Sinônimo absoluto de glamour e elegância, o animal print deixou de ser uma tendência temporal e, hoje, é considerado um item clássico do guarda-roupa feminino – assim como o “pretinho básico”.  Sucesso entre as divas do cinema da década de 1950, como Marilyn Monroe e Brigitte Bardot, e nos anos 1980, as padronagens inspiradas na pele dos animais surgem na estética tradicional e em um mix de cores inusitado. O segredo é sempre inovar! Nas passarelas, ele vem mostrando sua versatilidade e todo o seu lado moderno, graças às interpretações cheias de frescor e personalidade feitas pelos diretores criativos.

Definitivamente, a mais queridinha da família é a oncinha. Ela foi adotada como indispensável por marcas como Dolce&Gabbana que, desde o final da década de 80, usa a padronagem em suas peças superfemininas e marcantes. Já as grifes que têm a estética mais simples e minimalistas em seus DNAs levaram a estampa felina para itens que protagonizam com elementos neutros e com ar boyish, como Dries van Noten e Victoria Beckham. A italiana Bottega Veneta explorou tons mais lavados com contraste em preto para visuais poderosos.

A zebra também surge em propostas com linhas grandiosas e em diferentes texturas. No Fall 2013 da Tom Ford, um longo coberto por paetês em preto e branco com brilho ousado. A Roberto Cavalli trouxe uma versão leve e fluída para seu vestido com fenda e pequenos plissados na saia, com recortes retorcidos na cintura, deixando pele em evidência. Além das linhas, a Calvin Klein investiu no padrão que remete pelos.

E as manchas felinas parecem ter dominado o Spring 2019! A Baja East apresentou um caminho cool que leva o animal print para looks urbanos, em uma brincadeira de alfaiataria + t-shirt + tênis. Na Tom Ford, um toque mais provocante e elegante na medida. Para a Calvin Klein, o diretor criativo Raf Simons optou por um modelito com franzidos localizados, que dão um efeito interessante à estampa.

Entre formas tradicionais e novas, o que vale é sempre escolher o tipo que combina com você!

 

FONTE: FASHION HITS

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Até onde pode ir uma fenda? Foi esta pergunta que ficou na cabeça de todo mundo que viu Angelina Jolie pisar no tapete vermelho da pré-estreia de seu novo filme, “Salt”, no Japão. Linda como sempre, ostentava um modelo preto Versace: o detalhe era a fenda enorme, exibindo toda sua perna. Além disso, o modelo de chiffon tinha um amplo decote atrás, já que era praticamente um frente-única. Para contrastar, a gola era alta. Fechando o estilo, coque e um peep-toe. Podemos usar?

Bem, fora do tapete vermelho e das passarelas, o mundo é diferente. “Fendas vertiginosas são para as divas, não para os seres humanos”, ironiza o jornalista de moda Lula Rodrigues. Já a personal stylist Juliana Burlamaqui, explica: “se a mulher tem um bom corpo, de preferência em formato ampulheta (de um oito), que é o corpo da mulher brasileira, ela pode usar uma fenda expressiva. O limite é ver se fica vulgar ou se está elegante”.

O padrão, no caso, é usado apenas para o ambiente profissional: cinco centímetros de abertura. Mas para vestidos de noite (e saias curtas) , a medida é subliminar. No caso do decote, a orientação é que quando a fenda generosa, deve-se evitar. “A exceção fica para o decote na parte de trás, contanto que ele também não seja muito profundo. O limite, novamente, é a vulgaridade”, explica. A medida é acima dos flancos (acima do quadril). Segundo ela, é lá que se acumula a nossa gordura, além do quadril, mais do que na barriga. “Melhor não evidenciar”, alerta.

“A fenda é o truque básico de sedução”, emenda Lula Rodrigues. Para ele, o vestido com fenda é sinônimo da femme fatalle de Hollywood. “E também o decote que vai até o umbigo”, lembra. Lula cita Rita Hayword e Marlene Dietrich. “O dramaturgo e ator Noel Coward, ao apresentar Dietrich em um café, disse a máxima: ‘sensualidade é uma questão de iluminação.”

Visto GNT

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