A começar pela sapatilha da Valentino que promete ser a it-flat da temporada, o balé inspira e traz delicadeza à moda nesta estação.

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Un, deux, trois; un, deux, trois… A contagem em francês que dá o ritmo das aulas de balé promete reger também o closet das fashionistas nesta temporada, graças a grifes que elegeram a delicadeza da dança como o statement da vez na moda. Collants, tutus e produções leves tingidas de tons de nude e rosa invadiram as coleções internacionais para o inverno 2016/17, em looks que exploram também as interessantes sobreposições feitas pelas bailarinas a caminho dos ensaios, com seus casaquetos e leggings.

Enquanto Bill Gaytten, à frente da John Galliano, combinou saias de tule com casacos militares e botas que pareciam saídas de um ringue de boxe, Carolina Herrera enxugou a silhueta clássica do balé, apostando em vestidos lânguidos de organza plissados e enfeitados com bordados high-tech.

Mas vem da Valentino o acessório hit para incorporar à tendência: uma sapatilha de couro disponível nas versões preta e nude (já à venda nas quatro lojas brasileiras da marca) que se inspira no modelo utilizado nas aulas e vem decorada com os spikes característicos dos acessórios da grife italiana. Pontuando 18 looks do desfile de inverno da marca, que aconteceu ao som de John Cage e Philip Glass, tocados ao vivo por um pianista, a peça não faz bonito apenas combinada aos belos vestidos festivos inspirados nos balés russos que cruzaram a passarela: a sapatilha deluxe, que promete ser o flat-desejo da vez, traz delicadeza e elegância também aos passos do dia a dia.

desfilesA partir da esquerda, looks da Bottega Veneta, Carolina Herrera, John Galliano e Max Mara (fotos: divulgação)

Fonte: Vogue

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Com o verão batendo à nossa porta, surge aquela vontade quase incontrolável de escolher o óculos escuros que vai nos acompanhar durante toda estação, ou seja, aquela cara-metade que a cada dia se torna mais do que imprescindível para o sucesso de um look.

A Marcolin, uma das maiores importadoras do país, convidou os jornalistas para uma noite de massagens no SPA do Hotel Renassaince, em Sâo Paulo, seguida de uma apresentação de quais serão os modelos-chave para a próxima temporada. Se você, assim como eu, é fã do clássico aviador, comemore. Tom Ford foi um dos estilistas que apostou fundo no modelo, com algumas pequenas alterações. De uma maneira geral, saem de cena as armações de metal deste formato e entram na “wish list” da próxima temporada os modelos de acetato de tons escuros.

Outra grande novidade são as armações purpurinadas, um dos hits de John Galliano. O brilho chega comedido, mas ajuda a iluminar a feição. Ainda entre as tendências estão os modelos gatinho, febre cinquentinha da passarela da Prada.

A Sáfilo, outra grande importadora do mercado, também recebeu os jornalistas para um brunch, seguido de dicas espertas da jornalista Julia Petit, da apresentadora Mariana Weickert e do maquiador Fernando Torquatto.

O império do nude, nesta temporada, não fica restrito ao mundo dos vestidinhos retrô, peep toes e clutches poderosas. Toma conta também dos óculos escuros. Arredondado, gatinho ou em oversized, eles levam a vantagem de não pesar no visual, valorizam os traços do rosto e contemplam igualmente morenas e loiras.Gucci e Valentino foram algumas das grifes que apostaram nesta tonalidade.
Fonte: Marie Claire


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`Por que gênios são solitários?´, reflete estilista via Twitter
Nesta quinta-feira, 11 de fevereiro, uma notícia chocou o mundo da moda: a morte de Alexander McQueen, aos 40 anos, em Londres, estava confirmada.
Segundo importantes veículos de imprensa britânicos, teria se enforcado. Sua mãe morreu há uma semana, conforme ele próprio comunicou em sua página no Twitter (@McQueenWorld), que foi desativada, além de algumas outras postagens confusas. Também há exatos 3 anos, sua grande amiga, Isabella Blow, que ajudou a torná-lo uma estrela, cometeu suicídio.
McQueen nasceu em East End, formou-se em Savile Row e passou a fazer ternos para o príncipe Charles e Mikhail Gorbachev. Entre 1996 e 2003, foi considerado por 4 vezes estilista britânico do ano.
A partir de 1994, produziu uma coleção a cada estação e, em 1996, atraiu a atenção especial, pois sucedeu John Galliano na Givenchy. Em 2000, entrou para a Gucci, que investiu em novas lojas em Londres, Milão e Nova York.
Sue Whiteley, ex-CEO da sua empresa, disse à imprensa britânica: “Esta é uma notícia devastadora. Ele foi uma peça inesquecível da minha vida. Ele era um talento que estava além de outros”.
Também os estilistas Matthew Williamson e Katherine Hamnett deram seus depoimentos. Ele: “Estou chocado e profundamente entristecido pela morte de McQueen. Fará muita falta”. E ela: “Ele era um gênio. Que desperdício terrível e trágico”.
No Brasil, André Lima escreveu em seu Twitter @ANDRELIMABR: “Arrepiante saber que o McQueen desistiu… Por que os gênios são tão solitários?

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A brasileira Thana Kuhner conquistou a grife de John Galliano

A brasileira Thana Kuhnen ganhou as atenções do mundo na última temporada de desfiles de alta-costura em Paris ao abrir o desfile da marca Christian Dior. A paranaense de 18 anos foi escolhida pelo próprio estilista da marca, John Galliano, e estava num lugar com o qual milhares de meninas sonham em estar um dia. O curioso é que ela nunca quis ser modelo, pois sofreu a adolescência com os comentários sobre suas longas pernas, que hoje medem 1,22 m. Por insistência da família, aos 15 anos, saiu da cidade de São João, no Paraná, veio para São Paulo, onde fez desfiles das semanas de moda do Rio e de São Paulo, e de lá foi para Nova York, onde morou no ano passado e considera um período de preparação para sua carreira.

Thana, que tem 1,80 m, hoje é modelo de prova exclusiva da Maison Dior e também da marca John Galliano, mora em Paris desde o começo do ano e está aprendendo a falar o idioma do país. Seu nome completo é Arithana Maiade Kuhnen. Aritana sem o ‘h’ é o nome de um cacique importante que ficou marcado no imaginário indígena. “Meus pais escolheram por ser um nome forte”, diz.

Veja as lições de carreira que a jovem aprendeu em tão pouco tempo na profissão:

Personalidade forte – “Meus pais falam que sou mandona e autoritária. Dizem que o nome está se revelando em mim. Mas na verdade sou forte, decidida e elétrica.”

Explorar suas melhores qualidades – “Não queria ser modelo. Tinha pernas bem compridas e as pessoas falavam mal de mim.” Hoje é uma das qualidades mais importantes do trabalho da modelo. No desfile da marca Dior, na temporada de ata-costura realizada em junho, Thana abriu o desfile usando blazer e apenas meias e lingerie embaixo. Outra mudança foi o corte de cabelo, na altura no queixo. “Tinha um cabelão e em Nova York fui orientada a cortá-lo.”

Estar no lugar certo – “Morei em Nova York em 2008 e sempre me falavam que meu lugar era Paris. Porque tenho ar mais mulher, sou elegante e não tenho rosto esquisitinho das modelos que fazem sucesso nos Estados Unidos. E desde o momento em que cheguei à França, as coisas deram certo.”

Aproveitar as oportunidades – “Comecei a fazer provas para o estilista Jean Paul Gaultier e depois para a Dior. A equipe de John Galliano quis me apresentar a ele e então fui contratada. Hoje fico junto da equipe, participo do processo de criação e só de acompanhar isso já vale, é gratificante.”

Manter os pés no chão – “No meio do dia, paramos para almoçar e nessas horas não consigo dimensionar que estou sentada à mesa com John Galliano. Encaro como algo normal, como trabalho.”

Visto no Terra

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