O biquíni viveu anos (ou quase uma vida toda?) de muita estampa. Flores, folhas, coqueiros, abacaxis, cores acesas… Até que a tendência minimalista chegou nas areias brasileiras. Hit das praias da Europa, o visual clean, com cores lisas, shapes maiores e linhas retas, é tudo o que mais queremos usar agora.

E o mais bacana é que tem muita marca brasileira que já nasceu na onda. A Alea Atelier e a Piu Brand adicionam formas geométricas aos biquínis e maiôs. A Cosmo e a Chapéu criam modelos básicões e superchis. Outra marca que já ganhou o nosso coração foi a August, queridinha de influencers como Maju Trindade, Mari Goldfarb e Giordana Serrano. 

Giovana Romani,  conta que dá para usar sem medo nas ruas. “O legal do beachwear minimalista é que ele passa muito bem, obrigada, por top e body no dia a dia — ou à noite. Misture as partes de cima com calça de cintura alta e jaqueta jeans, fica cool. Os bodies ainda funcionam com saias mídi.” Olho nas fotos abaixo e partiu férias!

 

Fonte: Glamour

 

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Com peças ousadas e ultrasensuais, os figurinos usados por Beyoncé nos palcos sempre chamam a atenção. Para as próximas apresentações na Europa da turnê mundial “The Mrs. Carter World Tour”, a cantora pop não quis fazer diferente e escolheu looks customizados assinados pela estilista italiana Donatella Versace.

A cantora abre o show com um mini vestido de corpete branco e prateado, coberto por tiras de couro e pequenas peças de metal esculpidas e lantejoulas brancas. Para o look de encerramento, Beyoncé usa um top nadador de couro preto e uma mini-saia preta, com uma tela transparente longa, coberta por cristais Swarovski. Veja os croquis abaixo.

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Fonte: MARIE CLAIRE

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Calça Jeans de 2 mil reais

Calça jeans de 6 mil reais

Alguns falam da recessão , os outros sobre o preço !

Uma calça jeans de mais de dois mil euros (6 mil reais), isso é imoral ou um ‘Must Have’ ? Uma pergunta: quanto você pagou para sua última calça jeans ? R$ 150,oo ou talvez R$ 500,oo para um jeans especial ? Ou mil para uma calça importada? E como é com 6 mil reais?  Você leu certo: mais de seis mil reais para uma calça jeans.

A casa francesa de alta costura Balmain apresenta na sua nova coleção calças jeans que custam o olho da cara. A calça mais barata custa 4.500 reais.

E estas calças tem diamantes ou são costuradas com fio de ouro ?  Não, muito pelo contrário, são calças com lavagens de aparência desgastada, com manchas e furos ; Used-Look.  O estilista da casa Balmain,  Christophe Decarnin defende o preço assim: “O preço é justificado pela qualidade do material. Todas as lavagens e efeitos são feitos a mão”.

Em relação ao material: leia-se que aqui se trata de algodão, quanto aos efeitos; são rasgos e furos.

Calça jeans à preço de ouro

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Calça jeans da marca Balmain

Mas Balmain é uma das griffes mais ‘Hot’ do momento. As estrelas, vips e jornalistas; todas querem ter o Balmain glamour-rock Look. Isso justifica o preço altíssimo ? Claro, que sempre vai existir gente que pode se dar o luxo de comprar uma calça jeans de mais de dois mil euros. Em diversas lojas na Europa, tem clientes na lista de espera para poder adquirir um exemplar do tão desejado jeans. Como diz uma das vendedoras: “Tem gente que coleciona arte, tem outras que colecionam moda. A calça da Balmain é uma peça que já está fazendo história”. Certo, com este preço e provável que  se entre numa catagoria que nunca existiu.

Visto no BLog O Povo

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O mês de julho é muito importante para o setor de confecções do Ceará, principalmente, para a moda praia, que projeta crescimento de até 60% na produção, em relação a igual período do ano passado.

O presidente do Sindicato das Indústrias de Confecções do Ceará (Sindiconfecções), José Moreira Sobrinho, diz que as vendas a partir de junho trazem boas promessas para o setor. “As expectativas são alvissareiras”, projeta. “A produção cresce, as vagas para trabalho aumentam”.

O incremento, segundo o proprietário da marca Emanuelle, Raimundo Manoel Santos Filho, deve-se à produção em larga escala para abastecer o mercado no segundo semestre e à demanda motivada pelas férias de julho. “Os estados nordestinos começaram a fazer pedidos só depois do fim das enchentes, principalmente, Maranhão e Piauí”, explica
Santos. “A demanda no segundo semestre é tão grande que estamos produzindo agora para atendê-la”. Além disso, ele compara o atual cenário com o do ano passado, quando as vendas para o Carnaval foram prejudicadas pela proximidade da data com o réveillon e com a diminuição das exportações para a Europa.

Crescimento na produção é de até 60%, em relação a igual período do ano passado Nas três lojas da marca Bolha D´água, em Fortaleza, a expectativa de crescimento das
vendas de julho é de 70%, em relação a igual período do ano passado. Segundo a gerente Raquel Simão, desde a última semana de junho já se demonstra que a meta será atingida. “Aqui parece véspera de Carnaval”, compara. “As vendas estão bombando”.

A gerente da loja Rygus, marca com duas unidades na Capital, Ana Albuquerdiz que, o começo de julho já mostra um crescimento nas vendas, o que deve ser 30% superior ao mesmo mês do ano passado. “Os turistas sempre alavancam as vendas”, afirma. Na loja Kanto Kente, a gerente Paula Diniz destaca que as vendas devem se intensificar a partir do próximo dia 10 de julho. A produção de moda praia da loja este ano, de acordo com ela, dobrou para atender a demanda do período.

O superintendente da União das Indústrias de Artigos de Moda do Ceará (Unimoda), Joseomy Moreira, confirma o crescimento na demanda por moda praia e acrescenta: moda leve (shortinhos, camisetas e saias) acompanha igual desempenho. Ele assinala que entre os desafios para o setor está a formalização. “São cerca de 2.500 fabricantes de confecção constituídos formalmente”, calcula Moreira. “E esse número não é menor para os informais do setor”. Para ele, uma saída é a adesão ao microempreendedor individual (MEI), lei que entrou em vigor em 1o de julho deste ano.

Fonte: Diário do Nordeste

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