Ivete Sangalo entende de moda festa, em sua versão mais animada nos palcos e no topo dos trios que comanda a cada Carnaval. Depois de se lançar como vocalista da Banda Eva, a cantora nascida em Juazeiro, na Bahia, firmou seu nome no cenário musical brasileiro com a carreira solo deslanchada pelos hits do álbum homônimo, lançado em 1999.

Desde então, são mais de 16 anos de sucessos e empolgação nos palcos e nos trios que comanda a cada edição da festa anual em Salvador. O histórico fashion é marcado pelos figurinos brilhantes em cada parada das turnês (nacionais e internacionais). Em cima dos trios, as produções ganham potência elevada de diversão com fantasias sempre temáticas, assinadas por estilistas e etiquetas que acompanham a cantora.

Sangalo conta com aproximação cada vez maior com a moda: já levou criações de etiquetas brasileiras como Cia. Marítima, Martha Medeiros, Printing e Patricia Bonaldi, entre outras, aos palcos além de riscar o tapete vermelho e ganhar as telas em aparições marcantes com labels internacionais como Givenchy, Mugler e Versace.

Unindo o universo do Carnaval e da moda, Ivete contou com aparição sensação em 2015 no Baile de Gala e Fantasia da Vogue com look custom made por Sandro Barros de valor estimado em R$ 46 mil. O vestido inspirado em Maria Antonieta levou cerca de 790 horas para ficar pronto, trabalhadas por um time de 11 pessoas liderado pelo expert em moda festa.

Nos palcos, a receita de sucesso para o figurino é formada por bodies cravejados de pedrarias e bordados que garantem brilho extra à energia da cantora. Para a turnê mais recente, ela desfilou uma sucessão de peças assinadas por Davidson Zanine, criados sob supervisão da stylist Patricia Zuffa.

Em antecipação ao Carnaval 2017, relembre nas imagens produções marcantes já desfiladas pela estrela ao longo dos anos.

Fonte: Vogue

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Fundadora da mineira Printing, Márcia Queiroz lança este mês a coleção de estreia da grife na moda praia. Orquídeas de proporções máxi foram aplicadas sobre grafismos em belas estampas inspiradas em obras dos artistas cearenses Aldemir Martins e Carmélio Cruz – que decoram ótimos maiôs de modelagem frente única.

Depois da praia, combine a uma pantalona branca de linho – look que garante nota dez no quesito elegância.

Printing: Rua Peixoto Gomide, 1.881, SP

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Fonte: Vogue

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Pelas charmosas ruas da cidade murada de Cartagena, patrimônio colombiano e também da humanidade, peças ultrafemininas, com rendas, babados e laços, se entregam ao poder do branco, ganham a companhia da alfaiataria e a vida dos tons fluo.

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Na temporada mais quente do ano, looks claros se tornam escolha indispensável. Para repaginar as produções brancas do trabalho ao passeio, a dica é acrescentar peças ou acessórios fluo. O efeito é divertido, mas ainda assim sofisticado.

Acima, paletó, R$ 4.220, e calça, R$ 2.890, 3.1.Phillip Lim à venda na NK Store. Bolsa, R$ 48.460, camélia e pulseira, preço sob consulta, Chanel.

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À esq., camisa Dolce&Gabbana, R$ 2.600. Saia Colcci, R$ 899. Mochila Jansport, R$150. Pulseira Ivana Salume, R$ 195 cada (usadas de diferentes cores em quase todas as fotos). Cinto Birô, R$ 40. Tênis Superga, R$ 250 (usado em quase todas as fotos). Câmera, acervo. À dir., blusa Corporeum, R$ 320. Saia, R$ 1.888, e cinto, R$ 298, Mabel Magalhães. Câmera, acervo.

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À esq., maiô Amir Slama, R$ 450. Calça Printing, R$ 1.180. Jaqueta (amarrada na cintura) Lauf, R$ 258. À dir., vestido Helo Rocha, R$ 5.681.

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Vestido PatBo, R$ 23.973. Mochila Jansport, R$ 130. Pulseiras Ivana Salume, R$ 195 cada. Tênis Superga, R$ 250. Sombrinha e câmera, acervo.

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À esq., camisa Chanel, R$ 8.830. Top, acervo. Calça Lenny Niemeyer, R$ 650. À dir., macacão
NKStore, R$ 1.690. Pulseira de acetato Chanel, preço sob consulta. Pulseiras coloridas, acervo.

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À esq., vestido Cris Barros, R$ 2.696. Lenço, acervo. À dir., vestido Lino Villaventura, R$ 2.980. Boné New Era, R$ 179. Bolsa Dior, R$ 12.800.

 

Fonte: Marie Claire

 

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Quem abriu o 4º dia de desfiles de inverno 2012 no Pier Mauá foi Walter Rodrigues, desta vez com cenas da primeira grande guerra na sua cabeça. Assim, a coleção mostrou uma silhueta rígida (inclusive com coturnos My Shoes nos pés!), que priorizou tecidos, seus pesos e texturas. “Amish, Metodista e Calvinista foram palavras constantes”, explicou. Na cartela, destaque para preto, cinza, off-white, vermelho e royal.

  

R. Groove misturou esporte à alfaiataria, utilizando materiais como sarja resinada e lã pesada. São blusas de tricô, calças mais folgadas e jaquetas com pegada geométrica. Bege, cinza e preto mantém certo minimalismo, acendido por turquesa, vinho e laranja, além das estampas de um ventilador antigo, da face de um macaco e de neve.

  

A top Isabeli Fontana abriu a apresentação sofisticada da Ágatha ao som de Pink Floyd e usando um vestido em glitter chumbo. Do moletom cinza mescla aos tecidos requintados e brilhosos, todas as modelagens valorizam uma mulher que tem vaidade e estilo, mas não abandona o conforto de roupas mais folgadas, inclusive uso de capas.

  

Denominada “Afro Samurai”, a coleção da Filhas de Gaia valoriza o corpo feminino. Vestidos e saias longas recebem recortes, assimetrias efeito mullet ou amplas fendas. O p&b tem destaque, algumas vezes junto a cores fortes, como turquesa e uva.

  

Quem encerrou a penúltima noite de desfiles foi a Printing, desta vez misturando Art Nouveau e Art Déco com listras, num colorido mais fechado (laranja, bordô e azul) até chegar no p&p, verde-musgo e a união destas com as primeiras cores. É um inverno de linhas retas, muita camisaria e blazeres fechados em cima e comprimentos curtos embaixo. Atenção ainda aos bordados.

  

 

Fotos: ImaxTREE
FONTE: USEFASHION

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Walter Rodrigues, Cantão, Lucas Nascimento e Printing

Em grande forma, Walter Rodrigues acertou em praticamente tudo, protagonizando um momento inspirado deste Fashion Rio. Ele retomou o japonismo de que tanto gosta sem “saudosismo entediado” como ele mesmo escreveu, mas com o frescor e a propriedade de quem volta a um terreno que conhece bem. Colocou mais de uma dúzia de vestidos arrasadores na passarela e fez quimonos, calças e saias amplas e aconchegantes em uma coleção sem sobras.
A fusão entre Oriente e Ocidente pautou a última coleção da Yamê Reis à frente da marca Cantão. Ela optou por revisitar o universo étnico que a marca adora e vende bem, e mesclou referências variadas com militarismo e o brilho dourado do lurex. Também adicionou texturas luxuriantes e foi feliz em muitos pontos. No 1º bloco um quê de indiano (presente, ainda que o release cite a Turquia como referência) pareceu um tanto fora de hora. Ainda assim, na sequência a coleção se recompôs e passou bem. Muito bem sucedida a temporada de Yamê na Cantão. Vai deixar saudades.
Um sopro de novo, embalado em surpreendente rigor técnico, refrescou o 2º dia do Fashion Rio. Em estreia das mais aguardadas, Lucas Nascimento respondeu à altura com uma coleção concisa e inventiva, toda baseada em formas arquitetônicas. Ele colou a malha retilínea ao corpo, aplicou mamilos de metal sobre a roupa e balanceou com proporções matemáticas e cores fortes o que poderia ser apenas sexy ou experimental.
A Printing passou soberba do começo ao fim, faiscando em canutilhos e lurex. É luxo jovem, usável e sem breguice. Coisa rara. A marca chega para ocupar um gap notório, e vai fazer a festa de quem só tinha à disposição vestidões sexy e cafonas, todos eles muito parecidos entre si ou experimentalismos difíceis. A junção de vintage e tecnológico, pano de fundo para um exuberante painel decorativo é excepcionalmente bem sucedida.

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