Der Metropol, R. Rosner, Purpure, Jadson Raniere e Geraldo Couto

Teve início nessa segunda-feira, dia 24 de maio, a 27ª edição da Casa de Criadores, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo. Com um line up mais enxuto, composto por 12 marcas, tem estreantes vindos do projeto Lab, como Karin Feller, Arnaldo Ventura, Jadson Raniere e Danilo Costa, e estilistas veteranos. Destaque para Walério Araújo, que atua como anfitrião, e apresentará no encerramento do evento o desfile “Walério Araújo 40º”, em comemoração ao seu aniversário de 40 anos.
Os desfiles do 1º dia começaram com o estilista Mario Francisco, da Der Metropol, que apresentou uma coleção masculina com forte apelo comercial, mesclada de um streetwear com construções em alfaiataria e inspirada na cultura do antigo Egito. Com modelagem de recortes estratégicos, baseada na representação da Flor de Lótus, trouxe botões e rebites banhados a ouro, ostentando desenhos como o deus Hórus, o escaravelho e o gato. Tudo foi pontuado por uma cartela enxuta, composta de preto, azul, cinza e branco com um toque de vermelho.
R. Rosner abrilhantou a noite com vestidos de festa inspirados no folclore, nas tradições e nas paisagens da Hungria. Com uma silhueta volumosa, baseada na roupa dos camponeses e da realeza, as peças passearam numa combinação requintada de transparência, brilho e matérias-primas nobres, como plumas, rendas, tule, cetim e organza de seda. Destaque para os vestidos construídos num tecido com textura inesperada, criado a partir do mix de tafetá de seda com musseline, carregando aplicações de paetês em microcanaletas, sobrepostos à renda metalizada e a bolinhas metálicas.
Os designers Mark Greiner e Weider Silveiro, da Purpure, buscaram inspiração no poder de transformação do corpo para criar uma coleção de beachwear extravagante e irônica, com modelagens e tecidos que dão a sensação de “inflados”. Nos materiais, mix de silicone, malhas com elastano, plástico e couro sintético, além de bordados com cristais e metais, tudo em preto, branco, prata e pele.

Estreante no line up oficial, Jadson Raniere buscou na postura do homem contemporâneo inspiração para criar uma coleção andrógina. As silhuetas carregam proporções ora exageradas ora estruturadas. Esse processo revelou peças como o vestido criado a partir de plissados em branco com fundo preto, lembrando finas persianas, sob entretelas rígidas. Nos materiais, algodão, tricoline e sarja, além de tafetá de seda engomado de efeito empapelado.

Geraldo Couto fechou as apresentações com uma coleção repleta de vestidos de noite inspirados na mulher etrusca. As peças aparecem em diferentes comprimentos e combinações de tecidos nobres, como renda francesa, tafetá, shantung, jérsei e seda. A cartela de cores é dramática: dourado, azul-noite e vinho. Nos detalhes, correntes, paetês, moedas e tressê.

Estreante no line up oficial, Jadson Raniere buscou na postura do homem contemporâneo inspiração para criar uma coleção andrógina. As silhuetas carregam proporções ora exageradas ora estruturadas. Esse processo revelou peças como o vestido criado a partir de plissados em branco com fundo preto, lembrando finas persianas, sob entretelas rígidas. Nos materiais, algodão, tricoline e sarja, além de tafetá de seda engomado de efeito empapelado.

Geraldo Couto fechou as apresentações com uma coleção repleta de vestidos de noite inspirados na mulher etrusca. As peças aparecem em diferentes comprimentos e combinações de tecidos nobres, como renda francesa, tafetá, shantung, jérsei e seda. A cartela de cores é dramática: dourado, azul-noite e vinho. Nos detalhes, correntes, paetês, moedas e tressê.

Visto em Use Fashion.

Tags: , , , , , , , , , , ,

Comments ( 0 )
Iniciou neste domingo, dia 25 de abril, no Centro de Convenções de Fortaleza (CE), a 11ª edição do Dragão Fashion Brasil, evento mais expressivo da indústria de moda do Nordeste. Claudio Silveira, idealizador e organizador, registrou na coletiva de abertura a principal novidade desde ano: além dos desfiles, o Dragão apresenta o 1º Ceará Business, bolsa de negócios que pretende projetar a exportação da moda local , iniciando com 17 marcas.
Também mostrou satisfação em receber  grandes nomes da imprensa nacional e internacional, fato que impulsionou o crescimento do evento nos últimos anos. São 330 marcas presentes em 10 anos de realização.
Os desfiles do 1º dia
Conexão Solidária apresentou artesanato aplicado na moda, produzido em colaboração com comunidades carentes cearenses. Mostrou a capacidade de adaptação de técnicas artesanais, como crochê, richilieu, macramê e bordado, a produtos do vestuário. Entre as cores, destaque para crus, terrosos e ocres, com algumas pitadas de cor.
Jolie! Jolie!, da estilista Andrea Cerqueira, apresentou  coleção intitulada “O pequeno mundo de Frida”, em que buscou referência em sonhos e fantasia. O romantismo esteve presente em todos os modelos, sustentado por babados, rendas e tules. Com fortes características folk, a inspiração veio também dos sonhos de infância da pintora Frida Kahlo. Como ela viveu no México, apresenta referências culturais nas estamparias e no colorido.
Mario Queiroz repetiu seu desfile exibido durante a SPFW.  Da diversidade de Londres, trouxe elementos representativos em quase todas as peças, seja em etiquetas, botons, fivelas de cintos, tramas de tricô ou mesmo em cores e estamparia. O denim teve presença marcante, em tonalidades escuras e principalmente black. A alfaiataria foi representada em coletes e calças com volume, além dos blazeres. Entre as padronagens, destacam-se xadrez em tons de azul, vermelho e cinza.
Mark Greiner, que sempre surpreende com seus desfiles-show, mostrou a coleção “Presente Mais que Perfeito”. Mais um espetáculo para se admirar, seguindo seu minicioso cuidado com os acabamentos. Nos pés, calçados criados por Mauro Slomp.

Visto em USEFASHION.

Tags: , , , , , , , , , , , ,

Comments ( 1 )