Referências de estilo são sempre bem vindas para quem adora o mundo da moda. Nós sempre buscamos inspirações na internet, nos blogs, Instagram e outras redes sociais. E muitas vezes encontramos blogueiras super estilosas que nos deixam apaixonadas pelo seus looks.

Por isso, hoje separamos para você 5 blogueiras queridinhas do mundo da moda para você conhecer e se inspirar, vem ver:

CHIARA FERRAGNI

A blogueira do famoso blog The Blond Salad, Chiara tem milhões de seguidores no Instagram e Facebook, a italiana tem sua própria linha de sapatos e inaugurou uma loja física e e-commerce com seus produtos em Milão 

JULIE SARIÑANA

Julie mora em Los Angeles e começou seu blog em 2009, a blogueira é dona de uma linha de t-shirts e também tem muitos seguidores nas redes sociais, inclusive no Pinterest. Seu blog Sincerely Jules bomba até os dias de hoje na internet

AIMEE SONG

Aimee do blog Song of Style, foi das primeiras blogueiras a se tornar celebridade, ela mora em Los Angeles, é designer e tem suas própria linha de joias e roupas

NICOLETTE MASON

Foi escolhida por uma grande rede fast-fashion norte-americana para criar a primeira linha plus size da marca, além de ser uma das editoras da revista Marie Claire, muito famosa no mundo inteiro

KRISTINA BAZAN 

Modelo e blogueira de moda suíça, Kristina em 2015 se tornou embaixadora da L’Oreal aos 22 anos. Dona do blog Kayture ela é a queridinha de muitas marcas de luxo como Dior, Valentino e Balmain 

 

Fonte: Moda It

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Idoso veste diferentes combinações de roupas (Foto: Divulgação)

O senhor Liu Xianping, de 72 anos, virou febre na Internet. O idoso atua como modelo da loja YueKou, porém vestindo roupas de mulheres. As imagens do catálogo da empresa são cada vez mais compartilhadas nas redes sociais da China, especialmente no site Sina Weibo, que é o equivalente ao Twitter no país. E depois de tanto sucesso local, agora o vovô também está ficando conhecido em todo o mundo.


Vovô posa cheio de estilo para catálogo de loja (Foto: Divulgação)

A loja foi fundada por cinco jovens recém-formados na China – um deles é neta do senhor Xianping. O curioso é que tudo começou de maneira experimental. O idoso decidiu pegar algumas peças da coleção e vestir para mostrar diversas opções de combinação entre as roupas. Surpresas com o know-how dele sobre o mundo fashion, as pessoas acharam a situação muito engraçada e começaram a fotografar.

“Por que seria inaceitável para alguém como eu vestir roupas de mulheres? Fazer isso está ajudando minha neta e eu não tenho nada a perder. Estávamos muito felizes no dia das fotografias. Estou muito velho e a única coisa que me importa é ser feliz”, disse Xianping em entrevista a um jornal local traduzida pela página “Offbeat China”.

As vendas da loja aumentaram cinco vezes, desde que as fotografias dele se tornaram sucesso na web. Foram realizadas diversas promoções com o senhor como garoto-propaganda e a repercussão foi ótima, o que chega a ser uma surpresa pelo fato de a sociedade chinesa ser conhecida por sua rigidez. A confiança e descontração de Xianping foram bastante elogiadas e agora só resta saber se ele vai seguir a carreira de modelo.

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Uma loja de roupas de São Francisco, nos Estados Unidos, levou o conceito da RA(realidade aumentada) ainda mais longe: para a internet. No final do ano passado, a Tobi.com lançou uma espécie de provador virtual em realidade aumentada que permite ao consumidor, por meio de uma webcam, experimentar e comprar roupas, além de poder compartilhar fotos em redes sociais para ver o que os amigos acham.

Veja abaixo o vídeo que mostra como funciona a realidade aumentada.

Visto no www.saiunojornal.com.br

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Com esta onda de tudo vintage, dá até vontade de voltar no tempo e viver em outra época, né? Como ainda não temos máquina do tempo, a internet tá aí pra nos satisfazer um pouquinho quando bate a saudade e a gente quer relembrar algo que já passou. Como este editorial de 2001 da Vogue América inspirado nas maiores bandas e astros do rock.

Fonte: C&A

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Modelo é capa da revista Homem Vogue

Isabeli Fontana é a estrela da edição deste mês da revista “Homem Vogue”. Novas fotos para o ensaio caíram na internet e acabaram fazendo a alegria dos marmanjos de plantão. Em algumas fotos, a top aparece nua e exibe seu corpo perfeito. Os cliques foram feitos por Jacques Dequeker.

Visto na Revista QUEM

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Segundo elas, fornecedores de peças são os mesmos de grifes chiques’.
O segredo, segundo Karla Seabra, da Marisa, é garimpar’ a peça certa.

O que está na moda hoje começou a ser elaborado pelas equipes de estilo dos grandes magazines brasileiros há cerca de um ano. “Recolhemos informações em sites especializados, em desfiles, e confirmamos em viagens internacionais o que já estava previsto”, diz Fernanda Mossmann, responsável pela equipe de 50 designers da área de estilo da Riachuelo.

De acordo com Karla Seabra, gerente de estilo da Lojas Marisa, a internet acaba sendo uma arma importante na busca de tendências futuras. “Assistimos pela internet os desfiles dos grandes estilistas de Nova York, Londres, Paris e Milão. Ali, definimos as peças que serão ‘chave’, as cores e as estampas que vão reger a estação. É uma prática de mercado”, diz ela.

Segundo Fernanda Mossmann, para o verão 2009-2010, a tendência é o fim do conservadorismo, especialmente no que se refere a cores. “A gente acredita muito no flúor, uma tendência dos anos 80. Vamos ver muito verde limão, rosa choque, essas cores bem acesas”, diz. Fernanda Amaral, da Hering, adiciona outra tendência para o verão: os macacões.

Tendências

As executivas de estilo da Hering, da Marisa e da Riachuelo são unânimes em dizer que calças e shorts “boyfriend” – que parecem ser emprestados do namorado, por serem mais largos – são itens importantes para o verão, assim como os vestidos de coquetel. “Nas baladinhas já está se usando”, diz Karla.

As tendências, dizem elas, são as mesmas para lojas de qualquer preço. A camisaria da Lojas Marisa, por exemplo, vem da China e da Índia. “A China produz para todo mundo, há roupa boa vinda de lá. É na China que se produz as camisas da Banana Republic, da Calvin Klein”, conta a gerente de estilo da rede.

Calças de marcas de luxo no Brasil, diz ela, também saem das fábricas do pólo pernambucano de jeans, onde a Marisa produz suas peças. Muitas vezes, o modelo é o mesmo – o que muda é a marca estampada nele e também o preço, que pode se multiplicar dependendo de onde o produto é vendido. “A diferença é que a gente vende [as peças] por R$ 49, R$ 59, R$ 69”, diz Karla.

Visto no G1

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Fotos-Geisy-Arruda-vestido-rosa-vermelho-curto-foto-saia-UNIBAN-aluna-universitaria-jovemA tentativa de expulsão da aluna Geisy Arruda da Uniban de São Bernardo, divulgada no fim de semana pela instituição educacional e revogada nesta segunda-feira pelo reitor Heitor Pinto Filho (depois da repercussão mundial negativa), coloca à prova todas as conquistas femininas perseguidas e conquistadas desde sempre e até agora. E vai contra o rumo da história, seja social seja da moda. A quarentona minissaia é tendência atualíssima. Os últimos desfiles nas principais capitais mundiais – leia-se Nova York, Londres, Milão e Paris – trouxeram vestidos e saias curtos, curtíssimos.

O vestido curto usado por Geisy, resgatado da moda dos anos 1980, com a barra mais apertada, como um cós canelado, e manga que promove um certo drapeado afunilando no punho, pode não traduzir o máximo da elegância. E, sim era curto, bem curto. A tentativa de expulsão, com a justificativa de que foi “constatada atitude provocativa da aluna, que buscou chamar a atenção para si por conta de gestos e modos de se expressar”, é negar toda uma história construída com lutas e mais lutas.

Ok, houve o “arrependimento” da escola, mas o estrago já estava feito. Uma universidade expressar essa opinião é muito grave. Se a moça tivesse sido estuprada a culpa, então, era dela e não do estuprador? Ele teria sido seduzido pelas suas lindas pernas e não teria culpa de nada? Geisy não estava num templo religioso, em que algumas regras pedem para ser cumpridas. E quem tem um pouco de memória, até mesmo os alunos enfurecidos que queriam “estuprá-la“, podem recorrer aos álbuns de família dos casamentos ocorridos nos anos 1960 e 1970. Com certeza, eles vão encontrar lá vestidos até mais curtos que o de Geizy, usados nas igrejas, por pessoas de várias idades. Há cerca de 45 anos, quando a minissaia entrou definitivamente na moda para alcançar as faixas até mais conservadoras da sociedade de então, viu-se que o poder dos jovens tinha chegado para ficar.

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Vestidos curtos dominam tendências para o verão 2010

Se antes, os mais velhos ditavam moda, nos anos 1960, a exposição das pernas com sua principal modelo – Twiggy – traduziu um ar jovial às necessidades sociais. Eram os jovens que assumiam definitivamente as mudanças da sociedade, seja pelos movimentos estudantis, como o Maio de 68 francês, seja pelos festivais de música, à la Woodstock , regado a LSD, heroína, cocaína e uma liberdade sexual jamais vista. As pílulas anticoncepcionais começaram a ser usadas livremente. As mulheres tinham liberdade de mostrar o corpo, assim como os homens. O visual andrógino vingava no mundo musical. Certos ou errados, eles imprimiam uma nova forma de encarar o mundo.

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Vestidos curtos dominam tendências para o verão 2010

Poder
Mais de quatro décadas depois, o poder do vestido curto mantém-se inalterado. Não fosse assim, a coleção Giorgio Armani para o verão 2010, apresentada em Milão setembro último, não teria sido, de cabo a rabo, com peças curtas, sim, muito curtas. Até mesmo os looks de festa, com brilhos e paetês. É porém, temerário pensar que peças assim causem reações tão contrárias e conservadoras em vários níveis.

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Vestidos curtos dominam tendências para o verão 2010

A atual liberdade de exibição do corpo mostrada nas passarelas – junto com os curtos, a estação pede ainda transparências, decotes, fendas e até mesmo a lingerie como peças-chave – gerou severos comentários de críticas de moda, como a respeitada e temida inglesa Suzy Menkes, do Herald Tribune. Ela escreveu que os desfiles de Milão mostram peças ideais para serem usadas nas festas promovidas pelo primeiro-ministro Silvio Berlusconi, envolvido em escândalos sexuais com garotas até menores de idade. No lado oposto do Atlântico, por conta de um vestido curto, os alunos da Uniban deram um verdadeiro espetáculo medieval, transmitido com o que é de mais moderno deste terceiro milênio: vídeos por celulares e internet.

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Vestidos curtos dominam tendências para o verão 2010

Estamos no fim da primeira década do século XXI. Não mais na Idade Média, em que as mulheres tidas como bruxas eram queimadas na fogueira da Inquisição. Mas vivemos numa sociedade em que o homem, infelizmente, ainda tem medo de que a mulher expresse sua sensualidade e sexualidade sem que eles tenham o domínio dessa atitude, sendo atingidos no seu orgulho de macho. Sim, muitos homens, infelizmente, ainda temem o poder sexual da mulher. É o sexo feminino que procria, que tem o direito de escolher quem vai ser o pai de seus filhos e de engravidar de quem quiser, com um simples chamado sedutor.

Algumas religiões, que se apropriaram e mudaram há séculos os rituais tidos como pagãos, em que a força feminina não era colocada em julgamento, mas tida como sagrada, também têm sua culpa. Assim como as mães que criam os filhos homens com o viés machista. Assim como os homens que querem as mulheres em casa para cozinhar e lavar. O pior é que mesmo alunas mulheres condenaram a roupa de Geisy, traçando um paralelo com os comentários de Menkes. Se nossos jovens – e alguns formadores de opinião – pensam assim, o que será das gerações futuras?

Será que teremos de chegar ao extremo de queimar sutiãs de novo e usar ombreiras monstruosas para provar que a mulher pode ser responsável pela roupa que escolhe para ir e vir e pelo seu destino. Geisy optou por usar aquele vestido. E daí? Democracia e gosto pessoal não se discutem. Mas podemos sim refletir sobre o episódio da turba maluca, da tentativa de expulsão e das nossas liberdades. Que o legado de Andrés Courrèges e Mary Quant, responsáveis cada um a seu jeito pela minissaia, não tenha sido em vão. E que as conquistas femininas, e por conseqüência, sociais, não sejam jogadas no lixo do reacionarismo e do conservadorismo mais profundo.

Fonte Moda Terra

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A Semana de Moda de Londres, que acabou no dia 22 (terça-feira), trouxe como marca a diversidade e também o frescor. Afinal, este sempre foi o grande trunfo desta temporada que, por não ter as grandes marcas em seu line-up, aposta nas novidades. Foi o que fez a Burberry, por exemplo, que no seu retorno ao evento resolveu investir na Internet e transmitiu seu desfile ao vivo como parte da estratégia.
A jovialidade também esteve na passarela, com desfiles provocativos, como o de Katie Eary, com roupas que mostravam o interior do corpo humano. E até mesmo nos estilistas da velha guarda. O funk carioca esteve na trilha do desfile de Vivianne Westwood. Até Anna Wintour – a editora da Vogue americana, que havia faltado nas últimas edições – apareceu na comemoração dos 25 anos do evento.
Nas passarelas, os tons pastéis e claros – caso da Burberry – convivem com coleções extremamente coloridas – como por exemplo a de Paul Smith. Seus vestidos são uma explosão de grafismos e cores fortes.  Vivianne Westwood, com sua Red Label, traz para a primavera-verão 2010 a alfaiataria desconstruída que, ao que tudo indica, veio para ficar. Foi um mix do tradicional com o punk.

A Semana de Moda de Londres, que acabou no dia 22 (terça-feira), trouxe como marca a diversidade e também o frescor. Afinal, este sempre foi o grande trunfo desta temporada que, por não ter as grandes marcas em seu line-up, aposta nas novidades. Foi o que fez a Burberry, por exemplo, que no seu retorno ao evento resolveu investir na Internet e transmitiu seu desfile ao vivo como parte da estratégia.

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A jovialidade também esteve na passarela, com desfiles provocativos, como o de Katie Eary, com roupas que mostravam o interior do corpo humano. E até mesmo nos estilistas da velha guarda. O funk carioca esteve na trilha do desfile de Vivianne Westwood. Até Anna Wintour – a editora da Vogue americana, que havia faltado nas últimas edições – apareceu na comemoração dos 25 anos do evento.

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Nas passarelas, os tons pastéis e claros – caso da Burberry – convivem com coleções extremamente coloridas – como por exemplo a de Paul Smith. Seus vestidos são uma explosão de grafismos e cores fortes.  Vivianne Westwood, com sua Red Label, traz para a primavera-verão 2010 a alfaiataria desconstruída que, ao que tudo indica, veio para ficar. Foi um mix do tradicional com o punk.

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fonte: www.gnt.globo.com

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