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Quando a River Island lançou sua nova coleção no início de abril não podia imaginar que o estilo das roupas ficaria de lado. A gente explica: desde que soltou as novas fotos de divulgação nas redes sociais, a marca tem recebido comentários indignados pelo corpo da modelo, considerada magra demais para as medidas comuns.

“Eu ficaria arrasada se minha filha chegasse a esse ponto da magreza”, “Estimular esse tipo de corpo é imoral e repugnante” e “Por que essas meninas não se exercitam ao invés de passarem fome e ficarem doentes?” foram algumas das mensagens deixadas pelo público no Facebook da marca britânica, que tem mais de 300 lojas espalhadas pelo mundo. E você, também acha que a modelo está magra demais?

 

Fonte: Marie Claire

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Não, infelizmente não é photoshop.

A modelo Allie Crandell (fotos acima) foi banida de uma campanha de moda. O motivo do veto surgiu do clamor popular: consumidores odiaram sua imagem de boneca magérrima. Uma imagem que remete muito mais à doença de anorexia, ou magreza mórbida, do que propriamente a uma imagem de saúde, beleza e elegância.

Allie estava apresentando uma coleção assinada por Max Azria, da BCBG, para a grife americana Revolve. As mulheres ficaram revoltadas com o diâmetro dos braços e pernas de Allie. A grife, preocupada com a repercussão negativa, baniu a modelo. As fotos foram publicadas no site da cadeia de lojas Revolve. Porta-voz da companhia disse que Allie só poderá voltar a posar quando ganhar peso e estiver com uma aparência mais normal. Os empresários estão conversando com os agentes da jovem, numa tentativa de conscientizá-la a mudar sua alimentação.

(Mas … não são as próprias grifes que dão preferência às magérrimas?)

Mulheres deixaram comentários indignados no site dizendo que jamais comprariam um vestido depois de vê-lo numa modelo com um rosto tão pálido e macilento.

“Se uma loja quer que as pessoas comprem algo de sua empresa, não faça com que seus consumidores se sintam mal diante de uma modelo que claramente não tem nenhuma autoestima ou respeito por seu próprio corpo”, protestou uma leitora do site.

A moça, que deve ser linda originalmente – ou seja, antes de emagrecer tanto e deformar seus traços – virou celebridade instantânea ao participar de um reality-show da MTV, The City, em 2008. Em um dos episódios do programa, sua magreza chegou a ser criticada, mas a modelo se defendia. Dizia que comia muito bem.

Pessoalmente, não fico indignada, mas com pena dessas moças muito bonitas que descambam para a autodestruição em nome do que elas julgam ser…beleza.

Na verdade, o protesto veio de gente comum, mulheres normais. Talvez a sociedade esteja começando mesmo a rejeitar ativamente esse padrão mórbido de magreza, que produz mulheres irreais, etéreas e estranhas – elas parecem robôs saídos de filmes como Blade-Runner.

E você?

Acha válido que a grife retire sua campanha e a proíba de posar para sua coleção até que recupere um peso normal? O castigo pode salvar Allie ou jogar a modelo na depressão?

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Ainda falando sobre modelos magras demais, a edição norte-americana de novembro da revista Glamour colocou sete modelos nada convencionais em matéria sobre modelos “plus-size” (acima do peso) e o fato de se sentirem bem com o próprio corpo. Tudo começou com a edição de setembro, com uma foto da modelo Lizzie Miller sentada au naturel super sexy, confiante e despreocupada com as gordurinhas de sua barriga. A foto fez um sucesso enorme e a redação recebeu mais mil comentários, entre eles o de mulheres alegando que se sentiam deformadas devido a suas (des)proporções ou contando que sofrem de distúrbios alimentares desde muito cedo e, graças à foto, sentem-se melhores. O fato é que a imagem causou bastante comoção e levou a revista a escrever uma matéria toda dedicada a estas mulheres que estão na contra mão dos rígidos padrões de magreza atuais.
Lizzie Miller na Foto que Causou Polêmica
Só não pense que a foto de Lizzie Miller agradou a todas as leitoras – houve quem reclamou do fato, alegando que “colocar uma modelo que obviamente está acima do peso e leva uma vida pouco saudável na revista para que algumas pessoas se sintam melhores apenas serviria para propagar este estilo de vida nocivo”. Outra leitora protestou dizendo que “os Estados Unidos já tem problemas de obesidade o suficiente para que a revista o promovesse ainda mais”. É… Não se pode agradar a todos mesmo.

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Ainda falando sobre modelos magras demais, a edição norte-americana de novembro da revista Glamour colocou sete modelos nada convencionais em matéria sobre modelos “plus-size” (acima do peso) e o fato de se sentirem bem com o próprio corpo. Tudo começou com a edição de setembro, com uma foto da modelo Lizzie Miller sentada au naturel super sexy, confiante e despreocupada com as gordurinhas de sua barriga. A foto fez um sucesso enorme e a redação recebeu mais mil comentários, entre eles o de mulheres alegando que se sentiam deformadas devido a suas (des)proporções ou contando que sofrem de distúrbios alimentares desde muito cedo e, graças à foto, sentem-se melhores. O fato é que a imagem causou bastante comoção e levou a revista a escrever uma matéria toda dedicada a estas mulheres que estão na contra mão dos rígidos padrões de magreza atuais.

lizzie-miller-foto-polemica

Lizzie Miller na Foto que Causou Polêmica

Só não pense que a foto de Lizzie Miller agradou a todas as leitoras – houve quem reclamou do fato, alegando que “colocar uma modelo que obviamente está acima do peso e leva uma vida pouco saudável na revista para que algumas pessoas se sintam melhores apenas serviria para propagar este estilo de vida nocivo”. Outra leitora protestou dizendo que “os Estados Unidos já tem problemas de obesidade o suficiente para que a revista o promovesse ainda mais”. É… Não se pode agradar a todos mesmo.

fonte: www.tanavitrinetanacea.com.br

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