Ela veio da China, entrou para o mundo da moda e conseguiu se transformar na primeira asiática a fazer parte do seleto grupo das “angels”, da Victória’s Secret, em 2009. Atualmente, Liu Wen é a estrela da nova campanha da Calvin Klein, nas fotos do verão 2010, ao lado de Mirte Mass. E ela é o retrato na nova China e do novo oriente. Os modelos asiáticos estão, cada vez mais, conquistando passarelas e campanhas de moda.

Liu Wen esteve última campanha de Alexander Wang, já desfilou nas grandes semanas de moda e foi parar no universo fashion por um acaso. “Estava estudando para ser professora e uma amiga ia entrar num concurso de beleza. O prêmio era um computador, eu precisava disso na época, então resolvi concorrer também”. E assim, está no 24° posto no ranking mundial de modelos no models.com. A tendência oriental começou timidamente há alguns anos, com a modelo Devon Aoki. Mas parece crescer no mesmo ritmo que a economia chinesa.

Visto GNT

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Maquiagem colorida e unha e cabelos degradês são algumas das tendências de beleza que já estão nas ruas. Mas na hora de se arrumar, as inspirações podem ir além. Bem além. Já pensou em fazer um penteado tipo alienígena? Pois, acredite se quiser, a Vogue inglesa aponta este estilo como uma tendência no mundo dos cabelos. Isso por conta de, claro, Alexander McQueen.

Os caminhos estéticos apresentados nas passarelas não devem ser seguidos ao pé da letra. Mas, muitas vezes, um make ou um penteado de um desfile pode ser adaptado – mesmo que sutilmente – para a vida cotidiana. Além disso, a diferença de calendários faz com que tendências que foram reveladas na última semana de moda da Europa em outubro já possam ser incluídas por aqui como inspirações de verão.

O look bem natural, com os cabelos lisos idem, continua na moda. É o famoso estilo Kate Moss. Mas agora ser mais exótico também é fashion. Os penteados para cima estiveram em diversas passarelas. Sombras coloridas e batons glitter também estão com tudo. Veja algumas das tendências de beleza que foram apresentadas pela revista. E inspire-se para a próxima estação!

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O rural está na moda, e a passarela da Chanel teve inspiração caipira. O cabelo é preso, mas tem fios soltos. Flores e laços dourados dão este aspecto campo-kitsch e amish - Foto

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O afro está de volta, na passarela da Louis Vuitton. Claro que não precisa ser deste tamanho! Mas o laçarote dá um toque romântico diferente./ Foto

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Clássicos nunca vão sair de moda. Como este look, batom vermelho, rímel preto e uma presilha dourada no cabelo. Foi do desfile de Dolce & Gabbana. Para a Vogue, é o look Dolce Vitta. / Foto

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Gueto Fabuloso: assim foi definido este estilo, proposto por Gaultier. Atenção da pegada hip hop, como cabelo preso para cima e as tatuagens góticas incorporadas/ Foto

Visto no GNT

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Todo mundo sabe que o mundo da moda é dominado por mulheres altíssimas e magérrimas, elas estão nas passarelas, nas revistas e nas propagandas, mas quantas mulheres de verdade se encaixam nesse estereótipo? Poucas, certo?

Mas vamos dizer que nos últimos anos apareceram algumas brechas, pequenas, porém que tiveram um peso, metafórico (e literal..), para abalar um pouco esse pequeno mundinho. Umas delas foi a modelo Crystal Renn (acima) , ex-modelo anoréxica que combateu sua doença e assumiu o tamanho G, e que conquistou muito mais trabalhos nessa sua nova fase do que quando era apenas mais uma modelo esquálida. Com suas curvas voluptuosas desfilou para Jean-Paul Gaultier e fez vários editorias para revistas como Vogue e Harper´s Bazaar.
Outra gordinha que ficou bem famosa e virou um ícone da moda é Beth Ditto,vocalista da banda inglesa Gossip. O estilo dela é tão forte e tão condizente com sua personalidade que ela foi chamada para desenhar uma coleção para a Evans, famosa marca inglesa de tamanhos maiores e que foi lançada no meio desse ano com sucesso absoluto, mostrando que para ter estilo não importa o tamanho da silhueta.

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Todo mundo sabe que o mundo da moda é dominado por mulheres altíssimas e magérrimas, elas estão nas passarelas, nas revistas e nas propagandas, mas quantas mulheres de verdade se encaixam nesse estereótipo? Poucas, certo?

Mas vamos dizer que nos últimos anos apareceram algumas brechas, pequenas, porém que tiveram um peso, metafórico (e literal..), para abalar um pouco esse pequeno mundinho. Umas delas foi a modelo Crystal Renn (acima) , ex-modelo anoréxica que combateu sua doença e assumiu o tamanho G, e que conquistou muito mais trabalhos nessa sua nova fase do que quando era apenas mais uma modelo esquálida. Com suas curvas voluptuosas desfilou para Jean-Paul Gaultier e fez vários editorias para revistas como Vogue e Harper´s Bazaar.

Outra gordinha que ficou bem famosa e virou um ícone da moda é Beth Ditto,vocalista da banda inglesa Gossip. O estilo dela é tão forte e tão condizente com sua personalidade que ela foi chamada para desenhar uma coleção para a Evans, famosa marca inglesa de tamanhos maiores e que foi lançada no meio desse ano com sucesso absoluto, mostrando que para ter estilo não importa o tamanho da silhueta.

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fonte: www.tanavitrinetanacea.com.br

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Fotos-Geisy-Arruda-vestido-rosa-vermelho-curto-foto-saia-UNIBAN-aluna-universitaria-jovemA tentativa de expulsão da aluna Geisy Arruda da Uniban de São Bernardo, divulgada no fim de semana pela instituição educacional e revogada nesta segunda-feira pelo reitor Heitor Pinto Filho (depois da repercussão mundial negativa), coloca à prova todas as conquistas femininas perseguidas e conquistadas desde sempre e até agora. E vai contra o rumo da história, seja social seja da moda. A quarentona minissaia é tendência atualíssima. Os últimos desfiles nas principais capitais mundiais – leia-se Nova York, Londres, Milão e Paris – trouxeram vestidos e saias curtos, curtíssimos.

O vestido curto usado por Geisy, resgatado da moda dos anos 1980, com a barra mais apertada, como um cós canelado, e manga que promove um certo drapeado afunilando no punho, pode não traduzir o máximo da elegância. E, sim era curto, bem curto. A tentativa de expulsão, com a justificativa de que foi “constatada atitude provocativa da aluna, que buscou chamar a atenção para si por conta de gestos e modos de se expressar”, é negar toda uma história construída com lutas e mais lutas.

Ok, houve o “arrependimento” da escola, mas o estrago já estava feito. Uma universidade expressar essa opinião é muito grave. Se a moça tivesse sido estuprada a culpa, então, era dela e não do estuprador? Ele teria sido seduzido pelas suas lindas pernas e não teria culpa de nada? Geisy não estava num templo religioso, em que algumas regras pedem para ser cumpridas. E quem tem um pouco de memória, até mesmo os alunos enfurecidos que queriam “estuprá-la“, podem recorrer aos álbuns de família dos casamentos ocorridos nos anos 1960 e 1970. Com certeza, eles vão encontrar lá vestidos até mais curtos que o de Geizy, usados nas igrejas, por pessoas de várias idades. Há cerca de 45 anos, quando a minissaia entrou definitivamente na moda para alcançar as faixas até mais conservadoras da sociedade de então, viu-se que o poder dos jovens tinha chegado para ficar.

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Vestidos curtos dominam tendências para o verão 2010

Se antes, os mais velhos ditavam moda, nos anos 1960, a exposição das pernas com sua principal modelo – Twiggy - traduziu um ar jovial às necessidades sociais. Eram os jovens que assumiam definitivamente as mudanças da sociedade, seja pelos movimentos estudantis, como o Maio de 68 francês, seja pelos festivais de música, à la Woodstock , regado a LSD, heroína, cocaína e uma liberdade sexual jamais vista. As pílulas anticoncepcionais começaram a ser usadas livremente. As mulheres tinham liberdade de mostrar o corpo, assim como os homens. O visual andrógino vingava no mundo musical. Certos ou errados, eles imprimiam uma nova forma de encarar o mundo.

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Vestidos curtos dominam tendências para o verão 2010

Poder
Mais de quatro décadas depois, o poder do vestido curto mantém-se inalterado. Não fosse assim, a coleção Giorgio Armani para o verão 2010, apresentada em Milão setembro último, não teria sido, de cabo a rabo, com peças curtas, sim, muito curtas. Até mesmo os looks de festa, com brilhos e paetês. É porém, temerário pensar que peças assim causem reações tão contrárias e conservadoras em vários níveis.

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Vestidos curtos dominam tendências para o verão 2010

A atual liberdade de exibição do corpo mostrada nas passarelas - junto com os curtos, a estação pede ainda transparências, decotes, fendas e até mesmo a lingerie como peças-chave – gerou severos comentários de críticas de moda, como a respeitada e temida inglesa Suzy Menkes, do Herald Tribune. Ela escreveu que os desfiles de Milão mostram peças ideais para serem usadas nas festas promovidas pelo primeiro-ministro Silvio Berlusconi, envolvido em escândalos sexuais com garotas até menores de idade. No lado oposto do Atlântico, por conta de um vestido curto, os alunos da Uniban deram um verdadeiro espetáculo medieval, transmitido com o que é de mais moderno deste terceiro milênio: vídeos por celulares e internet.

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Vestidos curtos dominam tendências para o verão 2010

Estamos no fim da primeira década do século XXI. Não mais na Idade Média, em que as mulheres tidas como bruxas eram queimadas na fogueira da Inquisição. Mas vivemos numa sociedade em que o homem, infelizmente, ainda tem medo de que a mulher expresse sua sensualidade e sexualidade sem que eles tenham o domínio dessa atitude, sendo atingidos no seu orgulho de macho. Sim, muitos homens, infelizmente, ainda temem o poder sexual da mulher. É o sexo feminino que procria, que tem o direito de escolher quem vai ser o pai de seus filhos e de engravidar de quem quiser, com um simples chamado sedutor.

Algumas religiões, que se apropriaram e mudaram há séculos os rituais tidos como pagãos, em que a força feminina não era colocada em julgamento, mas tida como sagrada, também têm sua culpa. Assim como as mães que criam os filhos homens com o viés machista. Assim como os homens que querem as mulheres em casa para cozinhar e lavar. O pior é que mesmo alunas mulheres condenaram a roupa de Geisy, traçando um paralelo com os comentários de Menkes. Se nossos jovens – e alguns formadores de opinião – pensam assim, o que será das gerações futuras?

Será que teremos de chegar ao extremo de queimar sutiãs de novo e usar ombreiras monstruosas para provar que a mulher pode ser responsável pela roupa que escolhe para ir e vir e pelo seu destino. Geisy optou por usar aquele vestido. E daí? Democracia e gosto pessoal não se discutem. Mas podemos sim refletir sobre o episódio da turba maluca, da tentativa de expulsão e das nossas liberdades. Que o legado de Andrés Courrèges e Mary Quant, responsáveis cada um a seu jeito pela minissaia, não tenha sido em vão. E que as conquistas femininas, e por conseqüência, sociais, não sejam jogadas no lixo do reacionarismo e do conservadorismo mais profundo.

Fonte Moda Terra

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tendencia

O amarelo foi a cor do Verão e o vermelho será a do Inverno. A emoção e a consciência ambiental estão na ordem do dia. É o que ditam as tendências. Para a Moda e não só. Mas de onde surgem estas orientações? Quem as determina? E porquê?

Antevisão
Qual irá ser a cor da moda? O que se vai usar na próxima estação? Qual é o produto do momento? Hoje, cada vez mais pessoas e empresas estão pendentes das tendências, quando até há bem pouco tempo isso era uma preocupação quase exclusiva dos industriais têxteis e do pronto-a-vestir.

O termo ‘tendência’ está a cada dia mais presente no nosso vocabulário e na nossa vida quotidiana. Pelo menos nos grandes centros urbanos das sociedades ocidentais em que vivemos.

Das passarelas as imagens saltam para as páginas das revistas para revelar o que nos fará mais bonitas e fashion a cada estação. Quisemos percorrer o caminho inverso. Num mergulho profundo no universo da moda e dos produtos de consumo fomos em busca de descobrir como surgem estas tendências, como tomam forma e quem as molda. Como uma verdadeira caçadora urbana, Paula Horta circula pelas ruas de Barcelona munida das suas indispensáveis armas: um bloco de notas, uma máquina fotográfica digital e a enorme curiosidade que muitas vezes a impele ao contacto directo com os seus objectos de observação, mal os identifica. São adolescentes ou jovens adultos que por alguma razão se destacam dos demais, mesmo que seja por um mero detalhe ou adereço personalizado.

Paula veste-se com discrição e dificilmente se destaca na multidão. Isso facilita a sua postura como observadora e torna-a menos ameaçadora quando decide aproximar-se dos seus alvos. Ela é uma coolhunter (ver caixa), atenta aos pequenos grupos, às pessoas que usem algo com um potencial de vir a ser massificado, e trabalha para o The Intelligence Group, uma empresa de marketing e de trend forecasting com sede em Nova Iorque, mas com um exército de caçadores – ditos international reporters – espalhados por todo o planeta. Para além de coolhunters, estas pessoas desempenham também a função de trendspotters, atentas aos comportamentos, ao sentido para onde caminham as tendências no local onde estão situadas, ao que ali se consome e ao que atrai a atenção do público em geral. O seu trabalho todos os meses é diferente mas, essencialmente, todos têm como tarefa destacar no mínimo duas tendências que sintam que estejam a aflorar nas cidades em que se encontram. O material recolhido e compilado é depois analisado nos escritórios centrais por antropólogos, sociólogos, especialistas em marketing e em outros sectores ligados ao consumo e aos novos negócios.

Portuguesa, licenciada em Ciências da Comunicação e especializada em Publicidade, Paula Horta fazia o mestrado em Cultura Visual em Barcelona quando surgiu a oportunidade de fazer este trabalho. Dificilmente seria recrutada para fazer o mesmo em Portugal, destino que nem sempre desperta o interesse destas empresas de marketing e tendências pelo seu tamanho reduzido, pela sua posição periférica e pela limitação da sua influência em outros mercados. Em Espanha, ao contrário, o mercado é maior e estende-se aos países da América Latina de expressão espanhola. E Barcelona é um centro cool por excelência, carregada de estrangeiros e onde fervilha o cenário cultural.

Paula rapidamente se identificou com a actividade que agora desempenha e já não consegue pôr os pés na rua sem observar tudo e todos. Para executar bem o seu trabalho necessita de uma visão apurada e de uma boa capacidade de análise. “É fundamental que consigamos abstrair-nos dos nossos gostos e crenças habituais. Isso não interessa para nada neste trabalho. O importante é conseguirmos anali-sar o que nos rodeia”, comenta. As ruas são o seu campo de trabalho, mas não só. Os eventos de arte, música, as feiras de moda, entre outros acontecimentos, também o são, assim como os blogs, os sites da Internet, os jornais e as revistas em geral. “Sou uma verdadeira junkie das revistas”, confessa.

As tendências, então, não surgem da cabeça de ninguém. Nascem nas sociedades em que vivemos, dos pequenos adereços, dos gestos isolados de grupos restritos, das opiniões quase anónimas mas que catalizam a atenção de muitos, dos pequenos negócios criativos que despontam aqui e ali, de tudo o que se vê e se faz de forma diferente e inovadora, mas também da forma como as sociedades se comportam. Um artista underground, o designer do momento, um músico, um DJ, actrizes e actores, o autor de um blog, uma jovem na rua… Qualquer um pode ser um trendsetter (ver caixa) desde que se destaque na multidão ou desperte o interesse dos demais e que, de alguma forma, a sua atitude ou opinião reflicta as ansiedades do momento.

“Eu não descubro nada novo”, afirmou a respeitada investigadora de tendências holandesa Li Edelkoort numa entrevista publicada no site da Symrise, grande produtor alemão de fragrâncias e sabores. “Observo e interpreto o comportamento e o estado de espírito das pessoas, e aponto o que vejo. Actuo como uma catalizadora do espírito do momento e transformo-o em tendência o mais cedo possível.” Li Edelkoort busca constantemente respostas para perguntas como: Como será a nossa vida no futuro? O que irão querer as pessoas? Que desejos e necessidades terão? Que características um produto deverá ter para alcançar o sucesso no mercado? Como inspiramos as pessoas a comprar coisas?

Mas como é que tudo isso surgiu? Depois da Segunda Guerra Mundial houve um incremento do pronto-a-vestir. Na década de 60 verificou-se uma grande democratização de hábitos e a indústria do vestuário deu um salto significativo. Com isso, houve não só a necessidade de modernizar-se como também de ajustar a produção a uma quantidade crescente de consumidores assim como aos seus gostos. Prever quais seriam os produtos preferidos do público significava assegurar que não haveria ruptura de stocks, ou seja, que as peças não iriam esgotar-se ou não faltaria matéria-prima para as produzir. Assim, a opção foi, “em vez de trabalhar da fábrica para o mercado, fazer o sistema inverso, do público para a fábrica, a partir de uma observação mais atenta das pessoas, dos seus hábitos, da arquitectura e de diversos outros fenómenos socioculturais”, observa Greta Statter, consultora de moda e de tendências de estilo de vida.

Surgem nessa altura os primeiros observadores de tendências. Eram, em geral, pessoas viajadas, com boa bagagem cultural e interesse pelo mundo da moda, que davam indicações a nível da gama de cores a ser utilizada e que desenhavam alguns esboços de formas e modelos. Nessa altura são criados também os primeiros cadernos de estilo. “Françoise Vincent foi, provavelmente, a primeira a fazer um mapa em que cruzava circunstâncias económicas, históricas, políticas e artísticas”, comenta Greta Statter. Em 1966, Françoise Vincent, com o apoio de industriais franceses, criou a Promostyl, um dos mais antigos gabinetes de estilo, que hoje compartilha o cenário e a influência com outros gabinetes como o Peclers Paris, a Agence de Style Nelly Rodi, o Studio Edelkoort, entre os mais tradicionais, assim como com as mais jovens empresas de investigação e inteligência (intelligence companies) como a Faith Popcorn’s Brainreserve, a Look-Look e a The Intelligence Group. “Estes gabinetes cheiram o l’air du temps e são capazes de discernir o que vai ser importante para o futuro”, aponta Greta Statter.

E da mão-cheia de sugestões dos primeiros tempos, o trabalho dos observadores de tendências foi-se tornando cada vez mais complexo. Ainda que os métodos de trabalho nem sempre sejam exactamente os mesmos, hoje pouco diferem dos utilizados inicialmente. Baseiam-se nas viagens e compras no estrangeiro, sobretudo quando se trata de gabinetes dentro das empresas de produção, ou em profissionais estrategicamente situados em distintas partes do globo, no caso dos gabinetes de tendência particulares. Contam com uma boa dose de intuição mas também com o apoio de profissionais vocacionados para analisar a sociedade e o significado dos sinais recolhidos.

O trabalho não se resume a observar as pessoas na rua para, mais tarde, desenhar para elas. Vêem-se os trabalhos de designers, artistas plásticos, arquitectos e outros criativos de cada local. Por isso fala-se cada vez mais de lifestyle – fenómeno mais global – que alia também urbanismo, arte e design”, refere Pedro Marques Mendes, representante da Promostyl em Portugal. E acrescenta: “Nesse âmbito, Portugal tem alguma coisa para oferecer – temos boa afirmação internacional sobretudo a nível da arquitectura e do design de equipamentos.” Pedro Marques Mendes destaca os designers Fernando Brízio, Miguel Vieira Baptista e Ricardo Ralhete, “que não são produtores em grande escala mas são observados e influenciam”. Destaca também Siza Vieira e outros arquitectos nacionais. E, no âmbito da moda, chama a atenção para Felipe Oliveira Baptista, Pedro Waterland e Luís Buchinho. “Os gabinetes de tendências já repararam neles.”

A Concertação Internacional da Cor acontece em Paris todos os anos, duas vezes por ano, desde há mais de duas décadas. Este é um dos grandes acontecimentos a nível das tendências e reúne gabinetes de estilo, estilistas independentes, fabricantes de pigmentos, industriais têxteis e as suas associações. Neste encontro define-se a gama de cores para cada estação. “Hoje já estão disponíveis as cores para o Inverno de 2009/2010”, observa Pedro Marques Mendes. “As decisões levam em conta o gosto do público mas também outros interesses em particular, como promover uma determinada cor – um pigmento que não se usa há muito tempo ou que é muito caro, por exemplo”, observa.

Pedro Marques Mendes traça o caminho destas decisões. “Definida a gama de cores, as associações informam os seus membros e os gabinetes de tendências fazem o desenvolvimento criativo dos usos desta gama.” Os cadernos de estilo/tendências produzidos pelos gabinetes de tendências são, na sua maioria, o cruzamento final do trabalho de campo e a sua respectiva análise com a gama de cores. São publicados, na grande maioria dos casos, cerca de duas vezes por ano, com previsões com dois ou três anos de antecipação. Esses cadernos apresentam cores, texturas e formas para cada estação, mas com a preocupação de abarcar os vários públicos-alvo – mulheres, homens, crianças, jovens, estilos de vida, conceitos, entre outros. Para melhor ilustrar as tendências que referem, recorrem a diversos elementos: amostras de tecido e de outros materiais de produção, esquissos de modelos e objectos, recortes de imprensa e retratos de personalidades de interesse (artistas, designers, arquitectos, estilistas e opinion makers, por exemplo).

Se inicialmente este era um serviço prestado quase exclusivamente para a indústria têxtil e de pronto-a-vestir, hoje é almejado pelos mais variados sectores de produção – dos cosméticos à decoração, dos automóveis aos telemóveis, dos alimentos aos restaurantes e hotéis. Empresas como a Swatch, a Fiat, a Dupont, a Nokia, a Renault, e tantas outras, compram esta informação, estendendo a influência a um amplo leque de produtos de consumo e não apenas à moda.

“Este serviço torna-se cada vez mais indispensável para a sobrevivência de marcas e empresas. São raras as que não compram estes indicadores de tendências e há mesmo empresas que recorrem aos produtos de mais do que um gabinete”, afirma Pedro Marques Mendes. O gabinete que representa lança 15 cadernos diferentes por semestre e há quem invista a sério e os compre todos.

A informação dos gabinetes de tendências é a base de trabalho para as direcções de design e marketing das empresas clientes. As de design cruzam-na com as suas experiências pessoais e desenvolvem os produtos com um cunho próprio. As de marketing trabalham nas estratégias de produto, nos conceitos a utilizar para a sua promoção.

Mas a necessidade das tendências tem também a ver com outros factores económicos. “O capitalismo é, por definição, um sistema que aspira à expansão – dos lucros e, por arrastamento, dos mercados. Para sobreviver, tem de se renovar e, para se renovar, é necessário garantir o fluxo contínuo, quando não a expansão, do que é produzido, isto é, do consumo. Uma das formas de garantir que vamos comprar mais um par de calças consiste em garantir a obsolescência – pelo menos relativa – das que já possuímos”, explica Ana Brandão, assistente do Departamento de Sociologia do Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho, que integra uma das equipas de investigação do Grupo de Cultura e Estilos de Vida. De acordo com esta socióloga, “a moda cumpre o papel fundamental de garantir essa obsolescência que assegura o consumo na medida em que procede à revisão contínua da ‘adequação’ desses produtos. Deixamos de vestir o que não está na moda”.

Essa obsolescência passa pelo aproveitamento de necessidades elementares do ser humano – como a necessidade de pertença e de singularidade – para promover a expansão das áreas de negócio. “Os produtos de consumo geral e a oferta cultural são elementos constituintes dos estilos de vida. Não nos distinguimos ou assemelhamos socialmente apenas pelo que vestimos mas também pelo que fazemos, pelo que comemos, pelos espectáculos a que assistimos… O que o capitalismo faz é explorar aquelas necessidades básicas pela identificação de novas áreas de aplicação das suas técnicas”, comenta a socióloga.

A sociedade está mais complexa, é verdade. E as tendências confortam. “As marcas passam a ser como famílias”, declarou o guru das tendências David Shah, numa entrevista dada à revista Época brasileira. De acordo com este especialista, as pessoas passaram a criar identidade por tribos. “Não importa a sua nacionalidade, se você usar um traje de Yohji Yamamoto como eu, nós pertencemos à mesma tribo.” Shah explica que hoje já não existem mais trabalhos para toda a vida, as ideias tradicionais de casamento e família parecem desaparecidas. “Por isso estão tão interessadas nas tendências: porque não sabem o que vai acontecer com o mundo. As marcas passaram então a tentar desenvolver um relacionamento com o seu consumidor, construindo um elo emocional. “Antecipar tendências consiste, basicamente, em prever as possibilidades de desenvolvimento futuro – em termos profissionais, de moda, etc. – com vista a, de algum modo, estabelecer uma relação securizante face ao próprio futuro antecipado. É, neste sentido, uma tentativa de lidar com o elemento imprevisível, de reduzir a consciência do risco, ou, pelo menos, a ansiedade que lhe está associada”, refere a socióloga Ana Brandão.

E o que marcará os novos tempos? As tendências decorativas, o biológico e o tecnológico são os conceitos do futuro próximo. É no que acredita Pedro Marques Mendes. Paula Horta acredita também na costumização dos produtos. “Uma forma de transformar um produto massificado em único”, observa.

Tudo o que vem da natureza terá um espaço privilegiado, desde as cores às formas de fósseis, defende o grupo Edelkoort. De acordo com a investigadora holandesa, pressente-se o ressurgimento dos produtos locais, assim como da cozinha regional. “Estamos cansados de ver as mesmas marcas por todo o mundo, estejas em Nova Iorque, Tóquio ou São Paulo.” As novas marcas conquistarão alguma frescura se combinarem os seus produtos de cariz global com um toque local.

O guru David Shah acredita que estamos a entrar numa nova fase de comportamento dos consumidores, que denominou Nu Austerity (nova austeridade). “O comprador de moda, antes preocupado com a imagem de ostentação, passou a preocupar-se com questões maiores como a sustentabilidade, as alterações climáticas, a pobreza global, o comércio ético, etc.”, escreveu na última edição da revista Textile View, publicação especializada em tendências da qual é responsável.

A procura do significado é o que aponta Anne Lise Kjaer, do gabinete de tendências Kjaer Global. “Acredito que a busca do significado será o propulsor nuclear do século XXI para as sociedades ocidentais, uma sociedade imbuída com uma tremenda escolha material e carregada de uma abundância sem significado”, escreveu para a mesma edição da revista Textile View. A especialista aponta para os produtos potenciados pela emoção e a ética como o meio para chegar com significado às pessoas no futuro.

Visto Modamaistyle.blogspot.com

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Modelo russa, Anne Vyalitsyna, é a nova conquista de Leonardo DiCaprio

O ator Leonardo DiCaprio somou mais uma musa das passarelas à sua lista de conquistas. Segundo o tablóide inglês The Sun, ele está namorando a modelo russa Anne Vyalitsyna.

Os dois se conheceram enquanto DiCaprio rodava o filme de ficção científica Inception, em Londres, mês passado.

DiCaprio levou o novo affair à Ibiza, onde curte férias. Eles foram vistos em boates e restaurantes na última semana.

Segundo uma fonte, o ator agora só tem olhos para Anne. “Eles não tiram as mãos um do outro”.

Depois de terminar o longo namoro com a top Bar Refaeli, DiCaprio teve um rápido romance com a atriz Cameron Diaz e a dançarina Ashley Roberts (do grupo Pussycat Dolls).

Antes, ele namorou as modelos Gisele Bündchen e Monica Hansen.

Visto no site Terra

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Nova moda: sem sobrancelhas

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O povo da moda adora chocar os mortais e deixar as modelos feias. As coitadas já são magras de doer, tipo pau de virar tripa, com a ossada marcada sob a pele. Não bastasse isso, eles fazem de tudo para destruir as minas em fotos e na passarela.

A última vítima foi a supertop brasileira Adriana Lima, que ficou sem sobrancelhas nessa propaganda da Givenchy. Nooooossa! Não dá pra aguentar, fala sério!

Então o Daily Mail aproveitou para mostrar como ficariam algumas top célebres sem “sobrancelhas”. Resultado: um horror!

Fotos-Victoria-Beckham-Angelina-Jolie-Catherine-Zeta-Jones-sem-sobrancelhas
Fotos-Kate Moss-Madonna-Keira-Knightley-sem-sobrancelhas

Victoria Beckham, Angelina Jolie e Catherine Zeta-Jones ficaram muito alienígenas. Victoria é o cão chupando manga, minha gente! Angelina ficou meio réptil, meio demoníaca. E Catherine dá até pena.

Visto no Clic

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Vocabulario-Termos-novos-usado-no-mundo-da-moda

As semanas da moda brasileira não lançam novas tendências só em roupas. Novas palavras e terminologias são implantadas a cada edição e contaminam modernos de norte a sul.

Acendeu
Quando desfilam modelos na passarela ou pessoas com cores mais brilhantes. Exemplo: “A passarela acendeu com as cores neon…”

Assimétrico
Quando um lado, decote ou bainha da roupa, não é igual ao outro.

Alfaiataria
Não significa um espaço comercial que vende roupas de alfaiate e sim uma categoria de modelagens que repetem a modelagem, o aprimoramento no corte e acabamento digna dos alfaiates que faziam ternos sob medida. Exemplo: “O estilista investiu na alfaiataria”.

Bondage
Estilo inspirado em um fetiche que significa roupas muito apertadas ao corpo em couro ou tecido preto lustroso, ou roupas muito detonadas.

Convergência
Significa o caminho da tendência ou inspiração. Exemplo: “A coleção converge para os anos 80″.

DNA
Serve para definir um estilo muito forte de uma grife. Exemplo: “O DNA da marca é a sofisticação”.

Fundamento
Quando alguém quer expressar a essência ou as diretrizes de alguma coisa. Exemplo: “O fundamento do desfile era o Carnaval”.

Interessante
Adjetivo da vez. Quando não tem o que dizer, a palavra é “interessante”.

Miniaturas
Denominação para peças muito pequenas como mini-boleros, mini trench-coat, minissaia ou minicoletes.

New husband ou skinny boyfriend
Calça com modelagem masculina ajustada em direção ao tornozelo

Nude
Não significa andar nua e sim a cor sensação do verão, um bege levemente rosado em tons que lembram maquiagem

Ovalado
Formato geométrico inspirado no ovo, muito explorado nas modelagens de saias, vestidos, shorts e casacos.

Orgânico
Estilo que define roupas amplas e confortáveis ao corpo e em materiais que não poluem.

Oxford shoes
Estilo de sapato em duas cores e recortes, muito associados à prática do golfe.

Raw
Tipo de amaciamento nos jeans que não polui a natureza. Geralmente o jeans raw é escuro, mas supermacio ou manchado.

Pegada
Espírito ou tendência da coleção. Exemplo: “As roupas têm uma pegada dos esportes radicais”.

Transparecer
A grande quantidade de tecidos transparentes para usar no verão criou este estranho “verbo”. Exemplo: “O estilista transpareceu os básicos com tecidos leves”, ou “Tule, organza, vazados. Tudo o que deixa transparecer”.

Visto no blog  Última Moda

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Fotos-Beleza-das-modelos-do-desfile-foi-inspirado-no-visual-de-Rita-Hayworth-no-filme-Gilda

Estilista se inspirou nas estrelas da era de ouro de Hollywood.
Modelos desfilaram com penteado semelhante ao de Rita Hayworth.

Jean-Paul Gaultier prestou uma vibrante homenagem ao cinema, às estrelas da era de ouro de Hollywood e à atriz francesa Micheline Presle, que inspirou a vocação do estilista, na coleção apresentada nesta quarta-feira (8), último dia de desfiles nas passarelas da alta-costura parisiense.

“Fã de cinema”, em suas próprias palavras, Gaultier desfilou mulheres sensuais em longos vestidos justos com cauda de veludo de seda, saias de crepe com estampados de penas e corpete com ombros e quadris articulados como uma armadura sobre vestido de tecido fluido.

Os babados de um vestido curto aparecem adornados com pequena penas em um desenho de tons de vermelho e bege combinando com o adorno da cabeça, com luvas compridas bem ao estilo de Rita Hayworth em “Gilda”. O busto é ressaltado com drapeados e bordados. Sobre os vestidos, uma estola de pele forrada de musselina e casacos de pele levados nos ombros lembram as grandes damas do cinema dos anos 40.

Quando surge a noiva e os rostos de grandes atrizes são projetados um atrás do outro sobre o véu, sobrepostos ao rosto da modelo, o público aplaude, em êxtase. As imagens de Bette Davis, Grace Kelly, Marlene Dietrich e outras atrizes aparecem projetadas na parede, atrás do cenário decorado com projetores e ventiladores de cinema.

Gaultier quis homenagear principalmente a atriz francesa Micheline Presle, que fez sucesso mundialmente com o filme “O Diabo no Corpo” e trabalhou em vários filmes franceses, sendo melhor reconhecida em seu país.

O estilista explicou que viu Micheline quando era criança, no filme “Nas Rendas da Sedução” (Falbalas), de 1945, que “descreve perfeitamente o mundo da moda“.

A personagem interpretada por Micheline, de blazer ajustado de ombros largos, maquiagem forte e chapéu, inspirou em Gaultier a vocação para criador de moda, disse o estilista.

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O cinema foi objeto de homenagem também no desfile da maison Franck Sorbier. O estilista apresentou uma pequena coleção (cinco modelos masculinos e cinco femininos) com o título “Gueules d’atmosphère” (rostos de atmosfera), em alusão a uma célebre frase da atriz Arletty no filme “Hôtel du Nord”.

“É uma coleção dedicada ao retrato, que fala verdadeiramente de rostos, de caras”, declarou Sorbier, que apresentou sua coleção em modelos parados, sem desfile, em um estudo fotográfico, como a introdução de personagens de um filme.

“A ideia era fazer algo que não fosse um desfile. De qualquer forma, não teríamos os meios para fazer. Utilizamos tudo o que tínhamos”, acrescentou o estilista, cuja maison atravessa, como tanta outras, dificuldades financeiras.

Os looks de Sorbier para o próximo inverno incluem uma grande veste de veludo bordado de fitas coloridas, um vestido de baile de fitas e cordões compridos e um casaco feito com um mosaico de telas.

Mostrando uma evidente melhor condição financeira, o libanês Elie Saab propôs uma coleção que definiu como de “arquicostura”, inspirada em grande parte pela Art Nouveau, principalmente nos vestidos drapeados.

A paleta de cores é muito clara, com branco, madrepérola e marfim, que aparecem nos vestidos, casacos, nas rendas, flores bordadas, lantejoulas e franjas de musselina em recortes, apliques e detalhes preciosos.

Visto no G1

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Moda Ilustrada” exibe 35 ilustrações e 6 looks de 27 artistas promovendo encontro entre estilistas e ilustradores em mais um projeto de ruptura de limites, experimentações dinâmicas e concretas, com curadoria conjunta de Danilo Blanco, Fernando Zelman e Roberto Santana.

O renascimento da ilustração de moda é impulsionado por importantes mostras em galerias de arte e museus de todo o mundo, solidificando-se com as retrospectivas de grandes nomes do circuito internacional.

Traçando-se um paralelo, o desenho de moda é utilizado como padrão para a correta confecção de uma roupa, e a ilustração, uma manifestação artística direcionada mais ao coração que a mente. Estilo de arte emocional, que através de um look expressa estilo de vida e tendência, a ilustração de moda de hoje sinaliza que as metrópoles tornaram-se grandes laboratórios de tendências, idéias e passarelas urbanas.

“Moda Ilustrada”, com proposta de estimulo a utilização de novas tecnologias para a produção das obras, contribui para a revitalização da imagem do consumidor no atual panorama da moda brasileira, além de fomentar a difusão e a democratização da cultura de moda contemporânea, reunindo nomes consagrados, novos talentos advindos do ambiente acadêmico e o protagonismo juvenil urbano.

Artistas Participantes:
Cris Burger, Davis Lisboa, Edo Belleza, Gêmeas, Isabelle Ribot, João Braga, João Pimenta, Luis Catani, Orlando Pedroso, Samuel Casal, Zé Andrade, Zé Otavio, Adrian da Paixão Harlock, Alexandre Orsetti, Caca Semiatzh, Fernanda Custódio, Josivan, Marcelo Gomes, Miranda, Popó, Roberto Santana, Silvia Rocha, Suppa, Shida, Tatiana Mari Sasaki, Teca Pasqua.

A exposição Exposição Moda Ilustrada – Estilo e Tendência, segue até o dia 26 de julho na Galeria Olido, a entrada é franca.

De terça a sexta, das 12h às 20h30;  sábado e domingo das 13h às 20h30.
Mais informações pelo telefone (11) 3334-0001.

Galeria Olido
Av. São João, 473 – Centro
São Paulo – SP

Visto no NaCabeça

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