Ela veio da China, entrou para o mundo da moda e conseguiu se transformar na primeira asiática a fazer parte do seleto grupo das “angels”, da Victória’s Secret, em 2009. Atualmente, Liu Wen é a estrela da nova campanha da Calvin Klein, nas fotos do verão 2010, ao lado de Mirte Mass. E ela é o retrato na nova China e do novo oriente. Os modelos asiáticos estão, cada vez mais, conquistando passarelas e campanhas de moda.

Liu Wen esteve última campanha de Alexander Wang, já desfilou nas grandes semanas de moda e foi parar no universo fashion por um acaso. “Estava estudando para ser professora e uma amiga ia entrar num concurso de beleza. O prêmio era um computador, eu precisava disso na época, então resolvi concorrer também”. E assim, está no 24° posto no ranking mundial de modelos no models.com. A tendência oriental começou timidamente há alguns anos, com a modelo Devon Aoki. Mas parece crescer no mesmo ritmo que a economia chinesa.

Visto GNT

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Modelos que caem na passarela estão entre os clássicos do mundo da moda. E a Vogue Itália, a revista que mais surpreende pela criatividade de seus editoriais, tem em sua última capa… O tombo de uma modelo. Os cliques são do fotógrafo Steven Meisel, que fez – literalmente – a top Karlie Kloss cair do salto, com muito humor.

Os tombos entram para a história do mundinho fashion. Quem é que não se lembra do episódio de ‘Sex & The City’ em que Carrie era convidada para participar de um desfile e escorregava na passarela? Depois do susto, ela conseguia levantar triunfante, e era ovacionada. Na vida real, isso costuma acontecer. Mas é claro que a foto do tombo corre pela internet. E na novela Viver a Vida‘, o tombo da modelo Luciana, interpretada pela atriz Alinne Moraes, deu início à rivalidade entre ela e a top Helena, personagem de Taís Araújo.

Não é só na ficção. Até mesmo em passarelas estreladas, como na da Prada, eles acontecem. Tudo por conta dos sapatos. Na época, ao ser perguntada sobre as escorregadas, a estilista Miuccia Prada saiu com uma resposta inteligente. “Deixou o desfile mais interessante”, contou.

E como as tops fazem no momento dramático? Mariana Weickert, modelo e apresentadora do GNT, também já caiu e disse em entrevistas que, nessas situações, tudo que é possível fazer é levantar e seguir em frente. Até mesmo Naomi Campbell já escorregou em um desfile de Vivienne Westwood. A estilista tem uma versão menos otimista do que Miuccia. Disse que, provavelmente, a modelo deve ter ficado com ódio dela, já que a escorregada aconteceu por causa das meias de borracha usadas na passarela.

Visto GNT

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tendencia

O amarelo foi a cor do Verão e o vermelho será a do Inverno. A emoção e a consciência ambiental estão na ordem do dia. É o que ditam as tendências. Para a Moda e não só. Mas de onde surgem estas orientações? Quem as determina? E porquê?

Antevisão
Qual irá ser a cor da moda? O que se vai usar na próxima estação? Qual é o produto do momento? Hoje, cada vez mais pessoas e empresas estão pendentes das tendências, quando até há bem pouco tempo isso era uma preocupação quase exclusiva dos industriais têxteis e do pronto-a-vestir.

O termo ‘tendência’ está a cada dia mais presente no nosso vocabulário e na nossa vida quotidiana. Pelo menos nos grandes centros urbanos das sociedades ocidentais em que vivemos.

Das passarelas as imagens saltam para as páginas das revistas para revelar o que nos fará mais bonitas e fashion a cada estação. Quisemos percorrer o caminho inverso. Num mergulho profundo no universo da moda e dos produtos de consumo fomos em busca de descobrir como surgem estas tendências, como tomam forma e quem as molda. Como uma verdadeira caçadora urbana, Paula Horta circula pelas ruas de Barcelona munida das suas indispensáveis armas: um bloco de notas, uma máquina fotográfica digital e a enorme curiosidade que muitas vezes a impele ao contacto directo com os seus objectos de observação, mal os identifica. São adolescentes ou jovens adultos que por alguma razão se destacam dos demais, mesmo que seja por um mero detalhe ou adereço personalizado.

Paula veste-se com discrição e dificilmente se destaca na multidão. Isso facilita a sua postura como observadora e torna-a menos ameaçadora quando decide aproximar-se dos seus alvos. Ela é uma coolhunter (ver caixa), atenta aos pequenos grupos, às pessoas que usem algo com um potencial de vir a ser massificado, e trabalha para o The Intelligence Group, uma empresa de marketing e de trend forecasting com sede em Nova Iorque, mas com um exército de caçadores – ditos international reporters – espalhados por todo o planeta. Para além de coolhunters, estas pessoas desempenham também a função de trendspotters, atentas aos comportamentos, ao sentido para onde caminham as tendências no local onde estão situadas, ao que ali se consome e ao que atrai a atenção do público em geral. O seu trabalho todos os meses é diferente mas, essencialmente, todos têm como tarefa destacar no mínimo duas tendências que sintam que estejam a aflorar nas cidades em que se encontram. O material recolhido e compilado é depois analisado nos escritórios centrais por antropólogos, sociólogos, especialistas em marketing e em outros sectores ligados ao consumo e aos novos negócios.

Portuguesa, licenciada em Ciências da Comunicação e especializada em Publicidade, Paula Horta fazia o mestrado em Cultura Visual em Barcelona quando surgiu a oportunidade de fazer este trabalho. Dificilmente seria recrutada para fazer o mesmo em Portugal, destino que nem sempre desperta o interesse destas empresas de marketing e tendências pelo seu tamanho reduzido, pela sua posição periférica e pela limitação da sua influência em outros mercados. Em Espanha, ao contrário, o mercado é maior e estende-se aos países da América Latina de expressão espanhola. E Barcelona é um centro cool por excelência, carregada de estrangeiros e onde fervilha o cenário cultural.

Paula rapidamente se identificou com a actividade que agora desempenha e já não consegue pôr os pés na rua sem observar tudo e todos. Para executar bem o seu trabalho necessita de uma visão apurada e de uma boa capacidade de análise. “É fundamental que consigamos abstrair-nos dos nossos gostos e crenças habituais. Isso não interessa para nada neste trabalho. O importante é conseguirmos anali-sar o que nos rodeia”, comenta. As ruas são o seu campo de trabalho, mas não só. Os eventos de arte, música, as feiras de moda, entre outros acontecimentos, também o são, assim como os blogs, os sites da Internet, os jornais e as revistas em geral. “Sou uma verdadeira junkie das revistas”, confessa.

As tendências, então, não surgem da cabeça de ninguém. Nascem nas sociedades em que vivemos, dos pequenos adereços, dos gestos isolados de grupos restritos, das opiniões quase anónimas mas que catalizam a atenção de muitos, dos pequenos negócios criativos que despontam aqui e ali, de tudo o que se vê e se faz de forma diferente e inovadora, mas também da forma como as sociedades se comportam. Um artista underground, o designer do momento, um músico, um DJ, actrizes e actores, o autor de um blog, uma jovem na rua… Qualquer um pode ser um trendsetter (ver caixa) desde que se destaque na multidão ou desperte o interesse dos demais e que, de alguma forma, a sua atitude ou opinião reflicta as ansiedades do momento.

“Eu não descubro nada novo”, afirmou a respeitada investigadora de tendências holandesa Li Edelkoort numa entrevista publicada no site da Symrise, grande produtor alemão de fragrâncias e sabores. “Observo e interpreto o comportamento e o estado de espírito das pessoas, e aponto o que vejo. Actuo como uma catalizadora do espírito do momento e transformo-o em tendência o mais cedo possível.” Li Edelkoort busca constantemente respostas para perguntas como: Como será a nossa vida no futuro? O que irão querer as pessoas? Que desejos e necessidades terão? Que características um produto deverá ter para alcançar o sucesso no mercado? Como inspiramos as pessoas a comprar coisas?

Mas como é que tudo isso surgiu? Depois da Segunda Guerra Mundial houve um incremento do pronto-a-vestir. Na década de 60 verificou-se uma grande democratização de hábitos e a indústria do vestuário deu um salto significativo. Com isso, houve não só a necessidade de modernizar-se como também de ajustar a produção a uma quantidade crescente de consumidores assim como aos seus gostos. Prever quais seriam os produtos preferidos do público significava assegurar que não haveria ruptura de stocks, ou seja, que as peças não iriam esgotar-se ou não faltaria matéria-prima para as produzir. Assim, a opção foi, “em vez de trabalhar da fábrica para o mercado, fazer o sistema inverso, do público para a fábrica, a partir de uma observação mais atenta das pessoas, dos seus hábitos, da arquitectura e de diversos outros fenómenos socioculturais”, observa Greta Statter, consultora de moda e de tendências de estilo de vida.

Surgem nessa altura os primeiros observadores de tendências. Eram, em geral, pessoas viajadas, com boa bagagem cultural e interesse pelo mundo da moda, que davam indicações a nível da gama de cores a ser utilizada e que desenhavam alguns esboços de formas e modelos. Nessa altura são criados também os primeiros cadernos de estilo. “Françoise Vincent foi, provavelmente, a primeira a fazer um mapa em que cruzava circunstâncias económicas, históricas, políticas e artísticas”, comenta Greta Statter. Em 1966, Françoise Vincent, com o apoio de industriais franceses, criou a Promostyl, um dos mais antigos gabinetes de estilo, que hoje compartilha o cenário e a influência com outros gabinetes como o Peclers Paris, a Agence de Style Nelly Rodi, o Studio Edelkoort, entre os mais tradicionais, assim como com as mais jovens empresas de investigação e inteligência (intelligence companies) como a Faith Popcorn’s Brainreserve, a Look-Look e a The Intelligence Group. “Estes gabinetes cheiram o l’air du temps e são capazes de discernir o que vai ser importante para o futuro”, aponta Greta Statter.

E da mão-cheia de sugestões dos primeiros tempos, o trabalho dos observadores de tendências foi-se tornando cada vez mais complexo. Ainda que os métodos de trabalho nem sempre sejam exactamente os mesmos, hoje pouco diferem dos utilizados inicialmente. Baseiam-se nas viagens e compras no estrangeiro, sobretudo quando se trata de gabinetes dentro das empresas de produção, ou em profissionais estrategicamente situados em distintas partes do globo, no caso dos gabinetes de tendência particulares. Contam com uma boa dose de intuição mas também com o apoio de profissionais vocacionados para analisar a sociedade e o significado dos sinais recolhidos.

O trabalho não se resume a observar as pessoas na rua para, mais tarde, desenhar para elas. Vêem-se os trabalhos de designers, artistas plásticos, arquitectos e outros criativos de cada local. Por isso fala-se cada vez mais de lifestyle – fenómeno mais global – que alia também urbanismo, arte e design”, refere Pedro Marques Mendes, representante da Promostyl em Portugal. E acrescenta: “Nesse âmbito, Portugal tem alguma coisa para oferecer – temos boa afirmação internacional sobretudo a nível da arquitectura e do design de equipamentos.” Pedro Marques Mendes destaca os designers Fernando Brízio, Miguel Vieira Baptista e Ricardo Ralhete, “que não são produtores em grande escala mas são observados e influenciam”. Destaca também Siza Vieira e outros arquitectos nacionais. E, no âmbito da moda, chama a atenção para Felipe Oliveira Baptista, Pedro Waterland e Luís Buchinho. “Os gabinetes de tendências já repararam neles.”

A Concertação Internacional da Cor acontece em Paris todos os anos, duas vezes por ano, desde há mais de duas décadas. Este é um dos grandes acontecimentos a nível das tendências e reúne gabinetes de estilo, estilistas independentes, fabricantes de pigmentos, industriais têxteis e as suas associações. Neste encontro define-se a gama de cores para cada estação. “Hoje já estão disponíveis as cores para o Inverno de 2009/2010”, observa Pedro Marques Mendes. “As decisões levam em conta o gosto do público mas também outros interesses em particular, como promover uma determinada cor – um pigmento que não se usa há muito tempo ou que é muito caro, por exemplo”, observa.

Pedro Marques Mendes traça o caminho destas decisões. “Definida a gama de cores, as associações informam os seus membros e os gabinetes de tendências fazem o desenvolvimento criativo dos usos desta gama.” Os cadernos de estilo/tendências produzidos pelos gabinetes de tendências são, na sua maioria, o cruzamento final do trabalho de campo e a sua respectiva análise com a gama de cores. São publicados, na grande maioria dos casos, cerca de duas vezes por ano, com previsões com dois ou três anos de antecipação. Esses cadernos apresentam cores, texturas e formas para cada estação, mas com a preocupação de abarcar os vários públicos-alvo – mulheres, homens, crianças, jovens, estilos de vida, conceitos, entre outros. Para melhor ilustrar as tendências que referem, recorrem a diversos elementos: amostras de tecido e de outros materiais de produção, esquissos de modelos e objectos, recortes de imprensa e retratos de personalidades de interesse (artistas, designers, arquitectos, estilistas e opinion makers, por exemplo).

Se inicialmente este era um serviço prestado quase exclusivamente para a indústria têxtil e de pronto-a-vestir, hoje é almejado pelos mais variados sectores de produção – dos cosméticos à decoração, dos automóveis aos telemóveis, dos alimentos aos restaurantes e hotéis. Empresas como a Swatch, a Fiat, a Dupont, a Nokia, a Renault, e tantas outras, compram esta informação, estendendo a influência a um amplo leque de produtos de consumo e não apenas à moda.

“Este serviço torna-se cada vez mais indispensável para a sobrevivência de marcas e empresas. São raras as que não compram estes indicadores de tendências e há mesmo empresas que recorrem aos produtos de mais do que um gabinete”, afirma Pedro Marques Mendes. O gabinete que representa lança 15 cadernos diferentes por semestre e há quem invista a sério e os compre todos.

A informação dos gabinetes de tendências é a base de trabalho para as direcções de design e marketing das empresas clientes. As de design cruzam-na com as suas experiências pessoais e desenvolvem os produtos com um cunho próprio. As de marketing trabalham nas estratégias de produto, nos conceitos a utilizar para a sua promoção.

Mas a necessidade das tendências tem também a ver com outros factores económicos. “O capitalismo é, por definição, um sistema que aspira à expansão – dos lucros e, por arrastamento, dos mercados. Para sobreviver, tem de se renovar e, para se renovar, é necessário garantir o fluxo contínuo, quando não a expansão, do que é produzido, isto é, do consumo. Uma das formas de garantir que vamos comprar mais um par de calças consiste em garantir a obsolescência – pelo menos relativa – das que já possuímos”, explica Ana Brandão, assistente do Departamento de Sociologia do Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho, que integra uma das equipas de investigação do Grupo de Cultura e Estilos de Vida. De acordo com esta socióloga, “a moda cumpre o papel fundamental de garantir essa obsolescência que assegura o consumo na medida em que procede à revisão contínua da ‘adequação’ desses produtos. Deixamos de vestir o que não está na moda”.

Essa obsolescência passa pelo aproveitamento de necessidades elementares do ser humano – como a necessidade de pertença e de singularidade – para promover a expansão das áreas de negócio. “Os produtos de consumo geral e a oferta cultural são elementos constituintes dos estilos de vida. Não nos distinguimos ou assemelhamos socialmente apenas pelo que vestimos mas também pelo que fazemos, pelo que comemos, pelos espectáculos a que assistimos… O que o capitalismo faz é explorar aquelas necessidades básicas pela identificação de novas áreas de aplicação das suas técnicas”, comenta a socióloga.

A sociedade está mais complexa, é verdade. E as tendências confortam. “As marcas passam a ser como famílias”, declarou o guru das tendências David Shah, numa entrevista dada à revista Época brasileira. De acordo com este especialista, as pessoas passaram a criar identidade por tribos. “Não importa a sua nacionalidade, se você usar um traje de Yohji Yamamoto como eu, nós pertencemos à mesma tribo.” Shah explica que hoje já não existem mais trabalhos para toda a vida, as ideias tradicionais de casamento e família parecem desaparecidas. “Por isso estão tão interessadas nas tendências: porque não sabem o que vai acontecer com o mundo. As marcas passaram então a tentar desenvolver um relacionamento com o seu consumidor, construindo um elo emocional. “Antecipar tendências consiste, basicamente, em prever as possibilidades de desenvolvimento futuro – em termos profissionais, de moda, etc. – com vista a, de algum modo, estabelecer uma relação securizante face ao próprio futuro antecipado. É, neste sentido, uma tentativa de lidar com o elemento imprevisível, de reduzir a consciência do risco, ou, pelo menos, a ansiedade que lhe está associada”, refere a socióloga Ana Brandão.

E o que marcará os novos tempos? As tendências decorativas, o biológico e o tecnológico são os conceitos do futuro próximo. É no que acredita Pedro Marques Mendes. Paula Horta acredita também na costumização dos produtos. “Uma forma de transformar um produto massificado em único”, observa.

Tudo o que vem da natureza terá um espaço privilegiado, desde as cores às formas de fósseis, defende o grupo Edelkoort. De acordo com a investigadora holandesa, pressente-se o ressurgimento dos produtos locais, assim como da cozinha regional. “Estamos cansados de ver as mesmas marcas por todo o mundo, estejas em Nova Iorque, Tóquio ou São Paulo.” As novas marcas conquistarão alguma frescura se combinarem os seus produtos de cariz global com um toque local.

O guru David Shah acredita que estamos a entrar numa nova fase de comportamento dos consumidores, que denominou Nu Austerity (nova austeridade). “O comprador de moda, antes preocupado com a imagem de ostentação, passou a preocupar-se com questões maiores como a sustentabilidade, as alterações climáticas, a pobreza global, o comércio ético, etc.”, escreveu na última edição da revista Textile View, publicação especializada em tendências da qual é responsável.

A procura do significado é o que aponta Anne Lise Kjaer, do gabinete de tendências Kjaer Global. “Acredito que a busca do significado será o propulsor nuclear do século XXI para as sociedades ocidentais, uma sociedade imbuída com uma tremenda escolha material e carregada de uma abundância sem significado”, escreveu para a mesma edição da revista Textile View. A especialista aponta para os produtos potenciados pela emoção e a ética como o meio para chegar com significado às pessoas no futuro.

Visto Modamaistyle.blogspot.com

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Escândalos familiares, brigas por dinheiro e poder, assassinato – esses são clichês encontrados em qualquer trama policial. O que nem todos sabem é que este é um enredo real da família Gucci e o império que seu fundador, o florentino Guccio Gucci, construiu há mais de 80 anos. A saga desta família é tão interessante que deverá virar filme, dirigido por Ridley Scott (o mesmo de Alien – O Oitavo Passageiro, de 1979, Blade Runner, 1982, e Gladiador, de 2000).
A história da maison italiana é permeada por momentos de glória, como o enorme sucesso que a grife alcançou junto a celebridades como Jaqueline Onassis (seu modelo de bolsa preferido acabou rebatizado com seu nome), que a tornou um verdadeiro ícone fashion, ou como o renascimento da marca promovido pela chegada do estilista norte-americano Tom Ford na direção artística da casa em 1990. Mas também é composta por períodos não tão bons, como os que levaram ao seu declínio e a perda de seu status no mercado de moda, fortalecida pelo suposto envolvimento com a máfia e as inúmeras brigas familiares pela sucessão no comando da casa. O ápice aconteceu em 1995, quando Maurizio Gucci, herdeiro do império, foi assassinado. Segundo a justiça italiana, sua morte foi encomendada por sua própria esposa, a socialite Patrizia Reggiano, que está presa em Milão e é conhecida como “viúva negra”.
Jackie O Bag – modelo revisitado
Com o projeto já aprovado pelos estúdios Fox, as gravações deverão começar no próximo ano e correm boatos de que Angelina Jolie estaria sendo cogitada para o papel de Patrizia.

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Escândalos familiares, brigas por dinheiro e poder, assassinato – esses são clichês encontrados em qualquer trama policial. O que nem todos sabem é que este é um enredo real da família Gucci e o império que seu fundador, o florentino Guccio Gucci, construiu há mais de 80 anos. A saga desta família é tão interessante que deverá virar filme, dirigido por Ridley Scott (o mesmo de Alien – O Oitavo Passageiro, de 1979, Blade Runner, 1982, e Gladiador, de 2000).

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A história da maison italiana é permeada por momentos de glória, como o enorme sucesso que a grife alcançou junto a celebridades como Jaqueline Onassis (seu modelo de bolsa preferido acabou rebatizado com seu nome), que a tornou um verdadeiro ícone fashion, ou como o renascimento da marca promovido pela chegada do estilista norte-americano Tom Ford na direção artística da casa em 1990. Mas também é composta por períodos não tão bons, como os que levaram ao seu declínio e a perda de seu status no mercado de moda, fortalecida pelo suposto envolvimento com a máfia e as inúmeras brigas familiares pela sucessão no comando da casa. O ápice aconteceu em 1995, quando Maurizio Gucci, herdeiro do império, foi assassinado. Segundo a justiça italiana, sua morte foi encomendada por sua própria esposa, a socialite Patrizia Reggiano, que está presa em Milão e é conhecida como “viúva negra”.

Com o projeto já aprovado pelos estúdios Fox, as gravações deverão começar no próximo ano e correm boatos de que Angelina Jolie estaria sendo cogitada para o papel de Patrizia.

fonte: www.tanavitrinetanacea.com.br

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A atriz americana Lindsay Lohan apresentou neste domingo, em Paris, sua primeira coleção de moda junto à estilista espanhola Estrella Archs no desfile de Ungaro de prêt-à-porter feminino para o próximo verão.
A estilista Estrella Archs e a atriz Lindsay Lohan, sua “assessora artística”, ao final do desfile da maison Emanuel Ungaro em Paris.
A parceria inédita entre Archs e a jovem atriz, designada sua “assessora artística”, é uma nova tentativa de dar fôlego à maison Ungaro, que, nos últimos anos, lançou vários criadores sem conseguir impulsionar as vendas.
A dupla Estrella Archs-Lindsay Lohan apostou numa coleção rica em vestidos de lantejoulas extremamente curtos.
A coletiva de imprensa ao final do desfile foi uma das mais concorridas e Lindsay Lohan não escondia seu entusiasmo: “I love fashion!”.
Segundo ela, a coleção apresentada “é muito livre e muito feminina, ao mesmo tempo”.
Lohan, atualmente mais conhecida por seus problemas com a justiça do que qualquer outra coisa, não deixou seu passado atrapalhar a alegria do momento e evitou as perguntas sobre o lado escandaloso de sua vida.

A atriz americana Lindsay Lohan apresentou neste domingo, em Paris, sua primeira coleção de moda junto à estilista espanhola Estrella Archs no desfile de Ungaro de prêt-à-porter feminino para o próximo verão.

A estilista Estrella Archs e a atriz Lindsay Lohan, sua assessora artística, ao final do desfile da maison Emanuel Ungaro em Paris.

A parceria inédita entre Archs e a jovem atriz, designada sua “assessora artística”, é uma nova tentativa de dar fôlego à maison Ungaro, que, nos últimos anos, lançou vários criadores sem conseguir impulsionar as vendas.

A dupla Estrella Archs-Lindsay Lohan apostou numa coleção rica em vestidos de lantejoulas extremamente curtos.

A coletiva de imprensa ao final do desfile foi uma das mais concorridas e Lindsay Lohan não escondia seu entusiasmo: “I love fashion!”.

Segundo ela, a coleção apresentada “é muito livre e muito feminina, ao mesmo tempo”.

Lohan, atualmente mais conhecida por seus problemas com a justiça do que qualquer outra coisa, não deixou seu passado atrapalhar a alegria do momento e evitou as perguntas sobre o lado escandaloso de sua vida.

fonte: http://estilo.uol.com.br

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Ela está em revistas e na 1ª fila de desfile
Nascida em Chicago, Tavi Gevinson, de apenas 13 anos, criou um blog que vem fazendo o maior sucesso. Em Style Rookie, ela posta fotos de seus looks de campanhas, na maioria das vezes “muito estranhos”, como ela mesmo descreve, e também faz comentários considerados profissionais sobre moda, música, cinema, entre outros assuntos.
Nomes como Ray Kawakubo, Courtney Love, Vivienne Westwood, Alexander McQueen e Bob Dylan poderiam parecer estranhos para uma garota de sua idade, mas eles estão em seu blog.
Seu estilo excêntrico e esperto então chamou a atenção do mundo fashion. Só em setembro, ela está em matéria da revista Love, é capa da revista Pop e esteve na 1ª fila do desfile de Marc Jacobs, na Semana de Moda de Nova York, na segunda, dia 14.
Ela inclusive postou em seu blog fotos feitas por ela desse lugarzinho privilegiado da plateia. Veja aqui.

Tavi-Gevinson-13-anos-garota-da-vez-fotos-imagem

Ela está em revistas e na 1ª fila de desfile

Nascida em Chicago, Tavi Gevinson, de apenas 13 anos, criou um blog que vem fazendo o maior sucesso. Em Style Rookie, ela posta fotos de seus looks de campanhas, na maioria das vezes “muito estranhos”, como ela mesmo descreve, e também faz comentários considerados profissionais sobre moda, música, cinema, entre outros assuntos.

tavi-gavinson

Nomes como Ray Kawakubo, Courtney Love, Vivienne Westwood, Alexander McQueen e Bob Dylan poderiam parecer estranhos para uma garota de sua idade, mas eles estão em seu blog.

tavi-gavinson-revistas-primeira-fila

Seu estilo excêntrico e esperto então chamou a atenção do mundo fashion. Só em setembro, ela está em matéria da revista Love, é capa da revista Pop e esteve na 1ª fila do desfile de Marc Jacobs, na Semana de Moda de Nova York, na segunda, dia 14.

tavigavinson

Ela inclusive postou em seu blog fotos feitas por ela desse lugarzinho privilegiado da plateia. Veja aqui.

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Gisele-Bundchen-Vogue-Revista-Fotos-Modelo-estrela-edicao-de-setembro-da-publicacao-usando-biquini

Modelo estrela a edição de setembro da publicação usando biquíni.
Em ensaio interno, gaúcha elogia os sáris das mulheres da Índia.

A brasileira Gisele Bundchen, de 29 anos, protagoniza mais um marco no mundo da moda. A top model de maior sucesso da atualidade é a primeira estrangeira a posar para a capa da versão indiana da revista Vogue.

A gaúcha estrela a edição de setembro da publicação, lançada esta semana. Clicada pelo francês Patrick Demarchelier, um dos principais fotógrafos fashion, Gisele aparece usando um biquíni estampado com um casaco de ombros marcados da grife Balmain – item mais cobiçado do momento pelos seguidores de tendência.

As imagens foram feitas antes da gravidez da top, casada com o jogador de futebol americano Tom Brady.

Em entrevista à publicação, Gisele elogia a moda indianas – que se tornaram mais conhecidas no Brasil com a novela “Caminho das Índias“. Além do modelo da capa, top também usou um sári esverdeado em uma das fotos do ensaio interno da revista.

Visto G1

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Campanha-Modelos-Nus-sem-roupas-Tom-Ford-oculos

Ele sempre surpreende. Deste vez, Tom Ford, resolveu vender óculos de um jeito para lá de inusitado. Colocou os modelos totalmente nus, apenas um par de óculos. É impossível não prestar atenção nos acessórios. (Ou seria o contrário)? De qualquer forma, ele conseguiu mais uma vez o que queria: chamar atenção para seu senso fashion. As fotos tem os modelos Jon Kortrajarena e Anna Maria Jagodzinska.

Campanha-Modelo-Nus-sem-roupas-Tom-Ford-oculos

Ford, que agora também é diretor de cinema e se prepara para sua estreia, é conhecido nos bastidores da moda como o Viagra Fashion. Dizem que quem usa suas criações rejuvenesce. Além disso, ele inova. As fotos, por exemplo, foram clicadas por ele mesmo, que também já serviu de modelo para uma de suas campanhas.

Campanha-Modelos-Nus-sem-roupa-Tom-Ford-oculos

Visto GNT

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Vídeo da coleção exclusiva de Reinaldo Lourenço

Há alguns dias, noticiamos um desfile de Reinaldo Lourenço para C&A que será incluído na novela das 8, Caminho das Índias. Agora, a coleção é divulgada em fotos antes da data que estará em 44 lojas do Brasil, dia 16 de julho, causando expectativa e desejo.

Modelo Carol Trentinni para C&A by Reinaldo Lourenço

Modelo Carol Trentinni para C&A by Reinaldo Lourenço

Segundo a marca, trata-se de um presente aos consumidores, já que visa a democratização da moda por meio de peças com qualidade, informação fashion e preços acessíveis.

São 30 peças, em tecidos como gabardine, malha de algodão, jérsei e cetim, que misturam características do trabalho de Reinaldo, como o corte contemporâneo e estruturado, com o conceito de moda acessível da C&A.

A cartela de cores traz preto, cinza, branco, nude, fúcsia e vermelho. Cabides, sacolas, etiquetas e tags, tudo será personalizado para o lançamento.

Modelo Carol Trentinni para C&A by Reinaldo Lourenço

Modelo Carol Trentinni para C&A by Reinaldo Lourenço

Mas atenção, um evento exclusivo, apenas para quem se cadastrar no site www.cea.com.br/reinaldolourenco, será realizado na loja do Shopping Iguatemi, em São Paulo, nesta data, das 8 às 10 horas. Estes clientes terão acesso à coleção antes do resto do Brasil.

Campanha

Carol Trentini, a mesma modelo que gravou o desfile para a novela, é quem estrela a campanha. Ela foi fotografada no dia 24 de maio, por Bob Wolfenson.

A coordenação criativa é da agência DM9DDB e o styling, de Flávia Lafer.

Modelo Carol Trentinni para C&A by Reinaldo Lourenço

Modelo Carol Trentinni para C&A by Reinaldo Lourenço

Fonte: www.usefashion.com.br

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Cinzas apareceram com destaque nas passarelas masculinas, como nesta produção da Prada

Cinzas apareceram com destaque nas passarelas masculinas, como nesta produção da Prada

Paris e Milão definem homem utilitário e “cinzento” para o próximo verão;

Se depender do que se viu nas duas últimas semanas, o próximo verão será cinzento, pelo menos no que diz respeito à cor das roupas masculinas mostradas de 19 a 23 de junho em Paris e de 24 a 29 em Milão. Mas, se por um lado o clima de incerteza gerado pela crise produziu uma temporada um tanto monótona e comercial, por outro, submeteu os estilistas ao desafio de criar coleções que fossem usáveis, práticas, utilitárias e ainda assim criativas e desejáveis.

Cinzas apareceram com destaque nas passarelas masculinas, como nesta produção da Prada.

Looks trouxeram peças utilitárias, com bolsos e mochilas, como estes da DSquared2

Looks trouxeram peças utilitárias, com bolsos e mochilas, como estes da DSquared2

O cinza realmente apareceu como um denominador comum para várias marcas (Prada, Missoni, Armani, Yves Saint Laurent), ainda que pontuado por cores ácidas, como o laranja forte, o amarelo cítrico e cobalto, em detalhes e acabamentos. As produções monocromáticas foram uma constante da estação, principalmente em cinza, é claro; em preto, que ainda é a cor-coringa do vestuário masculino (Rick Owens, Dior Homme); mas também em cores fortes, como vermelho (Paul Smith, Dirk Bikkemberg), azul (Calvin Klein, Gucci), laranja (Gaultier) e rosa (Ungaro), cor que “estreou” no masculino da temporada passada e vem como quem quer ficar (o tempo dirá se os homens também a querem).

O apelo utilitário se fez sentir em praticamente todas as coleções, nas parcas, nos casacos e bermudas com bolsos em profusão, e na grande quantidade de bolsas (Gucci, Burberry), agora também pequenas (após a “ditadura” das bolsas grandes), presas por alças ou cintos –a deselegante pochete agora não vem mais só ao redor da cintura (Versace, Dsquared2), mas pendurada no ombro, na diagonal (Emporio Armani).

Looks trouxeram peças utilitárias, com bolsos e mochilas, como estes da DSquared2

Mesmo o pouco de escapismo que apareceu em algumas coleções (a inspiração em terras distantes e em viagens) ganhou logo um caráter mais prático (Missoni, Paul Smith) do que sonhador (John Galliano), em peças que parecem atender ao desejo de pessoas viajadas (que viajam cada vez mais) e precisam de roupas duráveis, leves, utilitárias.

Nas ocasiões mais formais, os costumes e ternos justos (mas sem exagero), com paletós de dois botões, são usados com gravata fina (Gucci, Prada) ou até sem gravata, o que resulta numa austeridade “estranha”; na moda casual, a referência aos anos 80 aparece no jeans de lavagem bem clara (Missoni, D&G) que aparece ao lado de malhas e trench coats em cores desbotadas, como que “de sorvete” (Dsquared2, John Varvatos, Jil Sander).

Em resumo, a estação revisitou peças clássicas do guarda-roupa masculino recriando-as, mas sem compremeter um certo ar atemporal, que combina com tempos de vacas magras, em que ninguém imagina trocar seu guarda-roupa só pelo ímpeto da novidade. Mas, como disse recentemente Pierre Hardy (designer dos sapatos da Hermès), em entrevista à revista inglesa de moda masculina “GQ”, “toda estação, as pessoas querem o atemporal de hoje”, não o atemporal da coleção passada. E essa, afinal, é a alma do negócio.

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