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O look monocromático está com força no Rio Moda Rio. Desfiles como Lino Villaventura, Mara Mac, Martu e Patrcia Viera apostaram nas cores primárias para trazer força ao visual. As cores vêm acompanhadas de sensualidade e fendas. Ser monocromática também significa ser sexy!

Os volumes e conforto também aparecem com as cores fortes.

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Invista em uma cor e arrase!

 

Fonte: Marie Claire

 

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Vestir-se de uma cor só, dos pés à cabeça, é uma tendência forte dos desfiles do Rio Moda Rio. Os looks monocromáticos apareceram em praticamente todos os desfiles dos dois primeiros dias do evento, que termina nesta sexta, 17.

A tendência pode ser fácil de adotar se forem usadas cores neutras, como preto, branco e cinza. Mas pode ser bem mais difícil quando se trata de cores fortes e chamativas, como amarelo, vermelho e azul. Quer adotar a tendência mas tem medo de errar? Veja como os estilistas do Rio Moda Rio apresentaram seus looks monocromáticos:

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Mara Mac (Foto: Agência Fotosite)

O branco em look total já voltou há algumas temporadas e segue forte nas passarelas do Rio Moda Rio. Na Mara Mac, a aposta foi pelo vestido claro. Por ser uma peça só, é um jeito fácil de usar. Vá sem medo!

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Aqui já avançamos um grau de dificuldade. A ideia é usar saia, top e camisa com transparência da mesma cor, como fez a Maria Filó. Repare que a textura não é exatamente a mesma, mas a cor é idêntica nas três peças.

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O branco total também vai muito bem em looks de alfaiataria, como fez o estilista Guto Carvalhoneto.

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Guto também apresentou o preto total, uma ótima opção para as góticas suaves. Não tem erro!

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Aqui a coisa começa a ficar quente! Lino Villaventura mostra uma versão de look monocromático pra quem não tem medo de chamar a atenção. Ele mistura vermelho, textura, brilho e látex de uma vez só! Extravaganza!
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Os looks monocromáticos também têm espaço na moda festa. Martu apostou em vestidos de cores fortes, como o amarelo. Combine com sandálias de cores neutras.
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O azul também tem vez na passarela do Rio Moda Rio. Veja como fez Patrícia Viera, que apresentou uma produção todinha no tom. Repare que apesar de ser a mesma cor e o mesmo material (Patrícia trabalha com couro), existe um contraste entre as peças graças à diferença de textura. O que usar nos pés com um look total azul? Uma sandália azul! Chique!
Fonte: Glamour

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Walter Rodrigues, Nica Kessler, Mara Mac, Salinas, R.Groove e Acquastudio


Entre tapumes coloridos e referências africanas, Walter Rodrigues apresentou modelagem simplificada e linguagem visual elaborada. Principalmente nas apropriações coloridas de geometria tribal, aplicadas sobre vestidos fáceis e desejáveis. O casting 100% negro reacendeu um dos assuntos quentes da moda nacional. Os comprimentos e silhuetas são discretos, com vestidos secos funcionando como suporte para os motivos geometrizados. Essa contenção é assinatura do estilista. Assim como a pouca e boa alfaiataria que deu sustentação à leveza e despretensão elegante do conjunto. Os belos bordados, tramas e apliques têm a mão e a destreza de mulheres do projeto Pernambuco com Design, da cidade de Quipapá.

Anos 1930 e a bem cuidada arquitetura Art Deco de Miami (no Brasil ela anda literalmente em ruínas) deram forma e substância à coleção da estilista Nica Kessler. Ela foi concebida para garotas jovens e sexies, de longos e provocantes rabos de cavalo. Looks muito curtos e justos, alguns deles quase inviáveis, mas nem por isso desinteressantes como imagem de passarela, definiram a silhueta. A modelagem é exercitada sobre as curvas do corpo, explorando decotes, ombros vazios e cintura alta, com bom domínio técnico. Tome nota das estampas geométricas e das hotpants que prometem fazer a delícia dos corpos em forma neste verão.

Deslocando o impacto das apresentações para a teatralidade, com cubos vermelhos em suspensão e queda sobre toda a passarela, com assinatura da Bia Lessa, Mara Mac desfilou os exercícios formais rigorosos, de corte elegante e tropicalidade idealizada, que a clientela fiel aplaude com gosto. O peso da tradição modernista oferece um repertório consistente, define um traço estilístico e sustenta uma longevidade considerável, qualidade e condição raras no país. A contrapartida é que ela corre o risco de se manter excessivamente atrelada a si mesma. Perigo driblado nesta edição com a ajuda de texturas e transparências em camadas, de refinada investigação têxtil.

Tropicalidades cubanas e baianas, com sotaque da mãe África, entraram na bem-sucedida receita da Salinas. Em desfile sublinhado por musicalidade e ritmo, um tanto de inocência e um bocado de malícia deram o tempero final, e estava pronto o saboroso prato servido pela marca, muito bem colorido pelas estampas de paisagens e abacaxis. Carol Trentini fechou com listras e Ana Cláudia Michels, bela como sempre, mostrou a força dos monocromos em vermelho-fechado. Os formatos, segundo a Salinas, agora podem até ser menores.

R.Groove prometeu e cumpriu, levando uma salada de estilos para a passarela. A marca foi a única a apresentar roupa masculina no 1º dia. Em looks claros, retalhados e coloridos, preferiu contemplar ousadias do que atender a mesmice. Quem se arrisca erra, mas quando gosta de verdade do perigo, valida a experiência. E não são as misturas difíceis e os rosados improváveis que irão esconder os méritos da apresentação. É interessante ver como a alfaiataria, principalmente nos blazeres alongados usados com calças curtas, confere musculatura à ainda um pouco verde, mas cheia de vontade, R.Groove.

Trafegando em direção contrária à vocação comercial das temporadas de moda brasileira, Acquastudio tomou o rumo do experimentalismo há algumas estações. A marca emprega o domínio técnico exercido nos vestidos de noiva para soltar a imaginação na passarela. Causa espanto e divide opiniões. De toda forma, esta liberdade de testar limites merece crédito.  E se é verdade que nem sempre o que se vê soa exatamente como novo, é de longe mais interessante que a monotonia de vestidinhos básicos e blusinhas com shorts, desfilados inadequadamente sob o aparato que cerca um espetáculo de moda. Resumo radical: Bruna Tenório muito linda na abertura, organza e tule em camadas, volumes, off-white, cores elétricas. Tudo sobre salto alto e meia-pata em acrílico.

Visto em USEFASHION

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Mara Mac, Filhas de Gaia, Cavendish, Graça Ottoni e Cover
Orientada pelas estampas náuticas e cruzando os mares revoltos que inspiraram a coleção, Mara Mac chegou à roupa elegante, no estilo de confort-cool que ela tanto gosta. Como a rota de navegação leva ao inverno, ela incluiu casacos corta vento, além de tricôs e moletons. Medidas folgadas e bolsos charmosos são para deixar a mulher à vontade, e os vestidos de tricô esbanjam versatilidade.
Formas corporais modificadas serviram de fio condutor para a coleção das Filhas de Gaia, baseada no clássico Frankenstein. A marca redesenhou a silhueta, acrescentou estampa feminina floral e temperou com uma pegada rock pesada, com direito a AC/DC na trilha sonora. Os comprimentos são audaciosos, curtíssimos nos vestidos e spencers. Os decotes variam entre o fechado preso ao pescoço e o super decote V. Micro vestidos colados ao corpo lideram o mix, embora sirvam apenas para poucas consumidoras.
O figurino das colhedoras de chá  das montanhas asiáticas inspirou a Cavendish, que partiu daí e acelerou no romântico. Os muitos babadinhos curtos acompanhando a linha lateral do corpo e nas barras são quase sempre bonitos, isso quando não pecam pelo excesso e comprometem a leveza pretendida. A combinação de blusa e calça folgada rendeu boas variações de modelagem para ambas as peças, e o conjunto ficou gracioso. Os vestidos, cada qual com as suas particularidades, também devem agradar. A dúvida fica nos macacões, açucarados pelos tantos babados.
O desfile de Graça Ottoni teve início com uma boa sequência de rendas e transparências, evocando o underwear que a estilista aprecia em peças sobrepostas aos vestidos, saias e blusas. Em seguida, afiadas combinações de casaco curto + vestido. São belos os vestidos construídos em camadas de tiras de organza e os casacos casulo dão um espetáculo à parte. Bela coleção, extremamente feminina. A um só tempo poética e urbana, transmitindo bem a identidade da marca, que se concentra na precisão dos cortes e na excelência dos tecidos.
Para representar a ambivalência da vida contemporânea, a inspiração da Coven vem de sentidos opostos. De um lado a fantasia e o espetáculo do circo, do outro a austeridade militar e as guerras de todos os tempos. Não há convergência forçada nesta via de mão dupla. A não ser nos muitos recortes e no brilho quase absoluto do lurex e dos canutilhos de metal, a dualidade é preservada todo o tempo ainda que em uma mesma peça, de um lado justa de outro folgada, por exemplo, ou no conjunto do look.

fonte: www.usefashion.com.br

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