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Apenas quatro meses após dar à luz seu primeiro filho, Kim Kardashian já colocou as curvas pós-maternidade à prova em shooting para a campanha da linha de roupas que ela e suas igualmente voluptuosas irmãs criaram para a Lipsy.

Valentino e Isabel Marant não são exatamente nosso estilo, mas a influência deles é refletida na coleção. Aquela ideia de conforto casual que as pessoas amam inspiraram os tecidos – tem muito stretch. Sabe aquele vestido Alaïa que vai te segurar e colocar tudo no lugar? Queria fazer peças como esta, para fazer você se sentir bem no próprio corpo”, disse Kim à Vogue britânica.

Clicadas por Terry Richardson, Kim, Khloe e Kourtney mostram o (ínfimo) inverno 2014 desenhado pelo trio para a marca, repleto, é claro, de vestidos, saias e blusas justas em cores como preto, vermelho e animal print. A dúvida que ronda as fotos das roupas que chegam às araras dia 24.10: até onde rolou retoque de photoshop no corpo da nova mamãe?

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Fonte: VOGUE

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Hointer optou por uma loja com mostradores menores e muita tecnologia para provar

As luzes fluorescentes estão piscando, o espelho está claramente torto, e você está pingando de suor.

De pé, dentro de provador, vestindo um jeans que não cabe, você se conforma com o fato de parecer fora de forma – em vez de exuberante – nas calças que cobiçava.

Parabéns. Você está fazendo compras nas lojas do século 21. É uma experiência que a maioria de nós ama ou odeia.

E esse medo dos provadores está levando muitos consumidores a comprar online, criando enormes desafios para as lojas físicas.

Consumidor com controle remoto

Nadia Shouraboura ama roupas. Mas ela não gosta do teste de resistência que costuma ser a busca por um par de jeans que lhe caia bem.

“Quando vou a uma loja tradicional, sempre fico decepcionada com a experiência, de tirar a roupa no provador e gritar através da porta para pedir algo à vendedora”, diz. “E odeio desmontar pilhas de roupas. Fico incomodada, porque sei que alguém vai ter que vir arrumar. Pensei que poderíamos melhorar drasticamente todas essas coisas com a tecnologia.”

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Com tablet ou celular, cliente seleciona as peças que quer provar

Como ex-chefe de suprimentos e tecnologias para a gigante online Amazon, Shouraboura tinha muitas ideias. O resultado disso é a Hoiter, uma loja-conceito estabelecida em Seattle (EUA) e inicialmente focada no público masculino.

As roupas são exibidas em cabideiros minimalistas, facilitando sua observação pelo cliente. Se este quiser provar uma roupa, basta encostar nela com seu smartphone, se ele tiver NFC (a tecnologia “near field communication”), ou escaneá-lo com o código QR. Daí você é automaticamente alocado para um provador e pode continuar comprando.

Escolhidas as roupas, o cliente vai ao provador determinado, onde elas estarão esperando por ele (foram transportadas por coletores robóticos).

Precisa de um tamanho diferente? Pode usar seu smartphone e o item vai aparecer na sua frente em 30 segundos, diz Shouraboura.

Para efetuar a comprar da roupa escolhida, o cliente passa o cartão de crédito num terminal automático.
Preços

Os preços são dinâmicos: variam ao longo do dia para se manterem competitivos em relação aos preços das lojas online e para evitar que os consumidores apenas olhem os produtos na loja e depois os comprem na internet.

Isso só é possível porque os custos são mantidos baixos, diz Shouraboura. Menos espaço ocupado significa um aluguel menor; automação significa menos trabalhadores.

A tecnologia por trás disso envolve um piso para exibir as mercadorias e um estoque robotizado, controlado por um sistema central que se comunica com aplicativos de celular e tablet.

“É muito rápido e compacto, como uma lata de sardinha que pode rapidamente mover itens selecionados pelo consumidor.”

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Nadia (centro) desenvolveu uma loja com provador automatizado

Shouraboura acredita que esse tipo de inovação pode ajudar as redes varejistas a sobreviver à brutal concorrência online.

“Acho que a experiência (de comprar) online é ótima, mas a de loja pode ser ainda melhor porque você pode provar, tocar e sentir os produtos”, diz ela. “E pode ser uma experiência mais barata, porque não há custos de frete.”

Dos pés à cabeça

Agora, a questão do tamanho: um P em uma loja pode ser um M em outra.

Para lidar com isso, foi criada a Me-ality, uma cabine presente em mais de 20 shopping centers americanos que escaneia o cliente dos pés à cabeça e cria um perfil de seu corpo, que fica arquivado em uma conta pessoal online. O perfil, então, recomenda peças de roupa que melhor cabem no cliente.

A cabine usa um sistema de ondas milimétricas. Cada rotação da cabine leva cerca de 10 segundos, em que ondas liberadas rebatem na pele do consumidor.

“Isso nos dá 200 mil pontos de referência de seu corpo”, diz Kathleen Funke, que trabalha no Me-ality. “Nosso software cruza essa informação com medidas de roupa e produz um relatório.”

O sistema funciona com quase 200 marcas de roupa, e varejistas americanas começam a usá-lo para ajudar os clientes a identificar aquele par de jeans perfeito difícil de encontrar.

“O sucesso do varejo depende de ele se adaptar e integrar novas tecnologias, sob o risco de se marginalizar por conta das lojas online”, diz Funke.

O Fits.me oferece um serviço virtual de prova de roupas

O Fits.me oferece um serviço virtual de prova de roupas

Provadores virtuais

E para quem se incomoda em até mesmo entrar em um provador de roupas, o sistema Fits.me oferece um serviço virtual de prova, que permite que os clientes vejam como fica uma roupa em seu tipo de corpo sem ter que vesti-la.

Destinado principalmente para varejistas online, o serviço também está disponível via tablet em algumas lojas. A empresa também firmou contrato com um canal de compras na TV.

O Me-ality é uma cabine que escaneia o usuário e cria um perfil do seu corpo

O Me-ality é uma cabine que escaneia o usuário e cria um perfil do seu corpo

O sistema usa manequins robóticos conectados a um laptop e uma câmera e vestidos com os principais itens de cada varejista.

Um banco de dados é formado com o máximo de informações possíveis sobre tamanhos e dimensões das roupas.

O usuário que procura, por exemplo, por uma camisa, pode colocar suas medidas no site ou aplicativo, e é apresentado com um avatar humano com um tipo físico semelhante. Daí ele “experimenta” diferentes tamanhos de roupa para ver o que fica melhor.

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Carnaval chegando… feriado prolongado e… ebaaa! Hora de se soltar, se alegrar, descontrair e se divertir muuuuuuuuuito!!! Afinal, é feeeeesta \o/
Agora, se você não vai a um baile de carnaval ou a uma festa a fantasia, mas gosta da comemoração e vai se divertir em casa, na praia ou nas festas de rua, então a dica é optar por roupas e calçados super confortáveis que combine com você e principalmente que não estrague sua festa por conta do incômodo!
As roupas para o carnaval 2013 também trarão diversos detalhes que as tornarão mais femininas e delicadas, são eles: babados, paetês, colares, laços, bordados, rendas, cores, transparências, brilhos entre outros.
shorts despojados para carnaval
Por isso, abuse de shorts customizados, com tachinhas, desfiados, modelos coloridos, tons pastéis ou vibrantes, estampas étnicas e paetês que serão perfeitos para a ocasião!
shorts candy colors - carnaval
Se você gosta de roupas estampadas, porque não usar um look lindo como esses vestidos florais?
vestidos florais - carnaval
Estampas de frutas também são uma alternativa deliciosa você não acha?????
roupas estampadas - carnaval
Tudo bem, quer algo mais light? O vestido longo é uma ótima sugestão!
vestidos longos - carnaval
Dia muito quente? Está na praia? Sinal verde para mostrar a barriguinha!
barriga de fora - carnaval
Outra dica que está na moda, é o top cropped, isso mesmo, usar o top curto virou tendência, fica ótimo com saias, calças ou shorts de cintura alta!top croped - carnaval
Os shorts bleached (manchadinho) combinam perfeitamente com o clima da festa. As blusas colors são perfeitas com o jeans básico!
bleached - manchadinho - para carnaval
Para os pesinhos, quanto mais confortável melhor, sempre! Assim poderá aproveitar e pular bastante (rs). Não economize nas cores, pedrarias e brilhos…
calçados para o carnaval
E para finalizar, look das famosas para se inspirar…
look das famosas para o carnaval

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QUANDO A MULHER NÃO ESTÁ EXCITADA, O VESTIDO FICA EM TONS ESCUROS, MAS…

A mulher consegue, muitas vezes, esconder seus sinais de excitação, certo? Pois um novo vestido vai ajudar os homens a descobrir quando isso acontece. A peça, uma criação futurista feita de tecidos inteligentes chamada de Intimacy 2.0, fica mais clara – oscilando entre o opaco e o transparente – quando a frequência cardíaca aumenta e revela os momentos de excitação femininos.

QUANDO A FREQUÊNCIA CARDÍACA AUMENTA, ELE MUDA DE COR

O designer holandês Daan Roosegaarde, criador do vestido, está em negociações para que o modelo seja produzido comercialmente. Em entrevista ao jornal britânico The Sun, ele disse que a peça explora a relação entre intimidade e tecnologia. A peça ficou em exposição em Londres e conquistou prêmios de Design na Holanda e em países do Extremo Oriente.

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A WGSN observou que as cores vibrantes ultrapassaram os limites das roupas e foram parar nos acessórios, sobretudo nas meias. O recurso é uma ótima opção para alegrar o look de inverno e tirá-lo da mesmice. Veja abaixo quais tons de meia-calça serão usados na próxima temporada:

Tangerina e vermelho

O tangerina, tom eleito do ano de 2012, dominou a paleta de cores de meias nas semanas de moda da Europa, incluindo tons intensos e tons mais fechados como o laranja damasco e o queimado.

Azul

Azuis elétricos surgiram como uma nova opção de cor, muitas vezes misturados com vermelho ou preto para rejuvenescer o look.

Amarelo

Amarelos em tons limão e canário pode ser combinado com azul cobalto para criaa um visual descontraído.

Branco

Brancos sobrepostos a tons nude e rosa criam um clima romântico.

Fonte: GNT

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Em meio ao competitivo mercado da moda, a confecção de Fabrício Guimarães Pais tem visto sua produção crescer cerca de 20% a cada ano. O segredo do empresário foi encontrar o público certo.

“Depois que mudamos para moda evangélica, nosso faturamento aumentou de forma considerável”, diz Pais, diretor da Kauly Moda Evangélica, instalada no Brás, tradicional centro de compras da capital paulista, e que hoje fabrica 30 mil peças por mês e lança de 100 a 200 modelos diferentes em cada coleção.

Fabrício Pais, diretor da Kauly Moda Evangélica, que, no início, vendia apenas 'modinha' (Foto: Anay Cury/G1)Fabrício Pais, diretor da Kauly Moda Evangélica, que, no início, vendia apenas ‘modinha’ (Foto: Anay Cury/G1)

Assim como Pais, empresários do ramo de confecção têm investido cada vez mais na moda evangélica, atendendo à mulher que antes tinha de procurar em lojas não especializadas roupas que correspondessem ao estilo exigido pela maioria das igrejas: mais comportado, porém, não menos sofisticado.

“A gente conseguiu achar esse mercado, que é um mercado inovador, que muita gente procurava essa moda, mas que quase ninguém fabricava. Um pouco, acho, por medo. (…) Todo mundo tem um pouco de medo de fazer um foco só, direcionado, e a roupa não vender. No nosso caso, poderia ter dado tudo errado”, conta Pais.

Nas mãos dessas confecções brasileiras, o que poderia ser encarado como limitação se transforma em estímulo para criar peças cada vez mais modernas, sem deixar de obedecer às regras de vestimenta dos evangélicos, que, embora tenham algumas variações, dependendo da igreja, vetam calças, decotes e transparências. De acordo com os dados mais recentes do IBGE, com base no Censo de 2000, a população de evangélicos do país era de 26,18 milhões.


Outros empresários viram na necessidade da própria família uma oportunidade de negócio. Sabendo que a principal queixa das mulheres era encontrar roupas adequadas às exigências, mas com estilo, Laerte de Oliveira Tolentino entrou no ramo de moda evangélica e viu sua equipe crescer de 20 para 250 funcionários diretos e indiretos em dez anos. Dono das grifes de moda evangélica Applausos e Via Toletino, de Maringá, no interior do Paraná, o empresário agora tem planos de expandir seus negócios, melhorando seus pontos de venda, que hoje estão mais concentrados nas regiões Sul e Sudeste, e na qualidade dos produtos.

moda evangélica (Foto: Editoria de Arte/G1)

“A necessidade de segmentação vem se intensificando nos últimos anos. As mulheres evangélicas tinham muita dificuldade para conseguir roupas no estilo que precisavam e desejavam, porque a mulher evangélica também quer ficar bonita, na moda, quer frequentar os cultos bem vestidas. Ser vaidosa não é negativo”, diz Selma Felerico, coordenadora da pós-graduação na área de Comunicação da ESPM, especializada em estudos sobre o público feminino.

Cantora Damares (Foto: Divulgação)Cantora Damares (Foto: Divulgação)

A cantora Damares é um exemplo de evangélica que gosta de se vestir bem e estar na moda. “Meu estilo é clássico, mas diferente, com um toque pessoal. No meu caso, compro as roupas prontas ou mando fazer, dependendo da ocasião. Já até recebi umas propostas para lançar uma marca de roupas evangélicas e sapatos”, conta.

Diante da dificuldade de encontrar roupas em Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, a auxiliar de SAC Leila Silva Fonseca, 28 anos, se desloca para São Paulo atrás de roupas que atendam a seu gosto. “Por ser pastora de uma igreja evangélica, tenho que estar sempre bem vestida e elegante, e as lojas que existem hoje em dia não estão adequadas a este perfil. Por isso, quando vou comprar, vou até São Paulo para comprar roupas de grife. Já comprei roupas de outros tipos de marca, mas há aproximadamente um ano, só compro roupas e sapatos de marca [evangélica]”. Para Leila, a vantagem dessas roupas está na confecção e no acabamento, “deixando a roupa mais confortável e elegante”.

Pensando nisso, Ivone Pizani Gonçalves abriu uma das primeiras confecções especializadas em moda evangélica, a Raje, que também fica na região do Brás. Evangélica, Ivone sempre trabalhou no ramo, costurando ou revendendo roupas, até decidir se especializar em moda feita especialmente para esse público.

“Hoje a gente tem equipe trabalhando, mas naquela época [perto dos anos 2000], era só eu que fazia tudo: criava, desenvolvia. Eu e meu filho. Nós começamos cortando uma quantidade bem pequena, sempre com um pouco de medo, mas depois ficamos muito surpresos. Foi espantosa a procura”, relata Ivone, que, no início, contava apenas com seus dois filhos e hoje, entre as equipes de venda, de criação, de corte e acabamento final emprega 30 pessoas diretamente.

Ivove Gonçalves é dona da Raje, uma das mais antigas confecções de moda evangélica em São Paulo (Foto: Anay Cury/G1)Ivove Gonçalves é dona da Raje, uma das mais antigas confecções de moda evangélica em São Paulo (Foto: Anay Cury/G1)

Na Raje Jeans, o carro chefe são as saias, que custam de R$ 39 a R$ 45 e recebem no tecido aplicações de muitos detalhes. “A moda evangélica não proíbe nada de acabamento que não seja escandaloso. Hoje, as moças evangélicas querem sempre estar dentro da moda. Podem estar discretas, mas com a cor da moda, por exemplo. Qualquer tipo de roupa que esteja sendo usada, que é lançado por estilista famoso, que está na mídia, pode ser usada, sem problema nenhum. Tudo é permitido desde que [ela] não esteja usando uma roupa muito curta, uma calça comprida, uma roupa sem manga e decotada”.

Na busca por estampas e cores que estarão nas lojas nas próximas estações, as equipes de estilistas das confecções viajam a feiras de moda em outros países e participam de todas as semanas de moda realizadas no Brasil.

Jonhson Cavalcanti, que traz o design de moda festa em experiências anteriores (Foto: Anay Cury/G1)Jonhson Cavalcanti, que traz o design de moda
festa em experiências anteriores
(Foto: Anay Cury/G1)

“A gente faz uma pesquisa ampla de estamparia, de tecido para adaptar à moda evangélica. Buscamos inspiração em Fashion Week, em feiras do setor. Eu ando muito, então, vou vendo o que está acontecendo no dia a dia, nos filmes, nas músicas, até nos jornais”, disse o estilista Jonhson Cavalcanti, que traz o design de moda festa em suas experiências anteriores.

Hoje, os três principais canais de venda das confecções evangélicas são lojas físicas, revenda e internet, cuja procura tem sido cada vez maior. “Pela internet, economizo tempo e adquiro peças que geralmente não encontro por aqui. Nem sempre os tamanhos dão certo, mas, no meu caso, sempre encontro alguém em que caiba e nunca devolvi nenhuma peça”, disse a policial civil Maria de Fátima Costa da Silva, 51 anos, de Natal (RN).

Isabel dos Santos Ramos, 35 anos, veio pela segunda vez a São Paulo para comprar roupas evangélicas e revendê-las no interior do Acre. “Compensou muito na primeira vez. Fiz um teste e agora voltei cheia de encomendas”, disse a revendedora, acompanhada da amiga Maria Aparecida Gusmão da Silva, 55 anos, que mora na capital paulista e a levou para “os melhores lugares”. “Me sinto muito mais à vontade”, diz.

Maria Aparecida Gusmão da Silva só compra suas roupas em lojas especializadas em moda evangélica (Foto: Anay Cury/G1)Maria Aparecida Gusmão da Silva só compra suas
roupas em lojas especializadas em moda
evangélica (Foto: Anay Cury/G1)

Thais Cristina Barbosa, 26 anos, é de Osasco, região metropolitana de São Paulo, trabalha com moda evangélica há quatro anos e meio e revende roupas de oito marcas. No início, trabalhava sozinha. Porém, teve de pedir ajuda para o marido, para a irmã e para a cunhada. No primeiro mês em que começou a vender, tinha cinco clientes e, um ano depois, esse número já tinha subido para 180.

Do total de clientes que Thais atende hoje – ela não revelou o número – 10% não são evangélicas. E é esse filão que muitas empresas também querem atingir. “São mulheres que trabalham em banco, escritório, por exemplo, e que querem roupas bonitas, mas mais discretas, na altura do joelho.” O vestido mais barato que Thais vende, na altura do joelho, sai por R$ 180. “É muito difícil achar coisas que sejam discretas, mas de bom gosto. Eu mesmo passei por isso no início. Agora não, uso as roupas que gosto e faço até marketing”, conta.

Como as roupas costumam cobrir ombros e pernas, muitas mulheres que usam tamanhos grandes e que, independentemente de serem evangélicas ou não, não gostam de mostrar os braços, por exemplo, têm recorrido aos modelos desse tipo de moda. “Às vezes, as clientes entram aqui, se apaixonam por um vestido e só quando vão pagar é que veem que a loja é de moda evangélica”, afirmou Fabrício Pais.

Leila Fonseca, consumidora de Guarulhos, e Thais Barbosa, revendedora de oito marcas evangélicas  (Foto: Arquivo pessoal)
Leila Fonseca, consumidora de Guarulhos, e Thais
Barbosa, revendedora de oito marcas evangélicas (Foto:
Arquivo pessoal)

Tamanho aumento da quantidade de confecções que estão sendo abertas – ainda não há dados oficiais -, muitas empresas chegam a se queixar e até começam a reduzir a produção neste início de ano. É o caso da Clara Rosa Moda Evangélica, de Cianorte, no interior do Paraná. “A procura é grande no setor, mas nós não crescemos de 2010 para 2011. Mantivemos o faturamento, porque houve um reajuste de preços, mas não crescemos”, afirma o diretor Aparecido Martins de Lima.

Riscos
Antes de abrir um negócios, por mais interessante que possa parecer, é preciso antes de tudo estudar o público alvo e desenvolver um plano de negócios, principalmente em moda, de acordo com Ivan Bismara, coordenador do curso de Moda da Fundação Armando Alvares Penteado (Faap).

“Segmentação é, sem dúvida, uma tendência, como vem sendo desde os anos 1980, na época em que surgiram as surf shops. O risco que se corre é quanto à administração dos negócios, saber onde você está investindo. Onde eu me comunico com meu público? Nesse caso das lojas de surf, a maioria quebrou por não ter sido bem administrada.”

Consumidora observa modelos de moda evangélica na região do Brás, em São Paulo (Foto: Anay Cury/G1)
Consumidora observa modelos de moda evangélica na região do Brás, em São Paulo (Foto: Anay Cury/G1)

Para os próximos anos, a coordenadora da pós em Comunicação da ESPM afirma que o universo infantil deverá ganhar mais atenção da moda evangélica. “Era uma coisa muito necessária [a moda evangélica]. Cresceu e vai continuar crescendo”, diz Selma.

 

Fonte : G1

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Camisolas de Tereza Cristina   Inspire se nas peças cheias de glamour da vilã de Fina Estampa fotos

Além das maldades de Tereza Cristina, o que mais chama a atenção na personagens são suas roupas elegantes e cheias de glamour. Mas uma peça em especial é a paixão das telespectadoras: suas camisolas. Ela é a campeã entre os produtos mais pedidos à central de atendimento da Rede Globo.

Desde que estreou no folhetim, Cristiane Torloni, que interpreta a vilã, desfila pelos estudíos do Projac com modelos exclusivos de camisolas, que são produzidos pela própria Rede Globo. A equipe de figurino de Fina Estampa, que tem à frente Beth Filipecki, confeccionou a maioria dos mais de 12 modelos usados por Tereza Cristina.

A grife Jogê também já criou algumas peças para a novela. A estilista e diretora criativa Angela Coelho da Fonseca foi quem assinou as criações e teve como inspiração as divas hollywoodianas dos anos 1940 e 1950.

Veja as camisolas de Tereza Cristina em Fina Estampa:

Camisolas de Tereza Cristina   Inspire se nas peças cheias de glamour da vilã de Fina Estampa fotos
Camisola azul, com detalhes em renda – glamour até na hora de dormir. Foto: IG

Camisolas de Tereza Cristina   Inspire se nas peças cheias de glamour da vilã de Fina Estampa fotos
O color blocking também está na camisola de Tereza Cristina – a cor laranja é uma das tendências do Verão 2012. Foto: Terra

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Por falar em color block, a personagem gosta de cores fortes e lindas combinações – o verde e o vermelho ficam ótimos juntos. Foto: Caras

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Babados e rendas não podem faltar nas camisolas da vilã. Fotos: Fina Estampa

Camisolas de Tereza Cristina   Inspire se nas peças cheias de glamour da vilã de Fina Estampa fotos Camisolas de Tereza Cristina   Inspire se nas peças cheias de glamour da vilã de Fina Estampa fotos

Com detalhes em renda e bordados, a camisola branca ganha toques especiais, elegantes e de requinte. Fotos: noveleiros, F5

Camisolas de Tereza Cristina   Inspire se nas peças cheias de glamour da vilã de Fina Estampa fotos Camisolas de Tereza Cristina   Inspire se nas peças cheias de glamour da vilã de Fina Estampa fotos
Fotos: gbimg, Contigo!

Camisolas de Tereza Cristina   Inspire se nas peças cheias de glamour da vilã de Fina Estampa fotos

Camisolas de Tereza Cristina   Inspire se nas peças cheias de glamour da vilã de Fina Estampa fotos
Fotos: Terra

Foto de abertura: Dramaqueenzen

 

FOnte: Fashion Bubbles por Willian Glauber

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Ela criou em Nova York loja que tinha entre clientes Liv Tyler e David Bowie.
Estilista lançou linha de roupas distribuída em mais de 150 lojas no mundo.

Morreu em São Paulo a estilista brasiliense Ana Cristina Abdulmassih, de 42 anos, no domingo (6). Ela foi encontrada morta em seu apartamento. O velório no cemitério Campo da Esperança, em Brasília, foi marcado para esta terça-feira (8). O corpo chegou para ser velado por volta das 12h15. O sepultamento acontece às 17h. Os familiares da estilista não quiseram falar com a imprensa.

Em seu site oficial, a estilista nascida e criada em Brasília é definida como “parte da realeza fashion”. Ana esteve na lista da revista americana “Harper’s Bazaar” entre as mulheres mais bem vestidas da América.

Em 1998, criou em Nova York a loja feminina Language, que tinha como clientes famosos como Liv Tyler, David Bowie e Gwyneth Paltrow. Em seguida, lançou uma linha de roupas distribuída em mais de 150 lojas em todo o mundo. Anos depois, tornou-se diretora de acessórios da “Harper’s Bazaar”. Formada na School of Visual Arts de Nova York, Ana fez mestrado em artes plásticas.

Ela morava em São Paulo e tinha linha de roupas com seu nome vendida na loja Daslu. A estilista também era diretora de criação da marca Lala Land.

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Sabe aquele vestido com uma estampa incrível e que não cabe mais em você? Ou aquela blusa que tem um modelo que não te favorece, mas tem uma cor maravilhosa? Elas podem ser super úteis na hora de dar um toque especial em algum móvel ou objeto sem gracinha, mas que no fundo escondem um grande potencial.

Lançar mão do desapego e da criatividade nessa hora é fundamental. Vá em frente, sem medo de ser feliz e passe a tesoura neles. O resultado é surpreendente.

Foi o que eu decidi fazer com uma blusa que ganhei de presente de uma amiga (continuamos muito amigas, graças a Deus…rs). A danada da blusa era toda drapeada e dava ênfase total a algumas partes do corpo que a gente faz questão de esconder (as mulheres sabem do que eu estou falando), mas tinha um tecido incrível e super colorido, o que me fez protelar bastante antes de colocá-la na pilha de roupas para doação.

Daí passou um tempinho e reparei que a minha mesinha de cabeceira também tava indo pelo mesmo caminho. Sem graça total, mas com um super potencial decorativo. Então, porque não juntar o útil ao agradável?

Peguei a blusa, cortei frente e costas em formato quadrado, apliquei na mesa, e olha, deu super certo. E não sei se foi só pra me agradar, mas o povo que viu, adorou!

E você, tá a fim de tentar? Te garanto que usar uma peça de roupa dessa maneira vai fazer com que seu móvel fora de moda vire o centro das atenções. Nada mais fashion!


Mesinha antes do banho de loja. Sem sal toda vida!


Blusa quase aposentada, de corte duvidoso, mas com a tal estampa incrível.


Passe cola branca na superfície do móvel depois de limpá-lo bem com um paninho seco.

Cole o pedaço de tecido deixando uma pequena margem para ser cortada depois.

 Reforce com bastante cola nas beiradas para finalizar.

Repita o processo nas outras partes do móvel que você pretende customizar.

Na hora de cortar, passe fita crepe na margem para facilitar a linha de corte (Dica: se quiser reforçar a durabilidade, passe verniz incolor em spray sobre o tecido).

Mesinha pronta e totalmente fashion pra sua casa virar tendência. Luxo!

Fonte GNT

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Ambulantes do Centro do Recife, que compram muita mercadoria do polo de confecções, estão preocupados. Eles dizem que muitos consumidores já estão perguntando de onde vem a mercadoria e checando os produtos com mais cuidados

Os ambulantes do Centro do Recife, que compram muita mercadoria do polo de confecções, estão bem preocupados com a polêmica do lixo hospitalar. Eles dizem que muitos consumidores já estão perguntando de onde vem a mercadoria e checando os produtos com mais cuidados. A preocupação é sobretudo quando eles vão comprar calças ou bermudas jeans. Nos bolsos de produtos do tipo foram encontrados nomes de hospitais.

Para não ter prejuízo, a ambulante Elisama Alves, que tem uma barraca na Travessa do Mercado de São José, conferiu, ontem cedo, antes das vendas começarem, todos as calças jeans que comprou em Toritama e que estão disponíveis para a venda na sua barraca. “Eu fiquei muito preocupada porque a notícia está em tudo quanto é jornal e televisão. Os clientes já perguntam, então resolvi conferir para ter certeza de que não comprei nenhum produto que tenha alguma mancha ou etiqueta de hospital”, explica.

Com um barraca que fica bem ao lado do Mercado de São José, a ambulante Maria José Costa está mais tranquila porque só vende roupa de criança. “Essa confusão é ruim para quem vende calça jeans de homem. Dizem que o problema está no bolso. Mas os meus clientes perguntam direto e eu mando eles ficarem tranquilos porque aqui não tem coisa do Estados Unidos, não”.

Na Rua das Águas Verdes, bem perto do Mercado de São José, conhecida como um dos polos de venda de jeans no Centro do Recife, tanto os lojistas quanto os consumidores estão preocupados com a polêmica. Alguns lojistas negam que compram mercadoria do polo e dizem que os produtos vêm de Fortaleza e São Paulo. O casal Eduardo Teixeira e Bruna de Oliveira estava fazendo compras, ontem à tarde, na rua mencionada, com bastante cuidado e olhando todos os detalhes da peça. Ele estava com viagem marcada para o polo de confecções, mas desistiu quando começou a ver a notícias sobre o escândalo.

“Eu sempre viajo pra lá para comprar roupas para mim e minha família, mas agora fiquei assustado. Acho que outros consumidores estão se sentido da mesma forma. Aqui na rua a gente está olhando logo o bolso que foi onde encontraram tecido com nome de hospitais”, afirma Eduardo.

Outra consumidora que costuma frequentar o polo de confecções com frequência é Tereza Teixeira. Ela faz a viagem para Toritama e Santa Cruz do Capibaribe de três em três meses. Na quinta-feira (20), comprou uma bermuda em uma das lojas da Rua das Águas Verdes, mas nem reparou direito na peça. Quando foi abordada pela reportagem do Jornal do Commercio ficou um pouco atordoada com a desatenção e começou a checar o bolso para verificar se estava tudo em ordem. “Tudo certo. Ainda bem”, exclamou.

As peças compradas anteriormente é que preocupam Jupiraci Batista. Hoje ela tem o maior cuidado na hora da compra, mas antes da polêmica já comprou muito jeans no polo de confecções e no Centro do Recife. “Quero saber o que a gente faz com as roupas que compramos antes. Esse negócio é antigo, mas só descobriram agora. Fico pensando se tem algum perigo”, completa.

Fonte: JC Online

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