantando em cabarés, época em que recebeu o apelido Coco. Como a grande maioria das mulheres pobres, costurava (lembrando que o comércio de roupa pronta, como magazines, ainda não era popular). Começou fazendo chapéus e só depois, abriu uma maison.

Mas o sucesso entre as mulheres abastadas não se deu de uma hora para outra – Coco foi inserida na alta roda parisiense por um militar milionário, além de ter tido outros amantes idem – suas primeiras lojas foram financiadas por um jogador de pólo com quem teve um caso. É inegável que houvesse talento na jovem estilista, mas não só para construir e criar peças novas, mas um talento para se relacionar com as pessoas certas, o que em qualquer meio social é meio caminho andado para influenciar as pessoas.

De certo, as criações de Chanel causavam estranhamento nas damas de porte aristocrático. Para entender porque a insistência no “rótulo de gênio”, antes de descrever as imagens criadas por ela, tente imaginar uma típica mulher milionária da época: apertadas em corsets, com metros e metros de sedas e rendas, cabelos muito longos e ornamentados e muitas joias verdadeiras, impedidas de se movimentarem com naturalidade. Menos alienada a acontecimentos sociais, consciente dos avanços na emancipação feminina e da velocidade que a industrialização propunha para o consumo, amiga de artistas influentes e legitimados entre os ricos, como Picasso e Jean Cocteau, tomou para si o espírito de simplicidade e liberdade da época e aplicou em suas peças.

Assim, Chanel pode ser considerada a criadora do traje casual – propôs malhas e brim (tecidos considerados rústicos), calças de montaria para as mulheres (cavalgar de saia era uma ideia mesmo estúpida), combinações de saias mais curtas, inspiradas nos trajes masculinos (e eternizados como tailleurs), bolsas com correntes (para a mulher ter a mão livre, assim pode segurar o cigarro, hábito que crescia entre as garotas), chapéus práticos, sem tantas plumas e pedrarias (os grandes chapéus eram usados para evitar que o sol queimasse o rosto das mulheres europeias, já que a pele branca era sinônimo de status, mas Chanel não se importava e aparecia coradinha, de chapéu pequeno), bijuterias (os metros de pérolas falsas estavam ao alcance de todos) e, acima de tudo, o “pretinho básico”, adequado, bonito e prático.

Isso tudo não é apenas uma reunião de exemplos de objetos de desejo, não. Nessas criações, e principalmente na aceitação que tiveram – não basta criar, as pessoas têm que usar – é possível perceber um momento histórico, em que a burguesia aumentava seu poder de consumo cada vez mais, a mulher era necessária no mercado de trabalho e autorizada a frequentar espaços sociais e não só a vida doméstica, o esporte e as atividades de lazer passam a ser rotineiros para essa nova classe abastada e o costureiro passa a ser tão importante quanto quem veste sua criação. Chanel soube usar tudo isso e divulgou o conceito de “estilo é o que permanece”, o que se desenvolve para a nossa atual ideia de marca. A criação fora de contexto é mero produto, o que não acontece aqui.

E ainda provou que não era da boca pra fora: nos anos 50, quando andava apagada por causa de problemas durante a Segunda Guerra Mundial – acusada de colaborar com alemães, de manter um relacionamento com um oficial nazista, acabou presa, uma história ainda mal contada – o estilista da vez era Christian Dior, com uma proposta oposta a de Coco, a de restaurar os ares de nobreza da mulher depois de difíceis tempos de racionamento e trabalho. Mas, obstinada e cheia de certezas que era, aproveitou o seu estilo e recriou sobre suas formas básicas, atingindo grande popularidade novamente e conseguindo apoio de uma garota propaganda de dar inveja, aquela tal de Marilyn que tinha o hábito de dormir só de perfume.

Você pode se interessar mais pela vida cheia de amores e desaforos de Coco, ou pela intuição e ousadia da estilista Chanel, tanto faz. O filme pode trazer muitas verdades ou apenas fantasiar sobre alguém que muito fantasiou sobre si mesma. Tanto faz também. É sempre bom ter uma referência com tantas importâncias quanto essa. E tomara que não adiem o filme.

Por Priscila Rezende

Visto no A Capa

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Referenciando a marca internacional Ed Hardy, a brasileira Bunny´s agora lança a sua versão de roupas, no caso camisetas, com inspiração em tattoos.

Camiseta Bunny's primitive tattoo

Camiseta Bunny's Original Tatto

A “Original Bunny´s Tattoo” também traz estampas do tipo “old school”, como caveiras, dragões e corações apunhalados, além da águia, penas e outros adereços de índios norte-americanos.

Todas têm estampas na frente e costas, mixando desenhos e expressões, como “Legends Tattoo”, “Famous Tattoo” ou “Genuine Tattoo”.

De acordo com o núcleo de criação da marca, este estilo é uma grande tendência para os centros urbanos no verão 2010. Ainda para a próxima estação, o resto da coleção Bunny´s propõe um “day off”, ou seja, uma pausa em meio ao caos diário.

Camiseta Bunny's Original Tattoo

Camiseta Bunny's Original Tattoo

Descanso, uma festa ou a diversão num bilhar, fliperama, boliche, internet, entre outros, estão entre as inspirações. As peças são “totalmente relax”, apontam.

Fonte:www.usefashion.com.br

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A atriz, que faz Silvia na novela Caminho das Índias, usou um belo vestido branco para a cerimônia de casamento de sua personagem com Murilo (Caco Ciocler), nas cenas que foram ao ar ontem e continuam hoje.

A atriz Debora Bloch usa vestido criado por Tufi Duek

A atriz Debora Bloch usa vestido criado por Tufi Duek

O modelo simples e de um único ombro, com corte reto e sem brilhos, é da grife Forum Tufi Duek, marcada pelos clássicos, como tecidos finos e de alfaiataria. E para dar mais realce no visual branco, a equipe de figurino da novela colocou um buquê de rosas vermelhas. “O vestido foi escolhido por ser minimalista e chique, seguindo o estilo da personagem. Ele foge da noiva comum”, informou a produção da trama.

A atriz Debora Bloch usa vestido criado por Tufi Duek

A atriz Debora Bloch usa vestido criado por Tufi Duek

Vale lembrar que na última edição do São Paulo Fashion Week, em junho deste ano, a grife ousou, mostrando peças brilhantes e paetês em vestidos curtos, tomara-que-caia e com fendas, sempre mantendo o estilo da marca.

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Fotos-Beleza-das-modelos-do-desfile-foi-inspirado-no-visual-de-Rita-Hayworth-no-filme-Gilda

Estilista se inspirou nas estrelas da era de ouro de Hollywood.
Modelos desfilaram com penteado semelhante ao de Rita Hayworth.

Jean-Paul Gaultier prestou uma vibrante homenagem ao cinema, às estrelas da era de ouro de Hollywood e à atriz francesa Micheline Presle, que inspirou a vocação do estilista, na coleção apresentada nesta quarta-feira (8), último dia de desfiles nas passarelas da alta-costura parisiense.

“Fã de cinema”, em suas próprias palavras, Gaultier desfilou mulheres sensuais em longos vestidos justos com cauda de veludo de seda, saias de crepe com estampados de penas e corpete com ombros e quadris articulados como uma armadura sobre vestido de tecido fluido.

Os babados de um vestido curto aparecem adornados com pequena penas em um desenho de tons de vermelho e bege combinando com o adorno da cabeça, com luvas compridas bem ao estilo de Rita Hayworth em “Gilda”. O busto é ressaltado com drapeados e bordados. Sobre os vestidos, uma estola de pele forrada de musselina e casacos de pele levados nos ombros lembram as grandes damas do cinema dos anos 40.

Quando surge a noiva e os rostos de grandes atrizes são projetados um atrás do outro sobre o véu, sobrepostos ao rosto da modelo, o público aplaude, em êxtase. As imagens de Bette Davis, Grace Kelly, Marlene Dietrich e outras atrizes aparecem projetadas na parede, atrás do cenário decorado com projetores e ventiladores de cinema.

Gaultier quis homenagear principalmente a atriz francesa Micheline Presle, que fez sucesso mundialmente com o filme “O Diabo no Corpo” e trabalhou em vários filmes franceses, sendo melhor reconhecida em seu país.

O estilista explicou que viu Micheline quando era criança, no filme “Nas Rendas da Sedução” (Falbalas), de 1945, que “descreve perfeitamente o mundo da moda“.

A personagem interpretada por Micheline, de blazer ajustado de ombros largos, maquiagem forte e chapéu, inspirou em Gaultier a vocação para criador de moda, disse o estilista.

Fotos-Modelos-inspirados-em-Hollywood-exibidos-no-desfile-de-Gaultier

O cinema foi objeto de homenagem também no desfile da maison Franck Sorbier. O estilista apresentou uma pequena coleção (cinco modelos masculinos e cinco femininos) com o título “Gueules d’atmosphère” (rostos de atmosfera), em alusão a uma célebre frase da atriz Arletty no filme “Hôtel du Nord”.

“É uma coleção dedicada ao retrato, que fala verdadeiramente de rostos, de caras”, declarou Sorbier, que apresentou sua coleção em modelos parados, sem desfile, em um estudo fotográfico, como a introdução de personagens de um filme.

“A ideia era fazer algo que não fosse um desfile. De qualquer forma, não teríamos os meios para fazer. Utilizamos tudo o que tínhamos”, acrescentou o estilista, cuja maison atravessa, como tanta outras, dificuldades financeiras.

Os looks de Sorbier para o próximo inverno incluem uma grande veste de veludo bordado de fitas coloridas, um vestido de baile de fitas e cordões compridos e um casaco feito com um mosaico de telas.

Mostrando uma evidente melhor condição financeira, o libanês Elie Saab propôs uma coleção que definiu como de “arquicostura”, inspirada em grande parte pela Art Nouveau, principalmente nos vestidos drapeados.

A paleta de cores é muito clara, com branco, madrepérola e marfim, que aparecem nos vestidos, casacos, nas rendas, flores bordadas, lantejoulas e franjas de musselina em recortes, apliques e detalhes preciosos.

Visto no G1

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Exposicao-Moda-Ilustrada-Estilo-tendência-ilustracao

Moda Ilustrada” exibe 35 ilustrações e 6 looks de 27 artistas promovendo encontro entre estilistas e ilustradores em mais um projeto de ruptura de limites, experimentações dinâmicas e concretas, com curadoria conjunta de Danilo Blanco, Fernando Zelman e Roberto Santana.

O renascimento da ilustração de moda é impulsionado por importantes mostras em galerias de arte e museus de todo o mundo, solidificando-se com as retrospectivas de grandes nomes do circuito internacional.

Traçando-se um paralelo, o desenho de moda é utilizado como padrão para a correta confecção de uma roupa, e a ilustração, uma manifestação artística direcionada mais ao coração que a mente. Estilo de arte emocional, que através de um look expressa estilo de vida e tendência, a ilustração de moda de hoje sinaliza que as metrópoles tornaram-se grandes laboratórios de tendências, idéias e passarelas urbanas.

“Moda Ilustrada”, com proposta de estimulo a utilização de novas tecnologias para a produção das obras, contribui para a revitalização da imagem do consumidor no atual panorama da moda brasileira, além de fomentar a difusão e a democratização da cultura de moda contemporânea, reunindo nomes consagrados, novos talentos advindos do ambiente acadêmico e o protagonismo juvenil urbano.

Artistas Participantes:
Cris Burger, Davis Lisboa, Edo Belleza, Gêmeas, Isabelle Ribot, João Braga, João Pimenta, Luis Catani, Orlando Pedroso, Samuel Casal, Zé Andrade, Zé Otavio, Adrian da Paixão Harlock, Alexandre Orsetti, Caca Semiatzh, Fernanda Custódio, Josivan, Marcelo Gomes, Miranda, Popó, Roberto Santana, Silvia Rocha, Suppa, Shida, Tatiana Mari Sasaki, Teca Pasqua.

A exposição Exposição Moda Ilustrada – Estilo e Tendência, segue até o dia 26 de julho na Galeria Olido, a entrada é franca.

De terça a sexta, das 12h às 20h30;  sábado e domingo das 13h às 20h30.
Mais informações pelo telefone (11) 3334-0001.

Galeria Olido
Av. São João, 473 – Centro
São Paulo – SP

Visto no NaCabeça

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